Tirando a mascara do meu vizinho

Olá meninos sapecas.

Essa historia é verídica, aconteceu comigo. Na época eu trabalhava em uma ótica que era vizinha a uma papelaria, sempre que eu precisava trocar dinheiro, eu corria para lá. O dono sempre prestativo nunca negava, só se não tivesse, o nome dele era Fabio. Quem gosta de homem conhece outro da mesma espécie, não adianta fingir ou se esconder que nós conhecemos de longe. Eu percebi logo que bati os olhos naquele sessentão de barriga de chope, ele nunca deu pinta, sempre educado e prestativo com todos, mas nunca me enganou. No domingo acordei com o maior tesão, doido para sentir um macho dentro do meu cuzinho, usei o meu brinquedo de vinte centímetros, mas não é a mesma coisa, só serve para alargar o meu cu para próxima rola. A tarde tomei um banho, fiz uma lavagem com uma ducha para deixar meu cuzinho limpo , passei uma loção cremosa e cheirosa, vesti uma calça legging sem cueca, para ficar mais a vontade e botei um perfume bem suave e partir para um cinema de conteúdo adulto que tem na cidade vizinha. É um lugar bem legal, tem bar, salas intimas , salas para fumantes e o principal, muitos machos doidos para dar ou comer. Assim que entrei fui logo para o bar tomar duas doses de whisky para destravar a fêmea que divide o meu corpo. tomei de uma vez, e fui para sessão de cinema, antes de chegar no salão há um corredor onde ficam vários jovens doidos para serem mamados por um coroa, passo sem dar atenção, eu gosto é de homens acima de cinquenta e de preferência casado. Adoro ser enrabado por um macho casado me sinto sendo a outra. Quando você entra em um ambiente escuro, não consegue enxergar nem um palmo a sua frente, foi desse jeito, sentei na primeira poltrona que encontrei, fiquei na expectativa de aparecer um coroa para me fuder, não demorou e eu sentir uma mão boba tocando de leve a minha perna, nem olhei para o lado, passei fazer carinho nos braços dele. Agente não se olhava, só se acariciava, botei o pau dele para fora e comecei a brincar com ele, que já estava duro e todo melado, só esperando minha boca gulosa, sentir que não era grosso e nem muito grande, do tamanho que se acomodava dentro do meu rabo sem machucar. Ele começou a beijar o meu pescoço e dar umas chupadas fortes que já estava me deixando louco, meu pau pulsava na mesma intensidade do piscar do meu cu. Levantei e fiz sinal para irmos para uma sala íntima, quando saímos da sala de vídeo e chegamos no corredor todo iluminado, o cara tomou o maior susto, ficou todo sem graça, eu nem ai sou casado e gosto de sentir um macho me fazendo de mulher. Deixei ele na sala íntima e fui ao bar pegar mais bebidas para ele quebrar o gelo, tomamos uma dose e partir logo para cima, dei um beijo de língua bem demorado, tirei a camisa dele e comecei a mamar os seus peitos, peitos de um homem de sessenta anos e fora de forma, uma delícia. até esse momento ele não tinha falado nada ´só gemia como um macho que quer encher um cú de leite. empurrei ele na cama e fui tirando a sua calça, vi uma obra de arte pulsando e babada, tirei a minha roupa e cai de boca na rola rosada e cabeçuda, fui subindo bem devagar aproveitando cada pedaço daquele corpo, ele só gemia, enchi sua boca com a minha língua com o gosto da sua rola que eu acabara de chupar, ele me tirou de cima e começou a chupar o meu cacete e dando línguada no meu cu, eu fazia força para não gozar, ele parou e concentrou toda energia no meu cuzinho, eu rebolava sedenta e gemia como uma fêmea, foi nessa hora que eu pude ouvir a sua voz, ele falou se podia me chamar de Rita, eu respondi que eu era a sua Rita. Aí começou o ritual ele pedia para eu sentar no pau dele e cavalgar, enquanto eu rebolava com o pau dele dentro de me, ele gemia pedindo para a Rita rebolar mais, falava que ela era a mulher da vida dele e queria encher o cu dela de leite, eu passei a gostar da brincadeira e já me sentia como a tal Rita. Eu sai de cima e fique de quatro para sentir mais uma vez aquela rola gostosa invadindo o meu cu, ele botou toda , sentir os seu ovos na porta do meu rabo, ele fazia um vai e vem e dava tapas na minha buda, eu tentando segurar o gozo que já estava prestes a dar sinal, nesse momento ele começou a ficar mais ofegante e pedia para que gozássemos juntos, ele deu uma estocada forte e sentir seu pau pulsando dentro de mim, como eu sou muito puta rebolei com bem gostoso e acabamos gozando. Eu gozo sem me tocar , na penetração eu me concentro e chego ao orgasmo. Tomamos banho e fomos para o bar, bebemos mais algumas doses e voltamos para o quarto. ficamos nus só namorando, ele só me chamava de Rita, mamava nos meus peitos beijava meu corpo, mordiscava a bunda. Foi uma tarde maravilhosa, ele começou a me chupar bem gostoso, parecia que estava chupando um sorvete de casquinha, enquanto chupava o meu pau ele dedilhava o meu cu, eu adoro esse tipo de carinho, enfiei meu pau todo na boca dele e dei uma gozada bem gostosa, ele engoliu a metade e o restou ele encheu a minha boca. Ele queria me comer de novo, mas meu cuzinho já esta todo assado, para não deixar ele na mão, mamei nele bem gostoso , levando tapas na cara e sendo chamado de viadinho safado, eu amo quando estou chupando um macho e ele me chama de viado, quando estou dando o rabo adoro ser chamado de puta, sentir minha boca sendo invadida por leite quente, engoli um pouco, o resto ele pediu para eu passar no meu rosto para ele limpar com a sua língua. Hoje nós somos amantes, antes que eu me esqueça a Rita é a esposa do Fabio, ela é daquelas evangélicas que só faz papai e mamãe e de luz apagadas. Eu torço para que ela seja sempre assim. Desculpa os erros de português e de ortografia


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Ficha do conto

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zerbini52

Nome do conto:
Tirando a mascara do meu vizinho

Codigo do conto:
274328

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/10/2026

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1

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