Depois de muitas conversas decidimos nos encontrar, num restaurante em São Paulo, para ter um primeiro contato, e já sabíamos que iria ficar somente numa social, já havíamos combinado, eu, minha esposa, e nosso convidado, que chamarei assim.
Ela começou a conversar com ele numa rede social privativa do meio liberal. Um single de longa data e com vários elogios por parte das mulheres.
Enfim, estávamos lá à mesa, se conhecendo, quebrando gelo, e fazendo nossa refeição noturna.
Engraçado é que conversamos sobre várias coisas, menos sobre safadeza.
Em determinado momento, eu fui ao banheiro, e curioso, mas muito curioso, pra ver se na minha volta teria pintado algum clima.
Voltei, e aparentemente tudo estava como eu havia deixado, mas tenho certeza de que ele flertou e a elogiou, e porquê?
Chegando no estacionamento na hora de nos despedirmos, eu o cumprimentei, e quando foi a vez deles se despedirem, se beijaram, e se beijaram de língua, mais de 10 segundos.
Confesso que fui pego de surpresa, minha esposa já tinha saído com outro homem e como eu não estava, não presenciei.
Foi a primeira vez que eu a vi beijando outra pessoa na boca!
2o. Ato
Minha esposa tinha um evento em São Paulo e eu a acompanhei, pois estava de férias. Como haveria tempo após o evento, entramos em contato com nosso convidado para sondá-lo e ver se estaria com tempo naquele dia. Ele era profissional liberal, e estaria terminando uma reunião no meio da tarde e disse que nos encontraria sim.
Eu confesso, comecei a ficar ansioso e já prevendo que poderia ocorrer algo, decidi comprar um tadala, porque queria garantir que a ansiedade não me derrubasse, não gostaria de correr esse risco. Mas infelizmente não consegui.
Bem, chegamos ao local marcado e lá estávamos à mesa. E dessa vez a conversa foi mais cheia de insinuações. Minha esposa ficou entre nós, e estava bem à vontade. Ora eu passava a mão em sua perna, ora nosso convidado passava.
Nosso convidado, ao pagarmos a conta, nos disse para irmos à outro lugar. E lá entramos no carro dele.
3o.Ato
No caminho, sentir-me um pouco inseguro pois não conseguira comprar um sildenafila, queria garantir que nada poderia dar errado, pois já desconfiava o que aconteceria e essa insegurança atrapalhou um pouco depois, mas não de maneira determinante para nossos planos.
Finalmente chegamos ao quarto do motel. Fomos deixando nossas coisas na mesa auxiliar, e fui conhecer o quarto muito rapidamente, enquanto minha estava trocando algumas palavras com nosso convidado, e depois nos avisou que ia jogar uma água no corpo. Então, avisei ao nosso convidado que pegaria um vinho, mas ele disse que estava com uma garrafa no porta-malas do carro dele, e que podia pegar.
Peguei a chave, desci ao andar de baixo, e fui ao porta mala de seu veículo. Foram uns dois minutos apenas, nem isso, e quando volto ao quarto, percebo a ausência de nosso convidado, e quando vou espiar o banheiro, percebi que ele estava na entrada do box, com a mão estendida massageando o clitóris da minha esposa, enquanto beijavam-se.
Estava inaugurada aquela noite!
Abri a garrafa de vinho, e fui até a porta do banheiro para assistir o que acontecia, e lá estava o nosso convidado nu, tendo seu pau lavado pela minha esposa, e punhetado levemente.
Minha esposa me viu, saiu do box e começou a enxugar-se; perguntou ao pé do meu ouvido se eu estaria preparado, e ao dizer que sim ela ia me puxando para a cama.
Ela fez que queria tirar o meu pau para fora mas eu disse que precisava de um banho também, Porém, lhe abri as pernas depois de te-la deitada na cama e me perdi alguns minutos chupando sua boceta.
Os gemidinhos que ela estava dando cessaram, e quando levantei os meus olhos em direção ao rosto dela, nosso convidado estava com seu pênis dentro da boca dela, sendo chupado devagar e por inteiro. Meu tesão aumentou mais ainda, mas eu precisava me controlar, a noite só estava começando.
Intensifiquei o oral nela e fiz-a gozar, e com isso ela deixou de chupar nosso convidado e ficou se esticando e tremendo de êxtase, quando ela fica assim, tem que deixa-la uns 30 segundos curtindo. Enquanto isso disse ao nosso convidado que ia tomar um banho.
Fiquei com uma vontade tão grande de se masturbar no banheiro, mas queria controlar-me e me manter tranquilo, embora estivesse bem excitado com tudo aquilo.
Ao desligar o chuveiro havia um barulho diferente, batidas, gemidos e grunhidos. Quando volto ao quarto, minha esposa deitada, com uma perna esticada, a outra levantada (segurada por nosso convidado, e ele fazendo um vai e vem na boceta dela. A cena era maravilhosa e como meu pau estava latejando, fui em direção à sua boca para ser agraciado com um maravilhoso oral, oral de quem estava sendo bem comida. Finalmente gozei e ela não fez cerimônia em tomar todo meu leitinho, deixando limpo e brilhante meu pênis.
Nosso convidado enlouqueceu, e disse que queria também. Tirou o preservativo e teve seu pau tomado pela boca dela. Ela brincava com a cabeça, e alternava com “enterradas”. Até que ele não aguentou e cedeu à ela também o seu leite.
Levantei-me, e fui nos servirmos de vinho, começamos a papear, esperando nossas energias retornarem.
Estávamos tomando vinho, em torno da mesa, e bem à vontade. As conversas que eram aleatórias mas saudáveis, foi dando lugar à conversas sobre como fomos parar naquele modo de ver as relações. Eu estava mais próximo de minha esposa, e disse que depois de um sonho que ela teve começamos a falar do assunto.
Nosso convidado quis saber e ela contou o sonho:
Sonhei que estava transando com dois homens ao mesmo tempo e fiquei com muito tesão no sonho e quando acordei. À noite comentei com ele que tinha tido um sonho gostoso, e ele sempre quer saber quando falo dos meus sonhos. Eu estava insegura mas contei, era sonho só.
Disse que no sonho eu estava sendo duplamente penetrada, de pé e depois deitada, um na boceta e outro no cuzinho, sentindo totalmente aquele corpos colados ao meu.
E realmente, o sonho dela me deu muito tesão na hora, e esse assunto começou a ser mais frequente e passou à nossas fantasias, e depois à fetiche.
E minha esposa continuou:
Eu disse que tinha curiosidade de sair com outro homem, e de ver ele foder outra mulher. Então, entre algumas experiências estamos aqui.
Nosso Convidado disse que essa conversa deixou seu pau duro, e minha esposa pediu pra ver, esticando o pescoço e confirmou pra mim que estava.
Sem cerimônia e pedindo licença ao nosso convidado, ela se posicionou e foi sentando no seu pau, até ficar totalmente sentada.
Tomando seu vinho ainda, se mexia bem devagar brincando com ele, e ele estabilizava-a com suas mãos ao peito dela.
Minha esposa disse:
Amor, que pau gostoso ele tem, do jeito que eu gosto de sentir. Vem cá amor, quero o seu também.
Me Levantei e mal me aproximei, ela abocanhou meu pênis cheia de vontade que tive que pedir calma. Ela brincava com a língua na cabeça, ora brincava somente com os lábios, e de repente alternava sugando-o todo. Era uma aula de boquete.
E tudo isso rebolando em nosso convidado.
Ficamos assim por um minuto, que pareceu muito. Ela interrompeu o oral, levantou-se de nosso convidado, pediu que fossemos para a cama e terminou sua taça de vinho.
Hum, agora tenho vocês do jeito que eu queria. Disse ela.
Ela se colocou de joelho entre nós, pegou um pênis em cada mão, e começou a nos punhetar. Alternava suas estocadas com a boca entre os dois pênis, até que se posicionou sobre mim, e sentou-se vagarosamente em meu pau, dando ambos um gemido gostoso.
Imediatamente após se encaixar em mim em começar o movimento de quadril, disse ao nosso convidado:
Encapa seu pau e vem comer meu cuzinho agora!
Nosso convidado encapou o pênis e sacou um lubrificante que até hoje não sei de onde ele tirou. Lubrificou e espalhou com o próprio pênis, e foi entrando devagar.
Puxa que pariu! Minha esposa começou a gemer de um jeito que nunca tinha ouvido, e simplesmente se derreteu em cima de mim. E para a rola de nosso convidado não sair, ele a acompanhou e enfiou tudo o que faltava.
Seus filhos de uma puta gostosos! Ai que caralhos!
Minha esposa não sabia o que mais falar de palavrão para nós.
Ele pediu que socássemos, mas fomos mais devagar, a DP não permite algumas coisas que dá vontade de fazer, as posições não são tão favoráveis assim.
Mas, com essa pouca movimentação ela gozou tão gostoso que me molhou com seu skirt, gemendo forte, e tombando de lado, saindo de nossas picas.
Depois que ela se recompôs, pediu gemendo baixinho:
Vem agora você no meu cuzinho, vem.
Meu pau estava ficando meia bomba, mas foi fácil entrar naquele cuzinho arreganhado.
O pau de nosso convidado já estava meia bomba e sem preservativo.
Ela começou a tocar uma pubheta pra ele, e foi chupar os mamilos dele, fazendo-o gemer.
Isso começou a me dar muito tesão, eu comendo o cu dela, ela de quatro e eu vendo ela chupando os mamilos dele e punhetando-o.
O pênis dele ficou duro novamente, e ela disse:
Agora é sua vez de comer minha boceta!
E lá fomos nós dois, sincronizados para que ela se encaixasse no nosso convidado, começando assim, novamente um vai e vem gostoso.
Aaai que gostoso, quero gozar com os dois gozando dentro de mim.
E Não demorou muito, depois de alguns minutos os gemidos aumentaram, o tesão cresceu tanto que eu acabei gozando primeiro, antes deles.
Meu pau já começou a ficar mole, por isso saí, e fiquei de pé ao lado da cama, vendo ela cavalgar cada vez mais forte até gozarem juntos.
Minha esposa urrava de prazer ao mesmo tempo que apertava a região do peito de nosso convidado.
Ela foi relaxando e repousando sobre o corpo dele, permanecendo assim por alguns minutos!
Espero que tenham gostado de mais esta história!





Sensacional! Adoramos essa cumplicidade e quando acaba em DP, fica ainda melhor. Votadíssimo! Bjos, Ma & Lu
celerum