Postei uma foto no story do Insta sem camisa que mostrava meus pelos na barriga descendo até meu short. Minutos depois recebi uma mensagem de colega dizendo:
Ele: — Raspa esses pelos feios.
Eu: — Quem tá pegando, gosta!
Ele: — Deus é mais!
Morreu a conversa, mas ele sempre curtia minhas fotos. Semana passada postei outra que mostra meus pelos e ele respondeu:
Ele: — Vou te dar uma maquininha de depilar para você raspar esses pelos da barriga.
Eu: — Você precisa ver embaixo.
Ele só visualizou e, depois de tempo, respondeu.
Ele tem pelo também?
Eu – muito
Ele: — Duvido! Deixa eu ver.
Eu: — Venha aqui que eu mostro.
No outro dia, ele mandou uma mensagem perguntando se não tirava nada. Falei que já tinha mais de dois anos que só aparava, e mandei uma foto de cueca com os pentelhos saindo. Ele visualizou duas vezes e curtiu.
Ele: — Nossa, tá peludo mesmo. Eu sou liso, as minas gostam assim.
Ele — não fica com cheiro forte?
Eu: — Fica com cheiro de pica! Gosta?
Ele: — Só senti da minha.
Eu – se chegar aqui, coloco para você cheirar.
Ele perguntou se meu saco também era peludo, falei que tudo era peludo e ele só visualizou.
Postei foto depois do treino e ele respondeu:
Ele – agora deve estar com cheiro forte.
Eu: — Venha cheirar.
Ele: — Eu não, não curto.
Mandei uma foto de toalha; tinha acabado de sair do banho.
Eu — curti assim, cheirando a sabonete?
Ele: — Nunca cheirei outra pica.
Eu: — Vem cheirar a minha, estou em casa.
Mandei o endereço; ele só visualizou e não respondeu. Quando foi de tarde, ele perguntou se eu estaria em casa umas 18h. Falei que sim.
Ele: — Posso passar aí?
Ele: — Para a gente trocar uma ideia.
Eu: — Pode sim, não vou sair hoje. Só avisa quando estiver vindo.
Respondeu com um "legal", e para provocar, coloquei-o no CF do Insta e postei uma foto de cueca no notebook trabalhando. Já tinha umas horas que eu tinha tomado banho, pensei em tomar outro para quando ele chegar. Minha pica está cheirando sabonete, mas queria que ele sentisse o cheiro real da minha rola.
ÀS 18H em ponto, ele mandou mensagem avisando que estava chegando.
Ele: — Cheguei.
Eu estou indo abrir o portão, do jeito que estava, sem camisa e short.
Se cumprimentamos, ele estava nervoso. Ofereci água, aceitou e falei para ele ficar à vontade. Ele sentou no sofá e sentei do lado dele.
Eu: — E aí, tá nervoso?
Ele: — Mais ou menos, rs.
Peguei a mão dele e coloquei dentro do meu short, e não resistiu, ficou passando os dedos nos meus pelos pubianos. Depois tirei a mão dele e levei ao seu nariz, e cheirou.
Eu: — Tá entendendo?
Ele disse não com a voz baixa.
Eu: — Gostou?
Ele fez sim com a cabeça.
Eu: — Quero ouvir sua voz!
Ele: — Sim.
Eu: — Põe a mão de novo.
Ele foi colocando a mão devagar dentro do short, sentiu os pelos, mas agora ele começou a pegar no meu pau, sentiu o corpo e até a cabeça começou a uma punheta. Mandei ele parar e cheirar a mão dele,
Eu: — Quer mais?
Ele: — Sim. (baixo)
Eu: — Não escutei.
Ele: — SIM.
Eu: — ajoelhar na minha frente.
Ele ajoelhou.
Eu: — Tira meu short.
Quando ele tirou meu short, mandei ele cheirar. Mandei ele me olhar pelado e perguntei se eram feios os meus pelos. Ele fez não com a cabeça.
Eu: — Não escutei.
Ele: — Não, senhor.
Eu: — Vem me cheirar, puta.
Começou cheirando meus pentelhos, desceu para a virilha, depois foi à cabeça da minha pica. O puto ficava doidinho com meu cheiro. Ele fez que iria chupar minha pica. Disse não, minha pica já estava dura feito pedra, mas eu iria humilhar mais ele.
Eu: — Você pediu.
Ele: — Não.
Eu: — Você quer o quê?
Ele: — Chupar seu pau.
Eu – Antes vem cheirar meu suvaco, agora!
Ele obedeceu, achei outro sub, hehe. Cheirou e lambeu as duas.
Eu: — Agora você vai bater uma para mim devagar.
Ele começou; estava na cara dele a fome pela minha pica.
Eu: — Cheira a cabeça.
Eu cheirei e olhei para ele, esperando a permissão para ele chupar. O cheiro de pica já estava na sala toda.
Eu – Pode chup.... Ele nem esperou eu terminar a frase, já foi engolindo meu pau, que chegou a bater o dente. Dei tapa na cara dele.
Eu: — Cuidado, porra, olha o dente.
Ele: — Desculpa, senhor.
Eu: — O pau não vai fugir, não; mama com calma.
Esse puto já tinha mamado antes, mamou minha pica toda, engoliu, passou a pelinha, a língua, chupava só a cabeça, depois descia até encostar o nariz nos meus pentelhos, chupou meu saco, deixei ele se deliciar. Depois de ele brincar com minha pica, era minha vez de brincar com a boquinha dele. Ele foi engolir minha e segurei a cabeça dele, fazendo-o ficar sem ar e chorar. Puxei ele de novo e soquei na boca dele. Tesão ver ele ficando vermelho e os olhos cheios de lágrimas. Ele pediu um tempo.
Deixei ele respirar; ele fez que iria tirar seu pau para fora, mandei ele parar.
— Você só vai gozar em casa.
Nisso, coloquei meu pé na sua cara e mandei ele lamber.
A puta lambeu.
Eu: — Agora vem chupar o pau do seu macho!
Eu: — Cuidado com o dente.
Ele: — Sim, senhor.
Ele chupou bastante cada centímetro da minha pica e fodi bastante aquela boquinha.
Mandei ele parar e baixar o short, só a parte de trás. Queria ver o rabo dele. Meio tímido, ele abaixou, mostrou uma bunda redondinha. Dei dois tapas e perguntei:
Eu: — De quem é esse rabo?
Ele: — Seu, senhor.
Eu comecei a brincar na portinha do cu dele; ele estava soltando uns gemidos baixos. Falei que iria pegar a camisinha, mas ele falou:
Ele: — Não vou conseguir te dar hoje, senhor, não me preparei. Desculpa.
Eu: — Então você já deu esse cu, né, puta?
Ele: — Só uma vez, senhor, tem tempo.
Desconfiei; ele era muito experiente. Mandei ele vir chupar minha pica, que iria gozar na boca dele.
Ele goza na minha cara, senhor, por favor.
Eu: — Não vou gozar na sua boca e ponto. Vem logo.
Fiquei em pé e se ajoelhou na minha frente.
Meti na boca dele sem pena; quando senti que iria gozar, segurei a cabeça dele e gozei dentro da garganta dele.
Eu engoli tudo.
Fiz ele tomar todo meu leite.
Só tirei meu pau da sua boca quando ele parou de pulsar.
Ele caiu de quatro, respirando. Sentei no sofá e mandei ele limpar minha pica.
O putinho, mesmo ofegante, limpou minha pica, depois sentou no sofá e ficou calado um tempo. Deixei pensar em tudo que ele fez, pois perguntei se ele queria tomar banho, ele disse que não. Ofereci alguma coisa para beber; ele disse que queria água. Tomou água e disse que precisava ir.
Despedimo-nos; falei no seu ouvido.
Eu: — Quero comer esse cu.
Ele riu sem graça e foi embora.