A enfermeira puta que quebrou celibato



Esta história é real , como o conto anterior , espero que gostem . Isto é uma pessoa que convivia comigo em cafés , e sempre achei lhe piada e queria saber se os rumores eram verdade , se era uma verdadeira enfermeira puta é de facto era …

O verão tinha começado há poucas semanas e eu andava solteiro, sem compromissos, sem amarras. Antes de entrar na relação em que estou agora, tive várias mulheres — umas mais memoráveis que outras. Mas houve uma que se destacou, e não exatamente pela mesma razão das outras. Era conhecida entre os amigos por ser tremendamente tola na cama, do tipo que perde a cabeça com facilidade e faz coisas que depois nem acredita que fez. Vou chamar-lhe Sara, porque o nome real não interessa aqui. Sara era enfermeira, tinha o cabelo caracolado que lhe caía pelos ombros, mamas para pequenas mas firmes, e — o detalhe que me interessava — um cu bem grande e empinado, daqueles que se nota mesmo de vestido.

Tínhamos amigos em comum( ainda hoje temos ) , e foi num desses jantares informais é em seguida de num café ao cair da noite, numa dessas noites de verão em que o ar ainda quente se misturava com o cheiro a café e cerveja, que tudo começou a ganhar forma. Ela estava sentada à frente de mim, do outro lado da mesa, a rir-se de qualquer coisa que uma amiga tinha dito. O vestido que trazia era curto, o tecido leve colava ao corpo e sublinhava cada curva, especialmente quando se debruçava para a frente e o rabo empinava contra a madeira da cadeira. Reparei nisso. Reparei também na maneira como ela me olhava de soslaio quando achava que eu não estava a prestar atenção. Estava a prestar, sim, a toda.

Peguei no telemóvel debaixo da mesa e mandei-lhe uma mensagem direta: "Quando a Marta te deixar em casa, queres que te venha buscar? Podemos ir dar uma volta e conversar." A resposta não demorou. Um "ok" simples, seguido de um emoji que não deixava margem para dúvidas. Ela sabia bem para o que era. Eu também sabia. A diferença é que nenhum dos dois disse em voz alta.

O café terminou como terminam sempre essas coisas — com gente a pagar contas, a trocar abraços, a prometer encontros que nunca acontecem. A Marta levou-a. Eu esperei trinta minutos no carro estacionado, com as janelas meio abertas, a ouvir os grilos e o som distante do mar a bater nas pedras. Quando mandei mensagem a perguntar se já estava em casa, ela respondeu com a morada. Liguei o motor e fui.

Cheguei à porta dela em dez minutos. Ela saiu quase de imediato — tinha trocado de roupa, ou talvez não, porque o vestido era o mesmo. Subiu para o banco do passageiro e sorriu. O cheiro dela encheu o carro: um perfume qualquer misturado com loção corporal, qualquer coisa floral que eu não sabia identificar mas que me ficou no nariz. "Vamos para a frente do mar," disse-lhe. Não era uma pergunta.

Estacionei o carro num dos cantos do parque, virado para a água escura. As luzes do passeio marítimo refletiam-se na superfície ondulada e davam um brilho prateado a tudo. Conversámos durante uns minutos — sobre o trabalho no hospital, sobre turnos, sobre coisas sem importância que ninguém recorda depois. Mas a distância entre nós no banco da frente foi diminuindo. Primeiro ela aproximou a mão e pousou-a no meu joelho. Depois eu inclinei-me e beijei-a. Os lábios dela eram macios, sabiam a gloss, e a língua encontrou a minha sem hesitar.

Foi aí que ela se afastou. "Tenho de te dizer uma coisa," murmurou, olhando para as próprias mãos. "Fiz uma promessa às amigas. E a mim própria. Estou em celibato. Não vou fazer nada."

Arqueei uma sobrancelha. "Celibato," repeti, como se a palavra tivesse um sabor estranho na boca.

"Sim." Os dedos dela tamborilaram no tablier. "Prometi que não ia... que não ia andar com ninguém."

Não insisti. Limitei-me a continuar a conversar, a fazer perguntas, a deixar o silêncio trabalhar por mim. Perguntei há quanto tempo estava sem sexo. Perguntei se era difícil. Perguntei se nunca pensava em quebrar a promessa. A cada resposta, a respiração dela ficava um pouco mais curta, os olhos um pouco mais baixos. Quando me inclinei de novo e beijei o pescoço dela, senti o corpo inteiro estremecer. "Não devíamos..." sussurrou, mas a mão dela já tinha subido pela minha coxa acima.

Pedi-lhe que chupasse. Disse-lhe isso de forma direta, sem rodeios, a voz baixa e controlada. Ela hesitou por uns segundos — os olhos foram do meu rosto para o meu colo, onde a ereção já se marcava contra o tecido das calças. Depois inclinou-se. As mãos dela abriram o cinto, o botão, o fecho. Quando puxou o pau para fora, os caracóis caíram para a frente e senti o hálito quente dela na glande antes dos lábios se fecharem à volta.

A boca dela era quente e molhada, e chupava com uma vontade que contradizia tudo o que tinha dito minutos antes. A língua deslizava pelo tronco, os lábios apertavam-se na base, e os gemidos abafados vibravam contra a pele. Entrei naquela fase em que a paciência desaparece e o instinto toma conta. Puxei-lhe o vestido para cima, descobrindo as coxas, as nádegas. Não tinha cuecas — ou tinha tirado antes de eu chegar, não sei. O cu estava ali, grande, empinado, com a pele lisa e morena do verão. Passei a mão por cima, depois por baixo, e encontrei a entrada. Enviei um dedo. Ela gemeu mais alto, a boca ainda cheia com o meu pau, e o som abafado que saiu da garganta dela fez-me querer mais.

Comecei a dar-lhe chapadas no rabo. Não leves — chapadas firmes, com a palma aberta, que deixavam a pele vermelha e faziam o som ecoar dentro do carro. A cada chapada, ela gemia mais alto, chupava com mais força, e o rabo empinava-se contra a minha mão como se pedisse mais. Estava a ficar tola. Conhecia os sinais — os olhos vidrados, a respiração descontrolada, o corpo que já não obedece à cabeça. Tirei o dedo, dei mais duas chapadas seguidas, e ela soltou a boca do meu pau com um gemido longo.

"Fode-me a cona," disse, a voz rouca, os olhos húmidos. "Fode o meu cu depois de foderes a minha boca."

Olhei para ela. O vestido puxado até à cintura, o rabo vermelho das chapadas, os caracóis desfeitos e colados à testa suada. Podia ter feito o que ela pediu. Podia ter comido a cona primeiro, lubrificado tudo direito, seguido as regras. Mas não. Para castigar a tolice, para castigar o celibato que ela própria tinha quebrado em trinta minutos de conversa, só pincelei o pau na cona. Passei a glande pelos lábios molhados, recolhi a humidade suficiente, e sem aviso empurrei contra a entrada do cu.

Ela arqueou as costas e soltou um som que era meio grito, meio gemido, mas não me pediu para parar. O cu abriu-se à força, devagar, centímetro a centímetro, e quando entrei até à base senti os anéis apertarem-se à volta do pau como se a quisessem engolir. Comecei a bombear. Lentamente no início, depois com mais força, as chapadas anteriores tinham-na deixado tão sensível que cada vez que as minhas virilhas batiam contra o rabo ela estremecia toda. Os gemidos enchiam o carro, misturavam-se com o som do mar lá fora, e eu sentia a tensão a acumular-se na base do pau.

Gozei dentro do cu. Segunda vez naquela noite — a primeira tinha sido na boca, esta enterrada fundo, com o pau a pulsar e a encher tudo de leite quente. Ela deixou-se cair contra o banco, a respiração irregular, os olhos fechados, e eu fiquei ali dentro durante mais uns segundos, a sentir os espasmos do cu a espremer as últimas gotas.

Dias depois, num café com amigos em comum, as conversas cruzaram-se. As amigas dela estavam a falar baixo, mas eu ouvi. "A Sara está maluca," disse uma. "Foi ter com alguém e deixou o rabo pisado de tantas chapadas que levou." Outra acrescentou: "E nem deu a cona, segundo ela. Só o cu." Trocaram olhares, riram-se. Eu sorri por dentro, bebi um golo da minha cerveja , e não disse uma palavra

Foto 1 do Conto erotico: A enfermeira puta que quebrou celibato


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Ficha do conto

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antonio18

Nome do conto:
A enfermeira puta que quebrou celibato

Codigo do conto:
274803

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/10/2026

Quant.de Votos:
4

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