É um rabão grande e branco



Estava de quatro... o meu quadril e as minhas ancas tinham empinado sozinhas por causa do tesão. E assim tinha sido o combinado. Eu deixaria rolar e deixar ele me fazer perguntas e eu ia responder. Ele podia perguntar oque quisesse e eu deveria responder. Mas só ficaria de quatro e empinaria se fosse que o tesão me levasse a empinar. Senão não.

Mas agora, depois da conversa, das perguntas e da provocação sutíl, mas com a confiança e o atrevimento de uma cara experiente, já sentí o tesão tomar conta. Em alguns minutos ele já tinha conseguido me deixar com uma mancha molhada na calça. Depois já estava sem a calça. E agora tinha acabado ficando de quatro. Ele pediu para ver se era verdade que era um rabão grande e brando e eu não conseguí resistir a vontade de mostrar para ele. Na hora o meu rabo empinou sozinho, sem eu querer... Fiquei assim. Ele olhando.

E nessa hora senti ainda mais tesão de estar assim... pela primeira vez na frente de outro macho assim de quatro e todo empinado. A minha respiração ficou ofegante.

De repente sentí as mãos grandes pegando nas minhas nádegas e abrindo-as. Sentí o ar friozinho bater no meu cu que estava quente. Sabia que ele estava olhando o meu cu ao vivo pela primeira vez. Nessa hora o meu cu piscou, sem eu querer, pela primeira vez na frente dele.

Nessa hora sentí a pontinha da sua lingua dele tocar na pontinha do meu cu. As minhas ancas deram um tranco involuntário. Eu gemí, também sem querer.

-- Shhh.... calma... - ele disse, e voltou a colocar a lingua...

Sentí quente e não consegui segurar outro gemido.

Ele colocou a lingua dura e lambeu bem no meio e fez um movimento que me fez gemer de novo e fez a minha bunda pular uma vez mais. As minhas pernas se abriram mais ainda, quase sem querer, mas eu não conseguia resistir. Ele estava me guiando e começava a me deixar com um tesao que já molhava o lençol. Eu falei que ia tentar não piscar e nem babar. Mas a minha bunda deu o tranco e ficou ainda mais empinada. O meu coração acelerou. Estava acontecendo. Ele me estava começando a preparar, assim como tinha dito faria.

A sua lingua passava em circulos ao redor da minha aureola anal. Ele falou:

- Esse formato que você tem aqui... Um formato tipo losango em volta ao anus, parece querer imitar uma vulva. Isso é parte do teu arquetipo.

O tesão era muito forte. Ele começou a me lamber como um animal faz quando sente uma fêmea no cio antes de montar. E eu não conseguia segurar o meu cu que contraia e afroxava. Contraia e afroxava. O tesão me deixava paralizado de quatro. E ele continuava segurando as minhas nádegas firme e colocando a lingua para trabalhar na minha região anal. Nunca tinha sentido uma coisa assim. Sem querer o meu cu piscava e pouco a pouco começava a ficar frouxo. Estava começando a virar "cuceta", do jeito que ele falava.

Nessa hora lembrei que antes, quando era ainda jovem, algumas vezes tinha sentido, de repente, uma mão deslizando pelo meu corpo. Desde a adolescência, meu rabo sempre chamou atenção — mulheres e homens não disfarçavam o olhar. Mas, quando acontecia de alguém passar a mão, na maioria das vezes eram eles.

Uma vez, eu caminhava no centro, no meio daquele formigueiro de gente. Em determinado momento, senti nítida, a mão apertando minha bunda. Virei o rosto rápido, tentei achar quem tinha sido, mas era impossível: a multidão engoliu o dono daquele toque. E confesso… a surpresa me acendeu. Fiquei excitado sem nem saber quem era.

Depois, em outra ocasião, foi num ônibus lotado. Eu queria descer e estava perto da porta, espremido entre corpos. Usava uma calça de ginástica, dessas de moletom. Quando me movimentei para sair, senti uma mão me agarrar inteiro — segurou uma nádega por completo, os dedos afundando no tecido, e ainda deslizou uma dedada bem no meio, no lugar exato. Fiquei paralisado por um segundo, o coração disparado, o corpo reagindo antes da cabeça. Ele me empurrou para fora do ônibus para ajudar a sair.

E não foram poucas as vezes em que caras se aproximaram com uma intenção óbvia, quase palpável no ar. Nunca dei bola, nunca me entreguei, nunca fiquei de quatro para ninguém. Mas as mulheres… ah, as mulheres também queriam. Conheci algumas que curtiam de verdade, e essas sim — várias delas — enfiaram dedos, brinquedos, exploraram sem pressa.

Agora eu te pertungo: é grande? Por que será que chama tanta atenção? E eu fico aqui pensando… talvez eu devesse experimentar, pelo menos uma vez. Mas, para dar um rabo assim, tem que ser para alguém que saiba o que faz. Alguém que saiba como montar em um rabo desse jeito, sem medo, sem pressa, sabendo exatamente onde tocar, oque falar, oque perguntar, oque sussurrar, e como montar e tirar o cabaco de um rabão assim.

Eu perguntei para ele: é grande então? Você acha que da tesão mesmo?

Ele só falou:

Olha aqui e me diz se não da tesão... Olhei, e vi o cara já sem calça e com um caralho que estava duríssimo, ereto. Como um ariete. Um cacete. Estava tão duro que trincava. Duro como nunca tinha visto antes. Era grande, cabeçudo, grosso e cumprido.

É um rabão grande e branco, e o meu caralho é bem do número desse rabão, e está duro por causa desse teu rabo - ele falou isso e colocou a mão na minha cintura e sentí um coisa quente encostar bem no meio do cuzinho que já estava piscando sem parar. Agora vou tirar o teu cabaço seu rabudo! - ele completou.

Não posso contar oque aconteceu depois, pois tenho um pouquinho de vergonha. Mas só posso dizer que esperei mais de quarenta anos para dar para outro macho.

Mas agora, me diz uma coisa: você acha que é grande mesmo? Se você tivesse a chance, você comeria um rabo assim? Deixa o teu comentário.

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Comentários


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casalrsbi Comentou em 29/09/2026

É um baita raba eu me acabaria metendo nesse cuzinho.chuparua bem antes de meter




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Ficha do conto

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Alqu

Nome do conto:
É um rabão grande e branco

Codigo do conto:
273440

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/09/2026

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