Pela manhã, o apartamento parecia carregado de eletricidade. André preparou o café em silêncio enquanto Jaqueline tomava um banho longo, depilando-se com cuidado meticuloso. Ela escolheu um vestido cinza-claro, curto o suficiente para que qualquer movimento revelasse a curva inferior das nádegas. Sem sutiã, os bicos dos seios marcavam o tecido fino. Sem calcinha. Quando saiu do banheiro, André parou com a xícara no ar. Seus olhos percorreram o corpo da esposa com fome.
— Você está… incrível — murmurou ele, aproximando-se. Suas mãos subiram pelas coxas dela até encontrar a pele nua entre as pernas. — Tem certeza que quer ir assim?
Jaqueline respirou fundo, sentindo o toque dele despertar um calor úmido. Ela segurou o rosto do marido e o beijou devagar, mordendo de leve seu lábio inferior antes de responder:
— Eu vou. E quando voltar, vou te contar cada segundo. Quero que você me foda enquanto eu descrevo tudo. Combinado?
André apenas assentiu, o pau já visivelmente duro dentro da calça. Ele a acompanhou até a porta, deu um tapa leve em sua bunda e sussurrou: “Boa sorte, amorzinho.”
No trajeto até o escritório, Jaqueline sentia o ar-condicionado do carro subir por baixo do vestido, roçando diretamente em sua intimidade exposta. O nervosismo se misturava a uma estranha euforia. Ela se olhava no espelho do elevador e via uma mulher diferente: maquiagem mais marcante, batom vermelho, cabelo solto. Quando as portas se abriram no andar da diretoria, o Sr. Ramos estava lá, como se a esperasse.
— Bom dia, Jaqueline. Vejo que entendeu o recado — disse ele com um sorriso satisfeito, os olhos descendo diretamente para o contorno dos seios e para o vestido curto. Sem esperar, ele a puxou pelo pulso para dentro da sala de reuniões ainda vazia. — Os diretores vão chegar em vinte minutos. Quero testar antes se você realmente está preparada.
Ele a encostou na mesa de mogno, levantou o vestido até a cintura e constatou com os dedos o que já sabia: ela estava completamente sem roupa íntima e já molhada. Ramos abriu o zíper da calça, tirou o pau meio duro e o esfregou contra a entrada dela.
— Olha pra mim — ordenou. Jaqueline obedeceu. Os olhos dele eram frios e dominadores. — A partir de hoje você não é mais só minha secretária. Você é o benefício da diretoria. Entendeu?
— Sim, patrão — respondeu ela, a voz saindo mais rouca do que pretendia.
Ramos a penetrou de uma só vez, sem preliminares maiores. Jaqueline soltou um gemido abafado, agarrando-se à borda da mesa. Ele era grosso, insistente, e metia com vontade, segurando-a pelos quadris. Os tapas começaram leves, depois mais fortes, estalando na carne da bunda exposta. Quando ele gozou, puxou-a pelo cabelo, obrigando-a a ficar de joelhos e receber o restante na boca. Jaqueline engoliu, sentindo o gosto forte e salgado, o coração disparado.
— Boa menina — elogiou ele, ajeitando a gravata. — Agora arrume-se. O Dr. Veiga e o Dr. Silveira vão querer conhecer você direito.
O resto da manhã foi um borrão de sensações novas. Os diretores chegaram e, após uma breve reunião formal, a porta foi trancada. Jaqueline foi colocada no centro da sala. Veiga, um homem alto e calvo de uns cinquenta anos, foi o primeiro a se aproximar. Ele a beijou com agressividade, enfiando a língua enquanto suas mãos grandes apertavam os seios por cima do vestido. Silveira preferiu observá-la primeiro, mandando que ela tirasse o vestido completamente e ficasse apenas de saltos.
Nua diante de três homens vestidos, Jaqueline sentiu uma onda de vergonha seguida de um prazer inesperado. Eles a elogiaram. Comentaram o quanto sua bunda era firme, o quanto sua pele era macia, o quanto era excitante ter uma secretária casada tão obediente. Ramos a colocou de quatro sobre a mesa. Veiga a penetrou por trás enquanto ela chupava Silveira. Os gemidos dela enchiam a sala. A cada estocada, eles perguntavam se ela estava gostando, se o marido sabia, se queria mais fundo. Jaqueline respondia entre gemidos: “Sim… mais fundo… por favor…”
Eles se revezaram. Ramos gozou novamente em sua boca. Veiga gozou dentro dela, segurando-a com força pela cintura. Silveira preferiu gozar nos seios, espalhando o líquido quente sobre a pele dela. Quando terminaram, mandaram que ela não se limpasse. Queriam que ela passasse o resto do dia com o cheiro e a sensação deles.
No meio da tarde, o jovem Leo do TI foi chamado. O rapaz entrou vermelho, claramente sabendo o que acontecia. Jaqueline, ainda nua e marcada, aproximou-se dele com uma doçura que contrastava com a cena. Sentou no colo dele, beijou seu pescoço e sussurrou que não precisava ter medo. Quando Leo finalmente criou coragem e a tomou, seu pau era surpreendentemente grande. Jaqueline arqueou as costas e soltou um grito genuíno de prazer. Os diretores riram e aplaudiram, servindo uísque enquanto assistiam ao jovem foder a secretária casada com força crescente.
Às oito da noite, Jaqueline chegou em casa exausta, o vestido amassado, o cabelo bagunçado, as coxas pegajosas. André a esperava na sala, visivelmente ansioso. Assim que ela fechou a porta, ele a puxou para o sofá. Jaqueline sentou no colo dele, ainda cheirando a sexo alheio, e começou a contar tudo.
Ela descreveu cada toque, cada ordem, cada gozada que recebeu. Contou como Ramos a fodeu primeiro na mesa de reuniões, como Veiga a chamou de “putinha da empresa”, como Silveira filmou alguns segundos com o celular. Quando chegou à parte do Leo e do tamanho dele, André já estava com a calça aberta, penetrando-a enquanto ela falava. Jaqueline gemia no ouvido do marido, repetindo os gemidos que dera mais cedo, contando como tinha gritado o nome do rapaz do TI.
— Eu gozei duas vezes com eles, amor… — confessou ela, rebolando no colo dele. — E o tempo todo só pensava em voltar pra casa pra te contar. Você está sentindo? Eles me deixaram toda aberta… toda cheia…
André gozou com um gemido rouco, apertando a bunda marcada da esposa. Os dois ficaram abraçados por longos minutos, suados, ofegantes. Jaqueline levantou o rosto, olhou nos olhos dele e sorriu com uma mistura de carinho e algo novo, mais sombrio e excitante:
— Amanhã vai ser ainda mais intenso. Ramos disse que vai me levar para a academia pela manhã… e que quer meu corpo ainda mais perfeito para os diretores. Você quer que eu continue, não quer?
André apenas assentiu, beijando-a com força. Pela primeira vez, os dois perceberam que não havia mais volta. A rotina havia mudado para sempre. E, estranhamente, os dois pareciam ansiosos pelo que viria a seguir.