Capítulo 2: A Estreia da Putinha



Jaqueline passou a noite inteira virando de um lado para o outro na cama. Ao lado dela, André dormia um sono agitado, como se também tivesse sido invadido pelos mesmos pensamentos. As palavras do Sr. Ramos ecoavam sem parar em sua cabeça: “sem calcinha”, “sorria bastante”, “ambiente mais acolhedor”. O acordo que ela e o marido haviam feito na noite anterior parecia ao mesmo tempo absurdo e excitante. Eles tinham conversado por horas. André confessara, com a voz embargada, que a ideia de outros homens desejando-a o deixava enciumado, mas também inexplicavelmente duro. Jaqueline, por sua vez, admitira que sentia um frio na barriga só de imaginar ser tocada por homens tão poderosos, mas que o dinheiro resolveria muitos problemas e que, acima de tudo, ela não queria mentir para o marido. O pacto foi selado com sexo intenso e palavras sujas que nenhum dos dois imaginava dizer um dia.

Pela manhã, o apartamento parecia carregado de eletricidade. André preparou o café em silêncio enquanto Jaqueline tomava um banho longo, depilando-se com cuidado meticuloso. Ela escolheu um vestido cinza-claro, curto o suficiente para que qualquer movimento revelasse a curva inferior das nádegas. Sem sutiã, os bicos dos seios marcavam o tecido fino. Sem calcinha. Quando saiu do banheiro, André parou com a xícara no ar. Seus olhos percorreram o corpo da esposa com fome.

— Você está… incrível — murmurou ele, aproximando-se. Suas mãos subiram pelas coxas dela até encontrar a pele nua entre as pernas. — Tem certeza que quer ir assim?

Jaqueline respirou fundo, sentindo o toque dele despertar um calor úmido. Ela segurou o rosto do marido e o beijou devagar, mordendo de leve seu lábio inferior antes de responder:

— Eu vou. E quando voltar, vou te contar cada segundo. Quero que você me foda enquanto eu descrevo tudo. Combinado?

André apenas assentiu, o pau já visivelmente duro dentro da calça. Ele a acompanhou até a porta, deu um tapa leve em sua bunda e sussurrou: “Boa sorte, amorzinho.”

No trajeto até o escritório, Jaqueline sentia o ar-condicionado do carro subir por baixo do vestido, roçando diretamente em sua intimidade exposta. O nervosismo se misturava a uma estranha euforia. Ela se olhava no espelho do elevador e via uma mulher diferente: maquiagem mais marcante, batom vermelho, cabelo solto. Quando as portas se abriram no andar da diretoria, o Sr. Ramos estava lá, como se a esperasse.

— Bom dia, Jaqueline. Vejo que entendeu o recado — disse ele com um sorriso satisfeito, os olhos descendo diretamente para o contorno dos seios e para o vestido curto. Sem esperar, ele a puxou pelo pulso para dentro da sala de reuniões ainda vazia. — Os diretores vão chegar em vinte minutos. Quero testar antes se você realmente está preparada.

Ele a encostou na mesa de mogno, levantou o vestido até a cintura e constatou com os dedos o que já sabia: ela estava completamente sem roupa íntima e já molhada. Ramos abriu o zíper da calça, tirou o pau meio duro e o esfregou contra a entrada dela.

— Olha pra mim — ordenou. Jaqueline obedeceu. Os olhos dele eram frios e dominadores. — A partir de hoje você não é mais só minha secretária. Você é o benefício da diretoria. Entendeu?

— Sim, patrão — respondeu ela, a voz saindo mais rouca do que pretendia.

Ramos a penetrou de uma só vez, sem preliminares maiores. Jaqueline soltou um gemido abafado, agarrando-se à borda da mesa. Ele era grosso, insistente, e metia com vontade, segurando-a pelos quadris. Os tapas começaram leves, depois mais fortes, estalando na carne da bunda exposta. Quando ele gozou, puxou-a pelo cabelo, obrigando-a a ficar de joelhos e receber o restante na boca. Jaqueline engoliu, sentindo o gosto forte e salgado, o coração disparado.

— Boa menina — elogiou ele, ajeitando a gravata. — Agora arrume-se. O Dr. Veiga e o Dr. Silveira vão querer conhecer você direito.

O resto da manhã foi um borrão de sensações novas. Os diretores chegaram e, após uma breve reunião formal, a porta foi trancada. Jaqueline foi colocada no centro da sala. Veiga, um homem alto e calvo de uns cinquenta anos, foi o primeiro a se aproximar. Ele a beijou com agressividade, enfiando a língua enquanto suas mãos grandes apertavam os seios por cima do vestido. Silveira preferiu observá-la primeiro, mandando que ela tirasse o vestido completamente e ficasse apenas de saltos.

Nua diante de três homens vestidos, Jaqueline sentiu uma onda de vergonha seguida de um prazer inesperado. Eles a elogiaram. Comentaram o quanto sua bunda era firme, o quanto sua pele era macia, o quanto era excitante ter uma secretária casada tão obediente. Ramos a colocou de quatro sobre a mesa. Veiga a penetrou por trás enquanto ela chupava Silveira. Os gemidos dela enchiam a sala. A cada estocada, eles perguntavam se ela estava gostando, se o marido sabia, se queria mais fundo. Jaqueline respondia entre gemidos: “Sim… mais fundo… por favor…”

Eles se revezaram. Ramos gozou novamente em sua boca. Veiga gozou dentro dela, segurando-a com força pela cintura. Silveira preferiu gozar nos seios, espalhando o líquido quente sobre a pele dela. Quando terminaram, mandaram que ela não se limpasse. Queriam que ela passasse o resto do dia com o cheiro e a sensação deles.

No meio da tarde, o jovem Leo do TI foi chamado. O rapaz entrou vermelho, claramente sabendo o que acontecia. Jaqueline, ainda nua e marcada, aproximou-se dele com uma doçura que contrastava com a cena. Sentou no colo dele, beijou seu pescoço e sussurrou que não precisava ter medo. Quando Leo finalmente criou coragem e a tomou, seu pau era surpreendentemente grande. Jaqueline arqueou as costas e soltou um grito genuíno de prazer. Os diretores riram e aplaudiram, servindo uísque enquanto assistiam ao jovem foder a secretária casada com força crescente.

Às oito da noite, Jaqueline chegou em casa exausta, o vestido amassado, o cabelo bagunçado, as coxas pegajosas. André a esperava na sala, visivelmente ansioso. Assim que ela fechou a porta, ele a puxou para o sofá. Jaqueline sentou no colo dele, ainda cheirando a sexo alheio, e começou a contar tudo.

Ela descreveu cada toque, cada ordem, cada gozada que recebeu. Contou como Ramos a fodeu primeiro na mesa de reuniões, como Veiga a chamou de “putinha da empresa”, como Silveira filmou alguns segundos com o celular. Quando chegou à parte do Leo e do tamanho dele, André já estava com a calça aberta, penetrando-a enquanto ela falava. Jaqueline gemia no ouvido do marido, repetindo os gemidos que dera mais cedo, contando como tinha gritado o nome do rapaz do TI.

— Eu gozei duas vezes com eles, amor… — confessou ela, rebolando no colo dele. — E o tempo todo só pensava em voltar pra casa pra te contar. Você está sentindo? Eles me deixaram toda aberta… toda cheia…

André gozou com um gemido rouco, apertando a bunda marcada da esposa. Os dois ficaram abraçados por longos minutos, suados, ofegantes. Jaqueline levantou o rosto, olhou nos olhos dele e sorriu com uma mistura de carinho e algo novo, mais sombrio e excitante:

— Amanhã vai ser ainda mais intenso. Ramos disse que vai me levar para a academia pela manhã… e que quer meu corpo ainda mais perfeito para os diretores. Você quer que eu continue, não quer?

André apenas assentiu, beijando-a com força. Pela primeira vez, os dois perceberam que não havia mais volta. A rotina havia mudado para sempre. E, estranhamente, os dois pareciam ansiosos pelo que viria a seguir.


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274702 - Capítulo 1: A Proposta - Como tudo começou - Categoria: Heterosexual - Votos: 2

Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 2: A Estreia da Putinha

Codigo do conto:
274767

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/10/2026

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2

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