Meu nome é Zé, isso foi em meados dos anos 70, eu tinha 18 anos, 1,70 de altura, tipo atleta. Minha tia Rita, tinha 45 anos, era uma coroa bem conservada, dava inveja em qualquer menininha, coxas grossas, bem bronzeadas, seios fartos, corpo violão, uma delícia de mulher. Era época dos bailinhos de vila, e meu tio Beto, ia nos levar na casa de um amigo dele, que estava patrocinando um baile em homenagem a filha dele que estava fazendo 15 anos. Estávamos, eu, o meu primo Lúcio, filho do meu tio, que tinha 17 anos, a Solange, namorada dele, meu tio respectivamente, e a minha tia. A minha tia, por ela se sentir bem jovial, como estava na moda, ela comprou uma calça jeans, tirou o passa cinto, e ficou sem cintura, deixando aparecer seu cofrinho, ela estava com essa calça, aparecendo seu cofrinho, colocou uma camiseta meio curta, aparecendo sua barriguinha de tanquinho, e para meu tio não perceber o detalhe de seu cofrinho a mostra, ela vestiu uma blusinha fina cobrindo sua cintura. Então fomos para lá. Ao chegarmos, ela colocou sua blusinha no carro, porque estava calor, e fomos para a casa. Meu tio, junto com seu amigo e mais alguns, foram para os fundos da casa, para jogarem truco. E nós fomos para a sala da casa onde estava acontecendo o baile, a minha tia pediu permissão ao meu tio para poder dançar, o que foi consentido. Na sala, eu, meu primo e a sua namorada, ficamos em um canto onde haviam mais jovens como a gente, e a minha tia ficou em outro canto, sozinha, separada. Eu percebi que a maioria das garotas ali no baile, estavam acompanhadas, e não restava quase nenhuma para poder dançar. Começou o baile, e meu primo e sua namorada já foram pro meio do salão e começaram a dançar, foi quando, mais ao canto da sala, como que escondida dos nossos olhos, vi minha tia dançando com um cara aparentando no máximo, uns 25 anos, e ao prestar atenção na cena, eu vi que ele, ao abraça-la pela cintura, enquanto dançava, passava seu dedo no cofrinho dela. Eles dançaram mais uma vez, e do mesmo jeito, e meu primo com sua namorada nem perceberam o movimento. Ao vê-los dançando mais uma vez, percebi o cara falando alguma coisa no ouvido da minha tia, e pela reação, ela gostou. Ao término da dança, ela veio pro canto dela, enquanto que ele saiu pela porta afora, nessa hora eu pensei: "Se ela sair também, vou atrás". Não deu duas, começou outra dança, e meu primo foi dançar com sua namorada, e a minha tia, disfarçando, saiu pela porta de fininho. A porta da sala da casa, era de lado, e dava em um corredor, que indo pela direita, saía no quintal onde estavam meu tio e seus amigos jogando truco, e pela esquerda, dava na garagem e ao portão de saída. Quando eu cheguei na porta, sem que ela me visse, avistei ela saindo pelo portão, e imediatamente corri para lá. A rua estava vazia, pois estavam todos na casa, e ao chegar no portão, sem que ela me visse, avistei ela entrando em um terreno baldio. Esperei um pouquinho e fui pra lá. O terreno baldio era grande, e dava inicio a um matagal, na entrada havia do lado esquerdo, alguns arbustos, mais a frente tinha um pequeno descampado que mais parecia um caminho, do lado direito vários matos, e após os arbustos, umas árvores, começando a mata que ainda era nativa. Atento, fui adentrando pelo caminho para escutar onde eles estavam, e quando eu estava chegando perto das árvores, comecei a escutar uns gemidos. Ao fundo das árvores, tinha um espaço que dava no muro que era alto, da casa, onde estava meu tio jogando truco. Então eu avistei, eles encostados no muro, e minha tia, com suas calças arriadas até o calcanhar, com seus joelhos abertos, e o cara, também com suas calças arriadas, enfiando o pinto na buceta da minha tia. Fiquei aguardando um pouco, e ao perceber que eles estavam acabando, corri para o canto dos arbustos, e fingi que estava mijando. O cara saiu que nem me viu, foi quando eu fui pro meio do caminho, e fiquei aguardando. Ela começou a sair, e tomou um susto quando me viu. - Zé, o que você está fazendo aqui? Aí, eu lhe perguntei: - Tia, o que a senhora está fazendo aqui? - Sabe o que é Zé, eu estava doida pra fazer xixi, e como o banheiro da casa estava muito cheio, eu vim aqui, ainda bem que ninguém viu. Então eu lhe cutuquei. - E o grandão, estava te ajudando? - Que grandão? - Aquele que acabou de sair daqui. Ainda tentando disfarçar, ela me falou. - Não sei o que ele estava fazendo aqui, nem sei de quem você está falando. Nessa hora, lhe dei um sorriso bem maroto, e joguei direto. - Tia, eu vi o que vocês estavam fazendo lá no canto da parede. - Tá, e o que você quer pra não falar nada pro seu tio e nem pro seu primo? Eu olhei bem pra ela, com aquela cara de safado, e disse: - Eu quero o que o cara ganhou. - Você vai me fazer chantagem agora? - Não tia, não é chantagem, é apenas uma troca de favores, eu não conto nada, e a senhora me tira do sufoco. Ela olhou bem pra mim, viu que não tinha alternativa e me disse: - Então vamos lá. Chegamos no mesmo local, onde dava pra ouvir o meu tio gritando no jogo, eu já subi a camiseta dela e comecei a chupar seus seios sedosos, já baixei suas calças, e disse a ela que só não iria chupar a buceta dela, porque o cara tinha acabado de gozar nela. Ela então baixou minhas calças, tirou meu pinto pra fora, que aquela altura, já estava latejando de tesão, segurando meu pinto de leve em suas mãos, me disse aos ouvidos. - Calma meu filho, deixa eu segurar seu pinto de leve, senão você vai acabar gozando rápido. Ela calmamente, pegou meu pinto e começou a esfregar na entrada da sua buceta, e depois de umas três passadas da cabeça do meu pinto na entrada da sua buceta, ela encaixou a ponta bem na entrada da sua buceta e me disse baixinho. - Vai Zé, vai enfiando seu pinto bem devagar na minha buceta, que é pra eu sentir ele entrar tudo. Aí eu fui enfiando e tirando meu pinto da sua buceta bem devagar como ela pediu. - isso, assim, enfia tudo, vai enfiando que eu gosto, eu sou uma puta, e quanto mais pinto na minha buceta, eu gosto. Depois de algumas investidas, ela continuou falando em meu ouvido. - Agora, vai enfiando mais depressa, não muito, mais um pouquinho mais depressa. Comecei a acelerar, e ela então me pediu. - Vai, agora mete com força, com toda força. Comecei a socar com força, e quanto mais eu socava, mais ela pedia e gemia. - Vai, vai, mais forte, isso, que gostoso. Estava ali, metendo gostoso, quando praticamente, acabei gozando junto com ela, e ao término, ela olhou bem pra mim e disse: - Ai, como eu sou uma mulher de sorte, ser comida e gozada por dois caras novinhos, no mesmo dia. - E aí tia, foi muito gostoso, a senhora tem uma buceta muito gostosa, vai ter mais? - É lógico que vai ter mais, mas vamos com calma, pra ninguém perceber. Nos ajeitamos, e sem ninguém perceber, voltamos para o baile, e a noite transcorreu normalmente como se nada tivesse acontecido.
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