Irmã e prima - o começo do harém II

No caminho para o motel, enquanto minha irmã e prima se atracavam no banco de trás, beijando e lambendo uma a outra, com os corpos ainda meio grudentos dos resquícios do sexo anterior, eu pensei pela primeira vez sobre o que tinha acontecido e o que iria acontecer.
É claro que não daria para trás, mas era estranho tudo aquilo. Afinal, eram duas mulheres da minha família, nuas e em um transe de tesão. Mas eram gostosas demais para eu controlar a minha vontade e cada vez que olhava pelo retrovisor ou ouvia uma delas gemer mais alto, o pé pesava rumo ao nosso destino.
Já no motel, pouca conversa até o quarto. Ao chegar, nos beijamos juntos enquanto íamos arrancando a pouca roupa que ainda atrapalhava. Já completamente nus, tive o prazer de ver as duas deusas se ajoelhando para abocanhar meu pau. Nunca tinha feito um menage e logo na primeira vez, era aquele tesão inteiro.
Segurei cada uma com uma mão e ficava na dúvida entre fechar os olhos e me deixar levar e admirar as duas naquele lindo trabalho conjunto. Suas línguas revezando entre meu pau e a boca uma da outra, enquanto as mãos competiam pelas minhas bolas, as duas intercalando quem tentava engolir tudo e fracassava, além de um rastro de saliva que fazia meu pau reluzir.
Quando já não existiam mais lugares do meu pau para melar, Juju se levantou e me puxou até a cama, que permanecia intacta até ali, deitou de costas e pernas abertas, convidando-me para entrar. Eu me posicionei na sua frente, Maria se abaixou e cuspiu na cabeca do meu pau, depois segurou ele firme e guiou até a bucetinha da prima.
Com tudo no lugar, eu entrei, sem muita cerimônia. Na mesma hora Juju entrelaçou as pernas em mim e me apertou dentro de si, soltou um gemido alto e intenso, que despertou meu lado mais voraz. Assim que suas pernas relaxaram, eu as segurei abertas e comecei a meter sem dó naquela delícia.
Seus gemidos ecoavam e eram uma delícia de ouvir, a vagabunda falava palavrão sem nenhum pudor e se deliciava com os labios e seios da minha irmã, que revezava entre nós e sua própria masturbação.
- Que delícia, primo. Faz sua priminha gozar, vai. Hmm... que pau gostoso... quero gozar igual a Maria aquela hora.
Quando minha irmã se afastou um pouco para assistir e se masturbar, eu agarrei o pescoço de Juju e dei bons tapas nela. Minha prima é uma vadia de primeira, gostava da coisa e gemia mais alto quando apanhava.
- Abre mais as pernas, cadela. Vou te arrebentar e você vai gozar na minha pica.
Juju usou os braços para ajudar a ficar mais exposta então eu usei toda a força que tinha para socar nela. Foram poucas estocadas até ela gritar de prazer enquanto gozava. Apesar das mãos para ajudar a segurar as pernas, o orgasmo a fazia fechar e encerrou tudo com um abraço quase desesperado em mim.
Ao nosso lado, Maria sorria e gemia baixinho ainda se masturbando. Saí de cima de Juju e fui até ela, que foi se virando de costas para mim e deitando, com a bunda levemente empinada. Encostei o pau na xaninha dela e fiquei pincelando e pressionando delicadamente, arrancando alguns gemidos discretos e fazendo seu corpo fazer força contra o meu.
- Vai comer a irmãzinha, seu safado? - disse ela olhando por cima dos ombros.
- Não pode não?
Ela acenou que não e empinou mais a bunda, pressionando mais firme contra meu pau.
- Sua bucetinha tá molhada querendo o que então?
- Pau.
- Então. Vou dar o que ela quer.
- Tá é se aproveitando de uma mocinha inocente.
Eu ri e coloquei a pontinha da pica dentro, depois, numa frase, enterrei o resto.
- Tô me aproveitando da minha irmã piranha.
Terminando essa fala, o barulho do meu saco em sua bunda foi silenciado pelo seu gemido. Com minha irmazinha eu fui com mais calma no começo, segurando seus cabelos e metendo cadenciado, no ritmo do rebolado daquela linda bunda que parecia querer engolir meu pau.
Mas, para minha surpresa, ela é tão cadela quanto Juju e não se contentava com aquilo. Ia fazendo força contra mim, aumentando a intensidade e o ritmo.
Eu entendi o recado e parei com o cuidado. Minha irmã ou não, se aquela cadelinha queria ser fodida com força, é isso que eu faria. Dei um tapa em sua bunda depois agarrei com bastante firmeza. Afastei as nádegas para entrar o máximo possivel dentro e comecei a socar firme.
Juju assistia ao lado, admirando com um sorriso safado no rosto. Maria era barulhenta de um jeito delicioso, o gemido dela tomando o quarto era inebriante, eu me sentia mais e mais disposto a cada estocada e ia metendo com toda a força nela.
- Irmão.
- Oi, Maria.
- Eu vou gozar.
Eu me apoiei para garantir que continuasse socando até que seu orgasmo acabasse. Foi aí que Juju se levantou e veio até meus ouvidos.
- Enche essa piranha de porra que eu te dou meu cuzinho na próxima.
Já estava no limite e ela deu um empurrão. Urrei de prazer gozando junto com minha irmã, tão barulhenta quanto eu. Depois das primeiras jatadas, Juju puxou meu pau de dentro de Maria e pos na boca, engolindo o resto de porra que eu soltei.
Maria deitou quietinha e ficou imóvel por um tempo, enquanto Juju limpava o esperma que escorria de dentro dela.
Sequer nos lavamos, colocamos as roupas de qualquer jeito e saímos de volta para casa. Maria e Juju apagadas no banco de trás do carro.
Quando chegamos lá elas subiram e deitaram na cama comigo. Me senti no paraíso.
Apagamos os três e acordamos no domingo de energias renovadas e com mais história para fazer.
Foto 1 do Conto erotico: Irmã e prima - o começo do harém II


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Comentários


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haremincestuoso Comentou em 06/10/2026

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274016 - Irmã e prima - o começo do harém I - Categoria: Incesto - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico haremincestuoso

Nome do conto:
Irmã e prima - o começo do harém II

Codigo do conto:
274017

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/10/2026

Quant.de Votos:
5

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