PARTE 1 - VIREI O BRINQUEDO DO VALENTÃO DO ESTÁGIO
Eu finalmente estava no final da graduação de fisioterapia, 7° período, só faltava mais um! Eu não aguentava mais todos os dias faculdade, ônibus, trabalhos, rotinas, que coisa cansativa. Era meu último ano, faltavam algumas poucas disciplinas. Do ciclo de estágios eu já havia feito todos, exceto o estágio em academia, nunca entendi o porquê de colocarem estagiários de Fisioterapia para fazer um dos ciclos de estágios em academias tradicionais. Eu sabia que o campus da UNIQUALQUER tinha uma academia na ala da Educação Física que era aberta também ao público, onde os alunos faziam estágios, era lá que eu iria tentar, não precisava me deslocar pra outro lugar, já estava dentro da faculdade, ia ser bom demais! Me inscrevi e o negócio deu certo! Cheguei na parte sul do campus, lá estava a Faculdade de Educação Física e a Academia-Escola da UNIQUALQUER, entrei, falei com o preceptor, tinham mais dois rapazes e uma garota para fazerem o ciclo de estágio comigo, todos da educação física, um dos rapazes e a menina pareciam ser da minha idade, na casa dos 23 anos, estavam no 4° período, o outro já parecia ser um pouco mais velho, talvez 25, 26 anos, vi que ele falou pro preceptor que estava no 8° período, pelo número da matrícula, ele entrou na faculdade antes de mim. O preceptor nos dividiu em duplas, o garoto e a garota do 4° período ficaram juntos. – Tayrone então você faz dupla com o Raul – disse o preceptor apontando para mim e pedindo para que eu me juntasse com o outro cara. Digamos que ele era atraente, tinha aquela postura de saco-cheio da faculdade, deve ter repetido alguns períodos, estava com uma camiseta de tecido esportivo marcada, ele fazia academia, tinha um peitoral definido, braços grandes, bermuda acima do joelho com coxas grossas definidas, tênis de academia extremamente gasto, certeza que ele era um "rato de academia" como dizem, logo eu com meus 23 anos de puro sedentarismo, magro, pouco atlético, meu negócio era outro, não tinha paciência pra aquele ambiente não. O preceptor disse que as duplas ficariam juntas nas atividades, acompanhariam os professores, dariam suporte para os alunos da academia e os relatórios, atividades e afins deveriam ser feitos em duplas. – Oi eu sou Tayrone, sou da fisioterapia – levei a mão e cumprimentei-o. – Beleza Tayrone, sou Raul, porque você tá fazendo estágio aqui? – perguntou. – Bom, um dos ciclos de estágio da fisioterapia é em academia, achei mais fácil aqui – expliquei. – Saquei – respondeu nitidamente desinteressado. – Então, sobre os relatórios e etc, como quer fazer? – perguntei tentando fazer amizade. – Na real cara, eu não quero fazer, quero terminar essa merda desse estágio logo e formar, se quiser fazer pra gente aí eu te pago, só não me pede pra mexer com isso – respondeu na lata! – Tá, depois a gente vê! – respondi. O preceptor chamou, levantamos e o seguimos, ficamos na ala de exercícios acompanhando os professores, demorei pra aprender o nome dos equipamentos, mas a questão da motricidade, exercícios eu tirava de letra. Vi que o Raul também não tinha grandes desafios, conhecia praticamente todos os equipamentos, só ficava corrigindo a posição da pessoas no banco, trocando os pesos e dando as costas. Notei ele ele tava meio mancando, parecia que puxava a perna, não era necessariamente o pé machucado, era como se não dobrasse a perna. Seguimos ao longo de toda a tarde, finalmente era hora de ir embora, a academia já estava mais vazia, só funcionava até às 17:00h, os dois do 4° período já tinham saído, fui até o armário pegar minha mochila, Raul estava lá sentado, ele apertava a coxa como se tivesse algo incomodando. – Dia longo em Raul? – falei. – É! – respondeu sem interesse. – Tá tudo certo com você? – perguntei. – Tá tudo de boa cara! – respondeu apertando a coxa. – Vi que você tava andando meio estranho hoje, deu um jeito na coxa? Parecia que estava com rigidez – falei ainda forçando diálogo. – Ontem fui fazer um exercício, devo ter calculado errado o peso, agora estou com dor – respondeu, acho que pra eu parar logo de falar. – Quer que eu tente fazer uma liberação miofascial na sua coxa? Sou da fisioterapia, quem sabe dá – ofereci. Ele levantou o olhar pra mim com uma expressão de "sai daqui cara" mas inesperadamente aceitou. – Tá certo, pode ser – permitiu. – Tá, deita aí no banco mesmo, estica bem a perna que está dolorida – orientei. Ele deitou como sugerido. Agarrei o Reto Femoral da coxa dele e comecei a massagear puxando para baixo, ele estava rígido, as coxas dele eram grossas, usei as duas mãos para soltar o músculo, a medida que eu massageava e flexionava a perna ia ficando mais móvel, estava funcionando. No início ele parecia sentir dor, mas já estava acostumado. – Você pode fazer na outra? – perguntou Raul. – Claro – respondi, fazendo os mesmos movimentos na outra perna. Assim que me levantei (fique de joelhos para fazer) tomei um susto, ele estava de pau duro, o pau marcava a bermuda, eu conseguia ver todo o formato por baixo, não sei se ele havia percebido, pensando bem, na verdade não tinha como não perceber. Não reparei que fiquei olhando sem disfarçar. – Foi mal! – disse ele, aterrizei minha atenção novamente. – Isso é normal, fica tranquilo, houve uma estimulação muscular, acontece com os pacientes também – respondi (eu podia só ter falado "tranquilo" e calado a minha boca). Quando levantei, eu também tinha ficado de pau duro, não havia reparado enquanto eu justificava parecendo uma maritaca pra ele, coloquei as mãos fiz menção de me afastar. Senti que ele pegou na ponta da barra da minha bermuda ainda deitado e falo com uma expressão maliciosa – Pera aí Tayrone, vem cá! – sorriu. Eu continuei me afastando mas não contive um sorriso disfarçado e constrangido. Raul se levantou do banco, veio em minha direção se aproximando de mim, me cercou no armário e encostou em mim, eu sentia seu pau na minha barriga –ele era um pouco mais alto que eu, eu tenho 1,66m ele devia ter por volta de 1,84m– me olhava com uma expressão intimidadora porem com um sorriso malicioso. – Tô vendo que você tá pensando em outras coisas Tayrone – disse Raul, empurrando sua cintura em mim, como se estivesse metendo, apoiou seus cotovelos no armário impedindo que eu saísse pelo lado. A maneira como ele me olhava, os bíceps me travando, o cheiro de suor da camisa dele, o cabelo molhado de suor e o pau me empurrando contra o armário me deixaram paralisado, fiquei gaguejante, não sabia o que falar. – Escuta Raul, não me ent... – me interrompeu com um beijo, a essa altura eu na estava com mais tesão ainda, retribui, sentia a língua dele entrando na minha boca, o cheiro de testosterona saindo dele. Ele me levou para o banheiro acessível da ala interna, estava sempre limpo porque ninguém usava, me puxou pra dentro e trancou a porta. Raul me puxava contra o corpo dele e me beijava, eu retribuía. Ele tirou a camisa, seu peitoral era definido, os mamilos eram grandes, eu conseguia ver o elástico da cueca que se esticava com o pau que queria sair. Enfiei minha mão na bermuda dele, o pau estava quente, latejante, senti aquele cheiro forte de pau suado, aquilo me deixou maluco, ele parou de me beijar, colocou as mãos no meu ombro e me abaixou, puxei sua bermuda para baixo para finalmente olhar seu pau, e ele foi direto para a minha boca. Ele me encostou na parede e metia o pau na minha boca, aquele sabor de suor estava me deixando louco de tesão, eu mamava o Raul com voracidade, ele me segurava pelos cabelos e metia bem fundo na minha garganta. – Tira aí meu tênis Tayrone! – pediu ele enquanto eu engolia seu pau, levantou uma dar pernas e eu desamarrei os tênis e o tirei, imediatamente subiu o cheiro de chulé, não era muito forte, nem aquele chulé de tênis sujo, era chulé novo, cheiro de homem misturado com suor, aquilo me deixou maluco. Ele tratou de tirar o outro tênis, puxou as meias, uma delas ele amarrou nos meus olhos como se fosse uma venda, eu estava maluco de tesão, meu pau doída do tanto que estava duro. Percebi que ele havia tirado a bermuda e a cueca, de repente tirou o pau da minha boca, senti algo assim aproximando do meu rosto, era o rabo dele, empurrou minha cabeça contra a parede e encaixou o rabo na minha cara, senti seu cu peludo e suado passando no meu lábio. Sua bunda era bem avantajada, abraçou todo o meu rosto, coloquei minha língua pra fora e ele começou a rebolar a bunda na minha cara, cada vez que minha língua passava pelo cu dele eu ouvia um gemido. – Que delícia! Mais fundo vai – ele pressionava a bunda no meu rosto, eu estava apoiado de costas na parede sentado no chão. Quanto mais ele mexia a bunda, mais eu lambia o rabo ele e mais tesão ele (e eu) tínhamos. – Endurece a língua Tayrone! – pediu. Ele começou a tirar e colocar o rabo do meu rosto, cada vez que ele encaixava a bunda minha língua ia certeira no cu dele, ele gemia de tanto tesão, tirei minha bermuda e comecei a bater punheta enquanto lambia o rabo dela, ele também estava batendo, eu ouvia o barulho frenético – fap! fap! fap! – eu estava me segurando pra não gozar. – Lambe meu pé Tayrone, agora! – mandou. Eu estava com tanto tesão que não ligava mais para o fato de estarmos em um banheiro, ele se virou pra mim e eu me abaixei. Seus pés eram lindos, unhas bem cortadas, tinham um formato bonito, os pés branquinhos, o cheiro do chulé se empreguinava em mim cada vez que minha língua passava entre os dedos dele, ele gemia de tesão. – Que delícia! Porra! – gemia. De repente ouvi um urro mais intenso, senti a porra quente do Raul batendo nas minhas costas enquanto eu estava lambendo os pés dele. Fui me levantar, ele pisou na minha cabeça e baixou ela novamente para os pés, e encaixou o dedão na minha boca – Continua me lambendo! – mandou Eu sentia mais porra batendo nas minhas costas, pingando na minha bunda, na minha nuca. – Me deixa gozar também! – falei. Ele tirou o dedo da minha boca, levantei e sentei olhando pra ele, cuspi no meu pau e comecei a bater punheta enquanto ele me olhava de cima, escarrou e soltou um cuspe no meu rosto, fiquei louco, gozei pra cima, que delícia. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, ele havia catado a bermuda e a cueca e posto novamente. – Ué? – Fiquei confuso sentado no chão. Ele pegou as meias, fez dois rolinhos, colocou nos tênis e foi saindo. – Pera aí Raul! – falei. – O que foi? – perguntou ele. – Como assim o que foi? Olha o jeito que eu tô – eu não estava entendo ele. – Uai cara, é pra eu fazer o que? Se resolve aí, tenho aula – a essa altura já tinha colocado de volta a camisa. Passou pela porta e foi embora. Eu estava com gozo nas costas e na barriga, sentado no chão, pelado tentando entender que porra tinha acontecido com aquele garoto. Fui me lavar na pia da maneira que deu, comecei a me vestir, de repente ele irrompeu no banheiro de novo, quase cai pra trás infartado de susto – Preciso mijar! – passou direto por mim, foi pro vaso e urinou. Guardou o pinto, se aproximou de mim e me deu um novo beijo – Você é uma delícia em Tayrone! – saiu novamente. Gente! Mas que porra se passa com esse garotoooooooooooooooo?? – CONTINUA
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