Gosto de sentir uma barba roçando no meu corpo, os pelos mais grossos quando toco num homem, o beijo mais visceral, o pênis ereto dentro de uma cueca, uma bunda masculina, o cheiro de um macho e a masculinidade.. Isso tudo me deixa muito louco de tesão!
Trabalhava em uma obra no interior da Bahia e nessa obra havia um técnico em segurança do trabalho que se chamava Getúlio. Era um homem branco, falso magro, 1,85m, cabelo preto estilo militar, do interior do Pernambuco, com aquele sotaque carregado, 37 anos, roqueiro. Era 2013 quando ele entrou no projeto, eu já trabalhava nele e então fomos criando uma amizade, pois estávamos na mesma diretoria.
Compartilhávamos brincadeiras durante o dia na obra, mas nada de cunho sexual, até ele saber da minha orientação sexual. As brincadeiras começaram a tomar um outro rumo e eu, vez ou outra, me fazia de doido para não cair na tentação, pois mãe sempre dizia que onde se ganha o pão não se come a carne. Mas tem outro ditado que diz que a carne é fraca né?
Tínhamos que fazer inspeções na obra e vez ou outra ia com ele, só nós dois no carro. Nesses momentos ele podia se abrir mais, pois na nossa sala trabalhavam outras pessoas. Em uma dessas saídas ele começou a me contar sobre a sua vida. Nesse momento ele me contou que já tinha rolado outras experiências com outros homens e que ele gostava de transar com mulheres trans. Fiquei feliz em ver que ele estava se abrindo comigo, mas naquele dia uma chavezinha virou. Comecei a desejar o meu amigo e percebi que era reciproco. Começou então um joguinho entre a gente.
Quando ficávamos sozinho na sala eu ficava provocando, esfregando minha perna na perna dele, sentava na frente dele pra ficar olhando para ele, quando ele passava na minha frente eu me aproximava para ter contato com o pau dele, as vezes roubava um selinho. Tinha curiosidade em saber como era fuder com um homem mais velho e hétero. Aquilo me atraia, aquele joguinho de conquistar aquele cara me deixava louco!
Era uma tarde de sábado e, da equipe, só estava na obra eu e ele, os demais eram os funcionários que ficavam no campo. Saímos, então, para vistoriar a atividade e ver se estava tudo certo. Na ida eu comecei a passar a mão na barriga dele por dentro da blusa de farda. Até então não fazia ideia de como era o pau do Getúlio, mas imaginava que era grande pois ele sempre falava que “tinha um mastro muito belo” e que uma vez tinha comido um boy da cidade dele e o cu do menino ficou sangrando. Ele pediu para eu parar de mexer com ele, pois estávamos chegando na frente de serviço e o pau dele estava começando a ficar duro. Quando percebi já havia um volume na calça e só estava meia bomba. Fiquei salivando, mas parei. Já não me concentrava em mais nada, só na ideia de ver aquele homem nu.
Na volta, quando estávamos chegando no canteiro de obras, ele dobrou num acesso que ninguém ia, exceto para resolver algum problema do projeto ou por determinação dos chefes, pois era área privada e tinha que ter autorização. Como éramos fiscais tínhamos acesso livre. Na hora que ele dobrou já saquei qual era e o foda é que eu não estava preparado para sentar naquele homem.
Quando ele entrou no acesso meti a mão dentro da calça dele e vi que o pau dele já estava duro, e de fato era grande. Grande, um pouco grosso, com uma cabeça que parecia facilitar a entrada em um cu, eu achei perfeito. Ele parou o carro, me olhou e sem dizer nada me deu um beijo na boca. Que tesão foi aquele beijo. Foi um beijo esperado pelos dois, e foi uma delicia sentir aquela língua dentro da minha boca, a respiração ofegante e acelerada, o pau pulsando na minha mão. Ele, olhando nos meus olhos, tirou a minha mão de dentro da calça dele e lentamente foi abrindo o cinto, depois desabotoou a calça, abriu o zíper, e tirou o pau de dentro da cueca dele. Nunca esqueço aquela cena, ele olhando pra mim, o pau pulsando, minha boca salivando, ele com uma cara de safado dominando aquele momento, aqueles pelos que faziam uma composição do todo, o cheiro de macho misturado com o amaciante da cueca, a cabecinha rosada expelindo uma babinha perfeita pra lubrificar um cu. Ele segurou o pau apertando bem forte e olhando pra mim mandou eu chupar com aquele sotaque lindo.
Nem pensei duas vezes, cai de boca naquele pau gostoso. Eram uns 21cm de pau, delicioso, babão. Me deliciava a cada chupada, aproveitei cada centímetro com tanta vontade e desejo que refletia nos gemidos que o Getúlio dava.
- Chupa, meu amor, chupa. Chupa essa vara que é tua.
Nessa hora ele começou a apalpar minha bunda, enquanto eu chupava ele brincava com a portinha do meu cu já querendo meter aquela vara nele. Falei que não conseguiria dar pra ele naquele dia e ele só me olhou e disse:
- Nem te comeria aqui, o que quero fazer contigo tem que ser sem pressa e com conforto pra você ficar bem relaxadinho e sentir minha pica toda dentro desse meu cuzinho aqui que eu sou doido pra comer.
Pirei! Nessa hora me arrepiei todo, e comecei a chupar mais aquele pau que seria, por um tempo, meu. Engasguei quando ele enfiou de uma vez a pica toda minha garganta. Estava tão entregue, com tanta vontade que nem resisti e ele começou a foder minha boca. Cada estocada ele urrava de tesão, sentia o pau pulsando e sabia o que viria em breve e, de fato, não demorou.
Foi tanta porra dentro da minha boca, porra acumulada de meses de vontade, e era deliciosa, docinha, grossa, tomei toda sem deixar escapar nada. Ele ficou louco. Olhou pra mim e disse que quem ia gozar agora seria eu, porque ele só fica plenamente satisfeito quando vê a outra pessoa gozando e começou a me masturbar beijando minha boca.
Eu estava com tanto tesão que não demorei para gozar. Ficamos um tempinho nos beijando lentamente para o suor dos nossos corpos nus secarem, e retornamos para o canteiro de obras. Quando chegamos, pouco tempo depois o pessoal chegou do campo para ir embora. Na volta combinamos um jantar na casa dele no dia seguinte, já sabendo que a sobremesa, ou melhor, o prato principal seria eu.
Quando cheguei em casa e abri o meu e-mail tinha recebido um email dele com o assunto: Não abra em público. Quando abri o e-mail era uma foto dele pelado com o pau dele duro que nem pedra. Uma pena não ter mais aquela foto, mas ela foi motivo de várias punhetas que bati naquele ano.
Outro dia conto como foi o jantar, não esqueçam de comentar e votar no conto se curtiu o conteúdo. Beijos!