O pedreiro Tonhão negão fez eu e seu sobrinho de putinhas - parte 02



Acordei no dia seguinte com o cu ainda ardido, mas muito ansioso pela nova visita do pedreiro Tonhão. Mas acabei sendo confrontado com a realidade, quando ele chega junto com seu sobrinho, Marcos. Tinha esquecido que ele viria, o que acabou matando minha esperança de algo acontecer, pois não estaria mais sozinho com ele.

Começamos a trabalhar e conversar, fazendo piadas e contando histórias. Até que em um momento, com o Marcos lá fora ajeitando uns tijolos, aproveitei a oportunidade pra desabafar com o Tonhão.

- Nossa, que pena né seu Antônio, tava esperando que hoje ia ser que nem ontem...

- Como assim moleque? E já falei pra me chamar de Tonhão!

- Esqueci, foi mal. Mas eu tô falando do que aconteceu ontem... hoje não tem como né? Com seu sobrinho aí e tals.

- E o que aconteceu? - ele me olhou com um sorriso provocador, esperando me ouvir dizer com todas as letras, eu sabia exatamente quais palavras ele queria.

- Ontem, quando o senhor comeu meu cu e me deixou todo esfolado com seu pauzão.

- Hahaha, esfolado foi pouco! Tá até andando torto, moleque! - e plaft, deu um tapão no meu rabo, fiquei morrendo de vergonha olhando se o Marcos tinha visto.

- Seu Antônio, cuidado! E se seu sobrinho escuta?

Fui respondido com outro tapa e um apertão na bunda, ele chegou perto com corpo brucutu de moreno jambo, duas vezes maior do que eu pra qualquer direção e falou:

- Primeiro que eu já disse pra me chamar de Tonhão, vou ter que te ensinar de novo a me respeitar, moleque? E o Marquim tá nem aí, eu mesmo já comi ele várias vezes. Quando a gente vai na obra, eu como o cu dele até fazer bico, é uma putinha que nem tu. Mas ele não gosta que os outros saibam, então eu como ele em segredo no mato, quando a gente tá na empresa.

Fiquei espantado e curioso, mas não duvidei, o Tonhão era um macho nato leitador que metia até num buraco na parede se deixassem, mas envolvido com o tesão da possibilidade de tudo rolar de novo, resolvi provocar.

- Ah, deixa de conversa. Tu come nada. Tu é cheio de história, aposto que nem vai dar pra gente foder de novo com ele aqui, tu tá só contando H (expressão da minha terra, que quer dizer mentindo, inventando).

Mas o Tonhão leu por cima do meu blefe, apertou minha bunda de novo e falou:

- Tá doidinho pra levar pica, né sua puta?

- Nada, to só dizendo a verdade.

Ele apertou mais forte.

- Fala direito ou eu não te como mais. Tá querendo rola, né moleque?

Com minha mentira exposta, resolvi assumir.

- Ah, eu até tô, mas só achei muito estranho mesmo, ele tinha contado que era casado, não achei que gostasse de pica...

- Ih, isso aí é minha putinha desde cedo, a mulher dele é outra que eu meto ferro e ele sabe, mas além de gostar de tomar no cu, essa porra gosta de ser corno. Eu como ele e a mulher dele, só ela que não sabe. Quando ele viaja pra cá, é só pra levar ferro, tem vez que nem tem serviço e ele arruma desculpa!

- Nossa, sério? Então me mostra. Quero ver se é verdade mesmo.

- Ah, eu mostro, mas tu vai ter que dar pros dois, pra aprender!

- Se for verdade mesmo eu dou.

- Então espera um pouquinho aí, daqui uns dez minutos tu vem na cozinha. Ô MARQUIM, VEM CÁ, FALAR CONTIGO! - ele gritava, chamando o sobrinho pra ir com ele pra dentro da casa.

Meu coração tava muito acelerado, eu sabia que o Tonhão falava a verdade, mas não tinha pensado que ia rolar mesmo. Levar pica de dois machos era um sonho e eu estava prestes a realizar. Esperei, fiquei olhando o tempo no relógio, mas parecia que não passava. Então me aproximei da cozinha e fiquei espiando do canto, de costas pro Marcos, mas o Tonhão me viu e deu um risinho safado. Botou o pau pra fora e disse pro Marcos que tinha me mandado ir no depósito, eu ia demorar uma meia hora. Fiquei surpreso quando o Marquinhos nem precisou de ordem, com o pau pra fora e a confirmação que estavam sozinhos, ele se aproxima e começa a mamar o tio, sem cerimônia. Babava e engasgava na pica do Tonhão roludo. Ele, Tonhão, pega a cabeça do sobrinho, começa a meter até ficar bem babado e me chama, com a pica atolada na garganta dele. Eu me aproximo devagar, quando estou atrás dele falo:

- Nossa, que delícia, depois sou eu viu!

O Tonhão dá uma gargalhada e o Marcos toma um susto tão grande que engasga e começa a tossir, com seu tio ainda segurando sua cabeça empalada na pica dele. Ele tenta se desvencilhar, mas no começo o Tonhão segura, até que finalmente solta e ele respira fundo, surpreso em ser pego no flagra.

- Tu não disse que ele ia sair, caralho? Porra é essa, Tonhão?

- Ah é, Tonhão - eu disse - você me mandou comprar rosca, mas eu lembrei que tem a minha pra você usar!

Tonhão quase se acaba de rir, o sobrinho me olha sem entender, tentando preservar sua dignidade

- Ih, que papinho é esse? - falando pra mim.

- Papinho o que, moleque? - responde o Tonhão - Tava babando na minha pica e quer tirar onda? Inclusive chupa mais que tá amolecendo KKKKKKKK.

Marcos tenta se defender, falando um "Não, eu só tava...", mas é interrompido pelo Tonhão:

- Relaxa, caralho. Esse aí é puta que nem tu. Arrebentei esse moleque na piroca ontem, não é, moleque?

- Isso mesmo, o Tonhão comeu meu cu a manhã inteira.

- E vou comer de novo. E tu também, Marquim. Vai dar pros dois né, moleque?

- Pra quantos você quiser, Tonhão.

- Peraí, então tu também como esse moleque? - o Marcos tentando entender.

- Eu como e tu vai também. Ele tava preocupado que não ia levar rola hoje contigo aqui, achou que tu era empata foda, aí resolvi mostrar que tu também é putinha, mas hoje tu vai comer cu. Ou tu quer só levar rola que nem esse moleque?

Marquinhos finalmente entende e me olha:

- Mas ele aguenta os dois?

- Isso aí aguenta um boi. Esse moleque tem um cu guloso do caralho. Mostra aí o estrago que eu deixei! - o Tonhão fala, orgulhoso do metedor que era.

Eu não decepcionei meu comedor, tirei o short e a cueca, virei a bunda e abri, mostrando meu cuzinho judiado de levar pica no dia anterior.

- Esse buraco aí não tinha antes, era lacrado que nem o teu quando comecei a te comer, Marquim!

- Caralho tio, judiou bastante hein! Kkkkkkkkk

- E vou judiar mais. Vai aguentar ou vai arregar, seu viadinho?

- Se eu arregar pode me amarrar, Tonhão, quero piroca no meu cuzinho... - falei, piscando meu cu, convidando os machos, que davam risada da minha putanhice, mas adoravam o clima de sacanagem, ficando muito excitados. O Marquinhos, que foi de mamador pra comedor, já começou a assumir uma personalidade igual a do tio, se vangloriando do que ia fazer na minha bunda e que ia me arregaçar, mas o tio sempre o botava em seu lugar, lembrando que fazia com ele tudo que ele queria fazer comigo, o que levou a esse clima dos dois se provocando e o Marcos querendo usar minha pobre bundinha pra provar que podia ser um comedor igual o tio, mesmo que depois fosse feito por ele de brinquedo. O Tonhão nem se importava, pois era o comedor alpha ali, o que metia ferro em todo mundo e não levaria de ninguém, enquanto eu adorava meu lugar na hierarquia, estando na posição mais submissa que não comeria ninguém, somente levaria ferro de todos, o passivo da galera.

- Agora avia que o moleque tá na seca! Quer mamar, garoto?

Eu abocanho aquela pica gostosa em resposta, exposta ainda e dura, o Tonhão era um comedor sem igual e durante todo aquele diálogo, sua pica continuava erguida, não se afetava com nada quando sabia que ia meter.

Perdi o Marcos de vista, mas logo ele aparece, totalmente nu, com a pica mole na mão. A diferença entre eles era abismal, Tonhão era alto, forte, parrudo, peludo. Marquinhos era um neguinho magricelo, com as costelas a mostra, até mais magro do que eu, uma barriga lisa, com uma listra de pelinhos no pelo e na barriga. Enquanto o tonhão tinha uma piroca grande e grossa, Marquinhos tinha uma rola fina e menor, com uma cabeça menor que a grossura do corpo do pau, com uma moita de pelos ao redor, um saco bem peludo. Tonhão era um negão jambo bem escuro, enquanto Marquinhod era um neguinho de pele acinzentada, cabelo crespo grande, um cavanhaque e uma barba rala. Exceto pela cor negra forte, eram o oposto em tudo, das características do pau até a aparência física. Mas eu não sentia aversão, segurei aquela piroca fina e comecei a chupar também, revezando entre os dois safados, babando bastante.

A rola do Tonhão soltava uma baba grossa e salgada, enquanto o Marquinhos soltava muito líquido, parecia que ficava "gozando" pequenos jatos de porra, que eu engolia. E a diferença entre os dois era também de atitude, pois enquanto o Tonhão fazia minha boca de buraco e metia forte, segurando meu cabelo com força, o Marquinhos preferia ser mamado e ficar deitado.

Tirei o resto da camisa e chamei os dois pro quarto, onde ficaria mais fácil pra foder. Eles vieram e eu me deitei na cama, de barriga pra cima. O Tonhão se esparrama, sentado, apoiando minha cabeça em seu colo, espalhando os pés ao redor do seu corpo. Começa a meter na minha boca de ladinho, pois eu estava com a cabeça pra cima, enquanto o Marquinhos se posiciona atrás de mim e começa a pincelar seu pau no meu cuzinho ainda aberto da surra de vara de ontem.

Ele cospe no meu rego, vai direcionando o cuspe pro meu cu e forçando a cabeça, até ficar bem molhado pra meter. Eu tava em um frango assado, minhas pernas abertas, meu pau muito duro apontado pra cima, enquanto ele estocava sua piroca até o fim no meu cu.

- Hmmmmmmmmmm - eu gemia.

- Tá gostoso, moleque? KKKKK - zombava o Tonhão.

- Uhum - eu respondia com sua piroca na boca.

- Melhor que o meu?

- Aí também não - eu disse, pra gargalhada do Tonhão, sempre gozador e querendo se exaltar como machão.

- Ah é? - respondeu o Marquinhos se sentindo desafiado, levantou minhas pernas pro ar, deixando minha bunda erguida acima do colchão e começou a meter com força e velocidade.

- E agora, sua puta?

- Hmmmmmm, aí caralho! Mete!

- Tá gostoso agora?

- Uhum! Fode meu cuzinho, caralho!

- Parece uma rapariga metendo com cintaralho kkkkkk - zombava o Tonhão, o que motivava o Marquinhos a se provar e meu cuzinho pagava o pato pela disputa dos dois. O Marquinhos se deitava sobre mim e metia mais forte. Suas coxas e virilha magras e ossudas me acertavam com força, machucando, mas sua piroca deslizava gostosa na minha bunda, sem forçar muito, mas preenchendo gostoso meu cu.

Minhas pernas levantadas, nos ombros do neguinho magricelo que me macetava, enquanto gemia e babava a pica do Tonhão, com sua cabeça grossa toda babada da minha saliva, meu rosto mergulhado naquele oceano de pelos que pinicavam minha pele.

O Marquinhos meteu por uns 5 minutos, sem pena, mas não aguentou e gozou, enchendo meu cuzinho de porra quente, o que arrancou risadas do Tonhão pela ejaculação precoce do sobrinho. Ele levanta, empurrando o sobrinho pra fora do meu cu e fala:

- Sai fora porra, vou te mostrar como é que mete. Levanta moleque folgado do caralho, puta tem que tomar de quatro!

Obedeci sem demora a sua ordem, ficando de quatro com a bunda levantada e aberta, segurando meu cuzinho exposto pra sua pica. O negão parrudo se posiciona atrás de mim, repousando sua rola grossa e dura em cima da minha bunda, sua cabeça se estendendo até acima do meu cóccix, ele posiciona seu volume no meio do meu rego sem meter e começa a foder as polpas da minha bunda.

- Vou te ensinar como é que fode uma puta. - E plaft! no meu rabo - Tá pronto moleque?

- Uhum, enfia vai Tonhão...

- KKKKK, vou meter forte nesse teu cu, que eu sei que isso aqui tem fome de pica! - e plaft na minha bunda! - segura pra mim assim!

Segurei a bunda aberta, enquanto ele posicionava a cabeça do seu pau na entrada, brincando de alimentar meu cuzinho faminto com sua cabeça. Metia e tirava, metia de novo, só deixando a glande entrar, sem enfiar mais. Eu gemia e rebolava a bunda abocanhando seu cogumelo preto com minha boca do cu, enquanto ele segurava sua cabeça dentro, tirando logo em seguida, fazendo cada metida esticar minhas pregas até o limite pra aguentar seu pau adulto e desenvolvido de touro metedor. Ele segura minha cintura com as duas mãos e enfia duma vez, arrancando um grito. Então começa a meter.

- É assim que mete, porra! Tem que fazer o viado gritar na pica!

E metia forte, arrancando gritos enquanto me currava com seu pau grosso. Antes eu gemia manhoso, agora sofria pra aguentar os trancos, aquelas coxas grossas me empurravam com tanta força que seu pau desacoplava do meu cu, ele teve que me segurar no lugar com seu peso em cima de mim pra aguentar a pressão.

Seu sobrinho veio com a piroca mole pra cima de mim, me dando a pica toda babada de porra pra chupar. Eu botei aquele espaguete preto na boca, passando a lingua ao redor pra limpar toda a baba de esperma ralo, enquanto chupava firme até seu pau ficar meia bomba. Os trancos do Tonhão me empurravam contra o pau do seu sobrinho, fazendo ele bater na minha garganta e eu tossia e engasgava em resposta.

- Tá gostando, moleque viado do caralho?

- Hmmmmmmmmm, tô! Fode meu cu, Tonhão!

- Toma, seu putinho! Vou esfolar esse teu cu!

- Aiiiiiiii! Isso, mete seu puto!

- To metendo, porra! Cu goloso do caralho!

- Aiiiiiiieeeee! Sim, adoro comer pica com meu cu!

- Então toma que tu tá com fome!

- Hmmmmmmm, me dá essa rola de cavalo comedor!

- Tá vendo como é que faz a puta pedir pica, Marquim? Tu é muito frouxo porra! Por isso que eu como teu cu!

O Marquinhos, querendo se provar, dava tapas na minha cara e cospia no meu rosto, espalhando seu cuspe com a mão. Eu gemia e pedia mais. O Tonhão metia que nem um touro no cio, fazendo a cama balançar, eu morria de medo que quebrasse, mas ele não parava, me esmagando com seu peso e musculos, fazendo o colchão afundar.

- Quem é o dono desse cu, caralho?

- É você, Tonhão!

- KKKKKKKKKKKKKK, parece que ele não gostou do seu pau, Marquim, esse cu é só meu!

- Nada, vou arregaçar esse moleque pra aprender! - O Marquinhos me ameaçava.

- Ele sabe quem é o Macho de verdade aqui, né moleque?

- Você é meu macho, Tonhão! Meu comedor! Arregaça meu cuzinho, seu filho da puta!

Tonhão responde com um tapa forte no meu rabo.

- Sou o dono desse cu aqui, vou comer quando eu quiser, entendeu?

- Siiiiiiiiiiiim!

- Sou o dono desse teu cu também, viu Marquim! KKKKKKKKKKKKK

- Sai fora, porra - respondia o Marcos, tentando se impor como um comedor igual o Tonhão, que aparentemente não gostou da resposta.

- Então vem e mete nesse moleque que eu vou meter em ti!

- Come aí e goza logo, que já sou - o Marquinhos desconversava, mas o Tonhão se sente desafiado pela resposta do sobrinho, desacopla o pau do meu cu e se afasta, apontando pro meu rabo.

- Não tô pedindo, mete logo que eu vou comer teu cu agora.

Eu senti um arrepio com aquele macho dominante, não só decidindo que ia comer quem ele quisesse, mas também decidindo o futuro do meu cu sem nem me perguntar. O sobrinho faz um "tsk" com a boca, mas obedece, montando em cima de mim e enfiando seu pau ainda meia-bomba.

- Tá vendo quem é que manda? Tá de gracinha, Marquim? Tu mamou minha rola até eu dormir ontem e quer se fazer de machão? Vai tomar no cu pra aprender agora!

Eu logo percebi que apesar de versátil, o Marquinhos também adorava levar pica, pois assim que eu seu tio afunda o pau na sua bunda, sua rola meia bomba no meu cu logo fica dura, de imediato, acusando o quanto ele gostava de ser fodido.

As metidas do Tonhão, que começou a bombar forte no rabo do sobrinho, faziam o Marquinho atolar sua pica no meu rabo. O safado era tão viciado em pica que nem eu, que nem quando macetava meu cu seu pau ficou tão duro! Então era um trenzinho, eu no colchão com o peso dos dois em cima de mim, o Marquinhos completamente deitado por cima com seu pau na minha bunda, e seu tio no topo, mostrando sua posição de touro comedor alpha, fodendo não só a bunda do sobrinho, mas também a minha, pois eram suas metidas fortes que atolavam e aliviavam a pica do sobrinho no meu cu.

- Tá vendo quem manda aqui, porra? Tá de gracinha ainda, Marquinhos?

- Aiiiii tio, não! - o safado gemia igual eu na pica, quebrando sua postura de metedor e se revelando como o passivo safado que era.

- Quem manda nesse cu aqui?

- É você, tio!

- Tio não, me chama como eu gosto! - o Negão roludo diz, metendo a mão no cabelo crespo do sobrinho e puxando com força.

- Aiiiiiiiiiiii! É você, Tonhão!

- Sou eu o que, porra? - Tonhão responde aumentando o ritmo, metendo forte.

- É você que manda no meu cu!

- E você, moleque? - ele diz pra mim.

- Meu cuzinho é todo seu, Tonhão!

- É? Não tá gostando do Marquim comendo teu rabo não? Sua puta ingrata!

- Tô sim, mas prefiro sua pica grossa no meu rabo!

- KKKKKKKKKKKK, minha rola é a maior que tu já viu, né moleque?

- É sim! Imensa! Que pica gostosa!

- Vai levar muita rola então, já que tu gosta!

Tonhão mete firme, com os braços apoiados afundando o colchão, as duas putinhas que ele fodia gemem na vara, enquanto ele se elogia como era um comedor forte e viril. Eu lutava pra respirar com aqueles dois machos em cima de mim, mas adorava a curra que levava, pois o Tonhão fazia o pau do Marquinhos me foder bem mais forte do que ele tinha feito sozinho, só não se comparava a ele mesmo me fodendo.

- Hora de leitar esse cuzinho! Quer leite, sua puta?

- Quero, Tonhão! Enche meu rabo de leite!

- KKKKKKKKKKKKK, tá todo manso né seu corno?

Eu percebi que ser chamado de corno fez o Marquinhos ficar irritado, mas o Tonhão não se importava, era um gozador nato e sabia que o sobrinho era seu putinho submisso, mesmo sabendo que sua mulher era torada na pica pelo Tonhão, não ia fazer nada. Ele era o tipo de macho que se impunha e botava um corno frouxo no lugar, sabendo que não podia competir.

Tonhão então urra forte igual um monstro e goza. O sobrinho, totalmente humilhado, perde o resto de dignidade e goza de novo no meu cu, ao sentir o leite quente do Tonhão no seu rabo.

- Hmmmmmmmm, adoro porra de macho no meu cu! - eu dizia.

- KKKKKKKKKKKKK, tu gozou de novo, né seu merda? Essa porra só solta gala me dando o cu! Até estranhei que tinha gozado antes KKKKKKKKK

- Gozei vendo você de dar de mamar pra esse moleque, Tonhão.

- Kkkkkkkkkk, bem que eu suspeitei que tu olhava muito pro meu pau! Comendo um cu e olhando pra minha pica, esse aí gosta.

Também ri do sobrinho assumindo sua safadeza, enquanto sentia os dois saindo de cima de mim.

- Agora um vai limpar o cu do outro! - O Tonhão ordenava, sempre risonho. Mas eu e o Marquinhos, submissos a sua vontade, não discutimos, fizemos um meia nove e começamos a lamber o cu um do outro.

- Caralho, adoro uma lambida no cu também! - o Tonhão puxa a gente, pra servir sua bunda com nossas línguas. Eu não perco tempo e enfio minha cara naquele cu suado e peludo, lambendo seu rego. O Marquinhos se posiciona e começar a chupar seu pau e lamber a costura do saco. Eu vou subindo e chupo suas bolas peludas, boto as duas na boca e faço pressão de ar. Tonhão pega nossas cabeças, orientando a gente pra chupar a cabeça do seu pau ao mesmo tempo, mas seu sobrinho nega.

- Sai fora porra, vou ficar beijando macho.

- Tá me desafiando, porra? Mandei chupar! Vou ter que te ensinar de novo?

O sobrinho engole o orgulho e começa a chupar a cabeça, eu também vou e nosos lábios e linguas se encostam, mas o plano do Tonhão era se divertir as nossas custas.

- KKKKKKKKK tão se beijando com um pau na boca! To falando que sou o dono desses cus!

- Hmmmm, é sim, Tonhão! - eu respondia, sempre obedecendo aquele macho forte.

- Tão se beijando com tempero do meu cu suado KKKKKKKK

- É uma delícia! Adoro chupar seu cu peludo, Tonhão!

- E o Marquinhos? Nem provou né? Vai provar!

O Marquinhos nem consegue reagir, sendo guiado pra bunda do seu tio, ele obedece, lambendo a bunda suada do Tonhão.

- Tá gostoso aí, Marquim? KKkKKKKKK

- Tu é muito otário Tonhão!

- Eu sou otário e tu que tá chupando meu cu KKKKKKK vai parar?

O Marquinhos protestava, tentando manter a pose, mas sempre se revelava no final, obedecendo ao nosso macho comedor e voltou a lamber e chupar até com mais ênfase.

O Tonhão goza de novo, dessa vez afundando sua pica na minha boca e eu engulo tudo. A gente se veste e volta pro trabalho, como se nada tivesse acontecido, mas então o Tonhão, nunca satisfeito, diz que queria meter mais, mandou eu tirar a roupa. A gente estava em um local sem teto, mas tinha um muro e o portão aberto, do cantinho não daria pra ver a gente direito, mas dava pra ver quem passava na rua. Meu coração ficou saindo pela boca, mas obedeci, tirei a roupa e fiquei pelado. O Tonhão tira a pica pra fora, sem ficar nu, me bota de joelhos em cima de um saco de cimento, lubrifica meu cu com cuspe e volta a meter.

- Ah caralho! Nada melhor que comer um cu na obra!

- Hmmmmmm, caralho Tonhão! Os vizinhos vão ouvir!

- Que escutem KKKKKKK, não vou deixar de comer esse teu cu, moleque!

A sensação de dar ali com a porta aberta era inebriante, com o risco de ser pego, ou algum vizinho curioso espiar por cima do muro, mas eu não queria aquela tora negra fora do meu rabo por nada. Então aguentava o tranco no meu cu e tentava segurar o grito, mas o Tonhão não colaborava.

- Tá calado, sua puta? Não tá doendo não? Vou meter mais forte!

- Hmmmmmm, tá me arregaçando Tonhão! Caralho!

- Tá é pouco, que tu aguenta! Toma rola sua puta! - e plaft, tapas no meu rabo. O negão me esfolava na pica com as pernas arqueadas, em pé, enquanto me empurrava pra frente e pra trás acima daquele saco de cimento. Eu via o sobrinho entrando e saindo pela porta, mas sempre de olho na brincadeira. Alguns pedestres passavam em frente a casa, mas aparentemente não ouviam ou reparavam na putaria, pois estávamos muito no canto pra eles verem. Mas eu podia ver o vulto deles passando e aquilo fazia meu coração disparar.

- Nada melhor que comer um cu na obra! Se toda obra fosse assim eu enrolava mais! KKKKKKKKK

- Hmmmmmm, vai comer meu cu até a obra acabar, vai Tonhão?

- Vou é todo dia! Que eu passo aqui antes de ir trabalhar pra estourar esse teu rabo KKKKKKK

- Hmmmmm, vai me acordar na pica é?

- Vou bater na tua cara com minha rola pra acordar!

- Vou sonhar com seu pauzão então e esperar!

-KKKKKKK, moleque viado do caralho! Esse teu cu vai ficar todo aberto se brincar demais!

- Então deixa ele bem esfolado, vai negão!

- Toma então, sua putinha! Quenga do caralho! - e plaft no meu rabo enquanto fodia meu cu num vai e vem gostoso, estourando o que restou das minhas pregas que aceitavam aquela tora negra grossa.

- Hmmmmmmm, fode sua putinha, negão!

- KKKKKK, sua puta branca! Gosta de rola de negão né, moleque?

- Aiiiinnnn, adoro!

- Toma então, sua vadia! - e metia com fortes estocadas me macetando contra o chão.

O Tonhão meteu, meteu, até que percebeu seu sobrinho olhando demais.

-Tá com inveja né? - tirou o pau do meu rabo e deu um tapa – levanta e vai trabalhar! E tu, vem cá que é tua vez!

Eu obedeci e levantei, sentindo as pernas tremendo, me vesti e continuei o trabalho. Eu saia pra pegar massa e quando voltava, via agora o Tonhão estourando o rabo do sobrinho, sem pena. Ele era um metedor nato, poderia meter por horas e não se saciava, nasceu pra botar putinhos sem vergonha em seu lugar com sua rola grossa que faz qualquer um gritar. O sobrinho até tentou ser macho igual o tio, mas já não tinha mais nenhum pudor e estava no mesmo lugar que eu, exposto como um beta submisso perante o macho alpha que quebrou ele em submissão; e agora, igual eu, só ficava de quatro e gemia. Eu tentava disfarçar meu pau duro na rua pras pessoas que passavam, mas adorava toda aquela putaria. Também adorava pensar que eu tinha sido feito de putinho pelo submisso que era agora feito de putinho por outro macho, permanecendo no lugar mais baixo daquela hierarquia. Meu cuzinho piscava por pica, até que levei. O Tonhão disse que ia continuar o serviço, sem gozar ainda, mas mandou o sobrinho me comer, já que não ia precisar de ajuda.

Eu ficava animado por levar pica, mas não tanto assim porque eu queria mesmo era o pau do Tonhão. Mas como ele mandou, me posicionei pra ser currado. O sobrinho, com a pica duríssima por levar vara, se posiciona atrás de mim e volta a meter, enquanto o Tonhão espalhava cimento pelo chão. Ele metia forte e fundo, me segurando pela cintura. Eu estava em pé, apoiado na parede de tijolo sem reboco, enquanto aguentava os trancos. Mas como já citei, o Tonhão era insaciável, mal trabalhou dez minutos e já ficou animado pra participar.

-Não aguento KKKKKKK ver essa putaria é bom demais. Sai moleque! - ele diz, empurrando o sobrinho pro lado, que quase tropeça, se posiciona atrás de mim e encaixa no meu cu – Tava com saudade do meu pau, né sua puta? KKKKKKKKK

- Aiiiiin! Tava sim Tonhão! Me tora seu negão gostoso!

Ele completa com um tapa na minha cintura, pegando o topo da minha bunda.

-Então toma! - e meteu de novo, sempre arrancando gritinhos.

- Hmmmmmm! Ai caralho!

- Tu não tava gemendo assim antes, seu merda! KKkKKKKK

- Com esse pauzão no meu cuzinho não tem como!

- Meu pau é grandão, né?

- É sim! É enorme! Tá me rasgando!

- KKKKK não sabe comer um cu não, Marquim? Essa puta só geme no meu pau!

Tonhão sempre provocando e aproveitando pra mostrar como era um comedor nato, enquanto eu aguentava os trancos no cu, gemendo e rebolando na pica, contra a parede. Até machucava minhas mãos na parede sem reboco, mas não queria sair dali. Tonhão continuou me comendo, até gozar no meu cu, primeira leitada que eu levei dele no dia. Depois de gozar, o negão arrumou o short, deu um tapa forte no meu rabo e falou:

- Tá bom, bora trabalhar senão vocês pedem rola até amanhã! Assim não acaba nunca KKKKKKK

Me arrumei e continuamos o trabalho, até chegar a hora de ir pra escola e fui me arrumar, mas não pude ir embora sem antes levar mais uma leitada e uma mijada do negão safado, que me pintou meu corpo com seus líquidos, me obrigando a tomar outro banho. Mamei muito aquela pica antes de ir embora e fiquei na escola sonhando com o que aconteceria no dia seguinte. Não aguentei e tive que bater uma punheta no banheiro, com meu cu ainda soltando porra dos dois, deixando minha cueca melada.


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265497 - O pedreiro Tonhão negão me comeu na obra de casa - parte 01 - Categoria: Gays - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico random137

Nome do conto:
O pedreiro Tonhão negão fez eu e seu sobrinho de putinhas - parte 02

Codigo do conto:
273097

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/09/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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