Mesmo casada comigo, Bethânia continuou dando pro Pedro, sempre que ele a procurava. Eu sabia disso e até ajudava, servindo de álibi para a esposa dele. Eu não sei explicar, mas era exatamente esse jeito despudorado dela que me encantava. Eu era completamente apaixonado. Ela era minha rainha e eu seu serviçal. Meu maior prazer era ter sido o escolhido para viver tudo isso ao seu lado. Minha razão de existência era fazê-la feliz. Nunca falei com Pedro sobre isso e nunca foi necessário. Tudo aconteceu de forma natural. Ele aparecia em nossa casa, estressado com seu casamento, e o acolhíamos. Ele merecia. Também fazia Bethânia muito feliz. As vezes estava com pouco tempo e entrava só para uma rapidinha, uma chupada ou uma punheta. Ele dizia que ninguém o fazia gozar como minha mulher. Que ela fazia coisas que sua esposa se negava, como engolir sua porra, deixá-lo gozar na cara ou sexo anal. Bethânia tinha um corpo e um jeito que lembrava uma travesti, e isso parecia mexer com a fantasia dos homens, incluindo eu, porém, enquanto os outros só a queriam pra trepar, eu a amava e queria cuidar dela. Depois de um tempo, ela ficou grávida, e mesmo sem saber se era meu ou de Pedro, em nenhum momento isso foi problema para mim. Nem foi pauta de nossas conversas. Ela era minha mulher e o filho era meu. Abaixo uma foto dela durante a gestação.
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