Meu nome é Danilo, tenho 32 anos. Sou moreno, 1,83 m, shape definido de quem treina sério há anos: peito largo, ombros marcados, braços grossos, abdômen chapado e pernas fortes. Se pudesse, ia à academia todo dia. Sou daquele que adora ir à caça de alguma gostosa, meter mesmo nas deliciosas de calça legging. Vou sempre de bermuda justa, camiseta colada que marca o peito e os braços, tênis e, quando quero provocar mais, sem cueca por baixo.
Essa história aconteceu tem um tempo. Estava chegando o verão, e sabe como é, né? Começa academia pra ficar gostoso no verão. Como trabalhava, eu só podia malhar à noite. Já no primeiro dia me deparei com a personal loira chamada Fernanda. Maravilhosa. Além daquele porte físico fantástico, ela tinha aqueles olhos penetrantes e um sorriso encantador. Era charmosa demais. E ela se tornou o segundo motivo importante para eu ir à academia… Além de querer ficar gostoso, queria ver aquela deusa exuberante.
Fernanda era uma personal loirona, gente boa demais… 1,75 m, os braços fortes, mas sem exageros… uma gostosa que se cuidava. Fui aos poucos conhecendo ela, ao ponto de sairmos pra lanchar às vezes após as aulas. Carlos trabalhava numa grande empresa com a esposa, frequentador assíduo da academia, e me confidenciava algumas coisas ali: por exemplo, que Fernanda tinha uma pegada louca… que vários caras tentavam e se jogavam e não conseguiam nada com a gostosa… mas se atiravam nela com cantadas.
Os dias foram se passando até que resolvi começar aquele típico joguinho de sedução. Arrumava-me todo pra ir malhar. Escolhia a bermuda que mais valorizava e uma camiseta justa. Escolhia começar no aparelho que estava na frente dela e malhava olhando pra ela. Apesar do peso “gigante” que estava levantando, gostava de fazer pose para impressionar. Tentava sorrir em direção a ela. Quando ia trocar de aparelho, tentava esbarrar nela. Já estava há meses fazendo isso, charme pra ela, e nada. Imaginei que aquela delícia só podia ser feita de ferro… Ninguém nunca resistiu da
as minhas investidas por tanto tempo. Mais meses se passaram, e ninguém tinha conseguido montar nessa vaca. Ela passava meses resistindo. Vestia shorts cinzas e top cinza, corpo definido, pele da cor do pecado, olhos verdes que tiravam do sério, voz firme. Carlos já estava há meses na academia e dizia a mesma coisa: vários tentavam, ela desviava com bom papo.
Eu também tentava de noite, depois do treino, quando a academia esvaziava. Uma vez, enquanto ela guardava os halteres, me aproximei por trás e falei baixo:
— Fernanda, esse short cinza tá me matando… que tal a gente prolongar o treino num lugar mais… particular?
Ela sorriu sem nem olhar direito, continuando a organizar:
— Danilo, se eu prolongasse o treino com todo aluno que me provoca, eu não dormia nunca. Vai pra casa descansar que amanhã tem perna, hein?
Outra noite, no estacionamento quase vazio, ofereci carona de novo:
— Tá tarde, personal… sobe no meu carro que eu te levo. Ou a gente para num barzinho primeiro.
Ela riu, mexendo no celular:
— Barzinho com aluno safado? Só se for pra discutir tabela de treino. Boa noite, Danilo. E para de me olhar assim que eu ainda sou profissional.
Essas recusas sutis me deixavam ainda mais louco.
E não era só eu. Vários caras da academia tentavam. Tinha o Ricardo, 28 anos, branco, 1,82 m, corpo definido de quem malha há anos, solteiro, cabelo curto e sorriso fácil. Um dia ele chegou nela no leg press:
— Fernanda, esse corpo seu merece um jantar depois do treino. O que acha? Eu pago e ainda te levo em casa.
Ela nem piscou:
— Ricardo, se todo aluno que me convida pra jantar fosse aceito, eu virava restaurante. Foca no exercício que sua forma tá ruim hoje.
Depois veio o Marcos, 35 anos, negro, 1,90 m, ombros largos, casado mas andava solto, voz grave. Ele esperou ela no bebedouro:
— Personal linda, quando você vai me passar um treino particular… na minha cama?
Fernanda deu aquele sorriso educado e respondeu:
— Marcos, treino particular eu só faço na academia. E sua esposa não ia gostar da planilha que eu montaria. Vai hidratar direito.
O terceiro era o Thiago, 24 anos, moreno claro, 1,78 m, magro e definido, solteiro, sempre de regata. Ele chegou rindo:
— Fernanda, juro que se você me der um sorriso extra hoje eu não aguento. Sai comigo depois?
Ela bateu de leve no peito dele com o dedo:
— Thiago, se eu sorrir extra você cai da esteira. Concentra no cardio e deixa a personal em paz.
O quarto, Bruno, 31 anos, branco bronzeado, 1,85 m, corpo de crossfit, solteiro, tatuagens nos braços. Ele foi direto:
— Essa bunda de short cinza tá me tirando do sério. Que tal a gente treinar resistência… no motel?
Fernanda riu alto:
— Bruno, resistência você vai precisar pra aguentar a série de agachamento que eu vou te passar agora. Mete o peito e para de cantar.
E o quinto, o Paulo, 40 anos, negro, 1,75 m, barriga chapada e peito largo, divorciado, sempre de bermuda preta. Ele tentou no final do treino:
— Fernanda, você é a única mulher aqui que me faz esquecer a idade. Me dá uma chance, um café só.
Ela balançou a cabeça, simpática:
— Paulo, café eu tomo sozinha. Mas se quiser treino de idosos eu monto um pra você. Brincadeira… foca no progresso e deixa a personal quieta.
Ela desviava de todos com charme e humor. Isso me deixava louco. Primeira gostosa que não tinha caído na minha rede.....
Continua.....


que potranca maravilhosa
contos-fantasia