Conservadora, casada, crente e... minha putinha

Tenho um fetiche extremo por corrupção, por pensar na disparidade entre o que se passa na cabeça de uma mulher e como ela vive no mundo real. Descobri esse fetiche atendendo como psicólogo clínico e percebendo como poderia ser mentalmente suja e depravada a mulher mais santinha do mundo. Foi a partir disso que comecei a buscar corromper mulheres comuns. Não as vadias, não as publicamente putas, não as rodadas e oferecidas. Mas as crentes, as conservadoras, as moralistas. Passei a desejar essas moças mais do que a qualquer outro tipo. Não precisa ser bonita, escultural, gostosa, sensual, nem precisa ser sexualmente virtuosa; precisa apenas parecer pura, delicada, doce, e isso já me transforma num lobo malvado e corruptor. Dito isso, nesse período de política, lembrei de uma situação em que eu finalmente consegui acessar a mentalidade pervetida de uma jovem recém casada. É uma história longa, mas transformando isso aqui mais numa defesa de uma tese do que num conto erótico, vou tentar ser breve. 
Na empresa em que eu trabalhava no RH enquanto ainda estudava psicologia à noite, contratamos uma jovem para ser minha assistente, qual eu maldosamente avalizei sua contratação pensando de forma mais imoral possível que seria interessante ter aquela mulher dividindo a sala comigo, principalmente depois de ela dizer na entrevista que era evangélica e que tinha acabado de casar. A mulher era pequena, branca, um tantinho rechonchuda, o que a tornava gostosa na maioria dos ângulos, e vestia sempre vestidos e saias na altura do joelho, nunca usava decote, era uma mulher decente. Era o meu tipo. 
Na sua segunda semana, eu fiz questão de transformar o assunto no nosso escritório, onde trabalhavam 4 homens e 3 mulheres, contando com ela, num palco de conversas ultra safadas. Tamanho importa? Sexo anal vale a pena? Mulheres se masturbam mais ou menos que homens? Meu plano era deixá-la constrangida. E funcionou. Ela não deu um pio, e eu notei algumas vezes risos vergonhosos, na ânsia de não querer se isolar no ambiente, mas também não querendo participar das conversas. 
Na hora do almoço, eu pedi desculpas, dizendo que as conversas saíram do limite e que eu tinha esquecido que ela era evangélica e casada, o que era mentira, obviamente. Ela disse que não tinha problemas, que não era pra se importar com ela.

 - Devo me importar sim, sei que vocês crentes não gostam muito de sacanagem; tem muitos tabus na religião, não é?

 - Então, não costumamos entrar nessas rodas. 

- É, eu entendo você. Não tem pra quê, já que vocês não transam muito né? rsrsrs - eu brinquei, inferiorizando-a. 

- Não é bem assim. - Ah, não é? Duvido. Eu sei bem que casais religiosos costumam nem ligar a luz na hora de transar, estou mentindo?

 - Acho que é só um pouco de preconceito, nem todos os casais desligam as luzes.

 - E você é do tipo que desliga? - Na lata 

Meu objetivo desde o início era colocá-la numa situação em que ela se sentisse provocada, diminuida e inferiorizada por imaginar que eu a via como uma travada sem graça. Eu tinha esperança de que ela iria querer se defender e me provar o contrário. E foi exatamente o que ela fez. Caiu como uma putinha, digo, patinha: 

- Então, eu... hmmm... acho que sou do tipo... que... 

- Não precisa responder, eu estava brincando contigo. Eu sei que você é mais séria, recatada, e que deve exigir total respeito no sexo que você faz com seu esposo.  

- Mas, de verdade, você está tendo a visão errada sobre mim e sobre os crentes, nós podemos ser bem, digamos, soltos também. Assim como vocês que não são.  

- SÉRIO? Eu simplesmente não consigo imaginar você, uma crente, sendo... sei lá, uma safada no sexo. Na verdade acho que você nem conseguiria, faz parte da natureza de vocês.  

- Como você sabe disso?  

- Fernanda, acho que é até óbvio. Você já transou antes do seu marido? 

- Não, casamos virgens. 

- Olha aí, você tem 20 anos, e 2 meses de experiência sexual. Não deve saber de absolutamente nada. 

- Você está enganado, eu sei muita coisa sim. Eu ri naquele momento, mostrando intencionalmente que eu não acreditava naquilo. 

 - Impossível.  - Você que pensa; eu faço tudo o que eu quero fazer. 

- Então me diz, o que você gosta de fazer? 

 - Sei lá, é... acho que... sexo de quatro... 

- Você quer dizer sexo anal? 

- Nãooo, não é isso.

 - Pois é, eu tenho certeza que não, o que prova o meu ponto. Você sabe pouco. 

- Mas eu não preciso gostar desse tipo de coisa pra ser boa.  

- Pode ser, tem razão.

- E eu ri com algum desprezo. Naquele momento, eu virei a minha cadeira e voltei para a frente do meu computador, mas eu sabia que ela estava mordida, com raiva, se sentindo menos por achar que eu a desvalorizava. Hahaha Não deu um minuto, ela virou pra mim e disse: 

- Você está totalmente equivocado. Não deveria julgar as pessoas assim. 

- Me desculpe, mas eu somente disse a verdade, de que você é sexualmente fraca. Ainda mais considerando o seu marido que também é outro fraco. 
 
- Ele não é fraco. ele é carinhoso, afetuoso, me ama muito, e é super respeitoso comigo. Você nem o conhece. 

- Não estou dizendo que ele não a ama, estou dizendo que se você conhecesse um homem de verdade, experiente, grosso, firme, iria entender que seu marido também deixa a desejar. 

 - Você é tão presunçoso e convencido.  

- Não é isso, você não entenderia. Talvez um dia entenda.  

- Um dia, como?  

- Acho que não posso te dizer. 

- AAh mas agora você vai dizer sim:

 - Se um dia alguém fizer do jeito certo. Lamber você toda, sem restrições... humm na verdade eu não sei se eu posso dizer essas coisas para você. Talvez seja melhor parar... 

- Não, fale. Agora você vai falar. Me diga. 

 - Quer mesmo ouvir? 

- Quero. O que eu entenderia?

 Eu cheguei um pouco mais perto, fingindo que não queria que ninguém ouvisse, e sussurrei de forma baixinha e misteriosa. 
 - Olha, se um homem de verdade, experiente, com uma língua quente e áspera como a minha, chegar pertinho da sua bu...digo, da sua vagina, e chupar com carinho e força, mas a princípio sem encostar no seu clitoris ou nos seus lábios, lambendo, melando tudo, e olhando pra você lá de baixo. Imagina a cena. Depois, quando você já está esperando que ele passe para o seu grelinho, você nota que ele tá torturando você.  - Nesse momento, ela já nem olhava mais para mim, mas para frente, para um ponto chamado nada que estava na parede, como se estivesse imaginando a cena. -- E essa tortura faz o seu tesão disparar, e então um pouco do seu mel escapa e desliza para o seu c... ânus, e eu (sim, eu disse eu, me coloquei na situação para que ela imaginasse a cena entre nós), fosse atrás, começando a lamber o seu c,, ânus, com muito carinho, muita saliva, com o seu próprio melzinho... Ela estava perplexa, e eu pude ver seu queixo ficar entreaberto, ainda olhando para o nada, mas uma ou duas vezes expressando a pobre intenção de me interromper, mas sem nenhuma força para tal. Sua respiração ofegante.  - Eu sei, moça, que o seu marido nunca faria isso, nunca lamberia o seu cuzinho branco e molhado por você mesma. Ele é fraco. 

Dessa vez ela não fez questão de defendê-lo.  

- E olhe que eu falei 5% do que um sujeito experiente pode fazer com você, e você já está aí toda mexida. Isso mostra o quanto você no fundo é uma mulher sexual, sensual e erótica por baixo de todos esses panos. 

Ela em silêncio. 

- Sem contar que eu nem disse o que faria depois. Ela nesse momento me encarou com uma boca seca e vermelha, nervosa, como quem não tivesse coragem de dizer nada, mas se pudesse diria "o quê?"
 
- Bom, não tenho mais tempo, agora eu vou sair para almoçar. 

(Essa história de como eu corrompi a santinha continua a depender dos pedidos nos comentários)

Foto 1 do Conto erotico: Conservadora, casada, crente e... minha putinha

Foto 2 do Conto erotico: Conservadora, casada, crente e... minha putinha

Foto 3 do Conto erotico: Conservadora, casada, crente e... minha putinha


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario carvalho0282

carvalho0282 Comentou em 26/10/2026

Aguardando a continuação....




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


275508 - Fui humilhada na frente do meu marido por dois homens - Categoria: Confissão - Votos: 6
275482 - Meu psicólogo me excita falando sobre meu tio - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil psicoju
psicoju

Nome do conto:
Conservadora, casada, crente e... minha putinha

Codigo do conto:
275589

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
26/10/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
3