Quebrando o cabaço com meu amigão



Desde criança sempre tive uma atração descomunal por homens, nesse período, lembro, que ficávamos nos beijando e acariciando o pau uns dos outros na hora do intervalo da escola, coisas de crianças.. Mas ao passar o tempo essa vontade de conhecer mais profundamente o sexo masculino só aumentava. Durante a adolescência não conseguia me envolver com meninas, pois sempre fui muito tímido e me utilizava dessa característica pessoal para evitar esse contato, além de ter frequentado durante muito tempo a igreja. Falando nisso, durante essa época carreguei comigo uma culpa cristã por ter esses desejos com outros homens, mas a verdade é que até na igreja a tensão sexual entre homens sempre foi um ponto forte! Lembro muito dos almoços de domingo em que seminaristas iam almoçar na minha casa e havia um especificamente que sempre ficava rodeando, com olhares penetrantes, pegadas no pau com mais intensidade e eu sempre me fazendo de doido. Já na minha juventude, quando já tinha meus 16 anos conheci o Davis, ex namorado de uma amiga. Ele tinha a minha idade e era um rapaz bem cobiçado no nosso grupo. Branco, corpo definido, mas naturalmente escupido já que ele não frequentava academia, todo cabeludo, rosto lindo, olhos castanhos, cabelos lisos e pretos e um pau de 21cm, na grossura certa, reto, cabeça bem rosadinha, todo cabeludo e ele fazia questão, sempre que podia, de exibir o pau dele pra gente, nessas brincadeiras entre amigos e encarávamos assim, como brincadeira, sempre mantive distância por conta do relacionamento dele com minha amiga e pelo fato de não aceitar que sempre fui uma putinha sedenta por pau.. Começamos a estudar na mesma escola e participamos de uma gincana, nessa época eles já tinham terminado o relacionamento deles e durante a festa de comemoração a tensão sexual entre a gente ficou muito evidente. Lembro que nesse dia ficamos muito bêbados e na volta pra casa, já no ônibus, quase nos beijamos, só não rolou o beijo porque eu esquivei, mas percebi que o pau dele estava duro que nem pedra e o meu já estava melando todo o meu short de tanta baba que saia. Fingimos que nada aconteceu naquele dia e seguimos a vida normalmente, ele dormia na minha casa, eu dormia na casa dele e nada acontecia, gostávamos da companhia um do outro. Meus pais tinham um casal de amigos que uma vez por ano faziam viagens em família, e, numa dessas viagens, esse casal pediu para eu ficar dormindo na casa deles. Numa noite reuni meu irmão, o Davis, mais dois amigos para jogar vídeo game durante a madrugada, mas eu e ele ficamos bebendo uma vodka bem fuleira que compramos. Quando já estávamos secando a garrafa ele falou que me comeria naquela noite e pegou na minha bunda, eu me fiz de doido mais uma vez e deixei quieto. Já era pra mais de 2 da manhã quando disse que ia dormir, pois a bebida já havia acabado. Ele também entrou no quarto para dormir, aproveitamos porque na nossa casa só tinha ventilador e na casa dos amigos do meu pai tinha ar condicionado. Ele puxou o edredom que estava na cama para forrar o chão e se deitou, já eu fui para a cama. Estávamos bêbados demais e acho que isso facilitou pra eu encorajar e fazer o convite pra ele ir para a cama.
Eu: deita aqui véi, o chão é ruim demais, a cama é espaçosa. Tu dorme de um lado e eu durmo do outro lado.
Davis: é mesmo! Afasta ai então.
Ele deitou de um lado da cama e eu fiquei estático do outro lado. Meu pau já estava babando pra caralho, latejando de tanto tesão. Aquele homem ali do meu lado, eu tinha que aproveitar essa situação para chupar aquele pau gostoso que eu só imaginava e nunca tinha provado. Esperei ele dormir, quando percebi que a respiração dele estava profunda comecei, lentamente, a abrir a bermuda dele. Percebi que ele estava sem cueca, bem safado como ele era sempre andou assim, o pau mole, preenchia a mão toda e ainda sobrava. Pensei em colocar na minha boca, mas ele se mexeu e parei imediatamente com a putaria. Estava me tremendo porque nunca tinha avançado tanto com um homem, como fiz com ele nesse dia. Percebi que ele acordou e pensando que ele iniciaria uma briga ali afastei um pouco, mas o que eu ouvi me deixou explodindo de tesão.
Davis: chupa!
E botou minha mão no pau dele já duro! Nessa hora enlouqueci. Era a primeira vez que chupava um pau na minha vida e vi que nasci para aquilo. Babei o pau todo e chupei, chupei, chupei, até que ele me puxou pra si e começou a me beijar. Sério, não lembro de um beijo com tanto tesão como os que demos nesse dia. Ele já estava doido pra me comer e eu doido pra dar pra ele.
Davis: vira, quero te comer.
Eu: vai devagar porque nunca fiz isso.
Ele sorriu bem safado e começou a roçar o pau dele duro no meu cu. Enquanto me enforcava e beijava minha boca com muita sede, roçava aquela vara no meu cuzinho. Os dois ofegantes! O desejo tomando de conta de todo o ambiente. Começou, então, a meter a cabecinha toda melada com a baba que saia daquele pau gostoso. Não tínhamos lubrificante no quarto, pois estávamos no quarto dos amigos do meu pai, ele lambuzou o pau de baba e começou a meter novamente a cabeça abrindo meu cuzinho cada vez mais.
Eu: mete esse pau com cuidado, ele é muito grande.
Davis: pode deixar, tu vai ficar viciado. Posso meter todo?
Antes de responder ele já tinha metido o pau dele. Naquela hora eu vi que o meu negócio era homem mesmo. Sentir aquele pau dentro de mim, pulsando e me preenchendo foi a melhor sensação que havia sentido até aquele momento na minha vida! E ele sabia bem comer um cuzinho. O pau dele era perfeito, senti dor no começo, até sangrei um pouco, mas o tesão estava tão grande que só queria que ele metesse até o talo e bem forte.
Eu: mete essa porra bem fundo, vai. Tô com muito tesão!
Davis: tu quer mais forte? Quer putinha?
Eu: quero tudo que tu quiser fazer comigo.
Nessa hora ele parou de me comer e só senti o pau dele pulsando dentro de mim. Ele quase gozou quando falei isso, porque já tinha imaginado várias vezes aquele momento. Me puxou pela cintura, me colocou de quatro na cama e meteu com tanta vontade e força em mim que quase chorei. Era um misto de prazer e dor porque o pau dele é muito grande e nessa posição estava machucando um pouco. Já tínhamos nos esquecido dos meninos jogando na sala e o perigo de entrar alguém no quarto, mas nem nos importamos com isso. Só queríamos sentir prazer e viver aquele momento. Não aguentei essa posição, mas ele rapidamente me virou e começou a me comer de frango assado.
Ai então vi a cara de prazer dele, a cada metida ele pirava. Era nítido que ele curtia muito comer um cuzinho de homem. Estávamos entregues! Os dois! Ele metia e me beijava, fodia com força me rabo e eu sedento por mais e mais e mais. Foi quando ele olhou pra mim e no meu ouvido falou:
Davis: vou gozar.
E gozou! Eu sentia os jatos de porra dentro de mim e tudo isso sem muito barulho pra ninguém ouvir. Eu já estava quase gozando também, e ele lá, batendo o leite dentro de mim. Aquilo me deixou louco, ele só parou de meter quando eu gozei.
Terminamos e fomos nos limpar, quando deitamos novamente na cama, de lados opostos, fiquei pegando no pau dele a noite toda e ele deixava. Sempre com o pau duro, eu estava vivendo um sonho.
Quando acordamos no outro dia estava um clima diferente, mas imaginei que fosse normal pois havia rolado muita informação naquela noite rs Contudo, uma amizade morreu naquele dia. Ele se distanciou de mim e nunca mais pude sentir o sabor daquele beijo e daquele pau na minha boca. Hoje ele é casado e com filhos, tá todo parrudo, continua lindo. Quem sabe um dia possamos matar a saudade daquela noite. Eu gostaria muito!

Como foi meu primeiro conto, se você gostou dele, me avisa. Que daí posto outras situações que já rolaram comigo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quebrando o cabaço com meu amigão

Codigo do conto:
274709

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/10/2026

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