O dia em que uma mulher casada, gozou se esfregando no meu pau, no trem lotado, ao lado do marido.
Pra mim ir para o trabalho, tenho que pegar o trem do subúrbio, eu pego o trem, na terceira estação do início da linha, e desço na penúltima estação. A estação que eu subo, eu entro pelo lado esquerdo, e é a última estação desse lado, dali para frente, é só do lado direito, nesse dia eu fui a última pessoa a entrar no vagão, e a minha frente, entrou um casal, que o trem, ao fechar a porta, fiquei encostado na porta, já que ela não abriria mais, de frente para o corredor, e a mulher ficou de frente pra mim, e o seu marido ao lado dela. Ainda não estava tão lotado, ficou um espaço entre eu e a mulher, e ela então, colocou sua bolsa bem em frente eu e ela, para que não tivesse nenhum contato entre nossos corpos, o marido dela, abraçando-a, deu-lhe um beijo no rosto, como que concordando com sua atitude. Quando chegou na estação seguinte, onde o trem abriu a porta da direita, acabou de lotar, e ficamos espremidos. A sua bolsa ficou entre a gente, e ao ficar segurando sua bolsa, sua mão ficou, a palma encostada em sua bolsa, e o dorso dela, encostado na minha barriga. Aos solavancos do trem, que partia em um ritmo lento, ela começou a descer sua mão, e ao terceiro solavanco, sua mão, já estava encostando no meu pinto, eu estava usando uma bermuda de poliéster, bem fina e larga, e uma cueca samba canção, também fina e larga. Ela então, sem seu marido perceber, devido ao aperto da lotação, começou a mexer seus dedos, esfregando em meu pinto, deixando ele duro, ela então virou sua mão, e agarrou meu pinto, colocando ele entre seu dedo polegar e o indicador, e começou a apertar, o deixando bem duro. Não estando satisfeita, ela, aproveitando os solavancos do trem, começou a puxar levemente, sua bolsa pra cima e pro lado. Ela foi puxando, puxando, até que saiu de vez, e automaticamente, sua buceta se encaixou bem no meu pinto, e a cada solavanco, ela dava uma esfregada bem gostosa, se tivesse uma abertura em seu vestido, e na minha bermuda, meu pinto entrava em sua buceta, de tão apertado que estava. O trem estava indo lento, devido ao horário e as suas falhas, o maquinista, puxava devagar e brecava, puxava devagar e brecava, e a cada vez que brecava, essa sucata que nós estávamos, ela rangia e trepidava, e ela aproveitava a trepidação, e esfregava cada vez mais forte, até que chegou um momento, em que o trem começou, devido a sua vagarosidade, a trepidar incessantemente, e sua buceta, esfregava tanto no meu pinto duro, que eu estava quase gozando nas calças, quando eu olhei pra ela, e vi ela fazer um biquinho com sua boca, como que sugando o ar para dentro, fechar os seus olhos de leve, e fazer a sensação de um gemido bem baixinho, seu marido nem percebeu. Ao término, ela deu um leve sorriso, foi quando seu marido ao perceber, lhe perguntou: - O que foi bem? - Nada, eu lembrei daquela minha amiga, aquela vez no trem. - É, ela estava tão distraída, que quando o trem andou, ela acabou caindo no chão, realmente foi muito engraçado. Nessa hora, ela perguntou a ele, em que estação estávamos, e quando ele ergueu sua cabeça para ver no painel acima da porta de entrada, ela me deu uma olhadinha com uma cara de safada, e um sorriso de ter gostado, foi quando eu percebi, pela sua satisfação, que ela tinha gozado. Aí o trem começou a esvaziar, e eles desceram uma estação antes da minha, e desse dia em diante, toda vez que eu vou pegar o trem, procuro chegar meia hora antes, e fico atento pra se os vejo de novo, mas nunca mais os encontrei. E assim é vida que segue.
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