Carlos, o novinho



Estava em viagem a trabalho. Passaria 2 semanas longe de casa. Já fiquei imaginando o que Keila aprontaria.

É preciso dizer uma coisa. Muitos que lêm nossas aventuras perguntam como eu deixo Keila sair sozinha em algumas delas. Olha só, Keila era minha aluna em arte marcial. Uma das melhores. Fui eu quem a graduei em faixa preta. Ela é uma mulher hiper segura. Por isso, se deseja sair sozinha, eu não me preocupo.

E no início da segunda semana recebo uma ligação a tardinha dela.

-amor, tive um sonho que deixou muito melada. Desde a madrugada já me masturbei 5x pensando nesse sonho. E eu quero fazer.
-amor, me conte mais sobre esse sonho. Me interessei. Falei
-eu ia a um bar, sozinho. Você não estava por perto. Ia com uma saía muito curta e uma calcinha minúscula. Ia estilo puta. Sentava sozinha e ficava aguardando ser cantada pelos homens do local. Vários sentavam em minha mesa até que eu escolhia um e passava a namorar até ser convidada a sair dali. Passava a noite com ele, e ia para casa de manhã, te ver.
-caraca amor, você quer fazer isso?
-quero. Quero me comportar como uma puta sozinha, sem você por perto.
-ja escolheu a roupa e o local?
-ja! A roupa é a preta que o Alex me deu. A calcinha é aquela micro que Fabinho me deu. E o bar é aquele que dia de quarta enche de homem para ver jogo. Lembra? Onde conhecemos o Paulo.
-lembro amor. Quarta é amanhã. Você tome cuidado.
-neo se preocupe amor. Minha ideia e fazer tudo isso, mas no fim direi que sou casada e te apresentarei quando você chegar. Se ele tiver coragem para te conhecer.

Passei o resto da noite e o outro dia imaginando a aventura dela. Muito excitado. Falamos outras coisas, por mensagens, até que ela me passou uma foto, pronta para sair.
-amor, estou pronta. Vou sair. que achou de sua esposinha puta? Acha que muitos homens vão me desejar?

Eu realmente fiquei enlouquecido de tesão. Que mulher linda e gostosa. Que corpo e que rosto. Realmente a bunda estava salientada, os peitos e as coxas. Muito sensual, mas não parecia uma puta, e sim, uma mulher livre que queria prazer.

O restante, ela foi me contou no outro dia.

Sentei em uma mesa do outro lado dos banheiros para poder me exibir quando quisesse. O bar estava meio cheio. O jogo não era muito interessante. Fui ao banheiro para chamar a atenção e quando voltei para a mesa um carinha se apresentou. Depois dele alguns. Não gostei de nenhum. Já estava imaginando que iria voltar para casa e me acabar nos dedos para ter prazer. Mas aí, apareceu Carlos.

Carlos era um garoto de 22 anos. Lindo. Me encantou. Sentou, puxou conversa. Bem agradável, e eu estava com vontade de um novinho. De corpo lisinho e forte.

Abri o jogo com ele. Me separei de meu marido e hoje eu quero namorar. Você quer?

Ele riu, e disse que claro!

Então passamos a papear mais juntinhos e trocar beijos e carícias. Fui ao banheiro e tirei a calcinha. Quando retornei para a mesa, dei um beijo gostoso em.meu namoradinho e disse que quando passasse a mão em minhas coxas poderia subir mais um pouco para ver uma surpresa.

Nem precisou falar de novo.

Jogo finalizando e eu convidei Carlos para sair no nosso carro. Ele foi se despedir dos amigos e veio. Fomos para o carro e antes de sairmos eu queria conferir o tamanho da brincadeira que eu teria.

Já entrei com as pernas abertas e colocando a mão dele na minha bucetinha toda depilada e melada. Colocava os dedos dele na minha boca, e também na dele para que sentisse meu gosto.

Até que eu ataquei a calça. Abri, e puxei aquele pau novinho para fora. Cueca toda melada, o pau também. Pau grande, bem grande, grosso, lisinho, branquinho. Punhetei meu menino por um tempo. E quando vi que ia gozar, coloquei a boca para receber toda aquela gala quente e grossa. Boa quantidade que somente os novinhos podem nos dar.

Olhei para ele ainda com a boca melada e dei-le um bom beijo para ele sentir seu gosto próprio.

Ataquei de novo, dizendo que eu queria trepar com ele. Perguntei se ele queria. Claro que ele topou. Me ocorreu de perguntar pelos pais, se não ficariam preocupados. Ele ligou. Perguntei onde morava, e por coincidência era muito próximo onde morávamos.

Seguimos para um motel na orla. Carlos era novo mas esperto. Tomava iniciativa. Disse que queria me ver entrar no motel nua, e foi tirando minha roupa. Assim entrei no motel.

Mal guardei o carro na garagem senti suas mãos quentes em minhas costas, me empurrando contra o carro. Senti também aquele colosso duro no meio de minhas pernas, fazendo pressão na minha buceta.

Carlos foi comandando. Mando arrebitar a bunda. Passou a lamber meu cuzinho e dedinha minha buceta. Não aguentei. Gozeiali mesmo na garagem. As pernas ficaram trêmulas. Quando ia sair, ele disse que era para ter calma que ele ainda não tinha acabado. Me colocou de frente para o capu do carro e começou a tentar comer minha bucetinha. Escorregava. Estávamos muito melados.

Eu ajudei, e senti aquela tora entrando em mim de vez. Me rasgando toda, mas foi uma delícia. Demoramos um tempo ali, falando putarias, nos beijando. Gozei de novo assim, e Carlos não. Quando ele gozou, eu gozei pela segunda vez. No pêlo, gozou tudo dentro. Uma quantidade boa, ficou escorrendo. Que sensação deliciosa.

Entramos finalmente no quarto, mas a fome de meu menino não passava. Chupou minha buceta demoradamente, me deixando louca. Perdi as contas de quantas vezes gozei. Minha buceta e meus peitos já estavam doendo de tanto que foram lambidos e chupados. Eu deixava. Estava delicioso servir aquele macho.

Eu só imaginava quando te contasse, e quando você visse com seus olhos.

O safadinho começou a passar o dedinho em meu cuzinho. Já imaginei o que pediria. Tinha decidido não dar daquela vez, pois eu queria ter aquele menino de novo. E o cuzinho seria a promessa.

Deixei ele brincar, a buceta já estava assadinho de tanto meter. Decidi ficar de 4 e bem empinada. Disse a ele, olha, veja minha marquinha de biquíni, veja meu cuzinho rosadinho. Quer lamber? Lambe ele que eu gosto.

Ele me disse:
-quero lamber, mas quero arrombar ele. Quero gozar dentro de você.

Recusei, e disse que não estava preparada naquele dia. Que seria em outro momento. Ele entendeu e não insistiu.

Eu estava exausta e ele me disse:
Vamos tomar um banho juntos, namorar um pouco antes de ir embora?

Adorei a proposta, mas no banho, como o pau daquele menino ainda estava duro fiz o que gosto. Chupei até ele gozar em minha boca. Foi a quarta gozada dele.

Namoramos e enquanto isso eu fui falando sobre vida liberal e contei de você. Ele disse que queria sair, mas sem você. Que ficava receoso.

Deixamos a conversa para outra hora, mas eu ia convencer ele a sair junto com você. Eu já estava imaginando uma dupla penetração com vocês dois.

Enfim, vamos ver o que dá para fazer.

Foi assim que Keila me contou sua aventura com o novinho. Em outro momento contarei como foi nossa saída a três.


Foto 1 do Conto erotico: Carlos, o novinho

Foto 2 do Conto erotico: Carlos, o novinho


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Ficha do conto

Foto Perfil igorssa
igorssa

Nome do conto:
Carlos, o novinho

Codigo do conto:
275062

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
19/10/2026

Quant.de Votos:
4

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2