Primeira vez que cai em tentação.



Acho que os que estão lendo aqui, já devem ter lido meus outros contos, se não fizeram ainda, sugiro que leiam para entenderem como eu sou, e quem eu , ou nós ( minhas duas personalidades) somos.

Essa história nos remonta quase 15 anos no passado, isso me dá um corpo entre meus 26, 27 anos, mais magrinha, mais bonita, e recém mãe, então tinha um belo par de seios me acompanhando, firmes, de tamanho médio, nada exagerado, menores do que são hoje, mas maiores do que eram normalmente.

Enfim, como eu disse, meu filho tinha pouco mais de um mês, meu corpo já estava no lugar, não tive leite na amamentação, mas meus seios seguiram grandes, estava no final do meu tempo de resguardo, já louca pra sair da “dieta”.

Dado o cenário, eram aproximadamente 20h daquele dia, que confesso que não me lembro qual era, mas estava fresquinho, incomum para a época , já que era o final do outono, e já se esperava mais frio.

Tomei um banho relaxante, inclusive lavei o cabelo naquela noite, então foi um pouco mais demorado, mas saí do chuveiro revigorada, e como eu disse, louca pra sair da minha dieta sexual, vesti uma calcinha , tipo asa delta, branca, não era bem fio dental, mas daquelas que entram na bunda, só por caminhar, e por cima, um hobby vermelho curto, pouco abaixo da poupinha e levemente transparente. Sai do banheiro ainda com a toalha na mão, quando ouvi uma batida na porta, coisa que não era muito comum, pois à época, o pátio da minha casa, mesmo não sendo dos mais seguros, tinha portão, então não fazia muito sentido baterem na porta, natural era nos chamarem do lado de fora do muro.

Enfim, meu marido foi abrir à porta, ele é um homem forte, com quase 1,90, de altura e mais de 100kg, desses gringos, que tem a genética “abençoada”. Ele abriu a porta um pouco, pra ver quem era, e dois homens encapuzados, empurraram para entrar e ele (meu marido) devolveu os dois pra rua com um único empurrão de volta, mas não sem antes eles conseguirem colocar as armas pra dentro de casa, ficando só as mão armadas à vista.
Ele vendo aquilo, decidiu recuar para não nos colocar em risco, e os dois entraram correndo.

Eu, diante daquela movimentação, subi para o segundo piso, para proteger meu filho, e esconder algumas poucas coisas de valor. Na época meu quarto era em L, logo que entrava nele, se encontrava a minha cama, e na ocasião o berço onde meu filho estava dormindo calmamente. A esquerda de quem entra, era uma “peça-escritório’ onde tinha a mesa do computador e roupeiros, logo à frente desta, o banheiro da suíte.

Entrei no meu quarto e consegui guardar algumas coisas, mas logo em seguida um dos dois homens entrou, me virei e dei de cara com ele, que estava parado na porta me olhando, um homem alto, entre 1,75 e 1,80, moreno-claro, magro com o rosto coberto, e de boné, uma calça moletom cinza-clara, tênis escuro e camiseta preta, os braços não tinham tatuagens e ele segurava uma arma, quando entrou ele me disse:

- Não corre, fica quietinha.

Percebi que os olhos dele me percorreram de cima a baixo, durante alguns segundos, foi então que notei que, quando me virei, meu hobby abriu um pouco, revelando um dos meus seios, e também minha calcinha branca, fiquei com o popular “capô de fusca”. Tudo bem que o meu hobby não escondia muito, já que era transparente.

De qualquer forma, vi que o rapaz ficou parado me olhando, e acabei cometendo o erro de descer meus olhos até suas calças, que revelavam o volume que subiu, ao me ver naqueles trajes, e era um volume de respeito.

Ele depois de se recompor, me disse:

- Moça , pode se cobrir, a gente não veio aqui pra isso, ninguém vai tocar em ti.

Ninguém ia tocar, mas ele não tirava os olhos de mim, parecia babar por baixo da máscara, e eu por minha vez, não tirava os olhos daquele volume em suas calças.

Não sei o que me levou a fazer aquilo, a adrenalina, o resguardo, o volume, o misto de tudo isso, sei lá, só sei que nunca fui dada a deslizes, nunca havia traído ninguém, mas aquela ocasião me deram um tesão tão grande, algo que nunca havia sentido. Quando ele disse que ninguém me tocaria, a única coisa que me passava na cabeça era, “porque não?”, então sem pensar muito, eu abri um pouco a minha perna, mostrando um mais da minha calcinha, estava com os braços levantados, então baixei um deles e abri um nó do cinto do meu hobby.

Minha mensagem estava dada, não sei porquê, mas estava, até hoje me pergunto qual minha intenção ao fazer aquilo. Mas seja lá qual tenha sido minha vontade, ela foi atendida.

Meu “agressor”, entendendo o que eu queria dizer, sem largar a arma, usou a mão esquerda para puxar a sua calça pra baixo, fazendo pular pra fora um pau duro e grande. Devia ter uns 20, 21cm, grosso, escuro, com grandes veias pulsantes, e uma cabeça linda, simétrica, num tom de rosa, escurecido por marrom. Ele segurou aquela serpente com a mão e se pôs a bater uma punheta na minha frente, uma punheta que mais parecia um carinho, algo como se não quisesse que aquele momento passasse e pudesse aproveitar cada segundo do que ele estava vendo. Senti minha buceta tremer e minha boca salivar, não conseguia parar de olhar pra ele, e na minha cabeça só passava:

“Porque estou excitada? É um homem estranho, me olhando e se masturbando na minha frente, e ele está armado, o que tá acontecendo comigo? ”

Aqueles momentos enquanto ele me olhava, pareciam horas, mas foram apenas uns poucos minutos, suficientes para que eu ficasse muito excitada e voltasse aquele sentimento que já expliquei no outro conto, o prazer de SER VISTA, mas dessa vez era diferente, estávamos próximos, não havia um caminhão entre nós, éramos só eu e ele.

Repentinamente senti que mordisquei o lábio, pois a luxúria já havia me dominado. Ele percebendo, deu um passo à frente e me disse baixinho, quase em segredo:

- “Quer pegar?”

Relutei um pouco contra mim mesma, mas Deny queria tomar seu espaço na minha cabeça, e o tesão já falava mais alto. Estiquei minha mão, fazendo um carinho no seu saco, e subindo até a glande, que já estava úmida do tesão, escorreguei minha mão por aquele caralho grosso e segurei bem, dando início a um movimento de vai e vem, masturbando o “meliante” que havia dito que não me tocaria, e de fato, ainda não tinha me tocado. A porta do quarto entreaberta, ele deu um passo para trás e a fechou, pra poder falar. Senti sua aproximação, seu hálito quente no meu pescoço e sua voz rouca no meu ouvido:

- “Aaaah, que delícia de mãozinha macia tu tem, putinha”

Aquelas palavras fizeram meu clitóris tremer, eu segurei firme aquele pau e puxei pra perto de mim, despindo e oferecendo meu seio, ele sem hesitar, levantou a parte debaixo da máscara, uma mão ele apertou minha bunda como nunca tinham apertado antes, a outra encostou a arma na minha cabeça e me avisou pra não fazer barulho. Ele abaixou a cabeça e começou a chupar, lamber e morder meu peito, enquanto sua mão apertava minha bunda, e os dedos tocavam minha buceta e meu cu.

Aquele momento me dava cada segundo mais tesão, até que não aguentei e me ajoelhei na sua frente, e , segurando aquele pau imenso na minha frente, lambi a cabeça , uma, duas três vezes, levantei ele lambi suas bolas, subi até a cabeça de novo, onde eu abocanhei aquela vara preta até onde minha garganta aguentou, minha língua fazia uma cama perfeita para aquele pau, enquanto minha mão batia uma punheta com ele na minha boca, eu me deliciava com aquele sabor de leite de macho , aquele cheiro de esperma que começava a exalar.

Tudo isso me deixou ainda mais louca, foi aí que decidi, “foda-se, me come”, me levantei em silêncio, lambendo a sua barriga, seu peito. Ele ainda apontando a arma pra minha cabeça, me perguntou o que eu ia fazer, e eu , sem dizer nada, me virei de costas para ele, levantei uma perna e apoiei na mesa, um cotovelo sobre ela e a outra mão, subi meu hobby, o suficiente pra que ele visse a minha bunda, e olhei pra frente, como quem espera algo, ele então me puxou pra trás com força, me fazendo inclinar mais ainda minha bunda, senti minha calcinha sendo puxada para o lado e uma língua invadindo a minha buceta com gosto. Eu nem sabia que era possível uma língua com aquela extensão entrar em mim.

A mão que segurava meu hobby, não se fazia mais necessária, foi então que levei-a até a sua cabeça e segurei firme puxando cada vez com mais força, fazendo ele me chupar com mais intensidade. Quase 15 minutos que ele me chupava, senti um gozo subir pelas minhas pernas e explodir na sua boca, sem querer soltei um gemido de prazer, por mais que eu lutasse contra, não consegui segurar. Quando recuperei meu fôlego, ele se levantou encostando a cabeça o pau na minha buceta, eu quase gozei de novo só com aquela sensação, ele me puxou pelos cabelos e disse no meu ouvido:”agora tu tá pronta pro negão, vagabunda!”.

Ele ajeitou a ponta do pau, na entrada da minha vagina, uma mão puxando meu cabelo, a outra agarrou minha cintura e, aproveitando que eu estava bem molhada, enfiou aquele pau gigante em mim, em uma única estocada, com força e violência. Aquele pau me abrindo, como se eu fosse uma virgem de novo, e eu gozei mais uma vez naquela estocada.

Aquele homem, me dominava, me tinha, naquele momento eu não me importava com mais nada, só queria que ele ficasse dentro de mim, o máximo de tempo possível, por vezes ele parava, e me lambia, enfiava dois dedos na minha buceta, e eu enlouquecia a cada vez que ele fazia aquilo, ele me fudendo como uma vadia, me tratando como uma qualquer, e eu estava amando.

Estávamos ali há já mais ou menos meia hora, ele com seu pau dentro da minha buceta, quando senti que ele ficou mais rígido e tremeu, senti que ele ia gozar, e ia gozar dentro de mim, e eu comecei a rebolar mais forte e com mais vontade pra sentir , mas subitamente, tive um lapso de razão e falei por cima do ombro:

-“não, aí dentro não”, "FODE MINHA BUNDA!”

- “Quer me dar o cuzinho?” - ele me perguntou

- “Quero que encha ele de porra” - eu respondi

Ele, que já estava com a mão na minha cintura, ajustou o dedo na entrada da minha bunda, e começou a massagear com carinho, abrindo devagar o meu buraquinho. Segurei sua mão com firmeza e disse:

- “Assim não, mete tudo, mete direto”

Sem hesitar, ele tirou o pau da minha buceta e entrou de uma vez só na minha bunda. Como se estivesse me rasgando, e aquilo foi tão bom, tão prazeroso, que eu gozei mais uma vez. Ele deu mais umas bombadas na minha bunda, com força , até que senti que ele estava quase sem aguentar mais, o seu líquido quente jorrou, enchendo minha bunda ,gozando de uma forma que parecia não parar mais. Uma gozada que mesmo com o pau ainda dentro de mim, escorria pela minha perna, claro que meu gozo ajudou a escorrer daquela forma.

Eu me senti exaurida, usada, suja, aquele pau, me deu um prazer que há muito não sentia. Escorreguei pela mesa e me sentei no chão enquanto ele botava as calças e saia do meu quarto, sem dizer nada, apenas me olhando descabelada e fudida, mas completamente satisfeita, me sentindo uma vadia, uma puta, mas …. satisfeita.


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Ficha do conto

Foto Perfil denywife
denywife

Nome do conto:
Primeira vez que cai em tentação.

Codigo do conto:
273342

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
27/09/2026

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