Depois da noite no hotel, quando tentamos nos acostumar com a ideia de ficar nus diante de outras pessoas, nossos planos de perder a vergonha acabaram tomando um rumo inesperado. A experiência foi muito mais intensa do que imaginávamos, e a preparação para a praia ficou em segundo plano. Mesmo assim, na manhã seguinte, mantivemos o combinado e seguimos para Tambaba.
Ao chegarmos à recepção da praia, fomos recebidos por um casal responsável pelas orientações aos visitantes. Como nenhum de nós conhecia bem a região, perguntamos se seria possível contratar um guia que nos mostrasse os lugares mais interessantes. Foi então que Rogéria e Marcelo nos indicaram Pedro, filho do casal, um rapaz de aproximadamente 23 anos que conhecia muito bem a região.
Pedro tinha pele morena clara, cabelo raspado e olhos verdes. Era jovem, nem educado, tinha um porte físico que chamava a atenção e transmitia bastante confiança. Assim que foi apresentado, percebi a animação das meninas. Vivi, Déia e Beatriz trocaram olhares discretos, acompanhando cada movimento do rapaz que junto com ele carregava uma bela ferramenta que não passou despercebida por mim e por Rafa.
Começamos o passeio pela praia. Enquanto Pedro nos explicava os detalhes do lugar, eu e Rafa caminhávamos observando a paisagem e os visitantes. Havia mulheres de diferentes idades e tipos físicos, e a experiência naturista se mostrava muito mais diversa do que havíamos imaginado. As meninas, por sua vez, pareciam especialmente interessadas nas explicações do nosso guia.
Em determinado momento, Beatriz, Déia e Vivi resolveram entrar no mar. Vivi, porém, acabou desistindo de molhar o cabelo e preferiu ficar na areia. Nós aproveitamos para descansar um pouco, abrir algumas cervejas geladas e apreciar a paisagem antes de continuar o passeio.
Depois, Pedro nos conduziu por uma trilha que levava a uma lagoa entre as falésias. O caminho era um pouco íngreme, cercado por vegetação e parcialmente sombreado pelas árvores. Apesar do calor, em torno dos 30 graus, a caminhada era agradável. Após aproximadamente quarenta minutos, chegamos ao destino.
Cansadas, as meninas estenderam suas cangas no gramado e se acomodaram para descansar. Eu e Rafa pegamos mais algumas cervejas no cooler e continuamos conversando. Pedro pediu licença para entrar na água e, depois de mergulhar, nos garantiu que a temperatura estava ótima.
Beatriz foi a primeira a se animar. Entrou na cachoeira e confirmou que a água estava deliciosa. Logo depois, Déia e Vivi resolveram acompanhá-la. A água era relativamente rasa em alguns pontos, mas ficava mais funda perto da outra margem.
Eu e Rafa permanecemos à sombra, observando a movimentação e rindo da descontração das meninas. Em pouco tempo, elas começaram uma brincadeira de empurrar umas às outras e jogar água. Vivi, preocupada em não molhar o cabelo, tentou se esconder atrás de Pedro para escapar das investidas das amigas.
O rapaz entrou na brincadeira e passou a protegê-la, enquanto Déia e Beatriz insistiam em alcançá-la com respingos e nessa situação os seios de Vivi tocavam as costas do rapaz. Em determinado momento, Pedro virou de costas para as duas, abraçando Vivi para protegê-la. Ela também ficou de costas para ele, e os dois acabaram muito próximos, numa posição que chamou nossa atenção, era nítido que ele estaria encochando ela que por sua vez não esboçou nenhuma reclamação.
A brincadeira continuou por mais alguns instantes, até que resolvemos interromper a diversão para comer alguma coisa. Eu havia levado sanduíches para todos e fiz questão de oferecer um a Pedro também. Estávamos famintos depois da caminhada.
Quando o rapaz saiu da água, percebi que as meninas ficaram visivelmente impressionadas com seu físico e com sua rola que nessa hora apontava pra frente e fazia inveja para nós homens. A surpresa delas era evidente, embora tentassem disfarçar. Pedro, por sua vez, ficou constrangido com a atenção e pediu desculpas, dizendo que era um profissional e que aquela situação nunca havia acontecido antes.
Procurei tranquilizá-lo. Expliquei que ele não precisava se desculpar por algo que não havia feito de propósito e que não havia motivo para constrangimento expliquei que eu atrás de qualquer bunda presente ali (exceto a do Rafa) também ficaria dessa forma, todos caíram na gargalhada.. Enquanto eu finalizava meu lanche notei que as meninas continuavam olhando para ele, todas com aquele olhar safado em seguida cochichavam entre elas..
Foi quando fiz uma brincadeira, sugerindo que, em vez de apenas observá-lo, elas poderiam ajudá-lo a se sentir menos constrangido.
Déia respondeu primeiro, com a espontaneidade que ajudaria o rapaz. Aproximou-se de Pedro e tomou a iniciativa de iniciar uma leve punheta. Vivi veio logo depois, deixando claro que também a culpa daquela situação era dela pois ela que foi a encoxada.
Deia rebateu:
- Se a culpa é tua então vem dar uma mamada aqui!
O rapaz, inicialmente tímido e sem saber como reagir, começou aos poucos a se soltar diante da atenção das duas.
O clima mudou completamente ao olhar pro lado vejo Bia mamando a rola de Rafa enquanto minha mulher dava uma bela chupada na rola do nosso guia que não perdoa tempo beijando Deia com um dedo enfiado no rabinho dela.
Rafa já comia Bia de quatro que me pede por rola então ficamos Rafa e Eu com a Bia enquanto Pedro se deita na grama pedindo pra Vivi sentar em sua rola. Deia garante que o pau fique molhado pra entrar gostoso e aproveita a situação pra dar uma línguada no cuzinho da minha esposa que se arrepia toda.
Vivi sentava até onde dava, afinal era uma rola imensa, e Deus não perdeu tempo vindo em minha direção querendo ser penetrada.
Os seis transaram gostoso.
Pude ver Bia se deleitando com a porra de Rafa na boca do outro lado minha esposa de joelhos aguardando Pedro soltar os jatos de leite em seus seios e eu, tirando o pau todo gozado de dentro da buceta inchada da Deia.
Tomamos um banho no lago e retornamos para o hotel.
O passeio que deveria ser apenas uma visita à praia e às falesias havia se transformado em uma situação inesperada, marcada por atração, curiosidade e decisões que nenhum de nós teria previsto naquela manhã.
Eu e Rafa trocamos um olhar, conscientes de que aquela viagem estava tomando um rumo muito diferente do que havíamos planejado. E, naquele cenário isolado, cercados pela natureza e longe da rotina, ficou claro que ainda havia muito por acontecer mas não em Tambaba, em outro lugar, talvez .
Nós vemos no capítulo 3.