O beijo teve gosto de pasta de dente, ficaria sabendo no dia seguinte que além de ter tomado um banho bem caprichado ele também tinha escovado os dentes e tomado um tadala. Nossas línguas entraram num ritmo muito rápido, foi um beijo molhado, quente, mais de um ano de desejo reciproco finalmente saciado. Minhas mãos passearam por aquele corpo, como se pra confirmar que aquilo de fato estava acontecendo. Quando pousei minha mão sobre seu short fino senti sua rola pulsar. Agora eu já não precisava disfarçar nada. Podia sentir o calor de sua pica na minha mão. Ele se afastou um pouco, ainda olhando pra mim, tirou os shorts e ficou de pé no próprio sofá a minha frente. Suas pernas estavam uma de cada lado do meu assento, e com suas mãos se apoiava na parede atrás.
E assim o objeto do meu desejo estava na minha frente, na altura dos meus olhos, e principalmente na altura da minha boca.
Antes aproveitei pra passar as mãos naquelas coxas, subi lentamente a mão pela parte interna, sentindo cada centímetro do que antes eu só podia admirar de longe. Eram firmes como eu sempre imaginei que fossem. E ali um pouco acima estava seu pau bem duro: deveria ter uns 15 cm, grossura mediana, circuncisado e com a cabeça bem vermelha. Os ovos eram um espetáculo à parte, duas bolas enormes em suspensão, a esquerda um pouco mais baixa que a outra. Minha boca estava salivando e foram aquelas bolas que eu primeiro ataquei. Com muito cuidado lambei aquele saco, tentava em vão coloca-los na boca, ele gemia e se arrepiava a cada tentativa, passava uma das mão na minha cabeça, me dizendo quão gostoso estava e implorou “chupa esse pau, eu sei que é isso que sempre quis”
me afastei um pouco pra olhar pra ele, fui imediatamente tomado pela visão de sua barriga e peito peludo, passeie minha mão por aquele mar de pelos, ele com olhar de tesão passou a mão pelo meu rosto, gentilmente colocando o dedão na minha boca, não perdi a oportunidade e abocanhei seu dedo para dar uma prévia do que aconteceria com seu pau. Ele mordeu a sua boca e sussurrou com a voz inundada de tesão “ chupa meu pai, vai” volto minha atenção a sua rola a tempo de ver seus ovos se contraindo, seu pau pulsando e uma gota transparente sair de sua rola e formar um filete suspenso no ar.
Era a deixa que eu nem precisava, não deixo aquela gota cair, aparo com minha língua antes de engolir aquele cacete por inteiro. O gemido que ouvi naquele momento ficou na minha cabeça durante muito tempo. Sua rola entra inteira na minha boca, seus ovos descomunais estão batendo no meu queixo enquanto ele engata num movimento de ir e vir, como se estivesse fudendo minha cabeça. Sinto sua rola deslizar da entrada da minha garganta até a ponta da minha língua só pra voltar novamente pra minha garganta. Esses movimentos trazem saliva do fundo da minha boca pra fora amortecendo as batidas de seus ovos. Depois de algum tempo nessa posição deliciosa sinto suas duas mãos na minha cabeça, ele dá uma estocada mais firme e segura aquela peça toda dentro de mim. Não me faço de rogado e com as duas mão seguro sua bunda, sinto ele mexendo como se quisesse de alguma maneira que seu pau fosse ainda mais pra dentro da minha boca. Após alguns segundos, ele sai de dentro de mim e desce pra me beijar. primeiro ele lambe todo o meu queixo, que até poucos segundo atrás era o lugar natural de seu ovos, esse beijo foi ainda mais molhado e com mais tesão.
Nisso tudo eu percebi que ainda estava de bermuda, o tesão foi tanto que nem tive tempo de tirar meu pau pra fora. Ainda o beijando, tento tirar minha roupa. Ele percebe meu movimento e desce do sofá e me ajuda. Achei que ele voltaria após eu conseguir concluir, mas ele fez algo ainda melhor: se ajoelhou na minha frente. Meu pau estava duríssimo, ele o pega com uma mão, enquanto a outra massageia meus ovos e parte interna da coxa. Como se ele tivesse analisando cada centímetro de minhas partes, olha pra mim e comenta antes de abocanhar: é ainda melhor do que eu imaginava.
Com certeza ele sabia o que estava fazendo. Meu pau é grande, mas ele era profissional. Primeiro começou brincando com a cabeça, passando a língua na glande, dando beijinhos nela, um boquete super molhado, a cada ida minha rola entrava um pouco mais, logo após ele desceu até a base. Dentro de sua boca pudi sentir sua língua massageando minha rola por completo, enquanto entrava na sua garganta. Fazia isso tudo olhando pra mim. Aquela visão dele ajoelhando entre minhas pernas com meu pau na boca era impressionante. Passei minha mão na sua têmpora, acariciando seus cabelos grisalhos, enquanto ele continuava mamando a minha rola. Percebi que se continuasse nesse ritmo eu gozaria ali mesmo e implorei “vamos pro quarto ?”
Ele assentiu e ficou de pé me puxando pela mão pra ficar de pé também. Aproveitei para abraça-lo e sentir seu corpo todo contra o meu. Ali nus em pé nos beijamos outra vez. Eu me abaixava pra sentir seu pau encostar no meu, enquanto com minha mão apertava sua bunda, percebi ele empinando um pouco seu traseiro pra facilitar o acesso de minha mão ao seu cuzinho. Quando conseguir enfiar o dedo bem de leve ele deu um suspiro e me puxou pelo braço em direção ao quarto.
Ele andava na minha frente, me puxando pela mão, passando pelo corredor em direção ao seu quarto que ficava no final. Aquela bunda gostosa andando na minha frente tava me deixando louco e eu precisava senti-la. Puxei ele pra perto de mim se dei um beijo por trás no seu pescoço, ele passou a mão na minha cabeça e tentou ficar na ponta do pé pra que meu pau roçasse na bunda. Encostei ele na parede, ainda de costas pra mim e me abaixei pra beijar aquele cuzinho. Ele me ajudou se arrebitando todo e com as duas mãos abriu sua bunda.
Minha língua encontrou seu cu com extrema facilidade. Ele gemia de prazer a cada lambida que eu dava. Tentava enfiar minha língua toda dentro, ele se mexia, se requebrava, empurrava minha cabeça pra entrar mais. “ me fode, vai” ouvi ele pedir e rapidamente o atendi. Ali no corredor mesmo, contra a parede meu pau entrou em seu cu pela primeira vez. Entrou como uma faca quente na manteiga, lentamente até sentir meu ovos batendo em sua bunda. Ele forçava o corpo pra trás pra sentir cada centímetro de minha rola dentro dele. Após entrar toda eu segurei suas mãos sobre a minha contra a parede e comecei a meter. Estava tudo maravilhoso. Meus ovos batendo na sua bunda a cada metida, seu corpo encostado no meu, nossas mãos entrelaçadas na parede, ele com cabeça pro lado pra tentar me beijar enquanto metia nele. As metidas pegaram ritmo, ele falava sacanagem no meu ouvido “ isso, me fode” “ como esse cu” “ ele é todo seu” eu estava ficando louco e o gozo viria a qualquer momento. Mas não queria ainda. Tirei meu pau de dentro e pedi pra irmos ao quarto.
No quarto ele me jogou na cama deitado com a barriga pra cima e veio por cima de mim. Mesmo na penumbra do quarto seus olhos azuis ainda me encantavam, ele estava sobre mim, me beijando, com minhas mãos eu apertava sua bunda, sentia sua rola bem dura apertando minha barriga. Aproveitando que eu abria sua bunda com minhas mãos, ele conduziu meu pau ao se cu. Entrou macio e quente. E ele começou a quicar. O barulho de nossos corpos se batendo era alto naquele quarto, o suor dele escorria e caia sobre mim, tentava em vão me controlar pra não gozar, mas agora eu estava preso sobre ele. Era passageiro do prazer e quem estava sobre controle era ele. Eu informei que tava quase gozando e só conseguir fazer com que ele acelerasse ainda mais o ritmo, ele cavalgava na minha rola, subia e descia, fazendo meu pau quase sair só pra em seguida descer até os ovos. Senti o gozo vindo e anunciei. Ele sentou com meu pau todo dentro e enquanto eu gozava, pudi sentir seu cu se contraindo na minha rola e jatos atingindo minha barriga, peito e queixo: ele também tinha gozado com meu pau dentro dele. Paramos ofegante, seu pau ainda pulsava e algumas gotas de gala ainda saiam a cada pulsada. Estávamos os dois tentando recuperar o folego, ele se deitou sobre mim não sem antes passar a língua no seu gozo que tinha atingido meu queixo e me dar um beijo quente com gosto de paixão.
Seu corpo estava colado no meu, entre nossos peitos e barrigas tinha suor e sua própria porra misturados. Senti seu pau amolecendo encostado na minha cintura, enquanto meu estava perto de sua coxa. Ofegávamos juntos, até nossa respiração era sincronizada. Ficamos naquela posição por alguns minutos, por mim passaria horas assim. seu rosto que estava encostada na lateral do meu pescoço se levantou um pouco. Ele olhou pra mim, desviou o olhar como se tivesse pensando em algo, voltou a olhar e perguntou:
- Dorme aqui ?
Aquela foi a primeira noite que dormi com ele. Desde então minha rotina tem sido a mesma: vou pra cidade dele as sextas feiras, consegui alterar meu dia de visita com a diretoria. Chego cedo e já mando mensagem pra ele avisando que cheguei em segurança. Apesar de ser uma viagem de pouco mais de uma hora e conhecer a estrada muito bem, ele sempre pede pra eu avisar quando chego. A gente já tentou almoçar juntos na casa dele por um período, mas depois do almoço eu sempre me atrasava pro turno da tarde então a regra agora é só podemos almoçar juntos em restaurante e nada de subir pra “descansar” um pouco depois do almoço. Quando saio da fabrica as 18:30 já vou direto pra casa dele. As vezes a gente sai pra jantar, as vezes a gente cozinha algo em casa mesmo. Aos sábados aproveito pra ficar por lá já que não trabalho, as vezes ele vem comigo pra minha cidade passear. Ficamos juntos até umas 16 horas do domingo que é a hora que eu volto pra minha cidade. Na estrada de volta fico torcendo que a semana acabe logo, que chegue logo a sexta, pra que eu possa novamente rever Antunes. E desde então, ele tem sido bem mais do que apenas meu amigo.
jorgeengheiro