Oi, putos. Voltando aqui pra contar mais uma aventura que tive e vou me apresentar de novo de forma bem rápida. Me chamo Teo, tenho 39 anos, 1,75m 110kg, gordinho e peludo, mas não muito. Tenho uma amizade colorida com um gostoso que vou chamar de Marcos. Temos mais ou menos a mesma idade, mas ele é mais alto, por volta de 1,85m, parrudo e muito peludo, com muitos pelos nos braços e barriga, o que me deixa maluco. Costuma usar a barba grande e é um macho muito gostoso e safado pra caralho, bem do jeito que eu gosto. A gente se dá muito bem na cama e esse conto é pra contar uma dessas vezes que ele me usou de brinquedo sexual. Eu estava em casa, tinha acabado de acordar e recebo uma mensagem no whatsapp: “Bom dia, amor. Tá livre hoje? Seu macho tá precisando soltar leite e você vai ser meu depósito.” Adoro esse jeito dele, sendo bem mandão e carinhoso ao mesmo tempo. Respondi que estaria livre no final da tarde e combinamos de ir até a casa dele pra satisfazer meu macho do jeito que ele queria. Quando estava chegando na casa dele ele me mandou uma mensagem dizendo “vou tomar um banho e deixei a porta aberta pra você entrar. Vai direto pro quarto e já me espera sem roupa e de quatro na cama, já quero começar a chupar esse cuzão”. Cheguei e fiz como ele mandou e quando ele saiu do banho gritou pra mim que eu não devia virar pra ele, era pra ficar com a cara no colchão esperando. Não demorou muito e ouvi ou passos dele se aproximando, e logo depois um dedo molhado passando pela minha bunda e fazendo pressão no meu cu. Dei um gemido e ganhei um tapa pesado na bunda e já disse “Isso, puta. Geme pro seu macho que eu adoro ouvir seus gemidos.”. Ele não perdeu tempo, se abaixou e caiu de boca no meu rabo que estava morrendo de saudade daquele homem e ficou um bom tempo brincando com a língua e os dedos no meu anel. Meu cu piscava de tesão por causa da habilidade dele e eu gemia cada vez mais alto. Entre uma linguada e outra ele me mandava morder a lingua dele com o meu cu e dizia que tava morrendo de saudade de me fazer de putinha, Ficamos uns 5 minutos assim, o suficiente pro meu corpo ficar completamente mole e entregue a ele. Ele levantou, sentou na cama do meu lado e me deu um beijo de lingua de tirar o fôlego compartilhando comigo o gosto do meu rabo. “Agora é a sua vez, ajoelha e faz o que vc sabe fazer de melhor com essa boquinha na minha pica, puta.” Aqui eu tenho que dizer que nunca consigo acreditar muito bem que eu engulo o caralho daquele homem, pq ele merece esse nome: CARALHO! Nunca medi pra saber exatamente o tamanho, mas tem por volta de 20 cm e é com certeza mais grosso que uma lata de refrigerante. Mas eu nunca fui de negar boquete pra macho nenhum, não ia começar naquela hora, né? Coloquei a cabeça na minha boca e comecei a trabalhar nela enquanto aquele monstro ia ficando completamente duro. Às vezes ele tirava da minha boca e batia com aquele pau pesado na minha cara, segurava minha cabeça pra foder minha garganta e me fazia abrir minha boca ao máximo pra acomodar aquela coisa enorme. Depois de um tempo eu já conseguia engolir inteiro, mas não era fácil. Voltamos a nos beijar de forma lenta e demorada enquanto ele ia brincando com meu cuzinho com os dedos já lubrificados. Me colocou de barriga na cama, chupou meu cu mais um pouco e decidiu que estava na hora de me comer. Eu vou mentir se falar que consigo receber esse pau no meu cu sem dor, mas ele sabe usar o que tem e sabe que não é fácil aguentar aquilo tudo. Foi pincelando a cabeçona na porta do meu cu e forçando aos poucos, sempre com cuidado e perguntando se estava doendo. Eu só gemia e pedia pra ele enfiar mais. Depois de alguns minutos aquela cobra imensa estava toda dentro de mim e eu sentia o peso do meu homem no meu corpo e o meu cu esticado de um jeito que ninguém mais deixa. Ele esperou eu me acostumar e começou a meter de forma lenta, tirando quase tudo e colocando a rola inteira até eu sentir as bolas na minha bunda. Fez de novo e de novo até perceber que eu estava bem relaxado. Foi aí que ele me virou de bruços na cama, colocou minhas pernas nos ombros dele e meteu aquele latão de cerveja de uma vez só. A sensação foi tão incrível que eu não conseguia nem gemer, só sentia meu rabo se abrindo completamente e aquela piroca batendo fundo dentro de mim. Ele começou a meter de forma cada vez mais bruta e o carinho de antes sumiu completamente. Apertava meu pescoço, cuspia na minha boca e batia na minha cara sem pena de mim. Um tempo depois ele acelerou e falou entre os gemidos “Seu macho vai gozar, toma meus filhos dentro de você, puta” e gozou com um grito alto que me fez morrer de tesão. Bati uma punheta rápida e gozei melando toda a minha barriga. Ele caiu por cima de mim e ficamos nos beijando mais um pouco enquanto os dois recuperamos o fôlego depois daquela foda intensa. Depois de um tempo assim fomos tomar banho juntos e voltamos pra cama, onde ficamos fazendo carinho um no outro até o pau dele voltar a dar sinais de vida e ele falar que tava pronta pra outra. Espero que vocês tenham gostado do conto. E depois eu volto pra contar mais aventuras cheias de tesão.
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