Minha idade era 8x2... anos...rsrsrs... meu pai sempre foi reservado e leva certo tempo até fazer amizades. Porém, acabou se enturmando com o pessoal do seu novo trabalho de escrivão em um cartório. Certo dia, anunciou que alguns amigos viriam atém casa e fariam um churrasco. Minha mãe não gostou nada da ideia, mas cedeu. Tudo foi combinado para o sábado a tarde, no fundo da minha casa, a piscina cheia. Enfim, chegaram os convidados...conversa vai, conversa vem. O pessoal se animou e entrou na piscina. Eu fiquei no meu canto, observando. O que mais me chamava atenção era o volume nas sungas.
— Filha, não vai entrar?
— Estou tranquila aqui.
Eu estava sentada em uma cadeira e meu pai ao lado, de pé.
— Não pensei que todos viessem.
Foi então que o tiozinho saiu da piscina e se aproximou.
— Cara, preciso ir no banheiro. To apertado!
Ele aparentava ter quase 60 anos, barrigudinho, todo peludinho e branquinho. Sua sunga azul marcava a rola nitidamente. Pude ver o formato da cabeça e fiquei envergonhada.
— Essa então é a Karol?! Nada a ver com você, hein..abre o olho, japonês!
Eles riram e o coroa colocou a mão na sunga.
— Aonde fica o banheiro?
Minha mãe apareceu e chamou meu pai que logo saiu. Me levantei da cadeira.
— Chico, né?
— Isso...
— Eu te mostro aonde é.
Eu estava usando um shortinho jeans e camisetinha preta. Fui na frente, o coroa me acompanhando. Perto da piscina tinha um banheiro, mas o levei até o de dentro. Estava ocupado.
— E agora?... to quase mijando aqui...hahaha... — o coroa disse até contorcendo as pernas.
— Pode usar o do meu quarto.
— Eita... vocês estão bem de vide, hein..tem banheiro no quarto?!
Andamos pela casa, no meu quarto, mostrei o banheiro e o coroa correu. Nem fechou a porta e escutei o barulho. Aquilo me chamou a atenção. Na ponta dos pés, cheguei até a porta. O coroa estava de lado para mim e vi ele com uma mão na cintura e a outra, segurando a pica. Fiquei vidrada nele e nem percebi que o coroa me encarava. Quando ele terminou, chacoalhou para cima e para baixo. Foi ficando cada vez maior.
— Se seu pai te pega me olhando assim...hahaha
Olhei para o coroa e sai da porta. Meu coração disparado, sentei na cama e logo, Chico saiu do banheiro. A sunga ainda mais volumosa. Parou na minha frente e sorriu.
— O que foi?
— Eu...eu... não devia ter ido lá. — falei de cabeça baixa.
— Está tudo bem. Você não é a primeira e nem será a última que já manjou minha rola.hahahaha
— O senhor vai contar para o meu pai? — perguntei olhando para ele.
Ele coçou a cabeça. Fiz carinha de choro.
— Por favor, faço tudo o que quiser...mas..não fala pra ele.
O coroa cruzou os braços.
— Faz tudo mesmo?
— URRUMM!
— To brincando. Se fosse outro no meu lugar iria ser indecente com você. Não pode sair por ai falando assim..hahaha
Eu esperando que o coroa mandasse eu abaixar a sunga e mamar enquanto ele estava sendo gente boa comigo.
— É sério, Seu Chico! — me ajoelhei diante dele. — Não fala pro meu pai. Ele vai ficar bravo comigo.
O coroa não tinha reação.
— Eu...bem... está tudo bem, querida!
Eu tinha que agir se quisesse ganhar piru. Coloquei as mãos nas coxas peludas dele, fui subindo pela lateral até a barriga.
— O que está fazendo? Pára com isso! Você é filha do meu amigo e....
Olhei para a sunga. O coroa falava pra eu parar, mas a pica pulsava me chamando.
Levantei a beirada da sunga de lado, a bola direita saltou.
BLUP, BLUP,BLUP
— ONNNMM! AINNN!
A bola direita coube toda dentro da minha boca. Um saco lisinho e enrugado pela água da piscina. O coroa subiu a outra beirada.
— Chupa a de cá também. AINNN..QUE ISSSSOOOO! OHHHH!
BLUP, BLUP, BLUP
— Já que tu quer... faz o serviço completo.
Foi questão de segundos pro coroa abaixar a sunga e a rola bater no meu rosto. Segurei aquela pica que mal conseguia envolver com a minha mãozinha de ninfetinha.
— É assim então que a textura de um pênis?
Ele riu enquanto eu admirava os 15cm da pica veiuda.
— Vai ficar melhor na sua boca, japinha! Abre a boca!
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e foi enfiando devagarzinho. Cada centímetro que entrava me dava uma sensação diferente. Era a primeira vez que estava mamando.
GLUB, GLUB, GLUB
Gentilmente, ele movimenta minha cabeça.
— Parece uma bonequinha! Que deliciiiaaa..ohnnnn!
Comecei a salivar tanto que até escorria pelo saco e caia no chão.
GLUB, GLUB, GLUB
— Esse é o melhor churrasco que já fui... Piscina, cerveja gelada, carne boa e ainda ganhando uma chupetinha dessas... ohnnnn!
Eu permanecia parada enquanto ele metia gostoso. Até que ele tirou a rola e um fio de baba ficou entre minha boca e a cabeça da pica.
— NOSSSAAA! QUE ISSO, SEU CHICO??
— Quer mais, japinha?
— URRUMMM!
O coroa sentou na beirada da cama, abriu as pernas o máximo que pode. O pau balançando pra cima e pra baixo.
— Não temos muito tempo. Paga um boquete pra mim com a sua boca de baixo.
— Oi?!? Não entendi.
— Tira esse shortinho e joga a buceta na minha pica!
Me levantei toda sorridente, me virei e fui abaixando o shortinho.
— Que bundinha gostosa...hummmm... se eu der uns tapas ai vai ficar vermelhinha!
Tirei a camisetinha e logo, estava com meu biquini preto. Sentei no colo do coroa que segurou minha cintura me guiando.
— ISSOOOO...REBOLA DEVAGARRRR! OHNNN!
O pau dele roçava na minha bucetinha e eu me fazia de boba.
— To fazendo direitinho...ohnnn!
— Sim, minha bbzinhaaaa..asssimmm! Vamos tirar esse biquininho de lado... ai alegria vai ser maior ainda quando eu rasgar essa xotinha com meu cacete!
Ele puxou o biquini de lado, posicionou a cabeça na entrada e senti a pressão.
— Vai no seu tempo, amorzinho! Guarda meu piru dentro da sua rachinha!
Comecei a rebolar engolindo a pica, quando chegou na metade...
TOC, TOC, TOC
— Karollll...ta aiiii?!
Era minha mãe, me levantei rapidinho e fui até a porta.
— Sim..mãe...
— Abre aqui..preciso falar uma coisa com você.
Abri só um pouco a porta, deixando apenas meu rosto para fora. Chico veio atrás de mim e ficou batendo a pica na minha bunda.
— Oi, mãe...que foi?
— Deixa eu entrar, Karol.
— Estou nua...colocando meu biquini para ir nadar.
Nisso, Chico colocou a mão nas minhas costas e pressionou. Fiquei encurvada e senti o biquini descendo. O coroa abriu minha bunda com as mãos e começou a me chupar.
— Karol, estava conversando com a Dirce.
— HUMMM! — Dei uma leve gemida ao sentir a língua do coroa lambendo minha buceta.
— Ela disse para ter cuidado com aquele velho barrigudo.
— AHNNN! Quem?!
— Aquele tal de Chico.
O coroa passou a língua no meu cuzinho enquanto apertava minha bunda. Foi foda me segurar para não gemer.
— O que tem ele?
— Ela disse que ele é muito galinha e que não deixa as filhas perto dele.
Foi ai que senti uma pressão no meu cuzinho. O coroa estava prestes a meter ali. A poucos metros da minha mãe.
— É mesmo, mãe?
— É um velho safado..isso sim... jamais que minha filha vai se envolver com um sujeito daqueles.
A rola do seu Chico foi entrando. Era a primeira vez que eu levava no cu e estava adorando aquela situação. Se minha mãe soubesse que a filhinha estava prestes a ter a rola dura do coroa toda atolada na filhinha iria ficar uma fera.
— Pode deixar, mãe.. comigo ele não tem vez...
Ela saiu e fechei a porta. Nem deu tempo de eu reclamar, o coroa me segurou e me jogou sobre a cama.
— Vai, puta safada! Fica de 4 na beirada que to louco pra arrombar esse rabo!
Me posicionei.
PLAFT, PLAT
— AINNNN! ASSIM NÃO!
Os dois tapas deixaram minhas nádegas ardendo.
— Sua mãe falando mal de mim, né?...vou descontar o que ela disse metendo a pica em você!
Ele colocou a ponta da rola na entradinha, tapou minha boca com uma mão e, com a outra, segurou minha cintura.
— Mas..ela tem razão...eu sou velho safado.
PLLLLAAAUUUU
Em uma estocada só, enfiou tudo e eu vi estrelas. Meu rabo ardeu e só não berrei porque não tinha como.
— Que cuzinho apertadooo..OHHH
PLAU, PLAU, PLAU
Era pirocada que não parava mais. Quando ele tirou a mão da minha boca me joguei pra frente. Quase chorando de dor.
— Assim não vai rolar..ainnn..uinnnn...
Ele me olhou e sorriu.
— Vamos tomar um banho. Debaixo do chuveiro, ninguém vai escutar você chorando na minha vara!
Ele foi até o banheiro. Fiquei deitada e pensando se deveria sair de lá. Mas... será que teria outra chance de dar pro coroa?! Escutei o barulho de água caindo.
— Sabia que viria...entre!
Ele abriu o box enquanto eu tirava a parte de cima do biquini.
— HUMMM.. Vem aqui com esses peitinhos lindos...vem....
Chico me agarrou e logo, sua língua se enrolava na minha. Por incrível que pareça, me senti bem..desejada e submissa ao coroa. Ele chupou meus seios enquanto eu o punhetava.
— Quero mamar! — disse me ajoelhando e posicionando.
A água caia sobre meu rosto, o coroa enrolou meu cabelo na mão direita e guiava a chupeta.
— Boa garota..assim que faz... gostosaaaa! ISSOOOO! OHNNNN!
GLUB, GLUB, GLUB
Quando ele ficou satisfeito me colocou de pé, levantou minha perna esquerda e encaixou a pica na minha buceta.
— Fode, japinha..fode!!
Comecei a rebolar gostoso. Minha buceta cada vez mais melada e meu corpo queimando de tesão.
— AINNN! UINNNN! CARALHUUUU!
Ele me beijou, então me tirou do chão elevando minha outra perna.
PLAU, PLAU, PLAU
Minhas pernas estavam sobre seu braço enquanto ele me segurava pela bunda e metia gostoso.
— QUE NOVINHA SACANAAA...Essa buceta aguenta tudo..hein...HANNNN! HANNNN
PLAU, PLAU, PLAU
Eu parecia uma boneca subindo e descendo. O barulho da nossa foda se dava com o saco dele batendo em mim e nossos corpos molhados. Ele me colocou no chão, ofegante.
— Puta que pariu... você é muito tesuda, Karol!
Me virei, coloquei as mãos no box, abri as pernas e empinei. Olhei de ladinho e disse com carinha de puta:
— Quero piru no cuzinho! Me dá!
Ele ficou boquiaberto. Balançou a cabeça e sorriu.
— Tomara que tenha churrasco todo fim de semana...hahaha
Chico pincelou a portinha do meu cuzinho e foi penetrando devagar. Só parou quando a barriga bateu em mim.
— Pronto! Está tudo dentro!
Comecei a jogar meu corpo pra frente e pra trás deslizando na vara do gordinho que apenas jogou o corpo pra trás encostando-se na parede. Ele nem tocava em mim, ficou apenas observando enquanto eu me mexia.
— Que pau gostosoooo..OINNN!! Meu rabinhoooo..ohnnnnn!
PLAFT, PLAFT
— Rebola, vagabunda!
PLAFT, PLAFT
— AINNN CHICOOOOOO! UINNNN!
PLAFT, PLAFT, PLAFT
A cada tapa eu me entregava mais e ele ria.
— Eu é que deveria ter cuidado com você. Novinha desse jeito é metendo assim?!!? Ou está no cio ou já está adestrada.hahahah
Foi ai que falei bobagem.
— Pensei que o senhor fosse mais viril... socando fofo desse jeito quem vai... AINNNN..OHNNNN
Ele segurou meus seios e começou a meter forte.
— Me respeita, piranha!... se seu pai não te dá educação, eu te dou... vai aprender a respeitar os mais velhos. TOMAAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
— UINNNN..NÃÃÃÃOOOO..OHNNNNN!
O coroa se transformou. Só queria judiar de mim na base da pirocada.
— Vou encher seu rabo de porraaaaa... ahnnnn..arghhhh!
— No cuzinho não..ainnnn!
Nem adiantava implorar, meu rabo já estava recebendo o que merecia.
— PUTAAAAA! TO GOZANDOOOO ORGHHHH!
Chico só parou quando se deu por satisfeito. Quando me soltou, estava com o cu cheio e a bunda vermelhinha.
— Que delicia, Karol. Fazia tempo que não gozava assim...
O coroa saiu do banheiro e me deixou lá. Me recompus, colocando minha roupa e saindo para fora. Na beirada da piscina, encontrei Chico batendo papo com meu pai. Nem parecia o coroa que havia me enrabado no chuveiro.
— O que foi, filha? Que cara é essa?
Apenas balancei a cabeça. Chico me olhou dos pés a cabeça e deu um sorrisinho sacana. Sai de perto e me recolhi para perto da minha mãe.
Pergunta: Alguém aqui gostaria de vir no churrasco na minha casa?hahaha
Enfim, este foi meu primeiro conto. Se gostaram, comentem..rsrsrs... e leiam nossos outros contos... Espero estar deixado todos com muito tesão e ainda mais sakaninhas...
Bjos e até a próxima!




