Inaugurando o calouro hétero



Essa história aconteceu um tempinho atrás. Foi uma das experiências mais da hora que eu tive.

No primeiro rolê da faculdade, no dia da matrícula, bati o olho em um menino que me chamou muito a atenção. Ela tinha mais ou menos a minha altura, todo malhadinho. Era branco, mas com claros traços indígenas. Tinha o cabelo preto, muito liso, os olhos um pouco puxados e simplesmente nenhum pelo. Como estava muito quente, por ser verão, ele estava usando um daqueles microshorts da Zara, estilo anos 70/80, e uma camiseta branca (simplesmente uma delícia). Na hora pensei: “hmmmmmmm, suspeito”. Fui puxar papo.

Para a minha surpresa, porém, o piá falou que era “hétero”. De todo modo, não me dei por vencido. Sabia que nesse angu tinha caroço. Entre várias cervejas e shots, acabamos conversando bastante. Como ele era de fora, colou em mim e não desgrudava; e até aí, tudo bem. Só que, conforme as cervejas iam entrando, ele foi ficando cada vez mais “carinhoso”. Ele me segurava pelo braço; por onde ia, me puxava junto; a cada dois minutos me dava um “bro hug”; se conhecia uma pessoa nova, fazia questão de me apresentar.

O auge foi quando pediu para o pessoal da atlética tirar uma foto nossa, colando seu rosto no meu (tenho essa foto até hoje).

Quando a noite caiu, fomos todos para o centrinho histórico da cidade (para quem é de Curitiba, o Largo da Ordem). Naturalmente, lá a bebedeira continuou, com ele cada vez mais carinhoso. Eu aproveitei a deixa e tirei algumas casquinhas. Fiquei o tempo inteiro abraçado com ele, sob o pretexto de que “tinha esfriado”. Quando sentávamos, ficava passando a mão nas coxas dele (e que coxas...). Depois de alguns bons copos de cerveja, ele falou que precisava mijar. Por óbvio, falei que ia junto. Só que a fila do banheira estava gigantesca.

Como já estava relativamente tarde e era um dia qualquer de semana, tinha pouca gente circulando. Falei para ele “vamos ali atrás, na rua, essa hora é de boa”. Quando ele aceitou, meu coração disparou. Meu sangue saiu do corpo e foi todo para o meu pau. Quando chegamos, esperei ele achar um lugar. Escolheu uma árvore qualquer. Fui bem do lado. “Ou, tá querendo ver minha rola é”, ele falou, dando uma risada. “E se eu quisesse?”, respondi, em um tom bastante malicioso. Ele pensou, pensou, pensou...

Enquanto ele pensava, saquei a minha própria rola fora e disse “aqui, ó, pra te incentivar”. “Caralho”, deixou escapar. Ele olhou em volta um instante, analisou mais um pouco, e “ah, foda-se”. Botou a pica para fora, que já estava meia bomba (como disse, eu SABIA que naquele angu tinha caroço), e começou a mijar. Era um jato grosso, forte. Embora estivesse escuro, gostei muito do que consegui ver: uma rola pesada, veiúda, lisinha, macia. Um combo perfeito. Não conseguia tirar o olho, e ele percebeu.

“Esqueceu de mijar, foi?”, perguntou. “Prefiro ficar admirando isso aí”, eu disse, apontando com a cabeça. “Com todo respeito, mas que pica mais gostosa, puta que pariu”.

Ele hesitou um momento, pensativo; respondeu “como cê sabe que é gostosa se não provou?”. Puta merda. Foi AÍ que eu me consagrei. A única coisa que falei foi “fica de olho”. Quando dei por mim, já estava de joelhos na frente dele, submisso, com aquele mastro enfiado inteiro na minha boca. Mastro que, inclusive, endureceu em poucos segundos. Pelos meus cálculos, devia ter uns 18/19 centímetros. E era grosso feito uma lata de Coca. Absolutamente perfeito. Umas das rolas mais perfeitas que já mamei.

Eu engolia tudo, fazia uma sucção fodida com a garganta. Ele se amolecia e arrepiava inteiro. Como tínhamos pouco tempo, não me fiz de rogado. Dei o meu melhor, mamei feito um bezerro, como nunca tinha mamado antes. Acho que, por conta da adrenalina de estarmos em um local público, e de ele estar sendo mamado por um homem (depois me confessou que foi a primeira vez), não demorou muito; logo ele gozou. Encheu a minha boca de porra. Cheguei a me engasgar. Levei um tempinho para me recompor.

Para minha surpresa, quando levantei, ele me puxou para perto e me tascou um beijão. Isso me pegou MUITO desprevenido. Nessa hora, quem amoleceu fui eu. No caminho de volta para o bar, andamos de mãozinhas dadas (bem fofinho). Por um tempo, fingimos que nada aconteceu. Mas, depois, acabou acontecendo mais algumas cosias. De todo modo, foi uma das mamadas mais gostosas que já dei!


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Comentários


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rotta10 Comentou em 24/10/2026

Delícia adorei?!




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275494 - A minha primeira vez - Categoria: Gays - Votos: 8

Ficha do conto

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Nome do conto:
Inaugurando o calouro hétero

Codigo do conto:
275492

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/10/2026

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6

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