Minha Descoberta

A minha descoberta

Bem, este é o meu primeiro conto, então vou me apresentar e apresentar algumas pessoas importantes na minha vida. Minhas experiências e as experiências dessas pessoas irei dividir com vocês. Espero que vocês curtam. Deixem comentários e votem se gostarem. Inicialmente, gostaria de apresentar a senhora Fernanda, de 58 anos, cuja forma física é motivo de admiração entre muitas jovens, visto que possui um corpo admirável, resultado de sua dedicação à academia e de uma rotina rigorosa. Posteriormente, menciono o Sr. Jonas, que, aos 62 anos, se dedica à comercialização de produtos agrícolas e passa pouco tempo em casa, fazendo viagens com frequência. Ao estar em casa, é uma grande satisfação para mim e meus irmãos, especialmente para minha mãe. Meu irmão Lucas possui 33 anos e minha irmã Paula, 30 anos, ao passo que eu sou um adulto de 42 anos. Em todos os casos, usarei o meu nome completo ou apenas o meu apelido, como o pessoal aqui me chama: Gio. Sou gordinho, mas isso nunca me atrapalhou em nada. Pois sou muito alegre, comunicativo, tenho muitos amigos; alguns a vida nos afastou naturalmente e outros tenho e irei fazer de tudo para ter para sempre. Um deles é o Paulo, se não me falha a memória. Atualmente, ele tem 44 anos, e as vezes posso o chamar no diminutivvo como uma forma carinhosa, pois, desde a infância, ele sempre incentivou você a superar-se no futebol. Só daqui a duas temporadas nos conhecemos desde pequenos. Nunca o vi com outros olhos na nossa adolescência; isso começou a mudar um pouco, pois, sempre que jogávamos bola,Durante a minha adolescência, sempre que o via descalço, eu me tornava diferente. Sempre que dividíamos a bola no jogo, eu me posicionava à sua frente. Com aquele contato, sentia algo me tocando, mas não conseguia identificar o que era. No entanto, admito que gostava muito quando o jogo terminava, cada um retornava para sua casa e eu passava o dia pensando e recordando. Percebia que meu pau, ao recordar disso, se tornava duro, e eu tocava uma pensando naquela sensação. Nos dias seguintes, a mesma coisa: jogava e sentia aquilo, e eu começava a fazer de propósito para sentir mais aquela sensação. Nós sempre jogávamos bola, videogame e sempre dormíamos um na casa do outro. Para vocês terem uma ideia de como era, tinha um colchão extra no meu quarto e um no quarto dele. Nossas famílias eram muito próximas e depois conto que essa aproximação ficou muito íntima, mas isso é assunto para depois. Bem, voltando, certo dia jogando bola e tal, convidei-o para dormir lá em casa. Jogamos bola e tal; cada um foi para sua casa. Nesse dia, avisei minha mãe que o Fernando também poderia utilizar o nome todo dele ou só. Ao vê-lo, minha mãe esboçou um sorriso de canto de boca. Anos mais tarde, compreendi o motivo. Vou explicar isso para vocês posteriormente. Quando ele chegou, ficamos jogando videogame. Minha mãe trouxe uma travessa com um sanduíche e suco. Ele comeu o sanduíche com os olhos, pensando que eu não tinha notado. Ela olhava para ele e soltava um riso de canto de boca. Depois do jantar, fomos para o meu quarto para dormir. Coloquei na Netflix e começamos a assistir. Na minha cama, eu dormia no colchão, assim como ele fazia na casa dele. Começamos a assistir e, de repente, teve uma cena mais picante e ele disse: “Posso aí ficar com você?” Eu disse: “Pode”. Ele veio, mas disse: “Mas, se for, teremos que ficar abraçadinhos. Algum problema para você? Eu disse não. Ele veio por trás, abraçou e ficamos assistindo, sentindo a respiração dele em meu pescoço. Eu fiquei mole e ele percebeu, pois ele perguntou: “O que foi? Por que está assim?” E eu disse assim: “Como ele, com o corpo mole encostado ao meu”, e eu disse: “Não sei, assim fico mais confortável, posso ficar assim”, ele disse. “Pode”, e logo senti algo me cutucar e perguntei: “Paulinho , o que é isso que está me cutucando?” Ele disse: “É meu pau que está duro, quer sentir?” Eu disse: “Quero.” Ele pegou a mão dele, pegou uma de minhas mãos e levou até o pau dele e disse: “Pode sentir.” E eu comecei a tocar e acariciar. E ele tirou para fora, e eu toquei e acariciei, sentindo, e ele disse: “Quer sentir o que sente quando nos jogamos agora de um jeito diferente?” E eu disse: “Como assim, sentir?” E ele disse: “Eu percebi que, quando eu roço em você, você gosta.” Ele disse: “Você vai gostar, irei com cuidado.” E eu disse: “Você está querendo me comer?” Ele disse: “Sim, você quer me dar? Eu disse: “Nunca fiz isso, sou virgem”. Ele disse: “Vou com cuidado”. Eu disse: “Tá bom, fica de conchinha e aproveita.” Ele abaixou meu short; quando ele abaixou a cueca e viu que meu pau estava duro também, ele disse: “Tá querendo, né?” Eu disse: “Sim.” Ele abriu minha bunda, colocou-a na portinha e forçou. Como era virgem, soltei um gemido. Ele disse: “Relaxa, que dói no começo, mas depois você vai gostar.” E ele colocava e eu soltava gemidos, e, quando ele chegou ao fundo, disse: “Agora estou dentro de você” e foi saindo. Antes de tirar tudo, voltou de vez; eu dei um gemido e ele segurou minha boca e começou o vai e vem, e fui percebendo que a dor foi passando e um tesão aumentando, e parece que ele também, pois comecei a rebolar e ele está gostando agora, né? E eu apenas balançava a cabeça, e ele socava e bombava e depois disse: “Fica de 4", e eu fiquei, e ele veio por trás, montou em mim e começou a bombar forte quando, de repente, senti jatos em minha bunda. Ele disse: “Gozei”, e eu não percebi que também tinha, pois, quando olho para o colchão, vejo uma poça. Ele disse: “Gozou”, dando-me, safado. E depois dormimos juntos, e assim começaram nossas experiências juntos. Tivemos e temos muitas, que algumas irei trazer a vocês.essa foi minha descoberta, espero que gostem. Caso queiram comentar, fiquem à vontade e votem também. Tenho um álbum com minhas fotos. Se quiserem ver e comentar, irei gostar muito. Um grande abraço a todos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Descoberta

Codigo do conto:
274521

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/10/2026

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1

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