O Primeiro contato - Aconteceu uma situação atípica em uma dessas noites, eu tinha uma prova muito importante no dia seguinte e queria me sair bem, estava estudando na mesa de jantar pela iluminação, estava usando uma camisola que sempre uso pra dormir com uma calcinha de bixinho, sutia e uma pantufa. Escutei um barulho de carro e assim que pensei em me levantar para ir para meu quarto, escuto a porta se abrir e era Isaque chapadasso!
— Nossa, acho que entrei na casa errada... Porque tem uma vadia nua na minha casa?
Ele entrou se esbarrando nos móveis da casa e cair no sofa e me pediu algo para beber, talvez achando que estava no bar ainda. Apenas ignorei e fui tentar ajuda-lo a se sentar no sofa. Quando me viu chegar ele tentou se levantar e caiu novamente mas desta vez segurou no meu pijada e o levou junto e fiquei só de calcinha e sutiã ali na frente dele.
— Puta merda, que vadia atrevida! Vem aqui me dar uma mamada que te dou um trocado.
Eu só observando a situação miseravel que a criatura se encontrava, mal conseguiu abaixar as calças e ao tentar abaixar as cuecas cai no sofa em sono profundo. Pego os restos do meu pijama no chão e junto meus materias e levo ao meu quarto e volto a estudar. Mais tarde vou a cozinha pegar uma água para dormir depois, resolvo passar no sofa pra ver como a criatura estava ali jogada, agora estava deitado de bruços quase caindo do sofa e resolvo ajudar colocar ele direito no sofa para não cair. Puxo ele, tento acorda-lo e sem sucesso. Então tive uma ideia, me abaixei proximo ao sofa, ficando de joelho no chão pra ter mais forças e empurrando o quadril e seus braços para que se virasse no sofá, com muito custo e força consegui virar de uma vez e quando virou tomei um puta susto. Estava com o pau pra fora, aquela coisa branca meia molenga ali jogada de lado, fiquei sem reação olhando pra aquilo ali na minha frente. Resolvi toca-lo com os dedos e nenhum sinal dele e do dono, peguei na mão assim e balancei, achei engraçado aquela coisa mole e nem parecia com os dos filmes que eu via e nem com os meus brinquedos. Empurrei o Isaque para o lado, chamei-o algumas vezes alto e cutucões e nada dele dar um sinal de vida. Então pensei, posso continuar aqui que não terá nenhum problema, resolvi pegar nele denovo e estava saindo algo da cabecinha e tive a brilhante ideia de passar a lingua naquilo, pela minha surpresa não era tão ruim assim e investi mais um pouco colocando ainda mais na minha boca e começando a chupa-lo e aquela sensação de algo proibido que qualquer momento podia aparecer alguem era ainda melhor. De repente aquele pau começou a crescer dentro da minha boca e a pulsar, achei legal e continue chupando cada vez mais rapido e estava muito gostoso, comecei a me tocar e percebi que estava super molhadinha já, aproveitei para gozar ali com aquela rola na boca quando estava chegando no meu ápice eu sinto ele se mexer e fico imóvel, porém inocente eu achando que estaria acordando e coisa de segundos depois jorra 3 jatos de porra no fundo da minha garganta e não podia apenas cuspir ali, pois no outro dia ele poderia suspeitar. Quase me engasgando eu engoli cada gota e ainda lambi seu pau todo para não ter nenhuma pista desse ocorrido. Sai arrotando leite daquela situação e toda faceira com aquilo.
Peguei minha água e fui direto para meu quarto, ao passar na frente do quarto da minha mãe escutei alguns barulhos "Meeeh fode seu filho da puta, acaba com meu rabo vaiiii... Me arromba todinha desgraça" Eu apenas sai correndo e fui pro meu quarto, essas coisas eram comum nas madrugadas da nova casa. Na manha seguinte, acordamos e fomos tomar café da manha juntos e Isaque ainda estava apagado e seu pai disse: — Que pouca vergonha esse moleque dormindo de cueca numa casa com duas senhoritas de respeito. (Ele estava de cueca porque eu o vesti, tinha dormido com a rola pra fora). O pai dele grita algumas vezes e ele acorda resmungando e meio encomodado com alguma coisa na sua rola, talvez estivesse pregando de baba com porra hahahahaha.
Nos próximos dias não teve nada muito diferente disso, os dias que ele chegava bebado eu o deixava pegar nosso sono, e ia la só pra pegar meu mingal de antes de dormir e ia pro meu quarto ta faceira, meio que virou uma rotina ordenhar este rapaz sempre que dava. E numa destas noites foi meio atipica, assim que terminei de beber todo meu leitinho eu peguei minha água de sempre e fui para meu quarto toda toda rebolando, e como eu já sabia como rolava sempre eu comecei a descer pra mama-lo com um plug no meu cuzinho, assim eu conseguia gozar mais rapido que ele e ambos se davam bem. Neste dia não foi diferente, estava tão cansada e mole que nem retirei meu plug e me deitei só de calcinha e apaguei. Em torno de uns 30min depois acordo por ter ouvido alguma coisa, quando menos percebo:
— Sshhhh... Fica quietinha, eu percebi o que vc tem feito comigo sua biscate. — Respondo: — Como assim? Do que você esta falando isaque?
— As duas ultimas noites eu tenho leitado sua boca e não estava dormindo, sei o que você faz. Agora eu quero mais! Eu quero fuder a sua bucetinha hoje.
Eu não retruquei, já pensava em talvez uma hora dessas tentar sentar nele dormindo mesmo, então era algo que já estava nos planos. Eu apenas digo:
— Pega uma camisinha, não posso engravidar.
— Não precisa querida, mudei de ideia. Olha só o que eu achei aqui ahahahah
Ele estava me apalpando e achou o plug na minha bunda, e foi com a intenção de retirar. Eu fiz força com meu cu para que ele não conseguisse retirar e desistisse da ideia.
— Nossa Bia, que cuzinho mais apertado é esse eihnn? Nem o plug quer sair, assim eu fico com mais vontade ainda.
Depois de ter aberto minhas nadegas e puxado com força, conseguiu retirar o plug e enfiou inteiro na boca e disse que estava delicioso, abaixou com a cara na minha bundinha e enfiou a lingua no meu cuzinho eu dei um gemido baixinho e suspirei fundo. Ele se vira, beija meu pescoço devagar com uma mão segurando meus cabelos puxando minha cabeça pra tras enquanto ajeita a cabeça da sua rola na portinha da minha bunda. E vai enfiando devagar, vou sentindo me adentrar e dou alguns gemidos meio alto, ele segura minha boca com a mão e diz para não fazer barulho.
— Puta merda eihn, que vagabunda debaixo do meu teto e eu nunca tinha visto!
— Aihhnn fode meu cuzinho bem forte, fode? AAAahhiiin Delíciaaa
Ele me segura forte pelos quadris e fode meu rabo bem gostoso me fazendo delirar de prazer e gozando varias vezes, imaginar por tantas noites que imaginei aquela rola dentro de mim e agora estava atolada na minha bundinha, comecei a rebolar na rola bem forte e empinando a bunda pra ele, coloquei minhas mãos para tras e segurei minhas nadagas de forma que ficasse totalmente exposta para ele aproveitar ao máximo daquela situação toda. Ele não perdeu tempo e começara a bombear forte, cada vez mais forte com suas bolas batendo na minha buceitnha, o quarto com a porta aberta eu de vez enquando olhava para ver se não tinha ninguem a olhar enquanto eu era totalmente arrombada pela aquela rola gostosa. Eu me levantei e ele ficou deitado, pedi para não se mexer e fui por cima de costas para ele para ficar de olho na porta e cavalguei naquela rola com meu cuzinho sentando até sentir ele entrar completamente no meu rabo guloso, não demorou muito.
— QUE CUZINHO GOSTOSOOOOHH AAAAAH UUIIUUUUHH.
Ele gozou urrando igual um animal, quando fui me virar e tentar trancar meu cu cheio de porra pra não sujar a cama percebi um vulto saindo da porta. Não consegui ver o que ou quem era, fui para o banheiro tomar um banho e me esvaziar hehehe. Quando voltei não tinha mais ninguem ali.
Continua ----
Quem tiver dúvidas ou quiser trocar uma ideia sobre as histórias só me chamar nas mensagens, sempre que posso passo aqui para responder.


Nossa, que delícia de conto. Parabéns.
Conto delicioso, voce é bem safadinha hein, Votado, leia meus contos, irei adorar sua visita na minha página, bjinhos Ângela
Delicia de conto bb , parabéns.
Adorei o conto
Adorei e votei
Amo um cu de fêmea...amo