A tribo das amazonas.

A tribo das amazonas.
Um conto erótico de Ruiz Gomes
Posted By: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 30/10/2026 10:37:12
Direitos autorais do texto original © 2026
Assuntos: Amazona, Desafio-Pirata-4-Mucho-Loco, Giganta, Heterossexual.
?? Texto produzido com auxílio de inteligência artificial                                                   
Já estávamos navegando a 3 dias e tudo ainda parecia igual. Águas turvas marrons, pântanos e árvores. Voltas e voltas naquele rio infindável nos faziam perder um pouco mais a esperança a cada hora. A comida já estava no fim, eu o Charles economizávamos para tentar prolongar nossa sobrevivência quando tudo parecia perdido.

Inicialmente, nossa missão era encontrar uma tribo no meio da Amazônia, que apesar do difícil acesso, já era mapeada, levavam 8 horas de barco desde o ponto de partida. Mas algo deu errado em uma noite chuvosa, não sabemos ao certo em que momento desviamos da rota, talvez entrando em uma ramificação do rio, agora estamos aqui, só nós dois tentando encontrar algum rastro de civilização que possa nos ajudar.

Ao amanhecer, já quase sem nenhuma esperança, vejo algo que me faz acordar em êxtase: um fio de fumaça subia entre a copa das árvores, logo à esquerda da nossa posição.

Charles! Charles! Acorda! Olha ali!

O que? O que foi?? – respondeu assustado

Fumaça! Tem gente ali!

Puta que pariu! Bora lá!

Seguimos em frente, um dos lados da bifurcação direcionavam para aquele lugar. Logo depois dela, a navegação ficava mais difícil, o rio se afunilava entre a vegetação. Descemos a pequena canoa para conseguir prosseguir, faltava cerca de 1km apenas. Remamos até chegar em uma pequena margem, a fumaça estava logo a frente, devia ser alguma tribo que vivia ali isolada.

Andamos alguns minutos floresta a dentro. Alguns barulhos chamavam atenção, assustavam, mas a vontade de encontrar ajuda era mais forte e nos motivavam a prosseguir. O Charles andava com dificuldade, seu corpo gordo não ajudava muito nesse momento. Em um momento, ouço um grito dele e um barulho, olho para trás e ele está no chão. Voltei mas não deu tempo alcança-lo, sinto uma picada forte no pescoço e minhas vistas se escurecem.

Acordo amarrado em uma estaca no chão, em outra, ao meu lado, o Charles, que já estava acordado me chamando.

Ruiz! Ruiz!!

Charles?? O que... onde a gente tá??

Não sei... eram duas... grandes, bem grandes, já foram...

Pera aí, o que? Do que você tá falando??

Duas mulheres Ruiz! Duas mulheres grandonas, altas. Estavam olhando pra a gente. Te olhavam aí enquanto você dormia. Tentei falar com elas mas parece que não entendem português, espanhol, nem tikúna, nada. Nem me davam bola na verdade.

E onde estão elas? Pra onde foram? Talvez possam ajudar...

Saíram conversando uma com a outra, por ali.

Comecei a gritar para tentar chamar essas mulheres que o Charles disse ter visto. Depois de um tempo ouço passos fortes vindo pelo caminho que saía da mata.

Aí Charles, estão vindo! Talvez eu consiga pedir ajuda!

Cara, não sei... tenta aí

Chegaram em nossa frente, me calei de espanto. Elas não pareciam nada com nenhum indígena que eu conhecia. Eram duas mulheres grandes, digo, muito grandes! Facilmente tinham 2m de altura, talvez 2.10m. Elas não eram magras, eram corpulentas, peitos grandes, quadris largos e pernas grossas e fortes. Usavam apenas uma pequena saia.

Uma, maior, tinha o cabelo comprido e marcas no braço. Esta avançou em minha direção, me olhou, tocou meu rosto, abriu meus olhos, olhou para outra e falou algo. Depois foi em direção ao Charles e fez a mesma coisa. Se virou para a companheira e falou algo, dando risada, a outra riu e se aproximou, conversaram algo, mas a mulher mais alta parecia reprovar. O Chales começou a tentar falar com elas, pedia ajuda repetidamente mas elas simplesmente ignoravam ele e falavam entre sí. Em um momento a mulher do cabelo comprido virou para ele e deu um tapa forte, segurando a boca dele, que se calou. Então as duas disseram mais uma frase e começaram a desamarra-lo.

Ei! Vão nos ajudar? Por favor? tcho-ningó-é!

Elas me olharam e deram de ombros. A amazona maior soltou o Charles da estaca e segurando pelo braços ainda amarrados nos punhos o arrastou até a beirada de uma oca a alguns metros, o colocou deitado no chão. Quando ele tentou se levantar, a outra mulher empurrou seu peito de volta e pisou em seu rosto. Eu gritava, tentava em vão chamar atenção mas elas me ignoravam completamente.

A amazona grande começou então a tirar a roupa do Charles, suas botas primeiro, depois calça e por fim a cueca. A outra curiosa – ainda pisando no rosto do coitado que se debatia – se esquivou para olhar o pênis dele. A amazona grande segurou o pau e começou a masturba-lo, mas parecia não funcionar. Não demorou um minuto até ela olhar para a outra com reprovação e falar algo com raiva balançando a cabeça. Então largou ele, afastou sua companheira e sentou sobre o peito do Charles. Não deu tempo ele completar a frase pedindo socorro, a amazona puxou uma faca da cintura e cravou em seu pescoço! Foi um golpe fatal, ele gemeu por um minuto e morreu ali mesmo.

Eu estava apenas olhando calado, morrendo de medo com aquilo tudo! Acabei de ver meu companheiro morrendo em minha frente!

As amazonas olharam para mim e vieram em minha direção, fazendo a mesma coisa. Percebi que parecia um tipo de teste. Resolvi cooperar, não gritar ou tentar fugir, talvez tivesse uma chance assim. Me colocaram então deitado no chão. Uma delas ficou do meu lado, em pé, bem perto da minha cabeça. A outra começou a tirar minha roupa, depois segurou meu pau e começou e me masturbar. Fazia isso olhando fixamente para mim, como se estivesse analisando algo. Fiquei excitado, apesar de estar consumido de medo. De qualquer forma ela era uma mulher atraente: morena, cabelos longos e escuros, lábios grossos, tinha seios enormes, com grandes auréolas escuras e um corpo cheio de curvas. Ela continuou então fazendo movimentos enquanto meu membro ficava duro e crescia. Sou bem dotado, 23cm, ela parece ter gostado disso, deu um leve sorriso e falou algo para a outra mulher, que foi olhar mais de perto. Ela continuou então por alguns minutos, às vezes conversavam algo rapidamente. A amazona maior deu uma ordem para a outra, que na hora passou as pernas por cima de mim, ficou de joelhos no chão e se posicionou de quatro, deixando sua buceta a poucos centímetros do meu rosto. Ela exalava um cheiro forte, era peluda e estava úmida. Aquilo conseguiu me deixar ainda mais excitado, parece que era a intenção delas. Então começaram a me fazer um oral, revezavam de vez em quando, ficaram mais intensas, chupavam, lambiam, engoliam até o fundo da garganta. Não aguentei mais segurar e gozei, foi dentro da boca da amazona maior. Ela tirou a boca rápido e engoliu, lambendo os lábios. Sem esperar, a outra rapidamente colocou meu pau eu sua boca e começou a chupar intensamente até que veio mais jato de porra no fundo da sua garganta. Ela se levantaram e conversaram algo, olhando para mim. Sorriram e me levantaram, segurando uma pelos braços e outra pelas pernas. Caminharam por uma pequena trilha no meio do mato até chegar a um local mais aberto, onde tinham várias ocas. De dentro delas saíram outras mulheres, com olhares curiosos me encarando, algumas sérias, algumas sorrindo. Todas elas eram muito altas, e sempre mulheres, não vi um único homem ali.

As Amazonas me levaram até uma construção, maior, que ficava no centro desse lugar. Entrando, fui colocado no chão enquanto as duas amazonas pareciam chamar alguém. Do fundo do lugar vem caminhando uma mulher, essa era diferente de todas as outras. Eu não acreditava no que estava vendo, cerrava os olhos para tentar entender se aquilo era real ou coisa da minha mente. Mas sim, era bem real. Essa mulher era muito maior que todas as outras. Sim, ela tinha facilmente uns 3 metros de altura, era enorme. Ombros largos, seios gigantes, quadril largo e uma bunda gigantesca, sustentada por coxas firmes e grossas. Quando ela se aproximou, as duas que me trouxeram se abaixaram, reverenciando-a, entendi que ela era a líder delas. A amazona líder perguntou algo, as duas responderam, às vezes apontavam para mim. Depois de alguns diálogos que eu não conseguia entender, as duas amazonas saíram, fiquei só eu e aquela mulher gigante que me encarava dos pés a cabeça sentada em sua cadeira.

Fala minha língua rapaz?

Sim! Graças a Deus! Preciso de ajuda!

Como se chama?

Ruiz...

Eu sou Azyra-ha, rainha das Kalee. Como encontrou esse lugar?

Me perdi na floresta... no rio... acabei chegando aqui. Estava com um amigo, mas...

Ele foi morto. — ela me interrompeu — não servia para nós.

Pode me ajudar a voltar para casa?

Não.

Mas...

Não posso te ajudar rapaz. Agora você tem um propósito aqui, um único propósito. Você servirá a mim e minhas mulheres, até não ser mais necessário.

Azyra falava sempre com um tom firme, porém calma. Me explicou que esse lugar era uma tribo antiga, mais antiga do que os próprios nativos indígenas. Elas eram uma raça de mulheres que viviam à parte, escondidas do mundo dos homens, tinham sua própria sociedade, cultura, idioma, etc. Me explicou que eu não era o primeiro homem ali, não deveria me sentir especial.

Somos uma sociedade exclusivamente feminina, como percebeu. Mas precisamos permanecer nossa linhagem, para isso, todos os anos temos o ritual do prazer. Algumas de nós vão até as cidades do homens e escolhem um macho que preencha os requisitos. O homem precisa ter, qual é a palavra em português... genética! Uma boa genética. Já estamos perto do ritual esse ano, você nos poupou esse trabalho de procurar um macho.

Então vocês querem que eu... engravide alguém?

Sim, várias de nós. Você passará pelo ritual de purificação para que consiga procriar conosco, com vê, não somos mulheres comuns como as que vocês tem. Depois disso será usado no ritual do prazer, esse é seu propósito.

E depois eu poderei ir embora?

Você não irá embora, homem. Entenda seu propósito.

O que? Tá louca?

Um forte tapa veio em meu rosto que me deixou desnorteado. Azyra segurou com sua mão grande eu meu pescoço e me levantou do chão, como se fosse nada, sem fazer esforço. Me colocou contra a parede, olhou dentro dos meus olhos, e disse em voz firme:

Respeite sua rainha! Você não é nada aqui. E nem mesmo precisa estar consciente para cumprir seu propósito. A sua vida miserável está em minhas mãos e você me pertence!

Ta... por favor...

Ajoelhe perante sua rainha! – disse isso me jogando no chão.

Ajoelhei rapidamente em sua frente. Ela pisou sobre minha cabeça, contra aquele chão frio.

Coopere e não sofrerá até que cumpra seu propósito.

Depois disso ela gritou algo no idioma delas, e as duas mulheres que me trouxeram entraram na casa, me pegaram do chão e levaram até um poço que ficava atrás da casa de Akira. Tiraram minha roupa e me deram um banho, lavaram todo o meu corpo. Depois me levaram para um outro lugar. Parecia uma prisão, tinha uma cama e grades na frente. Me deixaram ali e voltaram alguns minutos depois trazendo comida e uma bebida estranha, branca, com um gosto forte, me obrigaram a beber tudo. A amazona grande, que a rainha chamava de Nikya trouxe um pequeno tubo, feito de madeira, parecia um canudo. Mergulhou em um líquido escuro, tampou uma das extremidades com o dedo. A outra mulher, Kaha, me segurou meio que colocano meu corpo em seu colo. Segurava meus braços e com a outra mão segurou meu pênis. A outra mulher veio, sentou sobre minhas pernas me deixando imóvel e inseriu aquele canudo em meu pênis, pela uretra. Soltou o líquido dentro, enquanto eu gritava de dor e em vão tentava escapar daquilo. Senti uma dor terrível, que durou o resto do dia, mas exausto consegui dormir a noite.

Acordei estranhamente bem no dia seguinte. Me sentia forte, descansado. A rotina desde então prosseguiu a mesma por duas semanas: Três vezes ao dia Nikya e Kaha vinham me alimentar, traziam peixe, e uma outra coisa que não sei dizer o que era, pastosa. Sempre a noite traziam junto o líquido branco que eu tinha que tomar, e sempre depois de beber eu tinha uma ereção forte, que durava horas. Achei que estava ficando louco, de início, mas notei que com o passar dos dias meu pau também começou a ficar maior e mais grosso, a cada ereção.

Durante esse tempo, outras mulheres passavam em frente à minha cela, me olhavam, sempre caladas. Algumas paravam e me observavam por minutos, com olhares curiosos. Passaram então 15 dias. Eu me sentia forte e bem. Nessa noite, Nikya entrou na cela e amarrou meus braços, me levou até uma estaca onde me amarrou pendurado, e junto com Kaha me levaram até o centro da aldeia, onde fincaram a estaca no chão, me deixando preso a uns 2 metros do chão. Havia uma fogueira acesa e ao redor pareciam estar todas as mulheres da vila, mas nenhuma criança ou idosa. Faziam uma roda ao meu redor. Akira aquela rainha gigantesca chegou, usando vestes coloridas, enquanto todas as outras se ajoelhavam. Ela falou algumas palavras e as mulheres começaram a bater no chão continuamente. Se aproximou de mim, com um sorriso e me deu aquele líquido branco novamente para beber, mas dessa vez estava muito mais forte. Tomei e imediatamente tive uma ereção fortíssima, junto com um tesão que nunca tinha sentido. Akira então tirou suas vestes, ficando completamente nua enquanto as mulheres continuavam a bater no chão em uníssono. Colocou a boca e engoliu meu pau por inteiro. Começou freneticamente um boque-te, sem parar. Uns 10 minutos se passaram e eu gozei, saiu uns 4 jatos de porra, uma quantidade enorme, maior que nunca, que encheram a boca de Akira, que se levantou, engoliu, ergueu os braços e gritou uma frase bem alta. As outras mulheres se levantaram e gritaram, todas sorriam e comemoravam. Houve dança, comida e festa enquanto a rainha observava em seu trono. Depois de algumas horas, Nikya e Kaha me levaram até um quarto dentro do palácio de Akira. Ali, me puseram em uma cama, amarraram meu braços e pernas, fiquei deitado de barriga para cima. Meu pau continuava duro, parecia que aquela ereção não ia acabar.

Alguns minutos depois, chegou a primeira mulher. Alta, como sempre, essa era bem forte, musculosa. Seios médios, cabelo curto, bumbum duro e coxas grossas. Tirou sua roupa e sorrindo ficou de joelhos sobre a cama. Sua buceta era depilada e já estava molhada. Se posicionou então, segurou meu pau e sentou enfiando tudo. Rebolava, quicava, como se quisesse aquilo há muito! Sentava com força, gemia enquanto olhava pra mim sorridente. Gozou a primeira vez e parou um pouco para respirar. Depois novamente se posicionou, dessa vez virada de costas e começou a rebolar freneticamente! Meu pau pulsava, eu estava sentindo um prazer inigualável com aquilo! Depois de uns minutos gozei dentro dela, que gemeu, gritou e se levantou sorrindo. Pegou um pano dentro de um cesto, molhou em um líquido e limpou meu pau, saindo do quarto. Não demorou nem meia hora e chegou a segunda mulher, a terceira, quarta, e assim foi até o amanhecer. Perdi a conta, mas acredito que tenha sido umas 12 mulheres. Todas só paravam depois que eu gozava dentro delas. Depois da última finalmente minha ereção passou, mas o dia já estava amanhecendo. Fui levado para a cela novamente, alimentado e cuidado. Minhas bolas doíam, nunca tinha gozado tanto em minha vida. A noite tomei o líquido branco e ajudou a recuperar minhas forças, a dor passou também. Dormi e acordei já revigorado. A rotina continuou, elas me usavam noite sim, noite não (acho que para que eu me recuperasse).

Descobri que aquelas primeiras mulheres eram as menos "intensas", por assim dizer. A ordem pelas quais elas iam transar comigo era por intensidade no sexo. Foi ficando cada vez mais forte. Na quarta noite, algumas me batiam, enforcavam, me usavam como bem queriam. Na sétima noite, pela primeira vez entraram duas mulheres, lindas, pareciam indígenas e eram gêmeas, fizeram as duas juntas, uma sentava em meu rosto e outra em meu pau, e depois revezavam. Na décima sexta noite chegou uma mulher diferente. Ela se apresentou, isso nunca tinha acontecido. Essa também falava português, assim como a rainha. Disse que seu nome era Renya, era a parteira da tribo. Essa mulher já era mais velha, e era enorme, depois da rainha ela era a mais alta que eu tinha visto. Devia ter uns 2.30m de altura, também tinha peitões gigantes, com bicos avantajados. Era mais gordinha que as outras, uma mulher corpulenta de verdade. Seu quadril era grande e tinha um bundão, grande e empinado. Disse que era a última da noite, depois dela os homens não costumavam aguentar mais ninguém. Depois de dizer isso posicionou aquele rabão sobre o meu rosto e sentou, colocando seu ânus na minha boca. Gemeu alto com isso e começou a me fazer um boque-te. Mexia seu bumbum devagar, me pedia para lamber seu cuzinho e eu obedecia. Começou a aumentar o ritmo, chupava cada vez mais enquanto me masturbava ao mesmo tempo, gemendo e gritando palavras que eu não entendia. Gozei no fundo da garganta dela, que se levantou gargalhando enquanto permanecia sentada em meu rosto. Se levantou depois, e eu pude respirar, só enquanto ela se virava e sentava novamente com força sobre minha cara, dessa vez colocando a buceta carnuda e peluda sobre mim, esfregando com vontade enquanto masturbava seu clítoris.

Chupa! Vai homenzinho, lambe! Faz a Renya gozar! hhhhummm

Ela gemia, gritava, rebolava sem dó enquanto eu sufocava lá em baixo. Ela era bem pesada, me sentia esmagado, mas sim, estava gostoso isso.

AAAAAAAAH ASAMA!!! ASAMA!!! KOLY NYHHH!

Gritou e gozou novamente! Soltando seu peso inteiro sobre mim!

Está indo bem homem! Mas ainda precisa me dar sua semente! Espero que seja boa, é minha última!

Disse isso e se levantou, virou de costas e sentou com tudo em meu pau, começou a movimentar para frente e para trás. Sua buceta estava encharcada, meu pau penetrava ela até o fundo. Começou a rebolar mais e mais forte, alternando os movimentos. Suas quicadas já doíam meu quadril, ela era bem pesada.

HMMMMMM VAI HOMEMZINHO! TA GOSTOSO! HMMMMM

Nossa! Hmmm você vai me matar assim!

HAHAHAHA! VAAAAI ME ENCHE VAII!

Ela só rebolava mais forte! Girou seu corpo pesado e continuou sentando com força em mim, enquanto eu gritava, agora de dor, ela dava risada e gemia. Começou a me enforcar, dar tapas, arranhar meu peito, parece que a deixava mais excitada, pois com isso aumentava o ritmo!

AAAAAAAAAAAH KOLY NYHHH! HHHHMMMMMMMMM

Gritou e gozou, finalmente! Fez o mesmo ritual das outras e se vestiu. Antes de ir se despediu de mim, que me recuperava daquilo.

Tchau homenzinho, você foi bem! Descansa bem pra aguentar minha irmã, ela não vai ter pena de você como eu tive! – Saiu do quarto então.

Entendi então que só faltava uma agora: Akira, a rainha amazona. Dessa vez descansei por 7 dias. Fui banhado, alimentado, cuidado. Todos os dias bebia o líquido branco que me deixava mais forte. Mesmo assim, já fazia mais de um mês, eu estava machucado, quebrado, com todas aquelas mulheres.

Finalmente fui levado até Akira, dessa vez era no quarto pessoal dela. As duas mulheres me deixaram lá, sem roupa, me deram o mesmo líquido da primeira noite, a do ritual, desamarraram meus braços e saíram, fechando a porta. Akira estava deitada em sua grande cama.

Hoje é sua última última noite aqui. Sinta-se honrado, poucos homens tem o prazer de conhecer as Nai-ry. Você foi um escolhido das deusas! E agora é seu momento glorioso! Aproxime-se!

Cheguei perto da cama e me ajoelhei na beirada, seguindo a ordem que ela deu com um gesto. Ela sentou na cama e abriu as pernas em minha frente. Eu nunca tinha visto tamanha beleza, no mais pleno sentido da palavra. Akira era deslumbrante, seus cabelos compridos brilhavam, caíam pelos seus peitões grandes e empinados. Ela segurou minha cabeça e puxou na direção daquela buceta enorme. Tinha um cheiro muito forte, mas que me deixou excitado. Meu pau já estava feito pedra, pulsava, estava grande e veiudo, nunca tinha tido uma ereção assim. Então Akira empurrou minha cabeça contra ela com força, dando um grunhido quando minha boca tocou sua buceta que estava quente e já molhada!

AAAARRRGH! ... Faça o que sabe de melhor, me dê prazer até eu estar satisfeita!

Empurrava meu rosto contra ela com força, e movimentava o quadril na beirada da cama, guiando minha cara onde ela queria. Eu lambia ela com vontade, chupava, fazia isso como se minha vida dependesse do prazer dela!

ISSO HOMEM! CONTINUE! AAAHHHHH

Ela ordenava e continuava a usar meu rosto como um vibrador, um brinquedinho. Começou a gemer mais alto, então segurou pelo meu braço e minha perna e me jogou em cima da cama. Ficou em pé, pisou em minha cara e falou umas palavras em seu idioma, rindo no final.

Rapidamente, se sentou sobre meu rosto com toda a força e já começou a rebolar e se masturbar enquanto esfregava a buceta em meu rosto, deslizando desde a boca até a testa.

AAAARRRGH ISSO! FAZ SUA RAINHA GOZAR!

Eu gemia de dor, tentava pedir para parar, mas quase não tinha fôlego para isso. Ela esfregava, me usava, sentava com força em meu rosto, soltando todo o peso! Alguns minutos depois gritou de prazer, bem alto, e gozou, esguichando um líquido quente em minha cara, era muito, tossi e tentei voltar a respirar.

HMMMMM COMO É BOM! ...você está indo bem homenzinho!

Disse isso e me puxou para o outro lado da cama.

Por favor... – implorei

Hahaha! Todos dizem isso! ...olha homem, seu propósito é glorioso! Você vai me satisfazer e finalmente descansar. Essa é sua recompensa!

Você não vai me deixar ir não é?...

Não vou. Você nem conseguiria, na verdade. Sabe porque eu sou a última a transar? Porque nenhum homem sobrevive a mim. Aqui se encerra o ritual do prazer, é a dádiva das deusas! Você é apenas um homem, foi cuidado, purificado, vai conseguir nos procriar, mas ainda é só um homem. Olha pra mim, tenho o peso de um novilho. Acha que consegue me dar prazer e continuar vivo? Isso é impossível. Mas alegre-se! Suas filhas viverão e prosperarão! Amazonas, guerreiras de Nai-ry!

Eu percebi que não tinha chance. Era isso. Akira então veio novamente para cima de mim e sentou sobre meu rosto, de costas. Seu cuzinho escuro estava em minha boca, eu lambia enquanto ela gemia de prazer e me fazia um boque-te, me masturbando e engolindo meu pau. A força que ela pressionava aquele rabão enorme em meu rosto era descomunal. Sua buceta derramava sobre meu pescoço e ela ordenava para eu usar a língua nela e a fazer gozar. Não aguentei por mais que 5 minutos daquilo e gozei, ela engoliu tudo e começou a rebolar com mais força em meu rosto. Eu tentava bater eu sua bunda, pedir para ela levantar um pouco para eu respirar, mas era em vão, a cada tapa que eu dava ela só rebolava mais e mais, até que eu apaguei.

Quando acordei ela estava agaichada sobre meu rosto, levantava e sentava com força, esfregava seu clítoris na minha cara, então veio outro jato que molhou todo meu rosto enquanto ela gritava de prazer, deixando seu peso cair sobre meu peito, o que me tirou todo o fôlego. Akira se levantou da cama e me puxou pelos pés até a beirada, deixando minha pernas para fora. Meu pau estava duro feito pedra. Ela então posicionou ele na entrada da buceta e sentou novamente, penetrando até o fim.

AAAAAAAAIIIII! ASAMA! HMMMMMMM – gemeu e gritou alto

Começou de novo, com força dava sentadas com todo seu peso sobre mim! Aquela bunda dela tinha mais de um metro de largura com certeza. A giganta estava me usando para seu prazer, sem piedade. A cada sentada eu gritava de dor, era esmagado – literamente.

AGUENTE HOMEM! AGUENTE!

Sentou com mais força e mais intensidade. Senti um estralo e uma dor forte no quadril, tinha quebrado. Ela continuou com aquilo, não se importava comigo desde que eu desse prazer para ela! E ela estava conseguindo, o líquido não deixava a ereção passar. Não tinha mais noção do tempo, mas acho que ela continuou sentando e rebolando por umas meia-hora, até eu finalmente gozar dentro dela! Ela gritou de prazer e permaneceu sentada, voltando o fôlego. Eu não sentia minhas pernas, só uma forte dor na região do quadril, pelo impacto do seu corpo gigante contra o meu.

HMMMMM SIM! ISSO! ME ENCHE COM SEU LEITE!

Ela continuou gemendo, depois se levantou e me encarou.

Acho que aguenta uma última homenzinho, ainda quero mais.

Foi até um cesto e pegou mais daquele líquido branco, forte. Me forçou a beber. Logo depois a ereção se intensificou ainda mais, as veias ficaram ainda mais rígidas. Eu sentia uma tontura, meu sangue devia estar indo todo para lá.

Você vai me fazer gozar pelo cu agora, adoro isso! Me pegou e jogou no chão, em cima de um tapete. Ficou em cima de mim, abriu as pernas, segurou em meu pau e sentou devagar. Meu pau penetrava seu cu, era apertado, e ela gemia a cada centímetro que entrava.

HMMMMM DELÍCIA! ISSO!

Então começou a sentar e levantar. A minha dor era insuportável, já não estava aguentando mais, minhas vistas começaram e se escurecer. Então recebo um tapa forte na cara! Acorda! Olha para sua rainha enquanto dá prazer a ela! Falou isso e voltou e quicar com mais força gemendo e gritando muito. Foram uns 20 minutos daquilo, sentadas, tapas, arranhões. Até que eu gozei novamente, enchendo o cú dela de porra. Ela gargalhou e continuou movimentando o quadril, enquanto esfregava seu clítoris e gemia alto!

Começou a gritar de prazer, revirava os olhos! Nesse momento se levantou, meu pau saiu e o cuzinho dela derramou leite. Ela sentou sobre meu peito com força, outro estralo, perdi o fôlego completamente. Com as pernas abertas ela esfregava sua buceta, gemendo e gritando até gozar, saindo um jato de líquido quente que me afogava!

Acordei em um buraco, junto com minha mochila, onde com as ultimas forças que tenho, escrevo esse relato para a posteridade.

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Por Tuga069
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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
A tribo das amazonas.

Codigo do conto:
275976

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
31/10/2026

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