Eu e minha filha brincando com a mamãe gelada (Necro)
Eu sempre soube que Sofia era linda demais. Dezenove anos, corpo de mulher feita: seios firmes que balançavam quando ela andava, cintura fina, bunda redonda e alta, coxas macias. A mãe, Helena, aos quarenta e sete, ainda tinha o mesmo corpo voluptuoso — peitos pesados, quadris largos, pele clara e macia. Eu, aos quarenta e nove, sentia o desejo crescer de forma suja sempre que as duas estavam por perto. Foi numa terça-feira à noite que tudo começou. Cheguei mais cedo. A casa estava silenciosa. Ouvi gemidos baixos vindo do quarto da Sofia. Empurrei a porta só um pouco. Ela estava de quatro na cama, nua. O labrador montava nela por trás. O pau grosso e vermelho do cão entrava e saía da buceta dela com força, a pele molhada estalando a cada estocada. Sofia gemia de boca aberta, uma mão no clitóris, empurrando o quadril para trás. Quando o animal gozou dentro, ela tremeu e depois se virou, chupando o pau ainda pingando, limpando tudo com a língua. Fiquei parado no corredor. Em vez de raiva, senti o pau endurecer. Continuei olhando até o fim. Depois fechei a porta sem barulho e desci. Naquela noite fodi a Helena com uma violência que ela não entendeu. Mas eu só conseguia pensar na buceta da minha filha sendo usada pelo cão. Nas semanas seguintes flagrei mais vezes. Sempre escondido. Uma vez no chão da sala, ela de joelhos chupando o animal enquanto ele lambia ela. Outra vez no quintal de madrugada. Eu batia punheta no escuro, gozando em silêncio, o desejo só aumentando. Na sexta-feira cheguei mais cedo de novo. A casa estava quieta demais. Chamei por Helena. Nenhuma resposta. Subi. O quarto nosso estava aberto. Helena estava deitada na cama, nua. Olhos abertos e vazios. A pele já fria, pálida, lábios azulados. O corpo ainda bonito — seios pesados tombados para os lados, a buceta depilada, as coxas entreabertas. Ela estava morta. Gelada. Sofia estava ajoelhada entre as pernas dela. Os dedos da minha filha entravam e saíam devagar da buceta fria da mãe. A outra mão se esfregava na própria buceta. Ela gemia baixinho, a cabeça inclinada, concentrada. Quando me viu na porta, ela se assustou de verdade. Puxou a mão rápido, os olhos arregalados. — Pai… — a voz saiu baixa, quase sem ar. — Eu… eu não sabia que você ia chegar agora. Fiquei parado. O peito apertado. O pau já duro dentro da calça, mas a cabeça ainda tentando processar. — O que você está fazendo, Sofia? Ela engoliu seco, olhou para o corpo da mãe e depois para mim. A respiração ainda acelerada. — Ela… ela já estava assim quando eu cheguei. Fria. Eu só… toquei. Não aguentei. Tentei me afastar. Dei um passo para trás. — Sai daí. Agora. Sofia não saiu. Continuou ajoelhada, as coxas tremendo um pouco. Passou a língua nos lábios. — Você está olhando, pai. Eu vi. — Para com isso. Ela se inclinou de novo, devagar, e passou a ponta dos dedos pela parte interna da coxa fria da mãe. O toque foi leve, quase carinhoso. Depois subiu até a buceta e abriu os lábios com os dedos, mostrando o interior rosado e gelado. — Está fria por dentro também… — murmurou, a voz baixa, natural. — Mas ainda é macia. Senti o estômago revirar e o pau latejar ao mesmo tempo. Tentei falar de novo, mas a voz saiu rouca. — Sofia, para. Isso é… errado. Ela me olhou de baixo, os olhos úmidos, a respiração ofegante. Sem frases forçadas. Só o corpo dela se movendo. Passou a mão pela própria buceta, molhada, e depois esfregou os dedos molhados nos lábios da mãe. — Você está duro. Eu consigo ver. Dei mais um passo para trás, mas não saí do quarto. Sofia se levantou um pouco, ficou de joelhos na cama, o corpo virado para mim. Os seios balançaram. Ela agarrou um dos seios da mãe com as duas mãos e apertou, o mamilo frio entre os dedos. Depois se inclinava e chupava, a língua girando devagar no mamilo morto. Eu soltei um som baixo, preso na garganta. — Para… por favor. Ela não parou. Continuou chupando o seio da mãe enquanto a outra mão voltava para a buceta fria, enfiando dois dedos fundo. O som molhado era baixo, obsceno. Sofia gemeu contra a pele gelada e me olhou de novo. — Vem cá. Só um pouco. Resisti. Fiquei parado por longos segundos, o coração batendo no pescoço. Mas o desejo já tinha ganhado. Me aproximei. Tirei a camisa. Depois a calça. O pau saltou para fora, duro, latejando. Sofia estendeu a mão e segurou. Apertou de leve, o polegar passando pela cabeça molhada de pré-gozo. Depois se aproximou e chupou a ponta, a língua quente contrastando com a memória do corpo frio ao lado. — Devagar — eu disse, a voz falhando. Ela me puxou para a cama. Eu me ajoelhei entre as pernas abertas de Helena. Sofia pegou minha mão e colocou sobre o seio frio da mãe. A pele estava gelada, o mamilo duro. Eu apertei sem querer. Sofia gemeu baixinho, como se fosse ela quem estivesse sendo tocada. Depois ela guiou minha mão para baixo. Meus dedos tocaram a buceta fria. Eu hesitei de novo, mas Sofia empurrou meus dedos para dentro. O interior estava gelado, apertado de um jeito estranho, sem nenhuma reação. Eu movi os dedos devagar. Sofia se masturbava ao lado, olhando. — Mais fundo — ela pediu, a voz baixa, quase um sussurro. Eu cedi. Enfie dois dedos até o fundo, sentindo a textura fria. Sofia se inclinava e chupava o outro seio da mãe enquanto eu a fodía com os dedos. Depois ela se posicionou de quatro em cima do corpo, a bunda para cima, a buceta molhada e aberta bem na minha frente. — Entra em mim — disse, sem drama, só o pedido direto. Segurei o quadril dela e enfiei de uma vez. Quente, apertada, escorrendo. Enquanto eu metia nela, Sofia continuava lambendo e chupando a buceta fria da mãe. O som era sujo: o bater da minha barriga na bunda dela, os gemidos abafados dela contra a carne morta, o barulho molhado da língua. Eu agarrei os seios de Helena por baixo, apertando a carne fria enquanto fodia a filha. Sofia gemia mais alto, empurrando o quadril para trás, pedindo mais forte. Em um momento ela se virou um pouco, pegou minha mão e colocou de novo dentro da buceta da mãe. Eu fodia as duas ao mesmo tempo — a filha quente e a mãe gelada. Sofia gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boca ainda colada na buceta da mãe. Eu gozei logo depois, fundo dentro dela, enchendo. Continuei metendo até o último espasmo. Quando parei, Sofia se virou devagar, ofegante. Passou os dedos pela buceta da mãe, recolheu um pouco do que escorria e chupou, olhando para mim sem dizer nada. Depois se deitou ao lado do corpo frio, a mão ainda descansando na coxa de Helena. Eu fiquei sentado na beira da cama, a respiração pesada, a mão ainda na pele gelada da minha esposa. Nenhum de nós falou por um tempo. Só o silêncio e o cheiro de sexo no quarto.
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