Lucas: O que? Vai dizer que nunca viu um homem pelado na vida? Tá calor. E somos adultos o suficiente pra não tornar isso estranho. Na verdade, acho que deveria ficar mais à vontade também. A casa é sua.
Ele disse se sentando ao meu lado no sofá completamente nu e pegando minha pipoca, enquanto eu assistia uma série, perfeitamente vestida.
Eu: Você em casa em pleno sábado? Isso é novidade.
Normalmente ele nunca estava em casa aos finais de semana, ou melhor, nas poucas vezes que ficava me obrigava a passar a noite sem dormir e com fone de ouvido pra não ouvir a garota da vez gemendo.
Tínhamos um acordo: liberdade total, pra ambos.
Lucas: A Amanda cancelou de última hora.
Eu: Vai ver ela caiu em si nos 45 min do segundo tempo.
Falei provocando mas ele começou a me fazer cócegas pedindo pra retirar o que tinha falado.
Eu não conseguia nem mesmo falar, e de conseguisse, não iria desmentir.
Ele continuou com as cócegas, até que estava por cima de mim, entre minhas pernas, o corpo colado no meu, e como estava de pijama e sem calcinha, pude sentir o pau dele bem na buceta, ficando duro, roçando.
Eu: Lucas…
Consegui falar em tom de aviso. Então ele parou e saiu, o pau meia bomba. Foi um pouco estranho, os dias se passaram e não tocamos no assunto, mas naquela outra noite as coisas começaram a mudar…
Estava um calor insuportável, e o ar do meu quarto simplesmente parou de funciona, não havia qualquer chance de conseguir dormir então levantei, e resolvi perguntar se podíamos dividir o quarto só naquela noite, até concertarem o ar no dia seguinte. Entrei no quarto dele sem bater, a porta estava destrancada.
Ao entrar no quarto o vi, ele estava deitado na cama, completamente nu, o pau estava totalmente duro: grande, grosso, cabeça rosinha, molhado de pré gozo.
Na tv rolava um porno bem explícito. A mulher estava de quatro, enquanto um cara metia na buceta dela e fodia o cuzinho com os dedos ao mesmo tempo. O Lucas estava batendo uma enquanto assistia, a mão dele deslizava pra cima e pra baixo, quando ele me viu, parou. Mas não se vestiu ou tentou se cobrir, só perguntou se tinha acontecido algo, ainda segurando o pau.
Eu: Nada. não importa. Desculpa, não deveria ter entrado sem bater.
Ele: Tudo bem. Não é como se você não tivesse me visto pelado antes.
Eu: Já vi, várias vezes. Mas não assim.
Ele: Assim como? Duro? Batendo uma? Vendo porno?
Ele perguntou com um sorrisinho.
Ele: Não é nada demais. Nada que você também não faça, tenho certeza.
Então ele continuou a mover a mão.
Ele: aconteceu alguma coisa?
Eu: O ar do quarto quebrou. Está insuportável pra dormir.
Ele: Dorme aqui. Não vou te morder.
Disse dando batidinhas na cama.
Eu: Tá. Acho melhor voltar depois.
Ele: É só um porno e um cara de pau duro batendo uma. Tenho certeza que já viu isso antes, várias vezes. E você parece cansada. Deita logo. Só vou terminar aqui.
Falou olhando pro pau. A mão deslizando pra cima e pra baixo, o polegar passando na cabecinha.
Tinha sido uma semana puxada, então só fiz o que ele falou. Fui até a cama e deitei de costas pra ele, estava morrendo de curiosidade mas me segurei e não olhei. Em algum momento acabei dormindo.
Pela manhã acordei sentindo um corpo grudado no meu, e um pau duro encaixado bem no meio da bunda. Apenas o tecido do meu short é da cueca dele separando o contato.
Ele: Desculpa. Tô acostumado a acordar acompanhado. Acho que o corpo acabou confundido.
Ele disse mas também não se afastou.
Ele: E acho que não sou o único né? Minha cueca tá molhada, Alice.
Ele disse num sussurro rouco perto da orelha que me fez arrepiar.
Eu: Não sei do que está falando.
Menti. Estava encharcada.
Ele: Ah não? Então prova.
Eu: O que?
Ele: Prova. Deixa eu ver.
Eu: você tá doido. Não vou te deixar ver minha buceta.
Ele: Do que tem medo? De assumir que ficou molhadinha por minha causa?
Eu: Não estou molhadinha por sua causa e não tenho medo de nada.
Ele: Ah não. Essa mancha na minha cueca é o que exatamente?
Ele perguntou. Quando olhei, realmente tinha uma marca de umidade. E meu pijama tava grudado na minha buceta. Molhado.
Ele: Ainda vai fingir?
Eu: Não sei do que a falando.
Ele tinha se aproximado. Me prendido na cama.
Ele: vamos ver.
Começou a fazer cócegas novamente. Eu tentava me desviar mais não conseguia. Outra vez ele acabou entre minhas pernas, o pau roçando na buceta. Dessa vez completamente duro. Só cueca, e o shot do pijama separando o contato. Enquanto ele fazia cócegas, uma mão foi parar no meio das minhas pernas.
Ele: como eu disse, molhada.
Falou dando um sorriso safado. O despertador tocou outra vez. Ele praticamente deu um pulo da cama.
Ele: Droga. A prova. Essa conversa ainda não terminou.
Falou e saiu praticamente correndo após se arrumar. Passei o restante do dia fugindo dele e do assunto, e ele não forçou mais nada, apenas continuou a andar pela casa nu, só que na maioria das vezes, de pau duro, e tinha dias que chegava em casa e ele estava na sala batendo uma.
Continua…
lice969