Na terça-feira, cheguei mais cedo em casa. Arrumei o quarto, já deixei camisinhas e lubrificante estrategicamente colocados, tomei banho, vesti algo confortável e fui fazer café.
Às sete e meia, a campainha tocou. Abri a porta tentando disfarçar a ansiedade e o nervosismo.
— Oi, Marcela... — ela me interrompeu antes que eu continuasse.
— Qual o seu nome? — ela falou, me olhando sério.
— Como?
— Seu nome. Eu não sei o seu nome. Eu não perguntei ontem e você também não me disse — fez uma pausa. — Não posso continuar chamando você de vizinho.
— Meu nome é Rodrigo — falei, confuso. — Entra, por favor, eu fiz café.
— Obrigada.
Pausa para eu me identificar. Meu nome é Rodrigo, tenho 30 anos, 1,74 m de altura, um pouco acima do peso, na época sem barba, cabelos castanho-escuros, curtos. Sou engenheiro civil e trabalho num escritório com planejamento e orçamento de obras. Moro num apartamento de dois quartos, num prédio de 15 andares, 6 apartamentos por andar. Sou um tipo bem comum.
Ela entrou e se sentou no sofá de forma elegante, cruzando as pernas. Estava usando uma saia estampada comprida e uma blusa azul-bebê sem decote e de manga; estava maquiada, tinha um ar diferente hoje, mais contida, estava mais bonita.
Servi o café. Conversamos, ela me falou como foi seu primeiro dia no novo emprego e perguntou alguns detalhes sobre minha vida, nada demais.
— Você está diferente hoje — disparei.
— É que hoje estou no meu normal, ontem estava subindo pelas paredes — falou num tom sereno, sem se alterar. — Chega mais perto. Eu mordo, mas não arranco pedaço.
Juntei nela e já fui logo beijando, sem pressa, suavemente. Ficamos um bom tempo assim, só na pegação, até eu puxá-la para o meu colo e colocar a mão por dentro de sua saia, subindo por suas pernas, afastando sua calcinha e sentindo sua vulva molhada. Enfiei um dedo, depois dois, e fiquei brincando com o polegar no seu grelo até ela gozar. Fomos para o quarto, ela se deitou de pernas abertas, ergui a saia e caí de boca na sua boceta; ela gritava de prazer.
— Assim! Continua, é aí mesmo, oooohhhhhmmmmmm! — Ela empurrava o quadril na minha boca. Enfiei dois dedos e continuei lambendo e chupando. — AAAAAAAHHHHHHH!! — ela gozou gritando e molhando meu rosto.
Coloquei-a de bruços e fiquei roçando meu pau na sua bunda. Quando ela pediu para eu enfiar, mandei-a ficar de quatro. Fiquei de joelhos na cama, coloquei a camisinha e comecei a comê-la por trás.
— SLAPT, SLAPT — Dei dois tapas na sua bunda e segurei firme seus quadris, ditando o ritmo. Ela gozou jogando o corpo para frente, fazendo meu pinto escapar. Puxei-a de volta, dei-lhe duas dentadas na bunda, uma em cada banda. Meti novamente, seu corpo agora deitado de bruços. Mordi-lhe a orelha, a nuca e os ombros enquanto, com a mão direita, lhe esfregava o grelo. Ela gemia baixinho e teve pelo menos mais um orgasmo antes de eu gozar. Deitei-me sobre ela e beijei-lhe a bochecha; ela estava sorrindo, satisfeito.
Depois do banho, que tomamos juntos, ela reclamou:
— Você me deixou toda marcada, meu ombro vai ficar roxo, sem falar da minha bunda. Precisava morder?
— Desculpe, exagerei — fiz cara de triste.
— Tudo bem, ninguém vai ver mesmo, ainda só tenho você como parceiro. Na próxima, só não morde nem belisca que a gente fica bem.
Jantamos no meu apê e depois ela foi para o dela, continuar organizando a mudança.
Na quarta e na quinta, a mesma rotina, só que na quinta a conversa foi inusitada. Depois da transa, ela disse:
— Na próxima, quero que goze nos meus peitos, quero provar a sua porra. Se eu gostar, você pode gozar sempre na minha boca — falou com muita naturalidade; realmente era uma mulher bem resolvida.
— Amanhã eu não venho, vou pra balada com uma colega — falou, decidida. — Você só vai me ver na segunda.
Contudo, na sexta, um pouco mais tarde que o habitual, ela estava à minha porta.
— O que houve? A colega deu bolo?
— Eu que dei bolo nela, vou deixar pra sair no sábado. Preciso terminar de arrumar a mudança, vou acordar cedo e passar o sábado arrumando a casa.
Seguimos a rotina de sempre: café, foda, jantar, e ela foi para o apê dela. Só voltei a vê-la na segunda, e agora estava autorizado a gozar na sua boca.