- Devo me importar sim, sei que vocês crentes não gostam muito de sacanagem; tem muitos tabus na religião, não é?
- Então, não costumamos entrar nessas rodas.
- É, eu entendo você. Não tem pra quê, já que vocês não transam muito né? rsrsrs - eu brinquei, inferiorizando-a.
- Não é bem assim. - Ah, não é? Duvido. Eu sei bem que casais religiosos costumam nem ligar a luz na hora de transar, estou mentindo?
- Acho que é só um pouco de preconceito, nem todos os casais desligam as luzes.
- E você é do tipo que desliga? - Na lata
Meu objetivo desde o início era colocá-la numa situação em que ela se sentisse provocada, diminuida e inferiorizada por imaginar que eu a via como uma travada sem graça. Eu tinha esperança de que ela iria querer se defender e me provar o contrário. E foi exatamente o que ela fez. Caiu como uma putinha, digo, patinha:
- Então, eu... hmmm... acho que sou do tipo... que...
- Não precisa responder, eu estava brincando contigo. Eu sei que você é mais séria, recatada, e que deve exigir total respeito no sexo que você faz com seu esposo.
- Mas, de verdade, você está tendo a visão errada sobre mim e sobre os crentes, nós podemos ser bem, digamos, soltos também. Assim como vocês que não são.
- SÉRIO? Eu simplesmente não consigo imaginar você, uma crente, sendo... sei lá, uma safada no sexo. Na verdade acho que você nem conseguiria, faz parte da natureza de vocês.
- Como você sabe disso?
- Fernanda, acho que é até óbvio. Você já transou antes do seu marido?
- Não, casamos virgens.
- Olha aí, você tem 20 anos, e 2 meses de experiência sexual. Não deve saber de absolutamente nada.
- Você está enganado, eu sei muita coisa sim. Eu ri naquele momento, mostrando intencionalmente que eu não acreditava naquilo.
- Impossível. - Você que pensa; eu faço tudo o que eu quero fazer.
- Então me diz, o que você gosta de fazer?
- Sei lá, é... acho que... sexo de quatro...
- Você quer dizer sexo anal?
- Nãooo, não é isso.
- Pois é, eu tenho certeza que não, o que prova o meu ponto. Você sabe pouco.
- Mas eu não preciso gostar desse tipo de coisa pra ser boa.
- Pode ser, tem razão.
- E eu ri com algum desprezo. Naquele momento, eu virei a minha cadeira e voltei para a frente do meu computador, mas eu sabia que ela estava mordida, com raiva, se sentindo menos por achar que eu a desvalorizava. Hahaha Não deu um minuto, ela virou pra mim e disse:
- Você está totalmente equivocado. Não deveria julgar as pessoas assim.
- Me desculpe, mas eu somente disse a verdade, de que você é sexualmente fraca. Ainda mais considerando o seu marido que também é outro fraco.
- Ele não é fraco. ele é carinhoso, afetuoso, me ama muito, e é super respeitoso comigo. Você nem o conhece.
- Não estou dizendo que ele não a ama, estou dizendo que se você conhecesse um homem de verdade, experiente, grosso, firme, iria entender que seu marido também deixa a desejar.
- Você é tão presunçoso e convencido.
- Não é isso, você não entenderia. Talvez um dia entenda.
- Um dia, como?
- Acho que não posso te dizer.
- AAh mas agora você vai dizer sim:
- Se um dia alguém fizer do jeito certo. Lamber você toda, sem restrições... humm na verdade eu não sei se eu posso dizer essas coisas para você. Talvez seja melhor parar...
- Não, fale. Agora você vai falar. Me diga.
- Quer mesmo ouvir?
- Quero. O que eu entenderia?
Eu cheguei um pouco mais perto, fingindo que não queria que ninguém ouvisse, e sussurrei de forma baixinha e misteriosa.
- Olha, se um homem de verdade, experiente, com uma língua quente e áspera como a minha, chegar pertinho da sua bu...digo, da sua vagina, e chupar com carinho e força, mas a princípio sem encostar no seu clitoris ou nos seus lábios, lambendo, melando tudo, e olhando pra você lá de baixo. Imagina a cena. Depois, quando você já está esperando que ele passe para o seu grelinho, você nota que ele tá torturando você. - Nesse momento, ela já nem olhava mais para mim, mas para frente, para um ponto chamado nada que estava na parede, como se estivesse imaginando a cena. -- E essa tortura faz o seu tesão disparar, e então um pouco do seu mel escapa e desliza para o seu c... ânus, e eu (sim, eu disse eu, me coloquei na situação para que ela imaginasse a cena entre nós), fosse atrás, começando a lamber o seu c,, ânus, com muito carinho, muita saliva, com o seu próprio melzinho... Ela estava perplexa, e eu pude ver seu queixo ficar entreaberto, ainda olhando para o nada, mas uma ou duas vezes expressando a pobre intenção de me interromper, mas sem nenhuma força para tal. Sua respiração ofegante. - Eu sei, moça, que o seu marido nunca faria isso, nunca lamberia o seu cuzinho branco e molhado por você mesma. Ele é fraco.
Dessa vez ela não fez questão de defendê-lo.
- E olhe que eu falei 5% do que um sujeito experiente pode fazer com você, e você já está aí toda mexida. Isso mostra o quanto você no fundo é uma mulher sexual, sensual e erótica por baixo de todos esses panos.
Ela em silêncio.
- Sem contar que eu nem disse o que faria depois. Ela nesse momento me encarou com uma boca seca e vermelha, nervosa, como quem não tivesse coragem de dizer nada, mas se pudesse diria "o quê?"
- Bom, não tenho mais tempo, agora eu vou sair para almoçar.
(Essa história de como eu corrompi a santinha continua a depender dos pedidos nos comentários)



Aguardando a continuação....