Sou de Curitiba e sempre soube que Sofia era linda demais. Dezenove anos, corpo de mulher feita: seios firmes que balançavam quando ela andava, cintura fina, bunda redonda e alta, coxas macias que se esfregavam uma na outra. Eu, aos quarenta e nove, sentia o desejo crescer de forma suja sempre que a via pela casa. Foi numa terça-feira à noite que tudo começou. Cheguei mais cedo do trabalho. A casa estava silenciosa. Ouvi gemidos baixos vindo do quarto dela. Empurrei a porta só o suficiente para ver sem ser visto. Sofia estava de quatro na cama, nua. O labrador da casa, grande e forte, montava nela por trás. O pau vermelho e grosso do animal entrava e saía da buceta dela com força, a pele molhada estalando a cada estocada. Ela gemia de boca aberta, os seios balançando, uma mão segurando o lençol enquanto a outra se esfregava no clitóris. Empurrava o quadril para trás, pedindo mais fundo. Quando o cão gozou dentro, ela tremeu inteira e depois se virou, chupando o pau ainda pingando, limpando tudo com a língua devagar. Fiquei parado no corredor. Em vez de raiva, senti o pau endurecer dentro da calça. O desejo veio quente e sujo. Continuei olhando até o fim. Depois fechei a porta sem barulho e desci. Naquela noite não consegui dormir direito. Só pensava na buceta da minha filha sendo arrombada pelo cão. Nas semanas seguintes flagrei mais vezes. Sempre escondido. Uma vez no chão da sala, ela de joelhos chupando o pau do labrador enquanto ele lambia a buceta dela com a língua grande. Outra vez no quintal de madrugada, de quatro na grama, o animal entrando nela com força, as patas dianteiras apoiadas nas costas dela. Eu batia punheta no escuro, gozando em silêncio, o desejo só aumentando a cada vez. Na sexta-feira cheguei mais cedo de novo. A casa estava quieta. Subi sem fazer barulho. A porta do quarto dela estava entreaberta. Sofia estava de novo de quatro na cama, o labrador já montado. O pau grosso entrava fundo, o rabo do cão batendo contra a bunda dela. Ela gemia baixo, concentrada, a mão no clitóris. Dessa vez não fiquei só olhando. Empurrei a porta e entrei. Sofia se assustou de verdade. Puxou o corpo para frente, os olhos arregalados, a respiração presa. — Pai… — a voz saiu baixa, quase sem ar. — Eu não sabia que você… Fiquei parado, o peito apertado, o pau já duro. — Continua — eu disse, a voz rouca. Ela me olhou, ainda assustada, mas não saiu da posição. O cão ainda estava parcialmente dentro dela. Sofia engoliu seco, olhou para o animal e depois para mim. A respiração acelerada. — Você… você viu as outras vezes também? — Vi. Ela hesitou só um segundo. Depois, devagar, empurrou o quadril para trás de novo, engolindo o pau do cão mais fundo. O som molhado voltou. Ela gemia baixo, os olhos ainda em mim, meio envergonhada, meio excitada. Eu me aproximei. Tirei a camisa. Depois a calça. O pau saltou para fora, latejando. Sofia estendeu a mão e segurou. Apertou de leve, o polegar passando pela cabeça já molhada. Depois se aproximou e chupou a ponta enquanto o cão continuava metendo nela por trás. A língua quente, o ritmo irregular por causa das estocadas do animal. — Devagar — eu disse, a voz falhando. Ela chupava mais fundo, a mão na base do meu pau, enquanto o labrador arrombava a buceta dela com força. Eu segurei a cabeça dela e fodi a boca devagar, olhando o pau grosso e vermelho do cão entrando e saindo, a buceta dela esticada, escorrendo. Depois a puxei um pouco para o lado. O cão saiu com um som molhado. Sofia ficou de quatro, a bunda alta, a buceta aberta e brilhante. Eu me posicionei atrás e enfiei de uma vez. Quente, apertada, escorrendo do sêmen do animal. Ela gemeu alto, empurrando para trás. Enquanto eu metia nela, o labrador se aproximou pela frente. Sofia segurou o pau dele e engoliu, chupando com vontade. Eu fodia a filha com força, olhando ela chupar o cão. O som era sujo: o bater da minha barriga na bunda dela, os gemidos abafados dela no pau do animal, o barulho molhado. Em um momento tirei e guiei o cão de volta para dentro dela. O animal montou de novo, as estocadas fortes fazendo o corpo dela balançar. Eu me ajoelhei na frente e enfiei o pau na boca dela. Sofia chupava com vontade, a saliva escorrendo, enquanto o labrador a fodia por trás. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, gemendo no meu pau. O cão gozou logo depois, enfiado fundo, o sêmen escorrendo pela coxa dela. Eu gozei na boca dela, fundo, sentindo ela engolir. Quando parei, Sofia estava ofegante, ajoelhada, o corpo suado, a buceta ainda aberta e molhada de porra de cão. Ela passou a mão entre as pernas, recolheu um pouco do que escorria e chupou os dedos, olhando para mim sem dizer nada. Eu sentei na beira da cama, a respiração pesada. O labrador se deitou no chão, satisfeito. Sofia se aproximou, ainda nua, e encostou a cabeça no meu ombro. Nenhum de nós falou por um tempo. Só o silêncio e o cheiro de sexo no quarto.
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