O Condomínio Parte 2



O Condomínio – Parte 2

Era sexta-feira à noite.
Enzo tinha saído cedo para a faculdade de Odontologia. A casa 3 ficou em silêncio. Márcio, sozinho, estava no quarto experimentando a batina que recebera no seminário. A peça preta, comprida até os tornozelos, ficava um pouco justa nos ombros e nas coxas. Ele se olhava no espelho, ajeitando o tecido, quando a campainha tocou.

Márcio abriu a porta.

Eduardo estava ali, sem camisa, o peito bombado e suado, um short cinza bem baixo e a toalha branca jogada no ombro — a mesma desculpa de antes.

— E aí, Márcio… meu chuveiro queimou de novo. Dá pra tomar um banho rápido aí?

Márcio hesitou, mas acabou abrindo mais a porta. Eduardo entrou. Foi aí que ele viu a batina preta caindo sobre o corpo esguio do moreno, os cabelos pretos longos escorridos até o ombro, o corte afunilado na nuca.

Eduardo parou. Os olhos escureceram.

— Porra… de vestido. Eu não resisto.

Márcio franziu a testa, surpreso.

— Isso não é vestido, é a batina do seminário…

Eduardo não deixou terminar. Avançou, agarrou a cintura fina por cima do tecido e puxou o corpo contra o dele. Começou a sarrar devagar, o volume duro do short pressionando a virilha de Márcio, enquanto beijava o pescoço e a mandíbula. Márcio tentou empurrá-lo, as mãos no peito largo.

— Para… o que você tá fazendo?

Eduardo riu baixo, a voz grossa perto do ouvido.

— Você fica uma putinha linda de cabelos longos e vestido. Fica quieto e obedece.

— Isso não é um vestido, seu idiota!

Eduardo apertou o maxilar de Márcio com uma mão grande, forçando o olhar.

— Fica quieto. E obedece.

O coração de Márcio batia disparado. As pernas tremeram. Eduardo o empurrou para o chão.

— Ajoelha.

Márcio obedeceu. Caiu de joelhos no piso frio, o tecido preto da batina se espalhando em volta. Eduardo puxou o short para baixo. O pau já duro saltou na frente do rosto do mais novo. Sem jeito, confuso, Márcio abriu a boca. Eduardo enfiou, gemendo alto.

— Eu sabia que vocês eram viadinhos… Agora vão me servir.

Ele segurou os cabelos pretos e meteu fundo algumas vezes, o som molhado enchendo a sala. Depois puxou o pau brilhante de saliva.

— Vou comer esse cuzinho. Comer sem tirar o vestido. Levanta, porra. Vamos pro sofá.

Márcio se levantou cambaleando. Eduardo o virou de quatro no sofá, levantou a batina até a cintura. Márcio não usava nada por baixo. A bunda clara e redonda ficou exposta.

— Porra… que bundinha branca gostosa. Parece bunda de mulher.

Eduardo se abaixou e passou a língua devagar no meio das nádegas. Márcio soltou um gemido involuntário, o corpo tensionando. A sensação era boa, mas a cabeça estava um caos. Eduardo cuspiu, posicionou a cabeça grossa e empurrou.

Márcio arquejou.

— Para… por favor, para…

Eduardo foi indiferente. Empurrou tudo de uma vez, o pau grosso abrindo caminho até o fundo. Márcio chorou baixinho, as lágrimas caindo no tecido do sofá, mas não gritou, não fez escândalo. Apenas agarrou o encosto com força e aguentou.

Eduardo começou o vai-e-vem pesado, as mãos firmes na cintura magra, a batina preta amassada nas costas de Márcio. O ritmo aumentou. O som de pele batendo em pele encheu a casa. Márcio soluçava, o rosto enterrado no sofá, o corpo balançando a cada estocada.

Eduardo gemeu rouco, enterrou até o talo e gozou fundo, enchendo o cuzinho apertado de porra quente. Ficou ali alguns segundos, respirando pesado, depois saiu devagar. A porra escorreu pela coxa clara de Márcio.

Eduardo puxou o short, se ajeitou e olhou para o moreno ainda de quatro, a batina erguida, o corpo tremendo.

— É só o começo. Avisa pro Enzo que ele tá me devendo aquele cuzinho… e eu vou cobrar.

Márcio virou o rosto, os olhos vermelhos, a voz fraca:

— Enzo… como assim?

Eduardo sorriu de canto, sarcástico. Tinha pedido a Enzo para não contar nada, justamente para manter o fator surpresa. O plano era ser dono dos dois.

— Eu sei que você gostou, putinha.

Ele abriu a porta e saiu, deixando a casa 3 em silêncio.

Márcio ficou no sofá, a batina ainda erguida, o corpo doendo, a cabeça uma mistura confusa de vergonha, medo, dor… e uma excitação que ele não queria admitir.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Condomínio Parte 2

Codigo do conto:
274676

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/10/2026

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