ENTRANDO PRO JOB Eu sou a Lu, solteira, mãe solo, sempre me sustentei e fui dona do meu nariz, mas ultimamente as coisas não estavam bem financeiramente, meu ramo de atividade tinha mudado e minha renda caído muito, meus hábitos tiveram que ficar mais modestos e acabei tirando minha filha da escola particular. Dívidas se acumulavam, cartão estourado e aluguel atrasado, ou seja, uma tragédia. Estava na porta da escola pública esperando minha filha quando escutei uma voz masculina me perguntando: Oi Lu, o que faz por aqui? Olhei surpresa para trás e vi aquele homem bonito, elegante, sempre perfumado, pai de uma das amiguinhas da minha filha da escola particular, eu estava fragilizada e comecei a chorar e ele me abraçou ternamente, acabei me abrindo com ele e contando toda minha situação. Ele então me olhou no fundo dos olhos e disse: Uma mulher tão linda e forte como você não merece passar por isso. Me liga, vou te ajudar, eu tenho como te ajudar. Eu tinha o contato do Léo, esse era o nome daquele anjo/apolo, pois éramos do grupo de zap da escola. No dia seguinte liguei pra ele e marcamos uma reunião no escritório dele, ele trabalhava com importação e exportação, mas também tinha outros negócios, como firma de engenharia civil, empresa de energia solar e até uma serraria no Pará, traduzindo, rico demais. Nunca imaginei aquilo, já que apesar da elegância e beleza dos seus 45 anos sempre foi bem simples no trato com todos e nunca ostentava. Depois descobri que era uma tática contra a violência, seu carro, apesar de blindado, não era dos modelos mais caros e sempre que queria esbanjar viajava para o exterior com a esposa e/ou amantes. Um putão gostoso. Entrei no escritório e ele estava ao telefone, inconformado com a indisponibilidade de alguém que o deixara na mão. Havia combinado de recepcionar um de seus clientes importantes e a pessoa não iria, ele estava puto. Quando desligou o telefone me olhou profundamente, me analisou da cabeça aos pés, olhou pra sua secretária, uma gostosa, diga-se de passagem, e perguntou a ela: Será que ela daria conta? Referindo-se a mim, ela me olhou, inclinou a cabeça me analisando e disse: Gata ela é. Não entendi nada. Ele pediu que a secretária saísse e me disse: Lu, como disse posso te ajudar e vou, mas acontece que surgiu um problema pra mim e uma possibilidade pra você, ia te oferecer um emprego em alguma das minhas empresas. Ia te deixar escolher, mas você pode ganhar em um dia o que ganharia em um mês, posso te fazer uma proposta indecente? CLARO! Respondi sem nem pensar, estava quase sendo despejada, toda endividada. O máximo seria querer me comer! Mas pra ele eu dava de graça kkk. Olha, eu recebo clientes de várias partes do mundo, normalmente eu os hospedo em bons hotéis no dia que chegam, forneço companhia e entretenimento e no dia seguinte na reunião eu faço dinheiro com eles nos negócios. Disse rindo. Acontece que as meninas que disponibilizo não são garotas de programa, mas mulheres de gabarito, com classe, estilo, além de bonitas. Quer ganhar 10 mil reais hoje para recepcionar e entreter um cliente francês? Eu fiz cara de espanto, porque aquele dinheiro seria uma salvação, não pela indecência da proposta. Ele disse que se eu não quisesse daria um jeito e manteria a proposta de me arrumar um emprego. Mas eu disse que topava, só queria saber se teria que transar com o tal cliente. Ele olhou e sorriu com cara de safado dizendo: Só se ele quiser e você topar. Léo, esse dinheiro vai ser minha salvação, me dê os detalhes. Às oito da noite encontrei o Jamal, francês de origem árabe, no saguão de seu hotel, seus olhos brilharam e ele se encantou comigo, elogiou minha beleza mas disse que eu estava radiante, mal sabia que o dinheiro que já entrara na minha conta tinha me salvado, por isso estava tão leve e feliz. Saímos para jantar num bom restaurante e voltamos logo para o hotel, aquele francês queria comer outra coisa kkk. Subimos pra sua suíte e ele me abraçou por trás ainda na porta, senti seu volume duro em minha bunda, ô francês assanhado kkk. Entramos com ele me agarrando por trás, como se tivesse mil mãos, meus seios, minha bunda, meu corpo todo, meus cabelos, então ele me virou e beijou ardentemente. Que homem gostoso, sabia o que fazer e como fazer. Meu vestido sumiu rapidamente ficando só de calcinha, ele ajoelhou aos meus pés e começou a beijar minha boceta ainda por cima da calcinha, puxou para o lado e pude sentir a sua língua me invadindo, fiquei molhada demais com aquele delicioso beijo. Ele me levou pra cama, deitei e ele continuou a me chupar, estava delirando em sua boca e de repente o orgasmo veio rápido e intenso, meu corpo tremeu todo e fiquei soltinha. Ele girou meu corpo, ergueu um pouco minha bunda e senti então sua língua diretamente em meu cuzinho, uiiiiii, arrepiei toda, adoro carinho ali, ele demorou bastante invadindo meu ânus com sua língua deliciosa, quando então senti ele colocando uma camisinha e passando gel no meu rabinho. Nem pediu, o safado, simplesmente ajeitou sua rola na minha bunda e forçou um pouquinho, segurei seu pau com a mão para guiar melhor e aí levei um susto, ele era muito grosso, olhei pra ele assustada e ele em inglês só disse pra eu relaxar. Senti a cabeça forçando minhas poucas pregas restantes, ele parou um pouquinho, respirei fundo e comecei a tossir, ele entendeu e empurrou. UAU, a tora deslisou pra dentro e senti seus ovos batendo na minha bunda, era uma dor surreal, mas estava muito gostoso. Ele socava forte e me torava no meio, meu cú aberto recebendo aquele talo de músculo e sangue pulsante, meu corpo sacudindo, meus seios balançando e a rola entrando e saindo num ritmo alucinante, aí veio o primeiro tapa, na bunda, com força, senti a pele arder, mas o que ardia mesmo era meu cú, aquele fdp gostoso não parava de me enrabar, socava e socava e socava, outro tapa, e outro, sempre bem forte, comecei a ficar quente, estava me descontrolando, sentindo ser rasgada ao meio e apanhando na bunda, tapas e tapas, dos dois lados, e socava e batia, eu comecei a gostar de verdade, ele então saiu de mim, me virou de frente e entrou de novo, me senti alargada, seus olhos brilhavam, sua feição havia mudado e ai o primeiro tapa na cara, que tapa! Eu não sabia se ficava puta ou curtia aquele sentimento tão estranho que estava me dominando, instintivamente cuspi em sua cara, recebi outro tapa, comecei a xingá-lo e outro tapa, minha cara ardia, meu cú ardia, minha buceta piscava, meu corpo estava quente e suando em bicas, seus movimentos de entra e sai ficaram mais intensos e quando sentiu que ia gozar saiu de dentro de mim, tirou a camisinha, me puxou pelos cabelos e enfiou o pau todinho em minha boca. Que gozada doida, ele jorrava em minha boca, nunca tinha visto, ou sentido, tanta porra. Quando parou puxou minha cabeça pra trás e me fez abrir a boca, mostrando-a cheia de esperma, ele olhava extasiado, eu havia entrado no clima, tinha adorado apanhar e ser puta cachorra daquele jeito, ele então me puxou pelos cabelos, me levou para o box do banheiro me deixando sentada no chão, ajeitou seu pau e começou a mijar em mim, instintivamente abri a boca e recebia aquele mijo quente na cara, na boca, no corpo, curtindo a vibe dele. Quando terminou ele saiu e eu senti muita vontade de defecar, sentei no vaso e ele apareceu na porta me olhando surpreso, perguntei se ele queria ver, ele fez que sim com a cabeça e me levantei um pouco mostrando a bunda e meu ânus se expandindo. Nessa hora, diante da reação dele, tive uma ideia maluca e perguntei se ele não queria que cagasse nele. Seus olhos brilharam, éramos dois loucos, dois maníacos. Ele deitou no chão do box, me agachei em cima dele e comecei a cagar mole em cima dele. Fedia, minhas fezes caindo sobre seu peito e ele espalhando com as mãos, minha vergonha, meu pudor, meu juízo, tudo tinha ido pro espaço. Ficamos naquela loucura por uns minutos até que acabei, ele então enfiou o indicador inteiro de uma vez no meu cú todo sujo, retirou e olhou. Via um prazer absurdo em sus olhos e eu compactuando com tudo aquilo, sou louca. Levantamos e nos abraçamos ainda todos sujos de fezes, tomamos um delicioso banho e voltamos pra cama. Recobradas as energias perguntei se ele queria que eu dormisse com ele, para minha surpresa ele disse que não, levantou-se enquanto me arrumava, mexeu em sua bolsa e me deu um pacote de euros (mil que eu contei no uber pra casa). Ele me disse que eu era a melhor PUTA que ele já havia comido e que iria querer me comer toda vez que viesse ao Brasil e que viria mais vezes. No caminho um misto de satisfação, estava saindo do buraco financeiro, e de confusão me atordoavam. Havia acabado de transar por dinheiro e de cagar no cliente, além de ter gostado de apanhar na cara. Gente eu estava ficando maluca demais. No dia seguinte Léo me ligou agradecendo, dizendo que a negociação com Jamal tinha sido muito boa, que ele me elogiara bastante e completou com algo que me gelou: Eu também gosto de bater. Dois dias depois Léo me chamou ao escritório, a secretária gostosa me olhou com cara mais safada ainda e me anunciou, entrei na sala dele e ele caminhou até mim, segurou meu rosto com sua mão grande e apertou de forma que tive que abrir a boca, ele forçou meu rosto pra baixo e cuspiu em minha boca, me molhei na mesma hora, percebi que algo havia mudado em mim, estava adorando ser submissa, logo eu, sempre tão dona de mim. Nisso a Priscila, esposa do Léo entrou pela sala nos pegando naquela situação, Léo disse então: Pri, ela é do jeito que o Jamal falou. Pri se aproximou e cuspiu também em minha boca, gente, vocês não conseguem entender o que se passava na minha cabeça, eu começara a me prostituir e agora estava me submetendo aos caprichos devassos de um casal. Ele apertou o comunicador e avisou a secretária que não deveria ser incomodado, Pri sorriu e me beijou na boca, mordiscando meus lábios, a mãe da amiguinha da minha filha, sempre tão recatada na escola, agora estava beijando minha boca e amassando meus peitos, Léo explorava minha bunda com sua mão e senti seu pau duro roçando em mim. Pri era dominadora e me bateu muito, estava irreconhecível, tapas na cara, puxões de cabelo, cusparadas, dedadas no cú e de repente aparece um cintaralho com o qual ela começou a comer meu cú. Gente, era tudo muito louco, Léo estava deitado no sofá com o pau em minha boceta e Pri me comendo no rabo em chamas, era muita informação e novidade na minha cabeça. Quando Léo começa a gozar gemendo alto Pri aumentou o ritmo e quase me partiu ao meio, saí de cima dele e ele também submisso ficou de quatro no sofá, Pri se aproximou sem dizer nada e cravou o cintaralho no rabo dele e começou a xingá-lo: FDP, gostou de comer a piranha? (a piranha era eu kkk), Gozou na buceta dela seu puto? e tome tapa na bunda dele, safado, bombando incessante naquele cú. Ficou alguns minutos e parou, como se estivesse em um gozo mental. Depois disso nos limpamos no banheiro do escritório e começamos a conversar como se nada tivesse acontecido. Eram loucos e eu também era louca, mas estava adorando. Foi quando ele disse que havia um casal chinês chegando em dois dias e se eu topava recebê-los. Claro que sim, vou adorar, disse animada, mas isso fica para o próximo conto. Espero que tenham gostado. Beijos.
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