Seria uma ótima oportunidade para provocar mais ainda minha personal trainer. Ela é muito gostosa, loira gostosa com a pele da cor do pecado, tem uns olhos verdes que me tiram do sério, musculosa na medida exata. Ah! E aquela voz… Eu ficava louco só escutando ela falar.
Só que ela é muito difícil. Eu já tinha dado em cima dela várias vezes, ela sempre dizia que eu era maravilhoso e tal, mas o profissionalismo dela era incrível! Nunca acreditei neste “coração peludo” dela, pois se ela não quisesse mesmo, poderia ter me passado para outros instrutores. Não foi o que aconteceu.
Vesti a bendita roupa e fiquei mais provocante do que de costume. Puxei a bermuda bem pra cima de propósito só pra marcar mais ainda.
Chegando lá, cumprimentei um amigo que às vezes malha comigo. Minha personal desta vez não teve como escapar. Ela estava de macacão fitness colado azul, aquele tecido que grudava em cada curva: peitos firmes, cintura fina, bunda marcada como se fosse uma segunda pele. Irresistível. Logo percebi que a roupa provocante estava dando resultado. Apesar de disfarçar, ela não parava de olhar pra baixo, parecia inquieta e sem graça quando eu a encarava. Fazia cara de paisagem, mas os olhos verdes traíam.
Comecei a fazer alguns exercícios, como de costume, até que ela me chamou sorridente. Não perdi tempo e fui ao seu encontro.
Conversava com ela olhando diretamente em seus olhos. De vez em quando molhava os lábios só para provocar. Roçava uma perna na outra, encostava o peitoral de lado no peito dela… Daquele jeitinho, bem safado! Ela engoliu seco, deu um passo mínimo para trás, mas não se afastou de verdade. O rosto ficou levemente corado e ela só murmurou:
— Danilo… mantém a forma do exercício.
Enquanto isso, ela me ajudava em cada exercício. Quando me tocava levemente nas costas ou nos braços, eu já me arrepiava todinho.
Algumas vezes ela olhava para o meio das minhas pernas. Com certeza deve ter percebido que eu estava sem cueca. Provavelmente já devia ter percebido que eu estava duro de tanto tesão…
De vez em quando ela olhava para os lados para ver se tinha mais alguém prestando atenção, mas segurava a onda. A delícia podia sentar na rola de qualquer macho que quisesse, recebia cantadas e investidas de alunos, inclusive pra sair. Como era esperta e sabia que era uma gostosona, desviava das investidas com maestria.
Quando estávamos no último exercício, chamei ela num canto e convidei para sair. Quem sabe tomar um café ou um evento fitness à noite, depois que terminássemos…
Ela ficou sem graça, mas negou com todo o charme do mundo:
— Danilo… você é um aluno gostoso, sério. Mas se eu aceitar café com todo cara que me provoca de bermuda marcada, eu não sou mais personal, sou agenda lotada. Vai pra casa, descansa, e amanhã a gente continua o treino… só o treino. — deu um sorrisinho e se afastou, rebolando aquela bunda dura que parecia duas melancias.
Desisti e fui embora morrendo de tesão por aquela gostosa. Já não sabia mais o que fazer pra levar ela pro caminho da safadeza. O jeito era investir em outra pra um motelzinho. E isso não faltava mesmo! Mais da metade das gostosas da academia me dava bola.
Quando estava no estacionamento abrindo a porta do meu carro, ela veio correndo e gritando. Disse que eu havia esquecido meu celular. E, claro, ela como uma boa moça veio me entregar.
Ainda disse pra eu ter mais cuidado pra não perder as coisas. Um sorriso se estendeu em meu rosto quando ela falou:
— Você faz tudo isso de propósito, só pra me provocar. Sabe que é um aluno gostoso e quer realmente me comer, né?
Fiquei calado observando ela se aproximar. Me olhou de cima a baixo com uma cara de safada e continuou:
— Cuidado… — e foi embora, rebolando aquela bunda dura parecendo duas melancias.
Bom!!! Essa história aconteceu tem um tempinho… Nesse dia estava chovendo, então poucas pessoas foram pra academia. Conforme eles iam terminando de malhar, iam embora. Com a chuva que tava, fiquei esperando ela passar um pouco porque teria que ir andando até o ponto da van.
Quando dei por mim não tinha mais ninguém lá… até a maioria dos funcionários. Resolvi ir na chuva mesmo, senão iria acabar preso lá dentro. Enquanto estou indo para o ponto, um carro parou do meu lado e perguntou se eu queria carona.
Eu prontamente respondi sem pensar e sem ver quem era: “Não… estou ferrado com esse trânsito.”
Ela, Fernanda, insistiu: “Tem certeza?”
Quando eu olhei e vi quem era, falei rapidamente: “Claro.”
Dei a volta no carro e entrei.
Ela: “Você mora onde?”
Eu: “Há 4 km e meio daqui.”
Ela: “Quer ir pro apê? Treino extra é? Caminhada faz bem, mas por que não tem um carro? Nessa chuva faria bem. Alguém da sua família não veio te buscar, bebezão?” Ela me zoava. Eu odiava isso. Eu doido pra comer a desgraçada e ela me zoando.
Eu respondi rindo, disfarçando o tesão: “Bebezão porra nenhuma, Fernanda… você que me zoa pra disfarçar que também tá sentindo. E carro eu tenho, só que hoje deixei. Aceita a carona ou quer que eu continue andando molhado?”
Ela deu um “hum” e completou: “Tá bom, sobe logo antes que eu mude de ideia… e para de me olhar desse jeito, aluno safado.”
Sorri. Quando chegamos à porta da minha casa, perguntei se ela queria entrar e esperar a chuva passar (a chuva aumentou muito, uma tempestade)! E para a minha surpresa ela aceitou.
Entramos. Falei para ela sentar e disse: “Você pode esperar 1 minuto pra eu trocar de roupa?”
Ela: “Tudo bem!”
Quando estava indo para o quarto, ela pediu para esperar e disse: “Você quer ajuda?”
Naquela hora, meio que satisfeito que o meu joguinho apesar de tardio fez efeito (pensei), dei um sorrisinho, mas fiz de desentendido.
Eu: “Ajuda? Ajuda pra que?”
Eu tinha levantado pelado, de pau duro, e já estava atrás dela puxando seu cabelo e beijando a nuca, com a mão na calça tentando tirar da personal gostosa. Ela colocou a mão na calça impedindo eu tirar. Eu continuei beijando o pescoço, falando safadeza, tentando quebrar aquela resistência, beijando a orelha. A delícia resistiu, colocou a mão no meu pescoço. Pensei que iria retribuir o beijo. Ela de costas, recebendo os beijos molhados, as unhas vermelhas na minha boca. Ela diz: “Para…” e me afastou. Claro, fui tentar beijar a boca dela com pegada, mas ela resistiu.
Eu segurava ela pela cintura com força, puxando o corpo dela contra o meu pau duro, sussurrando no ouvido: “Para de fingir, Fernanda… meses te provocando, shorts cinza, top cinza, esse corpo… Carlos me contou umas safadezas de você. Hoje você entrou no meu carro, aceitou entrar aqui… para com isso.”
Ela riu, arrogante, e respondeu:
— Carlos? Aquele casado fofoqueiro? Ele inventa cada uma… Eu nunca dei mole pra ninguém, Danilo. E se ele falou que eu tenho pegada louca, é porque ele mesmo tentou e levou um fora elegante. Você acha que vai ser diferente só porque tá pelado atrás de mim?
Ela brincou de um jeito safado, ainda seduzindo: “Olha só o aluno safado… querendo comer a personal depois de meses tentando. Gosta disso, né? Me segurando assim… mas eu ainda não disse sim.” Ela dava passos pra trás, celular na mão, o short cinza subindo, a bunda roçando no meu pau de propósito enquanto resistia.
Eu tentei com força e pegada demover ela da ideia: apertei mais a cintura, virei o rosto dela, beijei o pescoço com mais língua, uma mão subindo por baixo do top cinza apertando o peito, a outra tentando puxar o short. “Para de brincar, gostosa… deixa eu tirar essa porra e te foder logo. Você tá molhada, eu sei.”
Ela usou uma desculpa genial: “Espera… escuta! A tempestade tá forte demais, o carro pode alagar na rua e eu preciso checar se fechei o vidro direito. Deixa eu só ir olhar rápido e volto. Sério, Danilo… se eu não checar agora, depois a gente não consegue sair daqui.” Ela se desvencilhou com jeito, ainda ofegante, o cabelo bagunçado, e foi em direção à porta, rindo baixo de um jeito provocante, como se ainda estivesse no jogo.
Eu fiquei ali, pau duro latejando, sabendo que ela resistia de propósito… mas que a noite ainda não tinha acabado.
Fernanda parou na porta, a mão no trinco. A tempestade lá fora só piorava. Ela olhou por cima do ombro, os olhos verdes brilhando. Respirou fundo, soltou o trinco, fez charme como se tivesse falando no telefone — levantou o celular no ouvido, fingindo uma conversa urgente — e foi embora a maldita, sem nem se despedir direito.
No dia seguinte fui à academia. Ela estava de novo de short cinza e top, fingindo normalidade. Quando consegui um momento, perguntei direto:
— Ontem você foi embora sem se despedir… o que foi isso?
Ela fez cara de paisagem, arrumando um elástico no cabelo:
— Desculpa, Danilo. Tinha uma ligação importante da minha irmã e a chuva tava braba. Não deu pra voltar. Treino normal hoje, combinado?
Nos dias e semanas seguintes ela variava o visual: um dia short preto colado e top branco, outro legging cinza com top preto, às vezes o macacão azul de novo. Sempre provocante. Os caras continuavam tentando — Ricardo, Marcos, Thiago, Bruno, Paulo — e ela desviava com o mesmo charme de sempre.
Eu tentei outra estratégia. Ignorei. Pare de bater papo além do necessário, não dei mais em cima, só treinei com ela de forma profissional. Saí com outras gostosas da academia, levei umas três pro motelzinho em noites diferentes, comi, gozei, mas voltava pra casa pensando na loira. Tratei Fernanda como mais uma aluna. Semanas se passaram e a estratégia não surtiu efeito nenhum. Ela continuava educada, profissional, sem demonstrar ciúme ou interesse extra.
Ainda teve a investida do outro personal, o Rodrigo. 29 anos, branco, 1,88 m, shape absurdo de quem vive na academia, solteiro, cabelo ondulado e sorriso confiante. Um dia eu vi ele se aproximar dela perto dos espelhos:
— Fernanda, a gente podia trocar uns treinos particulares depois do expediente… o que acha? Eu te mostro uns métodos novos.
Ela sorriu educada, mas firme:
— Rodrigo, métodos novos eu já conheço. E particular eu só faço com aluno pagante na academia. Foca nos seus alunos que eu foco nos meus.
Nem o personal conseguiu. Nada adiantava. Fernanda continuava com aquele profissionalismo, e eu cada dia mais obcecado..... A conquista estava realmente longe.... continua......

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