Cidade grande 3 - A vizinha



        Não demorou muito até ela voltar a entrar em contato, já na quinta feira ela me mandou alguns prints dos assinantes dela elogiando o vídeo, eu concordava com todos, aquele vídeo realmente estava muito bom, a conversa não durou muito, ela percebeu e respeitou meu espaço. A segunda semana da faculdade estava acabando, e surgia um burburinho de que ia rolar uma festa em uma das repúblicas próximas à minha, carinhosamente chamada de manicômio, confirmei minha presença e, na sexta feira, saindo de casa, encontrei com um pessoal do meu terreno que estava a caminho da mesma festa, o grupo era composto por 5 pessoas, uma loira baixinha, bem aquele padrãozinho, gostosa e com uma roupa que mal a cobria, mesmo ela tendo 1,50 m, ao lado, 2 morenas bem parecidas, estavam de óculos escuros e pirulito na boca, a ponto de eu achar que eram gêmeas à primeira vista, havia 2 rapazes, um mais afeminado, coberto de purpurina, cabelinho enrolado e sem barba, ele devia ter quase 1,70 m, ao lado dele, outro menino que parecia mais acuado, era o adotado do grupo, uma cara de nerdzinho de óculos e que só não usava aquelas camisetas nerds pois alguma amiga do grupo deve ter avisado ele.
        - Olá vizinho, está indo para o manicômio? - perguntou a loirinha, me olhando e sorrindo mostrando os dentes, ali já peguei a maldade
        - Estou sim, vocês também? - respondi, trancando a porta e olhando para eles
        - Claro, quem é louco de perder essa resenha? - falou uma das morenas, o que me fez achá-la mais padrão do que já tinha sido a primeira impressão
        - Então posso ir de carona? Eu sou Artur, todos vocês moram aqui? - falei rindo, pois obviamente iríamos a pé
        - Eu moro aqui do teu lado, inclusive te ouço cantarolar as músicas no banho, sou a Luana - era a loirinha, eu estava caindo no papo dela já, antes que eu pudesse retrucá-la, outra pessoa interrompe
        - Me chamo Luis, moro aqui também junto com elas - era o jovem brilhante, que disse apontando para as duas morenas
        - Sou Gabriela e essa é a Larissa, minha namorada - fazia sentido elas estarem combinando
        - E eu sou o Brendo, não moro aqui, mas moro perto - disse o rapaz mais recluso, foi o único que me estendeu a mão para cumprimentar, ele parecia estar no início das atividades sociais, ao mesmo tempo entendi o porquê do grupo tê-lo acolhido
        O resto do grupo passou e Luana ficou ali, na mão ela segurava uma garrafa de skol beats, daquelas azuis que é certo que a pessoa vai se passar no álcool, eu não gostava tanto, gostava mesmo era de cerveja ou cachaça, mas no final das contas, álcool é álcool, ela me ofereceu sem falar nada e eu dei um golinho. Seguimos caminho junto com o grupo uns 2 passos para trás, descobri que ela fazia biomedicina, estava no primeiro período também e era de outro estado, nossos sotaques eram meio parecidos, mas ela era do tipo patricinha e eu, chucrão. A química foi rolando, mas antes de que a conversa se aprofundasse, chegamos ao manicômio, entendi a causa do nome no primeiro contato, o lugar parecia aquelas fraternidades de faculdade americana, toda pixada e com luzes de cores duvidosas, um grupo de garotas gritou o nome da Luana, que se manteve junto com o nosso grupo e as cumprimentou de longe, eu ainda procurava algum rosto conhecido até sentir um peso na minha cabeça.
        - Agora sim nosso caubói está a caráter - era o mosquito, um dos veteranos de psico, ele tinha comprado um chapéu de palha só para fazer essa piada - E já chegou acompanhado, não perde tempo mesmo
        - É a minha vizinha sonso - falei rindo e segurando o chapéu, mas mantendo ele na cabeça, ao olhar para Luana, ela estava gargalhando
        - Combinou bastante - diz ela me olhando e rindo, ela nem deu bola pro mosquito nem para os outros caras que chegaram junto com ele
        - Sai daqui mosquito, tá enchendo o saco da nossa caloura - disseram as meninas que tinham gritado anteriormente, o mosquito já era figura conhecida por vários cursos
        Os grupos se dispersaram, eu fui com o meu para o centro da festa pegar bebida, no cooler tinha a skol beats azul que ela estava bebendo, peguei uma para entregar para ela que ainda estava na fila. Entreguei a cerveja e ela agradeceu me puxando para um beijo, um selinho com gosto de quero mais. A festa durou bastante, eu fiquei com algumas pessoas, ela também, nos encontramos algumas vezes e ficamos, até que em determinado horário a gente não saía mais de perto um do outro, já era de madrugada e estávamos bem bêbados, até o momento em que, perto do DJ, ela sobe em um móvel e me escala para pegar meu chapéu e colocar nela, mas não consegue, tornando a situação mais engraçada, eu pego o chapéu e coloco na cabeça dela, nossos amigos que estavam em volta gritaram e fizeram um alvoroço zoando a gente, eu sorri e aceitei, ela me puxou para perto e falou:
        - Estou cansada, vamos para casa?
        - Que bom que você falou, eu também estou, vamos sim
        Assim seguimos o caminho, saindo do manicômio ela saltou nas minhas costas, toda atrapalhada e eu peguei ela pelas pernas e fiz força para levantar, ela segurou meu ombro com uma mão e tirou o chapéu da cabeça com a outra, me tratando como um cavalo, eu entrei na brincadeira e continuei levando ela até em casa, nesse meio tempo ela dormiu, quando chegamos fui deixar ela na casa dela, ela acordou e disse:
        - Vamos para a sua
        - Não, você está muito bêbada e eu também
        - To nem aí, eu não vou dormir na minha casa
        Era uma discussão sem nexo e que eu não iria ganhar, aceitei e levei ela, ainda nas minhas costas, até a minha casa, que era ao lado, deitei-a na minha cama e ofereci uma roupa pra ela, que tirou o vestido que estava usando, não tinha como não olhar, ela era uma delícia, colocou uma camisa minha que ficou enorme nela e se deitou, tirei a roupa, ficando só de cueca e me deitei, ela deitou por cima do meu peito, me deu um longo beijo e perdeu para o sono, ainda com ela em meu peito, me entreguei também ao sono. Acordei sendo apertado, ela estava de frente pra mim me abraçando, quando me viu abrindo os olhos falou:
        - Desculpa, não queria te acordar mas não resisti, você é muito gostoso
        - Dormiu bem gatinha? - respondi enquanto retribuia o abraço dela e puxava ela pra cima de mim
        - Como não dormiria? Com um urso desse de travesseiro - Ela falou já me beijando, agora montada no meu colo, o roteiro já estava escrito
        Na cabeceira ao lado da cama tinha um copo de água, do qual dei um golão para tentar lutar contra a ressaca e voltamos aos beijos, não demorou muito para eu ficar duro e ela perceber, os beijos e apertos continuaram, enquanto eu tirava a blusa, ela me agarrava cada vez mais. Encontrei os peitos dela, condizentes com o tamanho dela, aquele peitinho de limão que todo mundo gosta, eu acariciava enquanto ela rebolava no meu colo, conseguia sentir a buceta dela lubrificada passando pelo tecido da minha cueca, não aguentamos por muito tempo, eu já sem cueca e ela sem calcinha enquanto rebolava no meu pau, com as duas mãos no meu peito e me encarando com a cara de safada que ela era, não demorou muito a buscar pela minha pica com a mão e, ainda me encarando, encaixar na buceta, gemendo conforme eu entrava nela, o ambiente estava perfeito, perfeitamente lubrificado e dilatado, meu pau escorregava por dentro dela e ela me engolia centímetro por centímetro. Ela sabia o que estava fazendo, rebolava em todas as direções, ao começar a respiração mais intensa, assumi o controle, o corpo dela colou no meu e eu metia por baixo enquanto a beijava e o atrito entre nossos corpos suados estimulava todo o corpo dela, eu estava na velocidade certa e os gemidos dela deixavam isso claro. Continuei metendo, ela não conseguia mais manter o beijo, só conseguia jogar a cabeça contra meu peito e olhando para mim enquanto o olho revirava, o que me deu mais inspiração, continuei metendo forte e aumentei a velocidade, ganhei ela. Em menos de 5 segundos ela estava gozando, de um jeito que nem sabia o que fazer com o próprio corpo, mexia as mãos sem parar e me arranhava o corpo todo, ignorei a dor e continuei metendo, mesmo com o suor passando pelos arranhões, gerando ardência, mas eu continuei metendo, cada vez mais forte, ela estava pedindo por isso, mesmo que não falasse nada, eu sabia, a respiração dela foi voltando ao normal e eu fui diminuindo o ritmo. Estávamos os dois de ressaca e sem nenhuma força a mais, ela estava esparramada por cima de mim, mas eu queria gozar, falei para ela sentar na minha cara, que nem pensou muito e obedeceu, não há sensação melhor do que uma buceta toda melada na minha boca, chupei ela enquanto eu me masturbava, não demorou quase nada para eu gozar, gozei na minha barriga e ela deitou novamente por cima de mim, agora era mistura de suor e porra, nenhum dos dois se importando com isso, só aproveitando o momento.
        Deixamos claro nossos interesses, era uma foda casual e ninguém queria nada sério, o que só deu um tempero melhor para a parada, passamos aquela manhã juntos, tomamos banho juntos e ela cantarolou comigo, fiz almoço para ela e na hora da despedida, passa Gabriela, não diz nada, apenas ri, Luana ainda estava com a minha camisa, eu de samba canção, não tinha nem o que disfarçar, só rimos junto e cada um vai para a própria casa, eu deito na cama e fico recapitulando certos momentos e relembrando essa foda e como eu nem imaginava que poderia viver tudo o que estava acontecendo. Pego o celular para ver as mensagens e vejo a notificação da Andrea, perguntando se eu ia fazer algo, respondo dizendo que ainda não tinha nada marcado, vou ver os outros grupos e nada de interessante, ela manda outra mensagem:
        - Eu ganhei ingressos para um evento hoje e queria que você fosse comigo
        - Evento do que?
        - É uma festa, só que algo mais privado, não pode entrar com celular, por exemplo
        - Entendi, e o Iuri vai também?
        - Não, ele pegou um freela e vai estar trabalhando
        - E tudo bem mesmo eu ir contigo?
        - Tudo, ele não liga mesmo, fica tranquilo
        - Ok, tu me busca aqui?
        - Claro gatinho, passo aí as 20h
        Tomei o resto do dia para me recuperar, ainda durante o banho, recebo a mensagem da Andrea avisando que tinha chegado, saindo de casa encontro com Gabriela novamente, ela tinha ido buscar maconha, não falou nada de novo, apenas sorriu, chegando ao carro percebi que não era o carro da Andrea, era uma minivan, a porta traseira e Andrea não estava sozinha, tinha mais 2 amigas juntas com ela, estavam fazendo a minivan de limousine, entrei no carro e ali começamos a noite.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico anonimomasca

Nome do conto:
Cidade grande 3 - A vizinha

Codigo do conto:
274847

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
16/10/2026

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