Após roubar o primeiro beijo de meu aluno Paulo na primeira aula particular de matemática em sua casa eu estava pronta para a próxima, sábado 17 de outubro, horário das 9:00 ás 11:30. Paulo, menino virgem travesso, que descobri fotografar escondido meu bumbum em sala de aula.
Enfim, sábado, chego em sua casa, cumprimento sua mãe Maria, também é minha amiga, me dirijo ao quarto de Paulo, menino de banho tomado, cheiroso e com rosto corado ao me ver. O cumprimento com um beijo molhado no bochecha e instantaneamente o sinal de alerta acende, fiquei molhada, meu desejo por outro beijo ardia...
Pensei:
- Calma mulher, se concentra na aula, esse menino precisa de notas pra passar de ano.
Como na última vez sua mãe fecha a porta, senão iria nos atrapalhar com os barulhos de sua faxina.
Pensei:
- Não Maria, não faz isso, não me tranca aqui com seu filho...
Enfim, reuni forças para me concentrar e rapidamente se passaram 1 hora e meia e nesse dia Paulo estava extremamente aplicado, então resolvi dar uma pausa para descanso.
Eu:
- Não tirou mais fotos minhas né? Também não comentou nada com ninguém?
Paulo:
- Não, juro que não.
Eu:
- Gostou daquele nosso beijo?
Paulo:
- Sim professora.
Sem dizer absolutamente nada lhe dei outro, o que eu estava fazendo com meu aluno... novamente minha língua estava dentro de sua doce boca, se entrelaçando com a dele, seu beijo molhado e desajeitado me deixava com mais tesão ainda, entre minhas pernas fervia de desejos.
O beijando sussurrava em sua boca:
- Moleque, você é um tesãozinho, delicinha da professora.
Era arriscado continuar, a qualquer momento Maria poderia entrar no quarto, ambos estávamos com respiração forte, ofegantes e nos encarando fixamente, seus olhos brilhavam, olhar fofo e apaixonado me fizeram não resistir e o beijei novamente. Coloquei minha mão debaixo de sua camiseta, minhas unhas estavam grandes e pintadas de vermelho, arranhei seu peitoral, aquilo o fez arrepiar todo e se contorcer, quase caiu da cadeira, depois beijei e lambi seu pescoço até sua orelha, dei uma mordida... parei novamente, sentia enxarcado e quente entre minhas pernas, isso junto do medo de sua mãe entrar no quarto.
Nesse ponto eu não conseguia mais lhe dar aula, estava totalmente dominada pelo tesão e ele também, minha vontade era de jogar ele na cama, despi-lo todo e ir por cima o dominando todo.
Lembrei das minhas fotos que ele modificou com IA, me deixando nua, aquele virgem nunca havia visto uma mulher nua ao vivo... Ouvindo sua mãe do lado de fora lavando o quintal tomei a arriscada decisão...
baixei um lado de minha blusinha e expus à ele um de meus seios, os quais estavam com o bicos extremamente duros. Ele ficou paralisado olhando, não piscava e eu com um tesão extremamente absurdo me exibindo para meu aluno...
Eu:
- Gosta Paulo, ache ele bonito?
Paulo:
- Sim professora, é lindo.
Eu:
- Me beija aqui Paulo, beija o peito da professora...
Sua reação foi instantânea, sem pensar colocou sua boca no bico do meu seio e começou a chupar, me inclinei na cadeira abraçando seu corpo enquanto recebia sua mamada, sim, Paulo saboreava seu primeiro peito, parecia estar com um bebê faminto, sugava, sugava e sugava... não aguentei, puxei o outro pra fora...
Eu:
- Aqui meu bebê, esse também quer, chupa!
Ele fez, revezava entre os dois enquanto ouvia atentamente sua mãe lavando o quintal, ele estava encaixado entre minhas pernas, podia sentir seu pau duro roçando minha buceta molhada e quente, o tesão era tanto que gozei...
Eu:
- Ahhhhh meu bebê, está me fazendo gozar... chupa meu menino... mama na sua professora... ahhhhhhhhhhhhh.
Terminei aquela loucura de orgasmo, o empurrei pra sua cadeira, ajeitei meus seios dentro da blusinha...
Eu:
- O que é isso moleque? Se aproveitando de sua professora! S-A-F-A-D-O!
Lambi meu dedo e passei em sua boca... ele sentado na cadeira... em seu shorts a marca de seu pau duro e pré-gozo atravessando pra fora, salivei, passei o dedo e lambi pra sentir seu sabor de seu tesão... e falei.
Eu:
- Mostra seu pau, quero ver!
Ele fez, colocou pra fora, não era grande, no máximo uns 10cm, rodeado por uma grande moita peluda, provavelmente nunca aparou os pelos.
Tratei de agarrar com força, depois alisei suas bolas, puxei seus pelos e novamente agarrei, cabia certinho todo em minha mão.
Paulo, aquele menino virgem teve pela primeira vez uma mulher segurando seu pau e por esse motivo não se conteve, sua sensibilidade era tanta que começou a se contorcer, soltar pequenos gemidos e seus olhos revirarem, senti seu pau inchar e tremer em minha mão...
Eu:
- Calma, se controla, não goza!
Ele soltou um esguicho forte pra cima, caindo sobre seu caderno aberto, segurei aquele pau bem apertado pra conter sua porra... outro esguicho e outro, minha mão ficou quente, ele não parava, sua delicioso porra virgem vazava entre meus dedos, caiam em seu shorts e depois no chão, não tinha fim.
Tapei sua boca com minha outra mão, ele não parava de gemer enquanto se contorcia. Eu estava salivando de tesão, iria lamber tudo e chupar, porém... meu tesão foi quebrado a partir do momento que não ouvia mais sua mãe lavando o quintal, a qualquer momento ela poderia entrar no quarto e ver seu filho esporrando na mão da professora.
Eu:
- Chega Paulo, para de gozar!
Nunca havia visto em minha vida uma gozada tão farta, certamente daria meio copo, imagina tudo aquilo dentro de mim, ahhhhh que loucura, eu quero dentro!
Sua mente e corpo pareciam estar colapsando, provavelmente nunca havia tido um orgasmo de tal magnitude.
Ouvia barulhos fora do quarto, estava apavorada de medo de sua mãe aparecer. Sussurrava: se controla, sua mãe vai nos ver. Ele mordeu forte minha mão, tive que segurar meu grito de dor. Pensei que ele teria um treco ali mesmo e finalmente seu corpo se acalmou, tirei minha mão de sua boca, estava melada de Meu bebê havia gozado muito, minha mão, seu shorts, cadeira... escorria tudo pro chão e ainda havia em seu caderno quando soltou o primeiro jato. Era uma visão linda dele todo gozado...
Com medo guardei seu pau no shorts e vendo minha mão naquela situação só pensei em lamber tudo pra limpar. Dei a primeira lambida, engoli e a porta se abre, minha alma saiu de meu corpo, rapidamente escondi minha mão cheia de gozo entre minhas pernas e Paulo arrasta sua cadeira deixando suas pernas totalmente escondidas debaixo da mesa, ainda bem que ele pensou rápido, porém estávamos prestes a ser descobertos, o moleque com shorts lambuzado, chão melado e o quarto estava impregnado com cheiro de porra.
Maria pergunta como estão os estudos, respondi que estava tudo certo, olhei para o caderno, sim o caderno aberto com porra em cima, eu estava rezando pra ela não ver...
Maria:
- Nossa filho, como você está vermelho, está tudo bem?
Ela coloca a mão em sua testa e fala que está quente, acha que está com febre, eu falo que deve ser nervosismo por estar com dificuldade na matéria , ela disse que iria preparar um chá e pediu pra ele tomar um banho antes.
Minhas pernas tremiam de medo, ela foi para a cozinha, pedi pra ele correr para o banheiro se lavar que eu limparia o quarto, ele foi. Era uma bagunça total, entre minhas pernas estava tudo melado da mão que escondi, cadeira e chão cheios de porra. Tirei a folha do caderno com porra, amassei e guardei em minha bolsa, depois destaquei algumas folhas pra limpar o chão, cadeira e entre minhas pernas, quase que as folhas amassadas não couberam em minha bolsa.
Consegui deixar tudo em ordem, Paulo termina o banho e entra no quarto só de toalha, sua mãe entra em seguida e me flagra o encarando, espero não ter ficado com cara de safada.
Maria:
- Que isso Paulo, só de toalha na frente da professora? Não tem vergonha?
Eu:
- Imagina, não esquenta, menino é desligado assim mesmo.
- Maria, vou usar o banheiro um pouco.
Trancada no banheiro pude respirar mais aliviada... lá se foi meu alívio, o descuidado deixou o shorts e cueca cheios de porra jogados atrás da porta, juro que não entrou na minha cabeça tamanho descuido.
Apesar de tudo eu ainda estava super excitada, olhando aquele shorts melado no chão e pensando nele de toalha... baixei minha calça e comecei a me masturbar, mesmo tremendo de medo tive um orgasmo rápido e alucinado, não foi nem 1 minuto. Perdi a sanidade mental, esguichei, tive um squirt, foi tudo sobre seu shorts e cueca jogados no chão, cai de joelhos tremendo toda, eu que tinha acabado de criticar ele por tal irresponsabilidade piorei ainda mais a situação e o desespero de impar aquilo tudo bateu, lavei o chão com meu squirt, só piorei a situação da roupa dele.
Gastei um rolo de papel higiênico limpando tudo aquilo, porém o forte cheiro de porra e agora com meu squirt impregnavam o banheiro, peguei sua cueca, shorts e coloquei no fundo do cesto de roupas.
Por fim, sai do banheiro, Paulo estava tomando seu chá e já estava no meu horário. Maria me pagou pelas aulas do dia e também pagou adiantado pelo próximo sábado. Me despedi de ambos e fui pra casa.
Dirigindo pra casa lembrei das folhas de caderno que usei pra limpar a bagunça que Paulo fez, encostei o carro, abri a bolsa, senti o cheiro do gozo de meu bebê, que fez minha mente pirar, fiz a loucura de me masturbar ali mesmo, cheirando as folhas gozei, perto de meio dia essa professora se masturbava pensando em seu aluno... eu estava pirando.
Durante a noite foi a mesma coisa do primeiro dia que o beijei, não conseguia dormir e acabei me masturbando e gozando várias vezes, eu sentia uma sensação estranha, bruta de puro desejo, não parava de pensar nele... e então pensei:
- Ahhh não, não posso ficar apaixonada por ele...
Durante a semana, segunda e quarta-feira, dias que tenho aula com ele eu ficava o encarando e por diversas vezes passava ao lado de sua carteira, sempre deixando meu corpo tocar no dele, em uma dessas vezes abaixei fingindo estar explicando algo e desenhei um coração em seu caderno.
CONTINUA...
![Foto 1 do Conto erotico: Aulas particulares para um aluno virgem [AULA 2]](/imgcto/d275/ph1cto275952.jpg)