Deixa as pernas bem abertas assim, vai amorzinho. Vamos ver o que temos aqui.
Senti algo fino entrar na buceta, não consegui identificar, depois mais um, e mais um, até que minha buceta estava cheia, tão apertada que as canetas que ele tinha colocado começaram a escorregar pra fora
Ele: Caralho. Coube bastante. Vamos deixar essa buceta mais larguinha.
Senti ele puxar um a um o que estava dentro da minha bucetinha depois voltou roçando algo mais grosso e gelado na entrada. Ele tinha me amordaçado então não conseguia falar ou gemer.
Senti aquilo entrar, abrir a buceta quente e molhada. Foi devagar, centímetros por centímetro.
Ele: Porra. Que bucetinha gulosa, coube tudo.
Falou e passou o dedo no meu grelinho, fazendo estremesse.
Então ele colocou fones no meu ouvido. Achei estranho, mas ele falou que queria que meu único sentido fosse o tato.
Eu não escutava e não via nada.
Ele então puxou o pepino que tinha colocado na minha buceta pra fora, depois colocou pra dentro de novo.
Foi então que meu primo chegou, e parou na porta no meu quarto e viu tudo.
Lucas ficou lá olhando.
Eu nua, amarrada na cama e com as pernas abertas, o pepino socado na buceta, o Gabriel socando o pepino dentro e fora.
O Gabriel percebeu que o Lucas estava ali, mas ao invés de fechar a porta, pediu pra ele entrar e perguntou se ele também queria entrar na brincadeira. Disse que eu não estava ouvindo nada.
O Lucas entrou, puxou o pepino pra fora da minha buceta completamente.
Lucas: Caralho. Ela tá bem molhada. Tá escorrendo.
Gabriel: Faz um tempo que estamos brincando.
O que quer fazer?
Lucas: Já volto.
Ela saiu e voltou com uma garrafa de cerveja.
Abriu e derramou no meu corpo.
Senti um líquido gelado nos seios e pela barriga, depois uma boca sugando o líquido.
O que eu não sabia é que aquela boca não era a do meu namorado.
Depois senti o mesmo na buceta. O líquido, em seguida uma boca.
Só que ali eles revesaram, um chupava. Depois o outro.
Ficaram assim por um bom tempo. Colocaram um pouco da garrafa dentro da bucetinha enquanto chupavam, me fazendo ficar toda arrepiada.
Então senti ao quente e grosso na entrada, pincelando, da entrada até o clítoris, até que entrou de uma vez.
E começou a meter sem dó, enquanto esfregava meu grelinho.
Gabriel: Caralho. Queria tanto chupar a buceta dela enquanto você a fode. Mas seu eu fizer isso ela vai saber que estamos em dois. Disse ele enquanto o Lucas me fodia e ele brincava com meu grelinho.
Lucas: A gente pode dar um jeito disso acontecer depois.
E continuou metendo na minha buceta até gozar, eu gozei também. Apertei a pica dele dentro. A buceta pulsando em torno do pau dele.
Gabriel: Minha vez.
Ele meteu o pau com tudo, socou de uma vez até o fundo. E continuou num ritmo acelerado, sem dó.
Minha buceta engolindo e se abrindo pra receber aquela pica.
Gabriel: Ela tá muito molhada.
O Lucas começou a esfregar meu grelinho enquanto o Gabriel comia minha buceta,
Logo gozei de novo. Dessa vez mais intenso. E minha buceta apertou tanto o pau do Gabriel que logo ele gozou também.
Gabriel: Precisamos fazer isso mais vezes. Da um puta tesão ver ela sendo fodida.
Lucas: Vamos pensar em alguma coisa.
O Lucas então saiu do quarto. O Gabriel tirou minha venda, o fone e começou e me desamarrar.
Os objetos que ele tinha usando ainda estavam na cama. As canetas, o pepino e garrafa.
Eu: Colocou um pepino dentro da minha buceta?
Ele riu.
Eu: Você estava incansável hoje. Eu gostei.
E foi isso. Como descobri que o Lucas também tinha me comido, fica pra outra história.
lice969