ASSIM NASCEU MAIS UM BOI



ASSIM NASCEU MAIS UM BOI

Conheci meu marido aos 28 anos, quando ele já tinha 50. Sou uma bela morena (definição dele), com coxas torneadas pelas serras mineiras e cintura fina que, com meus 1,62 m de altura, se destaca.
Sempre fui recatada. Tive três relacionamentos: em um deles, namorei por oito anos; os outros dois duraram pouco. Um começou quando eu tinha 15 anos. Estudiosa, já formada em administração e com duas pós concluídas, tinha minha vida definida e estabilidade financeira. Ele, empresário, também tinha uma vida tranquila.
Nosso namoro tinha apenas dois meses quando resolvemos oficializar a união, e assim fizemos. No sexo, ele era insaciável, daqueles que não deixam a mulher em paz. Sempre me bolinando e me excitando, mantínhamos uma vida sexual muito além do que nós, mulheres, definimos como normal.
Certo domingo, estávamos no sofá, assistindo à televisão, quando passou um comercial com um casal muito bonito. Elogiei o homem e meu marido, sem pestanejar, emendou perguntando se eu daria para ele. Estranhei a pergunta, mas, como meu homem sempre aprontava das suas, achei que era mais uma de suas provocações e respondi que, sim, daria facilmente. Rindo, ele me disse: “Veremos”.
Confesso que não entendi o comentário. Ele, porém, veio para cima de mim e, ali mesmo, fizemos amor intensamente.
Por volta das 16 horas, decidimos sair para almoçar. Ele me convidou para irmos a um barzinho onde havia roda de samba e, claro, topei de imediato. Disse que me queria deslumbrante e sedutora. Aprontei-me com uma calça de couro justa e uma camiseta transparente que deixava à mostra meus belos seios médios, realçados por uma linda lingerie. Ao me ver, ele assoviou e disse que eu estava para o crime!
Ele escolheu um barzinho bacana, e fomos para lá. Ainda havia pouca gente, então conseguimos uma mesa bem localizada. Começamos a bebericar e, aos poucos, as pessoas foram chegando; logo, o local estava quase cheio. Era um povo bacana e simples, todos interagindo. A banda começou a tocar um samba caprichado, para alegria da galera.
Chegaram vários rapazes e ficaram perto da nossa mesa. Dois deles começaram a me olhar disfarçadamente, mas meu marido percebeu de cara. Os dois eram bonitos, mas um deles se destacava: moreno claro, de estatura elegante, barba curta (que, aliás, não me agrada) e cabelos bem cortados. Era o que mais me encarava. O tempo passava, e os rapazes não paravam de me olhar e comentar entre si. Depois de algum tempo, percebendo o jogo que se desenrolava, meu marido encostou a boca ao meu ouvido e perguntou para qual deles eu daria. Fiz uma cara de interrogação e comecei a rir, perguntando de onde ele tinha tirado aquela pergunta. Com ar de sem-vergonha, respondeu que foi do mesmo lugar de onde tirara a pergunta sobre o comercial. Rimos, mas ele repetiu a pergunta. Sem pestanejar, respondi que era o de barba.
Ele me fitou por alguns segundos, aproximou-se, deu-me um selinho e pediu que eu começasse a dançar. Aquele pedido vinha cheio de más intenções. Comecei a sambar devagar, sempre olhando no fundo dos olhos do meu marido e tentando entender o que aquele puto estava aprontando.
Uns vinte minutos depois, meu marido disse que iria pedir uma bebida e passar no banheiro. Continuei dançando ao som do pagode quando aquele homem veio até mim e me chamou para dançar. Meio constrangida, aceitei e começamos a dançar. Na sequência meu marido chegou e começou a dançar com uma menina da mesa ao lado e depois de umas três músicas ele parou e foi se sentar em nossa mesa, mas, eu continuei. Aquele homem cada vez mais me apertava contra o corpo dele e dava para sentir perfeitamente sua excitação. Terminei a música e disse-lhe que iria para a mesa tomar uma água.
Ao chegar na mesa meu marido safadamente me perguntou se eu tinha aproveitado. Tive vontade de esganá-lo; ainda assim, era verdade que eu tinha tirado uma lasquinha daquele homem. Sorri e deixei as interpretações no ar.
A noite estava boa, mas decidimos ir embora. No caminho, meu marido me provocou o tempo todo sobre o ocorrido e, claro, aquela situação nos deixou excitados. Chegamos e, mal tiramos a roupa, caímos na cama e começamos a nos pegar. Estávamos nos agarrando quando ele me virou, e começamos um 69 gostoso. Meu marido é maravilhoso no sexo oral e me faz gozar facilmente. Ali, nós dois entrelaçados, ouvi meu marido dizer em alto e bom tom: “Me bota um chifre!”. Aquela frase me desconcertou, pois, até pela minha criação, não existia a menor possibilidade de traição. Sou leal, como de fato sempre fui a todos os meus ex-namorados. A frase saiu de sua boca; em seguida, ele voltou a me chupar, e eu explodi. Gozei forte e gostoso na boca do meu marido!
Foi um sexo gostoso, como sempre, e acabamos adormecendo. Pela manhã, bem cedinho, meu marido levantou-se e me trouxe café na cama. Ao me entregar a xícara, puxou-me pela nuca, deu-me um delicioso beijo e foi tomar seu banho matinal. Saiu do banho, trocou-se e, ao se despedir, disse: “Capricha”. Fiquei ali na cama tentando entender o que estava acontecendo. Eu, fiel, dedicada ao nosso lar e apaixonada pelo meu marido, era provocada por ele como se quisesse que eu desse abertura a outro homem. Resolvi tirar a limpo aquela história e esperei ansiosamente que ele voltasse do escritório.
Por volta das 18h30, meu marido me mandou uma mensagem dizendo que o dia tinha sido desgastante e, como estava a dez minutos de casa, convidou-me para um banho de banheira. Claro, aceitei de imediato e fui prepará-la. Minutos depois, ele chegou e foi direto para a nossa suíte. Tirou a roupa e foi para a banheira; fui encontrá-lo levando um espumante geladinho. Ficamos ali relaxando e falando de banalidades até que me lembrei do ocorrido no dia anterior e perguntei a respeito. Sem pestanejar, fitando-me, ele disse que a vida precisava ser curtida e que apenas havia me instigado. Perguntei se tudo aquilo era sério, e ele confirmou. Fiquei pasma: um homem lindo, com uma esposa também muito bonita e a vida completamente resolvida, provocava uma tempestade emocional. Passei a digerir tudo aquilo sem esbravejar nem me opor. Saímos do banho e fizemos amor intensamente outra vez.
No dia seguinte, pensando em tudo aquilo, concluí que meu marido me instigava e me provocava, mas sempre na penumbra. Falava sem esclarecer; provocava sem decidir. Eu já não sabia o que pensar. Minha cabeça fervilhava, mas percebi que ele me provocava com a ideia de outros homens. Sem perder tempo, fui ao notebook pesquisar. Encontrei informações das mais variadas, mas chamou minha atenção o relato de uma esposa que explicava em pormenores aqueles desejos. Lendo com atenção, percebi que vivíamos um forte desejo ligado a um fetiche. Traduzindo, o fetiche do meu marido era ser traído. Fiquei remoendo aquelas informações durante a semana toda. Li muito e pesquisei a fundo.
Chegamos na quinta-feira e meu marido já todo aceso veio me convidar para um barzinho. Claro, aceitei e aplicando o que tinha lido, coloquei um vestido curto e como já não uso sutiã, fiquei pronta. O vestido era curto, mas elegante, sem qualquer vulgaridade. Um lindo vestido que marca minha anca e seios de modo que realmente chamava atenção.
Saímos e ao chegarmos no barzinho ele estava lotado e só conseguimos uma mesa do lado de fora. A música começou e poucos minutos depois eu disse para ele que iria dar uma volta e fui sem dar muita importância. Queria saber se ele ficaria contrariado, talvez com ciúme. No fundo, eu também o testava.
Fui direto ao banheiro, retoquei o batom e, ao sair, um rapaz muito jovem mexeu comigo e me chamou para dançar. Tocava um forró raiz e, claro, aceitei. Dançamos várias músicas. Quando a banda fez uma pausa, voltei à mesa. Como o bar já estava cheio, consegui chegar sem que meu marido percebesse e o abracei por trás, assustando-o. Quando se virou para me beijar, recusei, dizendo que não queria “estragar o batom”.
Sentei-me normalmente, e ele logo me perguntou por que eu havia sumido. Respondi que estava me divertindo. Com aquele olhar safado de novo, ele só disse: “Delícia!”.
Terminamos a noite e confesso que pouco fiquei na mesa com meu marido. Dancei muito e com vários meninos, enfim, me soltei. Eu, toda certinha e puritana, já havia passado do limite.
Ao chegarmos em casa começamos a nos bolinar e meu marido num fogo que dava trabalho. Ficamos por mais de hora brincando até que ele gozasse. Quando ele me catava com gosto ele me chamava de hot e dando palmadas em meu bumbum ficava dizendo safadezas. Estava um pervertido aquele macho!
Antes de dormirmos, ainda agarrados na cama, perguntei se ele não tinha ficado com ciúmes porque eu dançara com vários homens e passara pouco tempo à mesa com ele. Abraçado a mim, respondeu apenas: “Todo castigo para corno é pouco!”. A frase me doeu, pois eu nunca o havia traído, nem sequer em pensamento. Apenas devolvi que ele ainda era um corno sem chifres. Ele repetiu: “Vamos ver até quando!”. Dei-lhe um beliscão, e dormimos.
Ele saiu cedo. Eu acabara de acordar quando veio se despedir: deu-me um beijo e, em seguida, uma cabeçada que me deixou sem entender. Ele rindo disse que em breve se ele fizesse de novo me machucaria por conta... E fez um sinal de chifre com as duas mãos. Rimos e ele se foi.
Nas entrelinhas, meu homem me chamava de sua “hot”, embora eu ainda não fosse. Nunca pensei em assumir esse papel, pois não fazia parte da minha personalidade. Percebi, porém, que tínhamos entrado em um campo minado — e gostoso. Troquei-me e fui para a academia.
Ao sair da academia, passei no supermercado para comprar algumas coisas. Enquanto perambulava pelos corredores, encontrei o jovem do barzinho. Sorrindo, ele me perguntou se eu era a mulher que estivera no bar, e confirmei. Então me chamou para tomar um café ali mesmo no supermercado, e fomos para lá.
Conversávamos sobre banalidades, e aquele homem me olhava com fome, como se me devorasse com os olhos, sempre fixos em meus seios que, por estarem livres, marcavam a roupa com os bicos pontudos. Ficamos ali por um tempo. Meu telefone acumulava mensagens do meu marido, mas não respondi. Quando ele perguntou sobre as mensagens que não paravam de chegar, disse que eram apenas confirmações de transações on-line enviadas ao meu celular.
O tempo passou, e já estávamos ali havia mais de uma hora. Aproximava-se das 10 horas da manhã quando eu disse que precisava ir. Ele logo perguntou se eu queria uma carona. Quando respondi que estava com meu carro, ele riu e explicou que a carona seria de Uber. Perguntei para onde ele ia e, por coincidência, era na direção da minha casa. Ofereci levá-lo, e ele aceitou prontamente.
Quando já chegávamos à minha casa, meu celular acusou uma mensagem. Era meu marido: chamando-me de “hot”, perguntou o que eu estava aprontando e por que não respondia. Aquela mensagem me instigou e de pronto me excitou pelos dizeres.
Na sequência, entrei na rua do meu apartamento e encostei o carro no portão, que se abriu. Eu havia esquecido que dera carona ao rapaz! Sem graça, pedi desculpas. Como já havia outro carro atrás do meu, entrei na garagem e estacionei. Já estacionada, brinquei, rindo, que poderíamos subir para tomar um suco e depois eu o levaria ou chamaríamos um Uber. Subimos.
Fomos direto para a cozinha. Preparei um suco para nós, e começamos a conversar sobre o barzinho onde nos conhecemos. Ele disse que eu estava muito gata e que tinha “tarado” em mim! Dei risada e fui guardar o copo. Quando me virei, ele estava atrás de mim, e acabamos esbarrando. Segurou-me pela cintura e me deu um longo beijo. Retribuí. Um desejo avassalador tomou conta de mim. Sem perder tempo, ele ergueu minha blusa e começou a me acariciar com avidez. Corria a língua por meu seio enquanto apertava meu bumbum.
A situação inesperada trouxe dúvida e medo de trair meu marido. Ainda assim, aquele homem havia me acendido de tal maneira que eu tremia. Lembrei-me das provocações do meu marido, mas, em momento algum, ele havia dado a entender que queria ou aceitaria ser traído. O mais grave, porém, já estava acontecendo: eu estava com um estranho em casa, trocando carícias. Então resolvi arriscar tudo e me entreguei àquele momento.
Fomos nos agarrando até a sala quando ele me jogou no sofá apoiando minhas mãos no encosto do sofá e puxando minha legging começou a se deliciar me chupando a ppka e meu cusinho. Beijava meu bumbum dando mordidinhas e tapinhas gostosos que me faziam estremecer. Ficamos alguns minutos naquela pegação quando senti ele encostar seu pau na minha ppka e forçou. Minha bucetinha sentiu seu pau e ele foi forçando a entrada que entrava muito apertado tirando de mim um gemido alto. Ele então me segurando pelos ombros socou firme e senti ele cutucar meu útero com a minha buceta apertando aquele pau que devia ser muito maior que o de meu marido.
Ele de início tirava até a cabeça e colocava de novo devagar me fazendo gozar a primeira vez mas, sem parar esperou eu me acalmar um pouco e continuou e foi aumentando as estocadas me levando ao delírio. Ele não cansava e foi me empurrando até que pelo seu peso e estocadas eu já estava toda encostada no encosto do sofá recebendo estocadas fortíssimas daquele homem, me tirando gemidos altos assim como era audível o barulho de nossos corpos pela virilidade como ele me pegava.
Vários minutos depois, quando deu sinais de que estava prestes a gozar, ele gemeu e deu uma estocada fortíssima e explodiu dentro de mim jogando seu peso sobre meu corpo. Gozamos os dois de uma forma animal, forte e prazerosa.
Virei-me para pegar minha roupa e, ao ver o pênis dele, já amolecendo, constatei que era grande e muito grosso, nem se comparava ao do meu marido. Vesti-me, e ele também. Trocamos novas carícias rápidas. Então ele disse que precisava ir embora, deixando-me ali com as pernas ainda bambas. Pensei no meu marido e senti remorso, mas ele tinha começado a me instigar dias antes. Aceitei que o havia traído e, para ser sincera, tudo aquilo me excitava.
Fui tomar banho e, ao tirar a calça, vi que estava suja de sêmen; o gozo daquele homem ainda escorria perna abaixo. Resolvi tomar um banho de banheira para aproveitar aquele momento de relaxamento. Confesso que o tesão não passava. Eu ainda estava acesa.
O resto do dia custou a passar. Finalmente, meu marido chegou. Diferentemente da rotina, veio até mim, abraçou-me e me deu um longo beijo.
Enquanto conversávamos sobre banalidades, ele perguntou como havia sido meu dia. Gelei. Pela primeira vez, eu omitia algo do meu homem. Disse que tinha sido um dia de rotina, só que melhor, e comecei a preparar o jantar, enquanto ele bebericava sua bebida e conversava comigo.
Antes do jantar, ele foi tomar banho, e eu também. Na sequência, fomos jantar, abrimos um vinho e ficamos bastante tempo conversando, até que ele me chamou para ir para a cama. Fomos.
Na cama, mal deitamos e ele já veio para cima de mim e mal me deu um beijo ele já foi para o meio de minhas pernas em um oral delicioso que me levou fácil ao orgasmo, até pelas lembranças da putinha que eu havia sido horas antes. Ele me chupava com mais volúpia do que de costume. Então, apertando meus seios, disse que eu estava bucetuda e carnuda. Gelei pensando que ele poderia ter percebido que a ppka dele tinha sido usada por outro macho.
Rapidinho ele veio para cima de mim e transamos gostoso por um bom tempo até que ele explodiu em um gozo gostoso me inundando com seu esperma quentinho.
Adormecemos e na manhã seguinte acordamos em cima da hora e fomos aos nossos compromissos.
Terminei meus compromissos por volta das 12h e aproveitei para convidar meu marido para almoçar. No restaurante, sentamo-nos mais ao fundo do salão. Como havia poucas pessoas, ele começou a falar bobagens. Entre elas, perguntou se eu poderia ir à academia sem calcinha e fotografar para ele.
Rimos da situação, mas, por tudo que estava acontecendo, chamei-o de safado e aceitei. Cheguei em casa por volta das 15h. Depois de tomar banho, resolvi ir à academia. Em vez de descer para a do prédio, escolhi outra muito boa, perto do apartamento.
Cheguei à academia e pedi a um personal trainer que me passasse um treino e me acompanhasse. Veio uma personal trainer muito simpática. Começamos o treino e, como ficamos conversando, pedi na cara dura que ela tirasse a foto que eu queria para provocar meu marido. Ela caprichou. As fotos ficaram muito sugestivas, marcando perfeitamente meu corpo; ela inclusive elogiou.
Mandei as fotos para meu marido, e a resposta me surpreendeu. Já na primeira, disse que eu estava perfeita para “galinhar”. Na última, comentou que, com uma mulher daquelas, era fácil acabar chifrudo. Mal sabia ele que já tinha levado um chifre.
Eu estava saindo da academia quando ele me ligou. Depois de me elogiar, perguntou se eu queria dar uma volta no parque para alvoroçar os homens. Aquela frase deixou claro que meu marido estava me conduzindo à safadeza. Perguntei sem rodeios se era só para alvoroçar os homens. Ele respondeu que eu poderia fazer o que quisesse, desde que compartilhasse com ele. Fiquei desorientada de tanta excitação, mas só respondi: “Aguarde”.
Cheguei ao Parque CERET decidida comecei a caminhar de forma descontraída e sem a pretensão de êxito físico já que eu já tinha ido na academia. Na segunda volta um belo rapaz se aproximou e puxou papo. Era jovem, bonito e tinha um sorriso lindo, um dos meus fracos. Começamos com uma conversa casual sobre o parque, mas ao fim de um trecho, ele apontou para uma barraca e perguntou se eu aceitava uma água de coco. Sorri e disse que preferia uma cerveja merecida pelo tanto que já havia malhado. Sentamo-nos a uma mesa, peguei o celular e tirei uma selfie. O rapaz apareceu ao meu lado, sorrindo; eu, com a cerveja na mão, procurei o melhor ângulo. Antes de enviar a foto, pensei no que meu marido entenderia ao recebê-la, e no que eu queria que ele imaginasse!
Escrevi apenas: “Está uma delícia por aqui”. Enviei a mensagem e fiquei olhando a tela, à espera da resposta. Talvez fosse só uma brincadeira. Talvez, depois de tantas insinuações, nós dois já soubéssemos que certas frases podiam significar muito mais.
Ao receber a resposta do meu marido, guardei o celular com um sorriso que tentei disfarçar. O rapaz continuava à minha frente, tranquilo, como se não percebesse que aquela conversa tinha passado a ter um segundo público. Ou talvez percebesse; e estivesse apenas esperando para ver o que eu faria.
A tarde já chegava ao fim quando o rapaz me convidou para irmos a uma espetaria ali perto. Aceitei sem hesitar. De vez em quando, meu celular chamava minha atenção, mas eu não o consultava. Queria que meu marido imaginasse, por conta própria, a cena que ele mesmo havia provocado: nós dois chegando juntos, escolhendo uma mesa e prolongando a conversa.
Na espetaria, escolhemos uma mesa do lado de fora. O rapaz pediu o cardápio e perguntou o que eu preferia. Respondi que ainda não tinha decidido. Na verdade, minha atenção estava dividida entre a conversa à mesa e a mensagem que esperava receber do meu homem.
O celular continuava em silêncio. Não havia resposta à minha provocação. Eu sabia que a foto enviada e a demora em responder talvez fossem suficientes para despertar ciúmes no meu marido. E, admito, era justamente aquela pequena inquietação que eu queria provocar.
Alguns minutos depois, o celular acusou uma mensagem. Era meu marido, provocando-me ainda mais. O safado elogiou o rapaz e perguntou se eu esticaria a noite com ele. Não acreditei no que li e fiquei em silêncio por alguns instantes. Logo depois, meu marido repetiu a pergunta. Para alimentar ainda mais a provocação, respondi que, por mim, sim. Recebi palmas de volta!
Estava evidente: meu homem já havia ultrapassado os limites da provocação habitual.
Ficamos na espetaria. A noite caiu depressa, e continuamos tomando drinques. Então, o rapaz me perguntou se eu tinha algum compromisso mais tarde. Na esteira da pergunta do meu marido, respondi que estaria livre até as 21h. Eram 18h45. Ele disse que morava ali perto e sugeriu que fôssemos para a casa dele. Já tomada por uma mistura de ansiedade e curiosidade, concordei. E seguimos para lá, enquanto eu me perguntava até onde aquela provocação ainda iria.
Minutos depois rumamos para a casa dele e realmente era muito perto. Chegamos rapidinho e ele me pedindo licença, me serviu uma taça de vinho e foi tomar banho. Eu, curiosa, ouvindo o barulho do chuveiro, pé por pé fui até que cheguei na suíte dele e vi que a porta estava entreaberta. Parei na porta e fiquei vendo aquele belíssimo homem banhando-se. Ele estava de costas para mim até que em uma virada me viu o observando. Sem nada dizer, puxou a porta do box e estendeu a mão para mim.
Fiquei imóvel por um instante, dividida entre a preocupação com meu marido e o convite silencioso diante de mim. O rapaz não desviava o olhar, e sua mão estendida transformava a escolha em algo impossível de ignorar. Pensei nas provocações, na mensagem que eu ainda esperava e no caminho que me trouxera até ali. Então respirei fundo, atravessei a distância entre nós e aceitei sua mão. Naquele momento, decidi parar de tentar adivinhar o que meu marido queria e assumir, por conta própria, o rumo daquela noite. Seria em dois dias dois homens. Mas, fato é que esse chifre meu marido tinha deixado muito claro querer.
Nossos corpos embaixo do chuveiro, a água morna banhando nossos corpos, ele com carinho, mas sem perder tempo começou a se deliciar com meus seios e em segundos já estava de joelhos entre minhas pernas, com uma delas sobre seu ombro, devorando-me de forma que já tinha me deixado louca. Sua excitação era explicita e mostrava um pau lindo, que mal cabia na mão o que me obrigava usar as duas para acariciá-lo.
Sem perda de tempo ele me puxando pela mão, sem ao menos nos enxugarmos, me levou para sua deliciosa cama. Nela, continuou me atacando sem me dar tempo sequer de retribuir, colocando-me de costas levou minhas pernas ao ombro e vagarosamente foi me penetrando até o final quando senti suas bolas se espremerem em mim.
Aquele homem ficou por mais de 20 minutos fazendo amor comigo sem perder a potência, me usando como uma fêmea conquistada. Ao final, diferente do outro, com socadas cadenciadas, mas firmes foi até que ao perceber que eu iria gozar, liberou e jorrou dentro de mim. Ficamos agarradinho com meu corpo sobre o dele e minutinhos depois disse-lhe que precisava ir e rapidamente foi para minha casa.
No caminho de volta, repassei a noite na cabeça e percebi que as provocações do meu marido tinham me levado a uma experiência que, no fim, também escolhera por mim mesma. Agradeci mentalmente a ele por ter despertado em mim aquela coragem; embora ainda não soubesse se teria coragem de lhe contar tudo, sem omitir detalhes nem medir as palavras.
Quando cheguei em casa ele estava tomando banho, e fiquei por alguns minutos sozinha, tentando organizar os pensamentos. Contaria naquela mesma noite? Esperaria que ele perguntasse? Ou guardaria para mim, ao menos por enquanto, a lembrança do que acontecera? Não encontrei uma resposta. Pela primeira vez, porém, a dúvida não vinha acompanhada de culpa ou medo; vinha da consciência de que a decisão de falar também era minha.
Eu estava feliz. Sentia-me desejada, segura e dona das minhas escolhas. As provocações do meu marido tinham aberto uma porta, mas fora eu quem decidira atravessá-la. E, enquanto aguardava a próxima mensagem, percebi que aquela sensação de soberania talvez fosse a parte mais inesperada daquela noite.
Meu marido saiu do banheiro e veio direto até mim, na cozinha. Deu-me um longo beijo apaixonado e perguntou se tinha dado tudo certo. Peguei-o pelas mãos e fomos para o sofá da sala. Sentamo-nos com uma taça de vinho para conversar. Fitando meus olhos com um sorriso carinhoso, ele perguntou se eu estava feliz. Sem hesitar, confirmei que sim e disse que precisava lhe contar uma coisa.
Ele respondeu que eu não deveria pensar, apenas falar. Segurando suas mãos com firmeza, contei que ele havia me provocado, instigado e insinuado o que queria, até que eu acabei cedendo. Disse que o havia traído.
Ele segurou meu rosto e me beijou. Então afirmou que eu não o havia traído, pois fora ele quem conduzira tudo. Eu apenas o havia chifrado.
Caí em seus braços. Depois de vários beijos apaixonados, abracei-o com força e disse que ele havia pedido, insistido e, enfim, renascido como Boi. Meu Boi. Naquela noite, tivemos a melhor noite de nossas vidas.
Desde então, na nossa intimidade, ele exige que eu o chame apenas de Boi. Assumiu os dois chifres que recebeu e me fez prometer que, sempre que eu sentisse desejo por alguém, iria corneá-lo. E assim tem sido até hoje, e não vai parar. Eu o amo e, por ele, faço tudo, inclusive cuidar de sua galhada.

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Comentários


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marcelo49 Comentou em 30/09/2026

Que mulher linda. Parabens maridinho

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edumanso Comentou em 30/09/2026

Da orgulho ser corno manso !!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
ASSIM NASCEU MAIS UM BOI

Codigo do conto:
273560

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/09/2026

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