A minha primeira vez



Eu gosto muito de ler contos de primeira vez. Resolvi contar a minha, real oficial.

Eu ainda estava no colégio. Estudava em uma escola estadual no Capão Raso, em Curitiba. Toda sexta-feira, eu e alguns amigos saíamos do colégio, almoçávamos no Subway e íamos na minha casa jogar bola. Eu morava em um condomínio com quadra de grama sintética, então lá era o point fixo do futebol. Normalmente, íamos em 4: eu, o Tiago, o Gerson e o Igor. Teve um dia, porém, que só o Tiago pôde...

Na época eu não entendia muito bem, mas sempre senti alguma coisa pelo Tiago. Ele era muito bonito. Tinha uma pele cor caramelo, era magrinho, embora não fosse baixinho. Seu rosto era delicado, quase feminino, e ele tinha um cabelo mais longo, estilo Justin Bieber. Sempre que eu podia, eu ficava perto dele. Adora sentir o toque dele, o calor, estar junto. Quando “brincávamos”, sempre que podia, pegava ele no colo, segurava ele comigo.

Tenham em mente que eu sou, e sempre fui, o exato oposto do Tiago. Sou uma pessoa grande, mais alta e parruda. Tenho bastante pelos, na época já tinha barba fechada (o que me deixou popular no colégio, por sorte). Meu rosto é bem masculino, com uma expressão séria, mesmo quando não estou brabo ou irritado. Por isso, “manusear” o Tiago sempre foi muito legal. Eu sentia como se ele fosse “meu”, como se eu mandasse nele.

No dia em que só nós dois pudemos ir, tudo rolou como deveria rolar. Saímos do colégio, almoçamos no Subway e fomos lá para casa. Quando estávamos nos trocando, me senti mais à vontade para admirar o Tiago. Ele realmente era uma delícia. Basicamente, era um twink. Mas um twink com uma bunda bem redondinha e suculenta. Quando ele ficou só de cueca, aproveitei e dei uma cutucada: “que rabo gostoso, hein”. Ele deu risada e mandou eu me foder. No entanto, continuou só de cueca, mexendo no celular. Talvez, mais do que deveria...

Eu, como não sou idiota, aproveitei.

“Tá querendo pica e não sabe pedir, Tiago?”. “Sai daí, viado”, ele retrucou. “Aham, sei, ‘sai daí’...”, falei. Como se para me provocar, ele, AINDA DE CUECA, se debruçou sobre a minha escrivaninha, para mexer no celular. Nessa hora, não me controlei. Meus hormônios estavam à flor da pele, eu era sedento por sexo. Estiquei a minha mão e passei a acariciar aquela bunda linda, perfeita, gostosa. Surpreendentemente, ele fingiu que não era com ele. Fui mais ousado: coloquei minha mão por dentro da cueca. Ele continuou sem dar uma palavra. Pensei para mim “vai ser assim, então, filho da puta?”. Sem ele ver, besuntei meu dedo em baba e meti no cuzinho dele, fechadinho, quentinho, cheio de pregas. Finalmente, ele abriu a boca: “ahhhnn”. Gemeu fino, como uma moça.

Meu pau chegava a doer de tão duro. Esse joguinho estava me matando. Sem pensar muito, me ajoelhei atrás dele, abaixei sua cueca e abri a sua bundinha. Era a primeira vez que via um cu na minha frente. Não aguentei, logo caí de boca. Achei que teria nojo, por ser a primeira vez, mas estava tão em transe que faria qualquer coisa para escutar o Tiago gemer de novo. E dito e feito. Assim que minha língua encostou no seu reguinho, ele se contraiu e gemeu igual uma cadela. Eu me senti o cara mais foda do mundo, o mais gostoso de todos. Quanto mais eu lambia, mais o Tiago gemia e se arreganhava.

Eu não estava mais aguentando, precisava meter.

Segurei ele pela cintura, levantei e coloquei ele de quatro na minha cama. Abri bem as pernas dele, deixei o cuzinho bastante babado e falei “aguenta”. Ele entendeu o recado. Fui colocando aos poucos, abrindo devagarinho aquele cu virgem, descabaçando aquele menino-moça. O Tiago mordia o travesseiro, gemendo, agora mais de dor do que de prazer. Para a sorte dele, meu pau não era grande; para o azar, era extremamente grosso. Quando entrou tudo, fiquei parado por um tempo. Enquanto admirava o contraste do meu corpo grande e peludo com a delicadeza do Tiago, o cuzinho dele aos poucos foi se acostumando.

Quando ele ameaçou rebolar, quem entendeu o recado fui eu. Comecei uma meteção frenética, meio desgovernada, sem prática nenhuma. Para o Tiago, porém, foi o bastante. Ele gemia como nunca antes, sem falar uma só palavra. Nesse momento, a linguagem dele era o prazer. E quanto mais fino, mais feminino, mais prazer. Eu fiz aquela puta gemer o mais fino que podia. Eu me sentia um boi, bronco, estava fora de mim. Só queria meter, e meter, e meter, e meter. Quando cansei de socar nele de quatro, peguei ele no colo. Era eu que mandava. Iriamos fazer o que eu quisesse.

Fiquei ajoelhado na cama e encaixei o cuzinho dele na minha pica. Desde que tudo começou, foi a primeira vez que vi ele de frente. Sua rola, que não era pequena, estava dura feito pedra. Nessa posição, eu não metia; nem era ele que rebolava. Eu segurava ele com os braços e fazia o corpo inteiro dele subir e descer na minha rola. Depois de um tempo entregue a mim, ele finalmente quebrou o silêncio: “me beija”. Foi a primeira vez que beijei um homem. Um beijo demorado, quente. Como baixei minha guarda, ele aproveitou para tomar as rédeas.

Sem desgrudar sua boca da minha, começou a rebolar loucamente na minha rola. E rebolava cada vez mais forte, dando uma surra desesperada de cu na minha pica. Quando senti seu cuzinho contrair, entendi o que tinha acontecido. Ele gozou sem tocar no seu pau. Foi também a primeira vez que vi isso acontecer. Mas não dei tempo para ele relaxar. Eu ainda não tinha gozado, e iria gozar. Joguei ele deitado na cama e invadi o seu meio. Mesmo depois de gozar litros de porra, ele sabia qual era o dever dele. Ergueu as pernas o máximo que pôde, como uma puta obediente, abrindo caminho para que eu o inseminasse. Não demorou muito, gozei pela primeira vez no cuzinho de um homem.

Retribuí o trabalho bem-feito com um beijo lento, até, apaixonado. Olhei nos olhos dele e falei “a partir de agora, você é meu”. Ele concordou, com um sorriso de orelha a orelha.

E durante o tempo em que estudamos junto, ele realmente foi. E, de certa forma, eu fui dele, também. Tivemos uma experiência muito boa de descoberta sexual. Não tínhamos filtro nem vergonha, então fizemos de tudo um pouco. Se quiserem, posso contar também outras histórias.


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Comentários


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loudra Comentou em 24/10/2026

Conto gostoso de ler. Parabéns

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henri_cuzasso Comentou em 24/10/2026

Amei... Beijo

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rotta10 Comentou em 24/10/2026

Maravilha linda adorei?!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A minha primeira vez

Codigo do conto:
275494

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/10/2026

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8

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