Cresci numa casa com minha mãe, minha tia, minha irmã e minha prima. Um ambiente leve, apesar das dificuldades, e sempre tive nelas meu porto seguro. Enquanto cresciamos, minha prima Juju ia ficando mais bonita (ela é baixinha, meio india, tem uma bunda enorme e lindos peitos) e mais sem vergonha. Ela tem minha idade e sempre gostou de "brincadeiras" e me chamava para participar. Nessas interações eu comecei a gostar também e acabamos ambos nos tornando dois safados. Apesar disso, nunca chegamos a algo mais íntimo de fato, muito por conta de oportunidade, mas eu sempre soube que isso iria mudar em algum momento. Na epoca em que fez 18, minha irmã Maria (baixinha também, mas de medidas discretas, apesar de lindas), mais nova que nós, namorava um carinha vizinho nosso. Ele vinha pouco aqui em casa e tinha uma má fama no bairro, então nunca nos aproximamos muito. O que houve foi que na semana seguinte ao seu aniversário ela descobriu uma traição e aí sim as coisas começaram a ficar interessantes em casa. Todo mundo se comoveu e chateou com o acontecido, a gente se mobilizou para fazer minha irma se sentir melhor, especialmente Juju, que estudava na mesma faculdade que ela. No sábado pela manhã, no entanto, minha mãe e tia levaram ela para uma voltinha no shopping. Quando eu acordei, apenas minha prima estava em casa, fazendo almoço vestindo um top e um shortinho minúsculo. - Tá gostosinha hoje, hein? Essas provocações entre nós eram constantes, assim como umas sarradas, acho que isso só aumentava nossa vontade de aprontar (haja auto controle). - Você nem provou. Ela estava encostada na pia e empinou a bunda para trás se oferecendo. Rapidamente eu encostei para dar uma sarradinha naquele rabão e ela deu uma reboladinha para encaixar melhor. Estava claro que minha hora de foder a priminha estava cada vez mais perto. Quando me sentei na mesa, ela comecou a contar das coisas que minha irmã tinha confidenciado a ela, o relacionamento ruim com o ex, a insatisfação sexual e a tristeza de ter sido traída. Nessa linha, ela disse que sairiam no dia para que Maria pudesse dar uma espairecida, e me convidou para acompanhá-las, eu disse que provavelmente sairia com uma amiga, mas não declinei totalmente. Maria voltou com minha mãe e tia, bem mais animada que outrora. As três cheias de sacolas e contando das aventuras, com minha tia chegando a comentar dos novinhos que a secaram durante uma sessão de provas de roupas. A tarde minha irmã veio conversar comigo e pediu que eu as acompanhasse. Eu de fato tinha um compromisso marcado com uma ficante, mas resolvi deixar pra lá e ir ao apoio da minha irmã. Ela pediu o carro da minha tia emprestado, selecionou lugar e horário, eu só precisei me aprontar e dirigir até lá. No lugar, uma baladinha bem sem vergonha, nós três estávamos quase de trisal. Logo antes de entrar minha irmã pediu que nós três nos comprometessemos a ficar 100% do tempo um com o outro e fazermos tudo juntos. Como o dia era pra ela, concordamos. Maria estava divina, vestido coladinho, salto alto, perfumada até o limite. E Juju estava de mini saia, top mostrando a linda barriga, salto e perfume no mesmo estilo. Eu entrei abraçado as duas e roubei os olhares invejosos dos outros homens no recinto, confesso que gostei. Eu tinha prometido não beber e deixar as duas a vontade. Maria começou os trabalhos com um shot de cachaça e convidou a nossa prima para dividir outro. Em 30 minutos as duas estavam incontroláveis. Ficamos numa mesa bem no canto e só levantavamos pra dançar, ou elas dancavam de pé no banco. Eu ia buscar bebidas e as acompanhava até o banheiro, garanti que se alimentassem também. Tudo corria bem, apesar de eu ter perdido uma transa gostosa, estava feliz de estar ali com elas. Já caminhando pro fim da nossa noite, elas sentaram cada uma de um lado meu. As abracei e ficamos ali observando as baixarias enquanto o silêncio entre nós reinava, até Juju quebrar. - Prima, seu irmão largou uma transa por nós, acredita? Maria sorriu alto e respondeu: - Tô sabendo. Quem diria né? Você devia recompensar ele. Eu gostei do caminho que a conversa tomava, estava doido pra comer mimha prima mesmo. - Verdade. Vamos embora então. Elas se levantaram e eu apenas me deixei ser levado, acertamos as contas, saímos da boate e fomos até onde o carro estava. Quando fui abrir a porta para elas, minha prima se jogou no meu pescoco e beijou minha boca com toda a vontade. Apesar da presença da minha irmã, não me intimidei e correspondi ao beijo, encostando-a e pressionando seu corpo contra o carro. Foi um beijo quente e gostoso, em poucos segundos meu pau endureceu e roçou na xaninha de Juju, que deu uma leve reboladinha como a da manha, para que se encaixasse melhor. Quando nossas bocas se desvencilharam para que ela respirasse, percebi Maria colada em nós, observando atenta e cheia de vontade aquele beijo. - Já deu um beijo triplo, prima? - perguntou Juju. Minha irmã apenas acenou que não. - Vem. - Juju segurou sua cabeça e veio conduzindo em nossa direção. - Somos irmãos, Ju. - Foda-se. A vontade é a mesma e o prazer é o mesmo. Apesar de sóbrio eu não questionei, me deliciei com aquelas duas delícias com suas línguas e lábios tocando os meus, apesar da leve culpa por ser a minha irmã uma delas. Mas fazer o que? - Vamos entrar, primo. Eu abri a porta e ambas ficaram no banco de trás. Liguei e comecei a dirigir sem muita direção. Olhava pelo espelho e observava seus corpos se movendo, além de ouvir uns gemidos. Liguei todas as luzes de cortesia do carro e me deparei com ambas com a parte de baixo da roupa erguidas e sem calcinha. - Vocês estão com vontade mesmo né? - brinquei. - E você também, que eu sei. - disse Juju já pulando para a frente. Ao sentar, ela comecou a massagear meu pau por cima da calça mesmo. Maria se aproximou e beijava nossa prima, que estava com as pernas abertas exibindo a bucetinha linda. Eu mesmo tomei a frente de abrir o zíper e deixar o pau livre pra ela seguir o trabalho. Foi então que, ao invés de uma punhetinha, ela se abaixou para uma mamada. E que mamada deliciosa. Ajudada pela minha irma, que segurava seus cabelos e beijava minha boca, Juju foi caprichando no boquete, babando bem e engasgando quando o carro dava uma chacoalhada a mais. Tomado pelo tesão, cansei dos beijos curtos e encostei o carro de qualquer maneira, num estacionamento no centro que, apesar de vazio, sempre tinha gente. Os beijos com Maria ficaram mais gostosos a partir daí e minha prima teve ainda mais espaço pra caprichar na mamada. - Você não acha isso errado, maninha? - perguntei entre um beijo e outro. - A Ju tá com seu pau na boca, um beijo é o de menos. - E se eu quiser que você me chupe também? Ela titubeou, mas logo voltou aos beijos quentes. Ju levantou e se juntou a nós mais uma vez, em seguida se concentrou em beijar minha irmã. - Pronto, já sabe o gosto do pau dele. Não tem porque negar. - disse Ju se abaixando até meu pau outra vez. Eu puxei a alavanca e deitei meu banco o máximo que deu, Maria acompanhou minha boca enquanto eu descia sem parar o beijo por um segundo. Lembrei que assim como nossa prima ela estava sem calcinha e fiz um pedido: - Sobe na minha cara, maninha, quero te chupar. Meio sem jeito por conta da posição ela me atendeu e subiu mesmo na minha cara. No começo se manteve meio discreta, mas a medida que intensifiquei os movimentos ela foi se soltando e gemendo mais. Juju seguia firme na mamada, sentia sua saliva escorrer por entre minhas coxas e ela não descansava. As vezes dava uma respirada beijando minha irmã, que chupava em seu lugar, mas depois voltava outra vez. O carro nesse momento parecia pegar fogo, eu estava delirando de prazer, me deliciando com a bucetinha da minha irmã enquanto minha prima chupava meu pau com o maior desejo do mundo. O estopim para o final daquela rodada foi Maria: - Vou gozar, irmão. Filho da puta. Vou gozar. Ela deixou seu corpo cair sobre mim me sufocando, seu gemido era delicioso e foi aumentando até o ápice, quando Juju deu um novo beijo em sua boca para acalmar as coisas. Não resisti, apesar de quase sem ar. Segurei o cabelo da minha prima e direcionei para o meu pau, mas não deu tempo. Gozei na cara dela, que nem fez questão de por na boca e engolir o resto. Maria também se abaixou pra tomar leitada na cara, aliviando a pressão sobre meu rosto. Quando parei de gozar, elas se ajeitaram, Maria no banco de trás e Juju no banco da frente. Trocaram beijos e se limparam com a boca, uma cena que me fez endurecer quase imediatamente. Juju me punhetou um pouco e deu mais um beijo no meu pau, mas não seguiu. Colocou o celular no suporte com o GPS ligado. A 10 minuto de nós, um motel. -Agora vocês vão me fazer gozar, vai rápido, primo. Ela pulou pra trás e se atracou em minha irmã outra vez. Fomos para o motel onde continuou essa, a primeira de todas as nossas fodas.
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