Um conto erótico de Beth Safadinha
Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 13/10/2026 06:42:01
Assuntos: Estupro, Heterossexual.
Virando Putinha do condomínio (O primeiro estupro, o vizinho)
As exibições com Antônio aumentavam e cada dia ficavam mais ousadas, na piscina ele mandava sentar ou deitar com as pernas quase abertas para que vissem bem meu capô como ele gostava de chamar, independente de quem estivesse perto fossem moradores ou porteiros da guarita que não sabiam de nossas transas mas mandavam fotos no grupo deles de WhatsApp, na academia do prédio os shorts sempre puxados para dividir a racha principalmente quando não tinham vizinhas malhando quando só tinham homens, na rua ou shoppings tinha que andar rebolando um pouco mais que o normal, ambientes comuns me distrair com cruzadas de pernas ou pagar uma calcinha tipo sem querer, todo tempo eu tinha que falar para ele dos olhares, das cantadas, das piadas, uma semana de obra na cobertura já tinha ido lá com roupa de academia, saia, até de biquíni com a canga por cima, confesso que eu delirava com as cantadas e piadas claro me fingia de sonsa eu fingia não perceber nada quando era uma cantada muito direta ou elogio mais eloquente.
Numa quarta de manhã estava na piscina como de praxe com biquíni puxadinho fazendo minhas poses como que distraída na direção da guarita dos porteiros papeando com Antônio no WhatsApp quando um vizinho sentou ao lado, começou com um papo besta meio idiota elogiando minha beleza e tal, eu não fui com a cara dele tinha cara de metido a besta, uns 50 anos bombado de academia cheio de tatuagens e careca, dei alguns cortes até que em certo momento fui bem grossa com ele falando que estava me importunando que eu era casada queria que saísse de perto, meio a contra gosto ele foi para outro lado da piscina, continuei meu papo com Antônio no WhatsApp me exibindo com poses quando estava no horário do almoço ele mandou por a canga e levar um refrigerante pros coitados dos marceneiros risos, de biquíni! Claro que colocaria a canga por cima.
Durante as instalações dos planejados aproveitamos para fazer o rebaixamento de gesso então ficavam três rapazes marceneiros de uns 20 anos o chefe deles dono da marcenaria só aparência a tardinha para ver o serviço e um cara fazendo gesso, eles já haviam terminado a suíte estavam na cozinha agora, depois seria sala e outros dois quartos acredito que eles terminaram em uns 15 dias ainda, como ordenado pelo Antônio vesti a canga de forma que a parte de baixo do biquíni aparecesse nas frestas e a parte de cima do biquíni a mostra, fui levar uma coca gelada para eles estavam sentados descansando do almoço parei bem perto de um deles que com certeza teve visão privilegiada do “capô” como Antônio queria risos, fiquei uns minutos vendo o que tinham feito e claro ao descer contei tudo para ele, os olhares, as piadas, os elogios, comentários ousados tipo, “Patroa cada dia está melhor” “Patroa malha muito mas vale a pena hein” Nossa a marquinha da patroa deve estar forte” risos. Como teria reunião às 17 ainda era antes das 13 fui ao bar da piscina comer algo para não ter que fazer comida só pra mim, aproveitei bebi uma caipirinha para relaxar, logo sentou ao lado o vizinho mala bombado de academia de novo puxando papo, se chama Tony, veio falando que morava no meu bloco e tal eu cortando seus assuntos, começou elogiar meu corpo mais ousadamente falando que era muito gostosa eu dei um fora, após terminar minha caipirinha disse que iria embora ele insistiu para pagar uma saideira de forma bem grosseira respondi.
Eu - Primeiro tenho que trabalhar mais tarde, segundo não bebo com estranhos e terceiro não beberia com um cara escroto e idiota como você.
Me virei indo para meu bloco ele ficou com a cara de raiva normal de qualquer marrento bombado de academia não tinha ido com a cara dele sei lá, estava distraída falando com Antônio no WhatsApp contando os comentários e olhares dos rapazes da obra e do vizinho papeando indo para o apartamento não vi que ele me seguia, quando abro a porta para entrar uma mão tampa minha boca enquanto outra segurando meus braços me empurra porta a dentro tentei gritar mais fui sufocada pela mão não conseguia me debatia mas era alguém muito forte eu não conseguia me soltar o cara me jogou contra o braço lateral da poltrona segurando meus cabelos de forma que não conseguia virar o rosto empurrando minha cabeça numa almofada, a barriga no braço do sofá as pernas ficaram para baixo não tocavam o chão não conseguia me soltar com corpo inclinado arrancou minha canga me deu um tapa muito forte na bunda e começou falar.
Tony - Vagabunda piranha marrenta do caralho acha que não sei que você está dando rabo pros porteiros puta! Uma sequência de uns 5 tapas na bunda todos muito fortes.
Reconheci a voz e comecei gritar para ele parar falando que chamaria a polícia, ele me puxou pelos cabelos erguendo meu tronco, desnudando e apertando forte meus seios e dando outro tapa na bunda disse.
Tony - Vai chamar nada sua piranha puta vagabunda não vai querer que todos saibam a puta que você é vai?.
Ele colocou a mão na minha buceta por cima do biquíni começando alisar muito forte enquanto em meu ouvido mordendo e lambendo minha orelha e pescoço falava que sabia de tudo que mora em cima do meu apartamento que via os porteiros pulando a cerca que ouvia meus gritos e gemidos que ouvia os papos e berros da puta casada safada gozando pior que conforme ele falava ia alisando minha buceta que começou umedecer o desgraçado enfiou um dedo nela e disse.
Tony - Puta que pariu você é muito vagabunda, sua puta gostosa e safada já está molhada né piranha traidora do caralho.
Falou isso atolando dois dedos na buceta, ele enfiava os dedos depois ficava esfregando na minha cara e boca me lambuzando com minha lubrificação, ainda me segurava pelos cabelos na mesma posição mas eu já estava me entregando com seus dedos me masturbando já lutava menos ficou alguns minutos enfiando dedos, masturbava meu grelinho com força depois esfregava os dedos na minha cara me fazendo chupar os dedos molhados com minha gala enquanto falava que eu era uma puta uma safada traidora gostosa e marrenta.
Tony - Puta que pariu cachorra vagabunda vou de dar uma lição para você aprender que puta não pode ser marrenta sua piranha.
Nisso meu biquíni estava de lado sinto seu pau entrando na cona, quando meteu a cabeça senti algo muito grosso ele soltou meu cabelo segurando minhas duas mãos atrás junto as costas e atolou tudo, nossa fui a lua, era algo enorme, Tony meteu no fundo me fazendo ver estrelas de dor foi como se tivesse tocado meu útero ele deu algumas poucas bombadas que foram suficientes para eu ter um orgasmo enorme que me fez começar a tremer toda, ele rindo me soltou, me vendo gemer e tremer do orgasmo no sofá com uma facilidade enorme me levantou e me jogo no sofá de barriga para cima, sentando com a picha praticamente na minha cara, suas pernas travaram meus braços ele esfregava e batia a picha na cara dando tapas me chamando de vagabunda puxando minha cabeça para chupar, era enorme tinha uma cabeça que parecia um cogumelo não sei medir mas deve ter uns 22 cm, Tony saiu de cima me colocando na posição de frango assado voltando meter na buceta me fazendo delirar em cada estocada, ele arreganhou muito minhas pernas metia e tirava tudo de uma vez, dava tapas na cona na cara nos seios tudo isso me xingando de puta vagabunda, me fazia ir a lua eu já estava gozando de novo, quando estava delirando num segundo orgasmo ele tirou da cona e gozou muito na minha cara.
Ficou esfregando a porra pela cara enfiando dedos em minha boca mas seu pau não amoleceu não sei o que eles tomam na academia mas ele me colocou de quatro no sofá com uma facilidade enorme devido sua força foi penetrando no ânus, a cabeça foi me rasgando doida muito, quando a cabeça entrou parecia que eu tinha parido de novo ficou uns segundos parado com a cabeça dentro para do nada empurrar tudo me fazendo gritar de dor, ele metia sem parar dando muitos tapas na bunda me xingando com uma das mãos ficava esfregando meu grelo enquanto a outra dava tapas na minha bunda a dor foi virando um estranho calafrio na espinha em pouco tempo eu estava gozando dando o rabo para ele, o filha da puta ficava revezando entre a buceta e rabo por quase duas horas me comeu com força e raiva ele acabou dando outras duas gozadas uma dentro da cona outra dentro do meu rabo, em ambas gozadas ele enfiava os dedos na cona e fazia chupar nossas porras misturadas dando muitos tapas na minha cara me chamando de vadia eu estava em transe total não resistia não questionava não reclamava só gemia e gozava feito uma égua quando ele terminou puxou meu cabelo me levantando falando.
Tony - Puta fala que não gostou safada do caralho, fala porra, vou te comer muito ainda até cansar piranha
Me jogou no sofá exaurida arreganhou minhas pernas eu tremia do último orgasmo ele esfregou muito forte meu grelo me fazendo ter uma sequencia absurda no qual me tremia feito uma doida logo em seguida deu uns 10 tapas seguidos na buceta mandando eu responder que tinha gostado eu estava em transe ainda nem sei quantas vezes gozei Tony me deu um tapa forte na cara mandando falar, respondi sim filho da puta eu gostei porra!!!!! Ele virou de costas e saiu rindo.
Tony - Adoro uma puta safada relaxa que é nosso segredo, você é uma puta piranha e vai fazer tudo que eu mandar para que ninguém saiba vagabunda.
Foi embora me deixando ali toda arregaçada eu devo ter ficado uma hora estirada no sofá sem fôlego tentando me recuperar, só sei que quando sai do banho faltavam minutos para reunião on-line.
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Por Tuga069
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