No outro dia cheguei, como sempre, antes de todos, coloquei um café a passar e fui arrumar minhas coisas para o dia, mas não tirava Betina da cabeça, imaginando como seria o dia e se aquela história de jantar era mesmo real. Fui de carro trabalhar, não deixei em casa como ela havia sugerido. Outros colegas foram chegando e nada da Betina, não que ela estivesse atrasada, mas eu queria ver logo a reação dela. Enfim ela chega, em seu horário habitual, me dá um bom dia normal, sem olhares, sem qualquer ação diferente. Parecia que nada havia ocorrido no dia anterior. Eu também não esbocei qualquer tipo de coisa. Então o dia ocorreu normalmente, eu compenetrado no meu trabalho, que não era pouco e Betina na mesa dela. Era realmente um dia normal, tanto que cheguei a pensar que havia sonhado com tudo aquilo, mas as mensagens no celular eram a prova que nada foi imaginação. Após o almoço, por volta das 14 horas, uma mensagem no celular: — Nosso jantar está de pé? — Era Betina. — Temos que conversar sobre isso. Não sei se é uma boa ideia — respondi — É UMA ÓTIMA IDEIA SIM. Confia em mim. Quero tua companhia no jantar hoje — enviou ela — ok, mas vou no meu carro — enviei — sem problemas, temos 2 vagas no condomínio. Depois dessa troca de mensagens, falamos apenas de trabalho, conforme o habitual. Mas eu não conseguia para de imaginar o que aconteceria nesse jantar, até um certo receio de que o marido dela ficasse bravo e algo mais grave acontecesse. Tive uma reunião ao fim da tarde e quando saí já eram 19 horas. Betina já havia saído, então pensei que os planos haviam mudado, mas quando olhei no celular havia mensagens dela: — Saí no meu horário, pois precisava fazer umas coisas antes do jantar. — Meu endereço xxxxxxxxx. Pode ir depois que sair da reunião. E me avisa quando estiver perto para eu abrir o portão e te direcionar na vaga do estacionamento. Cheguei no condomínio perto das 20 horas. Parei com o carro na rua e fiquei por uns 10 minutos pensando se não era melhor mandar uma desculpa e ir para casa, esquecer aquela história de jantar. Na verdade, eu estava com um receio muito maior do que quando recebi as mensagens dela. Estava nervoso demais. Decidi que iria dar uma desculpa e peguei o celular, mas antes de acessar o aplicativo de mensagens o telefone toca, era ela: — Alô! — atendi — Oi, onde tu está? Tá chegando? — ela me questiona — Estou encostando em frente ao teu condomínio — tomei coragem — Que ótimo, estou descendo. Pode me ir para o portão de visitante — ela disse — Tá bom. Encostei o carro e me identifiquei na portaria e ela saiu do prédio e entrou no carro, me beijou no rosto, bem no canto da boca e me indicou o caminho e a vaga. Estacionei, desliguei o carro, trocamos algumas palavras, eu nervoso ainda, dando aquelas risadinhas, sem acreditar naquilo. Subimos pelo elevador, entrei no apartamento e o Juliano estava na cozinha, preparando algo que depois vi, era o tempero do assado. Ele veio me cumprimentar com um sorriso largo no rosto. Ao que pensei, o cara é bacana e sacaniei ele, transei com a mulher dele ontem. — Entra — diz o Juliano — fique a vontade. Quer algo pra beber? Cerveja, Vinho, Whisky. — Quero sim — respondi — Uma cerveja está bom. — Cerveja, ok – ele foi a cozinha e trouxe uma longneck bem gelada de Stela Artois. — Obrigado. Os dois então me levaram até a cozinha, o apartamento não é grande, mas bem ajeitado, 2 dormitórios, com uma suíte, uns 70m². A divisão entre a cozinha e a sala tem um balcão de pedra que se utiliza para colocar utensílios ou tomar um café, 2 cadeiras altas para o lado da sala e foi ali que me acomodei, enquanto Juliano voltou a cozinha para terminar de temperar o assado da janta. Betina se sentou ao meu lado e ficamos conversando os três. Juliano falando do trabalho, me questionando sobre o nosso trabalho. Falamos sobre futebol. Rimos bastante. Proza boa e a cada momento me sentia mais culpado ainda. Betina por diversas vezes colocava a mão em minha perna e aquilo me deixava sem jeito. Então Betina pediu licença que iria tomar um banho antes da janta e ficamos nós dois conversando. Então ele puxou o assunto sobre Betina: — Ela é maravilhosa, uma rainha. Amo essa mulher e faço tudo por ela — me disse Juliano com um sorriso no rosto — e é uma gata, não acha? — Tem razão, ela é muito bonita — respondi meio sem jeito — Eu sei que transaram ontem! Ela me contou. Fica tranquilo. Ela estava querendo te pegar desde que começou a trabalhar com você. Eu não me importo, na verdade, amo que ela faça isso. Tenho tesão, gosto de ser corno, desde que ela me conte, me apresente o macho e que eu de o aval. Ela escolhe quem ela quer. Somos novos nesse meio liberal. Você é o segundo homem que fica com ela. O primeiro foi em São Paulo e a experiência para mim foi boa, ela não gostou muito. Você ela gostou, então também gostei — Juliano disse tudo isso com um franqueza e normalidade que fiquei boquiaberto. Tomei a cerveja num gole só. Não imaginei que ele seria tão tranquilo falando sobre esse tipo de assunto. Betina saiu do banho enrolada na toalha e veio até a sala. — Dan, toma um banho antes da janta também. A água aqui é boa demais, tem pressão e fica bem quentinha — ela afirmou. — Capaz, não precisa — respondi, sem saber o que responder direito e vendo ela só de toalha na minha frente. Afinal o marido estava ali. — Capaz nada. Amor empresta uma bermuda e uma camiseta tua para o Dan — ela disse em tom de ordem para o marido. — Ok, minha rainha, você manda, eu obedeço — disse Juliano e se voltando para mim — Vai lá Dan, toma um banho, depois eu vou também. Tem toalha no banheiro. Vou ali pegar já levo bermuda e camiseta pra você. Agradecendo a hospitalidade, fui ao banho. Juliano entrou no banheiro colocou as peças de roupa sobre a tampa do sanitário, puxou um assunto sobre o tamanho, se caberia ou não em mim. Demorou um pouco a conversa no banheiro e fiquei imaginando o que ele queria a mais. — Será???? — pensei. Minha dúvida não seria sanada está noite. Após o banho, vesti a bermuda e camiseta que o Juliano havia me emprestado e voltei a sala com eles. Quando cheguei na sala vi Betina sentada ao lado do marido, conversando e rindo, suas coxas a mostra, linda, num vestido branco, quase transparente, fininho, uma roupa simples para uso diário, em casa... percebi que estava sem sutiã, não tinha como não perceber. Juliano viu minha expressão e riu. — Ela é linda, não é!?!? Bom, agora, enquanto assa nosso jantar, eu vou ao banho — disse Juliano — Fiquem BEM à vontade!!! — falou entrando no banheiro. Me sentei no sofá e Betina se levantou de onde estava e ficando de frente pra mim, colocou um joelho em cada lado meu, sobre o sofá, sentando-se no meu colo, agarrou meu rosto e nos beijamos. Novamente nosso beijo foi demorado, ardente, de tirar o fôlego e durou minutos. Quando paramos de nos beijar abriu um sorrisinho safado. Voltamos a nos beijar. Ela rebolava no meu coloco, eu a acariciava passando as mãos nas costas dela, no pescoço. Estávamos namorando no sofá. Minhas mãos tocaram sua subindo seu vestido, eu tocava sua barriga e ela encolhia dizendo que sentia frio e cócegas. Toquei, agarrei, brinquei com os seios dela e por fim levantei a blusa e ela esfregava os seios no meu rosto. Mordiscava, chupava, beijava e lambia aqueles peitos lindos, grandes. Ele nem lembrava mais do marido dela até ouvir a voz dele. — Os pombinhos podem segurar o tesão um pouquinho pra jantarmos? Paramos, eu meio sem graça, ela sorrindo. Colocamos a mesa, jantamos, mais alguma cervejas, mais um pouco de conversa e Juliano me pediu desculpas, mas iria se retirar, pois estava cansado. Ouvindo isso eu levantei dizendo que era melhor eu ir embora. Ambos disseram em uníssono. — Negativo! — Você bebeu e não pode dirigir, vai dormir aqui comigo. — Disse Betina — Exatamente — falou Juliano — eu já deixei arrumado o outro quarto pra mim. Divirtam-se. — Como assim o outro quarto pra ele? — perguntei a Betina — Você vai dormir comigo, na minha cama. O corninho no quarto de hóspedes — Disse ela — Dormir, na verdade, vai ser pouco. Quero você a noite toda só pra mim. Dito isso, voltamos a namorar no sofá e agora eu já tirei o vestido dela, tirei a camiseta e a bermuda, ficando só de cueca e ela de calcinha e que calcinha mais linda, preta, fio dental, mal conseguia cobrir aquele hamburguinho delicioso, a calcinha com uma abertura bem na rachinha. Estava novamente sentado no sofá com Betina no meu colo. Ela então se levanta, ajoelha na minha frente e começa a beijar minhas coxas, subindo beijando meu pequeno amigo sobre a cueca. Meu amiguinho estava doendo de tão duro, latejava dentro da roupa. Betina me maltratando, puxando a cueca, deixando somente a cabeça sair. Ali ela se detém, beija, lambe. Por vezes para e me olha, sorrindo, com carinha de safada: — Ainda quer ir embora? — a safada me pergunta, como se eu pudesse dar uma resposta diferente de NÃO — Quer ir, eu paro se você quiser ir pra sua casa?! — Quero que continue, sua putinha safada, deliciosa. Que língua deliciosa, chupa vai! — eu digo a ela, enlouquecido de tesão. Ela volta a brincar, satisfeita com a resposta. Vai puxando minha cueca bem devagar. Por vezes parando para me olhar e vir me beijar, depois recomeça a tortura. Eu fico afagando seus cabelos, alisando suas costas, quase implorando para ela chupar ele todo de uma vez. Betina lambe cada centímetro que vai deixando aparente. Por fim, tira minha cueca e depois que essa tortura maravilhosa toda acaba, ela chupa, massageia ele, lambe. — Vai gozar na minha boca? — ela me pergunta — Quer leitinho na boca, sua putinha? — minha vez de perguntar — Quero, quero sim. Quero todinho na minha boca, quero todo pra mim. Não vou deixar nenhuma gotinha desse leite gostoso pra mais ninguém! — ela afirma mordendo os lábios e passando a língua no meu pau. — Então chupa cadelinha casada, chupa que vou encher tua boca de leite — ela enfia todo na boca e continua me masturbando, mexendo nas minhas bolas. Eu gozo muito, mas muito mesmo. 3, 4 jatos de porra. Betina continua chupando e lambendo. Um fio de porra escorre pela boca dela, deslizando pelo queixo. Ela ergue o corpo, uma gota cai do queixo nos seios dela. Ela sorri, passa o indicar da mão direita no seio e no queixo levando meu leite de volta a boca.... sua mão esquerda ainda masturbando meu pequeno amigo, o dedão passando na cabeça. Uma das cenas mais maravilhosas que já vi de uma mulher com a qual já transei. Eu estou acabado, acabo me deitando no sofá com ela se deitando sobre meu peito. — Estava bom? Gostou? — ela pergunta — Foi bom demais, maravilhoso, delicioso. Não consigo achar uma palavra só pra definir o quanto gostei — digo a ela — Tu é demais Betina. — Vamos para o quarto? — Ela me chama. Entramos no quarto e quando vou fechar a porta ela pede que eu deixe aberta. — Deixa um pouco aberta. O corno disse que quer espiar, é voyeur. Logo, logo ele vai estar ali espiando, quietinho com a punheta dele. Já deve ter espiado nós na sala. No quarto ela se deita na cama e eu engatinho até ela. — Me maltratou ali na sala, agora tem a volta. Também sei maltratar — Digo, rindo, a Betina — Vou me vingar. — Ah é, vai maltratar tua putinha casada, vai? — Ela diz com carinha de safada — Vou lamber muito essa bocetinha deliciosa, vou babar muito nela — afirmo já mordendo os lábios. — Lambe o quanto quiser, me faz gozar na tua boca deliciosa — diz ela — Fiquei doida nessa tua boca, nessa tua língua áspera. Que tesão só de lembrar. Adorei aquela calcinha dela, mas tirei, arranquei, não antes de beijar seus pés, suas pernas, me enfiar no meio das suas coxas, beijar morder de um lado e depois do outro. Ela soltava uns gemidinhos, uns grunhidos baixinhos. Mordi e beijei pertinho da boceta, sobre a calcinha, passei a língua uma vez apenas na abertura da calcinha, na rachinha. Então subi para barriga. Ela fez uma carinha de desapontada, mas não dei bola, beijei a barriga e ela se encolhia toda, subi até os seios, lambi os biquinhos rosinhas, pequenos, quase cor da pele, mordisquei e fui subindo beijando sua pele, seu pescoço, beijei sua boca e passei um dedo só na bocetinha dela, arrancando mais gemidinhos. Ela mordeu meu lábio me encarando séria. — Chupa minha bocetinha, chupa, por favor — falou-me em tom de súplica. — Então pede, implora pra eu te chupar — eu falei. — Me chupa safado, meu macho. Estou louca de vontade de sentir tua língua molhada nela. Não me maltrata assim?! — ela implorou. Eu fui descendo e cheguei na bocetinha dela, tirei a calcinha dela e joguei pra longe. Não queria nada interferindo na visão daquele hamburguinho delicioso. Esfreguei o queixo arranhando com a barba a vulva, depois beijei, mais uns gemidinhos e caio de boca, chupei muito aquela bocetinha deliciosa, lambi espalhando minha baba por tudo. Ela puxa um brinquedinho debaixo do travesseiro, um pênis de borracha, maior que meu amiguinho. — Soca ele na minha boceta e lambe junto, bem na entradinha — ela me pede — eu adoro assim. Adorei a ideia e o fiz, enfiando e tirando o brinquedo e chupando a boceta dela, lambendo na entradinha. Ela gemia mais alto e com maior intensidade agora, rebolava no brinquedo e na minha boca. A coloquei de 4 na cama, voltei a fazer o vai e vem com o brinquedo na bocetinha dela e comecei a lamber o cuzinho dela. Ela enfia a cara no travesseiro e estende a mão, fica brincando na boceta. Dedos, brinquedo, minha língua... tudo nela. Minha língua corria do cu até a boceta, eu tentava enfiar minha língua junto com o brinquedo que eu socava fundo nela. Depois eu voltava para o cuzinho, lambia, beijava, enfiava a língua até conseguia, enfiava 1 dedo, 2 dedos no cuzinho dela. Betina gemia alto, rebolava, grunhia mordendo o travesseiro. Tirei o brinquedo e voltei a chupar a boceta, queria engolir aquela boceta, aquele hambúrguer rosa que agora estava bem vermelhinho, assado de tanto roçar na minha barba. Chupei até tremer as pernas, se deitar na cama tendo espasmos musculares, gemendo e grunhindo. Deitei-me ao lado dela e a puxei abraçando-a. Ela me encarava, sorrindo, ainda tremendo um pouco. Tentei tocar na bocetinha dela, ela segurou minha mão rindo. — Espera um pouquinho, por favor — disse ela — Filho da puta gostoso, nunca gozei tanto assim. — Viu como é bom maltratar — eu respondi sorrindo. Ficamos um tempinho assim, abraçados na cama, como namoradinhos. Percebi o Juliano espiando no escuro. Mas nem dei bola. — Brinquedinhos??? — perguntei. — Sim, preciso, adoro. O meu maridinho goza muito rápido. Então tenho que me satisfazer de outras maneiras. Agora tenho você e os brinquedinhos – ela falou olhando para a porta, também percebendo o corninho espiando. Namoramos mais um pouco, trocando carícias e voltamos a transar. Meti gostoso nela de ladinho. Ela esfregava o brinquedo junto com meu pau na boceta. Por vezes tentava meter junto, mas doía e ela voltava a esfregar. Então ela pediu: — Come meu cuzinho, come. Soca gostosinho. Bem carinhoso — pediu com uma carinha dengosa que eu não poderia negar. Me abaixei, lambi e babei bastante aquele cuzinho. Deixei bem lubrificado. Peguei ela de ladinho novamente e ela com a mão foi encaixando meu pau no rabinho. Aquele cuzinho gostoso novamente engoliu meu amiguinho. Fui movimentando devagar. Betina abriu bem a perna e eu segurei no alto para ela não cansar. Meu pau todo enfiado no rabinho dela. Ela pega o brinquedo e volta a esfregar na boceta. Depois enfia a cabeça e quando vejo já entrou uma boa tarde do brinquedo na bocetinha dela. Toda preenchida, Betina me pede pra socar mais forte e o faço. Seu cuzinho por vezes, prende meu pau. Ela geme gostoso com aquele vozinha deliciosa, eu grudado atrás dela, mão segurando sua perna no alto mordo a pele dela nas costas, mordidinhas sem machucar. Gozo novamente urrando de tesão, tenho espasmos a cada jato que solto dentro dela. Betina está gemendo alto, rebolando, meu pau no cuzinho agora parado, mas ela socando o brinquedo na boceta, agora socando muito forte... dizendo palavras desconexas entre gemidos... ela goza e novamente aquela cena dela tendo espasmos. Abaixo sua perna, passo meu braço por baixo da cabeça dela para ela se aninhar enquanto minha outra mão a puxa para perto, deixando-a bem coladinha. Meu gurizinho morto, agora só encostado naquela bundinha linda. Betina se vira pra mim, me beija a boca, o peito. Alguns minutos mais tarde vamos ao banho juntos, lá transamos debaixo dos jatos de água quente. Voltamos pra cama e dormimos agarrados. Pela manhã, acordo com Betina esfregando a boceta na minha boca e me chupando gostoso num 69 maravilhoso. Acordei já metendo a língua nela. Nos chupamos até gozar. — Bom dia delicioso, dormiu bem? Me acordei e vi o rapazinho de pé, resolvi dar só um beijinho nele, mas não resisti e chupei. Achei que você iria gostar de sentir minha bocetinha na boca logo cedo, então me sentei logo na tua boca enquanto te chupava. — Ela falou e perguntou com uma expressão muito feliz e jovial e muito sorridente — Maravilhosamente bem e acordei tão bem quanto dormi. — Respondi Fui ao banheiro e até uma escova havia sido separada pra mim. Fomos tomar café. Juliano já havia posto a mesa. Nos cumprimentamos, desejando bom dia. Betina tomou café sentada no meu colo. Após o café, saímos em carros separados. Betina fez questão de ir no meu, já que iríamos para o mesmo lugar. Juliano não se importou. Mas também, se importar como. Eu já havia passado a noite na cama deles. O dia correu bem, tentamos manter as aparências dentro do escritório, mas não sei se houve alguém notando algo. O que aconteceu depois disso... conto em outra oportunidade...
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