Como me tornei viciado em leite,, parte 3



Olá meus amigos!
Primeiramente gostaria de agradecer mais uma vez as inúmeras mensagens, isso me encoraja cada vez mais a compartilhar esses momentos deliciosos que vivi com meu vizinho, seu José.
Antes de continuar, gostaria de reforçar a velocidade do relato, exceto pelos nossos nomes.
Para quem está chegando por aqui agora, sugiro que leia as outras 2 primeiras partes para entendimento desta deliciosa aventura vivida.
Bem, vamos finalmente a continuação...

Sai da casa de seu José incrédulo com o que acabara de acontecer, não tinha simplesmente sido agraciado com mais uma dose de leite de meu vizinho, mas finalmente havia provado o sabor de sua carne, mesmo que rapidamente.
Passei o dia ansioso, imaginando o que poderia acontecer em nosso novo encontro, além do café evidentemente.
O dia parecia não passar, o trem parecia não chegar nunca, a fila da padaria parecia não ter fim, os 3 quarteirões que separavam a padaria de minha casa pareciam intermináveis... tudo isso para matar minha vontade de saborear mais um pouco de leite de meu amigo e vizinho.
Ao chegar, encontro seu José deitado na sala assistindo o programa policial vespertino todo sério, o que por alguns instantes me causou apreensão, será que ele havia se arrependido?
Logo que fechei a porta, seu José me pediu desculpas pelo ocorrido pela manhã, que nunca havia feito aquilo com outro homem, mas havia sentido algo diferente, TESAO!!!!
Ouvir isso caiu como música para meus ouvidos, finalmente estava conseguindo ser percebido pelo homem que neste momento povoada meus mais secretos desejos.
Só me restava tranquilizá-lo confirmando o que havia dito, nada disso afetaria sua masculinidade e virilidade.
Acredito que ouvir minhas palavras também soaram como música para os ouvidos de meu provedor de leite, que instantaneamente mudou seu semblante, agora já com um amplo ar de alívio.
Imediatamente após este breve diálogo de apaziguamento de sentimentos e com toda a serenidade e calma, seu José pediu para que eu novamente lhe ajudasse a se masturbar pois havia passado o dia todo ansioso com meu retorno.
Ao me aproximar seu José tirou o cobertor que cobria parcialmente seu corpo e para minha surpresa, seu órgão já estava em ponto de bala.
Sem frescura, sentei-me ao seu lado no sofá, e toquei aquele mastro que já expelia uma boa quantidade de pré-gozo.. Começei num ritmo lento mas firme, e quanto mais acelerava o ritmo sentia seu José aprovar minha habilidade manual, retribuindo-me com gemidos de prazer e respiração cada vez mais ofegante.
Mantinha um ritmo rápido voraz como aquele enorme membro grosso merecia ser tratado, e nessa entrega de prazer acabei encostando no peito peludo de meu amigo, que não esboçou nenhuma reação num primeiro momento.
Seguia agora observando este membro maravilhoso de perto, quando fui surpreendido com a mao de seu José empurrando minha cabeça contra seu enorme e grosso pênis.
Rapidamente fui engolindo aquele mastro saboroso o máximo que aguentava enquanto meu parceiro forçava ate minha garganta dizendo que fazia tempo que desejava aquilo, sentir minha boca engolindo todo o seu kct.
Quanto mais eu conseguia engolir, mais ele gemia e me mandava mamar mais forte, que mostrasse pra ele como um bezerro deveria tratar sua mamadeira.
De repente estava mamando meu vizinho como uma vadia, alternando em engolir seu kct por inteiro, como chupar suas enormes e pesadas bolas, engasgando por vezes com seus pentelhos grisalhos fartos, que cobriam todo seu enorme saco.
A fim de proporcionar mais prazer, coloquei-me de joelhos entre suas pernas, onde podia observar suas expressões enquanto engolia o maximo que conseguia.
Acredito que essa submissão despertou uma selvageria que não conhecia de meu amigo, quanto mais meus olhos lacrimejavam, mais ele forçava minha cabeça numa ritmo alicinante, fazendo que eu babasse de tal maneira que minha saliva escorria pelo saco, deixando aquele momento mais safado...
Meu vizinho havia se tornado um animal sexual, possessivo e dominador, e aquilo me deixava mais excitado ainda, o que me fazia tentar engolir todo aquele kct, causando ânsias, que não causavam nenhuma pena meu algoz, que fazia questão de forçar o máximo que podia, e quanto mais conseguia penetrar em minha garganta, mais gemia e se tornava mais dominante, a ponto de me dar leves tapas no rosto enquanto segurava seu pau no fundo da garganta me sufocando.
Estava tão entregue que demorei a perceber que seu pênis ja havia possuido profundamente minha garganta, fazendo seu saco bater em meu queixo deliciosamente.
Estava adorando ter minha garganta fedida até seu José anuncia que estava prestes a gozar, explodindo diretamente em minha garganta.
Finalmente estava tomando leite, do jeito que gostava, como uma puta submissa.
Após beber toda minha dose de leite, peguei uma toalha para limpar a bagunça que havia feito....
Logo após o café fui embora mais feliz e ansioso para chegar logo a manhã seguinte...

CONTINUA...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como me tornei viciado em leite,, parte 3

Codigo do conto:
275513

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/10/2026

Quant.de Votos:
3

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