Na manhã seguinte, Jéssica engoliu o medo, colocou os dentes de alho e as trancas improvisadas na porta do túnel e dirigiu direto para a delegacia central da cidadezinha. Ela não aguentava mais ser a caça. Entrou no local pisando firme, com os olhos vermelhos de uma noite inteira sem dormir, e bateu com as mãos na mesa do delegado plantonista.
— Ou vocês me dão proteção policial 24 horas por dia, ou mandam abrir aquela barreira na estrada e me deixam ir embora agora mesmo! — a voz dela ecoou pelo saguão frio. — Eu achei câmeras na minha casa! Achei um túnel! Eu sei o que vocês estão fazendo aqui!
O policial, o mesmo homem de olhar cínico que ela tinha visto na estrada no dia anterior, tirou lentamente os pés de cima da mesa. Ele a encarou por alguns segundos em silêncio, soltando uma risada anasalada e debochada que fez o sangue de Jéssica ferver.
— Olha só, rapazes... — o guarda ironizou, olhando para os outros dois policiais que jogavam cartas no fundo da sala. — A madame da capital acha que manda no nosso distrito. Acha que pode vir aqui exigir hotel cinco estrelas com segurança particular.
Ele se levantou, caminhando devagar até ficar a poucos centímetros do rosto de Jéssica. O tom de deboche sumiu, dando lugar a uma frieza cortante:
— Escuta aqui, garota. Você não tem o direito de exigir absolutamente nada nesta cidade. Você é só uma inquilina em terra alheia. E se continuar gritando e me faltando com o respeito no meu ambiente de trabalho, eu te tranco numa cela por desacato antes que você consiga terminar a próxima frase. Ficou claro?
Jéssica recuou um passo, percebendo o tamanho do abismo onde tinha caído. A delegacia inteira era cúmplice. Eles não estavam investigando desaparecimento nenhum; a barreira na estrada servia apenas para trancar as vítimas dentro do abatedouro.
— Agora — o policial apontou para a porta de saída —, volte para a sua casinha e reze para a nossa "investigação" não demorar para acabar. Suma da minha frente.
De volta ao cativeiro disfarçado de lar, Jéssica trancou as portas e correu para o computador. Com o coração na boca, ela abriu uma aba anônima e tentou acessar uma rede criptografada para enviar um pedido desesperado de socorro para um velho amigo da capital. Mas, antes que ela conseguisse clicar no botão de enviar, a tela congelou. O ícone de rede no canto inferior direito mudou para um sinal de alerta cinza: conexão interrompida.
Ela reiniciou o modem em pânico. Nada.
Minutos depois, o som de passos pesados na varanda a fez saltar da cadeira. Era Seu Landel. Sem sequer pedir licença, ele gritou da janela, com o mesmo sorriso cínico de antes:
— Dona Jéssica! Só passei para avisar que cortei os fios da internet ali fora. Sabe como é... a senhora esqueceu de pagar a taxa deste mês. Sem dinheiro, sem sinal.
Antes que Jéssica pudesse processar o golpe, o barulho de uma segunda porta de carro batendo chamou sua atenção. Uma viatura da polícia civil estacionou logo atrás do carro do velho. O policial da delegacia desceu, ajeitando o coldre na cintura com uma calma perturbadora. Ele fez um sinal para Seu Landel se retirar, e o velho obedeceu, rindo baixo enquanto caminhava para longe.
O policial caminhou até a porta da frente, apoiando-se no batente e olhando para Jéssica através da tela de proteção da janela.
— Sabe, Jéssica... eu fiquei pensando no que você disse na delegacia — o guarda falou, com uma voz mansa e asquerosa. — O mundo lá fora está perigoso demais para uma mulher bonita como você. Eu posso dar um jeito nisso. Posso colocar uma viatura na sua porta à noite, garantir que ninguém toque em você e até facilitar a sua saída na barreira da estrada... em troca de alguns favores sexuais, é claro. Uma mão lava a outra, não é?
O ultimato estava na mesa. Ela não tinha mais comunicação com o mundo externo, as estradas estavam bloqueadas e a única "salvação" oferecida vinha dos próprios predadores que queriam destruí-la. Ele queria sexo em troca de uma passagem para fora da cidade.
Sem saída e sufocada pelo isolamento, Jéssica sentiu as lágrimas queimarem seus olhos. Ela olhou para o policial através do vidro, engolindo o nojo que subia por sua garganta. Naquele momento de desespero absoluto, ela acreditou que aquela era a sua única e última chance de cruzar a barreira na estrada e sobreviver.
— Tudo bem... — ela sussurrou, a voz trêmula e quase sumindo. — Se você me tirar dessa cidade amanhã... eu aceito transar com o senhor.
O policial sorriu, um brilho sádico e vitorioso cruzando seus olhos. Ele empurrou a porta da frente, que Jéssica destrancou com as mãos moles, e entrou na casa carregando uma mochila preta de lona. Ele não tinha pressa. Sabia que ela não tinha para onde correr.
O que Jéssica não imaginava era a armadilha cruel que ele havia desenhado em sua mente doentia. O plano dele nunca foi deixá-la fugir em segurança. Ele garantiu que ela cruzaria os limites da cidade, mas da forma mais humilhante e vulnerável possível. Totalmente nua, algemada e amordaçada. Ele só não poderia dizer antes de transar com ela, porque senão, ela não aceitaria.
Depois de trancar a porta novamente, ele levou Jéssica para o quarto e mandou ela tirar toda a sua roupa. Ele mandou ela ficar de quatro na cama, ele tirou o cinto para dar umas boas cintadas na bunda dela. Jéssica protestou depois de levar a primeira cintada em suas nádegas. Ele mandou ela calar a boca e obedecer, ele não queria só comer a buceta e o cuzinho dela, ele também queria deixar umas belas marcas de cintadas em suas nádegas. Ele continuava dando boas cintada na bunda dela. A bela visão das nádegas dela ficando todas marcadas, deixou ele de pau duro. Ele simplesmente abriu o ziper da calça e começou a enfiar sua enorme rôla na bucetinha apertada dela. Jéssica fez cara de choro e começou a gemer conforme ele socava na sua buceta com mais força. Ora ele comia a buceta dela, ora ele enfiava aquela rola enorme no seu cu. Jéssica chorava de dor no cu, toda vez que ele enfiava com força aquela rôla grossa no seu cuzinho que até então, era virgem. Ele tirava do cu e voltava a enfiar na buceta. Foram pelo menos uma meia hora de fodeção. Ela de quatro na cama ele de pé comendo ela bem gostoso. Jéssica já tinha gozado umas três vezes, quando ele finalmente gozou dentro dela, ela ficou ao mesmo tempo aliviada e enojada, pois agora ela tinha o esperma dele, dentro da sua buceta, e ele gozou tanto, que ela ficou com a buceta pingando depois que ele finalmente terminou de fazer com ela, o que ele queria. Ela só aceitou dar para ele, porque ele prometeu deixar ela fugir. Mas logo ela iria descobrir que na verdade, não era bem assim que iria acontecer.
Após o ato, enquanto Jéssica ainda tentava recuperar o fôlego e processar o trauma de ter sido estuprada, o guarda abriu a mochila. Antes que ela pudesse reagir ou cobrar a promessa de liberdade, ele a prensou contra a cama com brutalidade.
— Promessa é promessa, boneca. Você vai sair da cidade hoje mesmo, mas não do jeito que você pensa — ele sussurrou no ouvido dela, enquanto puxava os braços dela para trás.
O som metálico e frio das algemas prendendo seus pulsos firmemente nas costas ecoou pelo quarto. Jéssica tentou gritar, mas ele foi mais rápido: tirou da bolsa uma mordaça de bola vermelha, ajustando as tiras de couro com força na nuca dela, abafando qualquer som que ela tentasse emitir.
Completamente nua, algemada e amordaçada, Jéssica percebeu tarde demais o verdadeiro significado daquela "fuga". O policial a puxou pelos cabelos para fora da cama, rindo da situação. Ele pretendia jogá-la na caçamba de uma caminhonete para entregá-la diretamente ao chefe da organização na fronteira da cidade, fantasiando o sequestro como se fosse uma fuga que deu errado.
O desespero disparou a adrenalina no sangue de Jéssica. No momento em que o policial a puxava em direção à porta da sala, ela fincou os pés no chão, girou o corpo com toda a força que lhe restava e desferiu um chute brutal de calcanhar no joelho do guarda.
O osso estalou. O homem soltou um urro de dor abafado e perdeu o equilíbrio, caindo de mau jeito contra a mesa de centro, que se estilhaçou no chão.
Do lado de fora, o som alto da buzina da caminhonete preta cortou o silêncio da noite — o resto da gangue havia chegado e estava esperando pela entrega. Sabendo que tinha apenas alguns segundos antes que o policial se levantasse ou os homens da caçamba invadissem a casa, Jéssica correu em direção ao corredor.
Mesmo completamente nua, com os braços presos firmemente pelas algemas nas costas e a boca totalmente bloqueada pela mordaça de bola — que o policial havia trancado cruelmente com um cadeado de metal na fivela para garantir que ninguém conseguisse abrir —, ela usou os ombros para empurrar as roupas do armário embutido. Ela chutou a madeira compensada do fundo, reabrindo a passagem secreta.
Sem conseguir usar as mãos para se apoiar, Jéssica se jogou no escuro do túnel de pedra, rolando pelos primeiros degraus. A dor do impacto na terra úmida mal importava diante do pavor de ser capturada.
Atrás dela, no topo da escada do armário, ela ouviu os gritos furiosos do policial mancando e os passos pesados dos capangas que acabavam de arrombar a porta da frente da casa. Sem olhar para trás, guiada apenas pelo instinto de sobrevivência e pelo vento frio que entrava pela outra extremidade do túnel subterrâneo, ela começou a correr pela escuridão da montanha.
O ar gelado da montanha bateu contra a pele arrepiada de Jéssica quando ela finalmente cruzou a saída do túnel, camuflada por raízes e arbustos espessos. Ela caiu de joelhos na grama úmida, o peito subindo e descendo num ritmo frenético, enquanto tentava controlar a respiração barulhenta que ecoava através da mordaça de bola trancada com o cadeado. Suas mãos, presas nas costas pelas algemas frias, já começavam a formigar.
A poucos metros dali, no meio de uma clareira cercada por pinheiros gigantescos, ficava a cabana isolada. Uma luz amarelada e fraca escapava pela janela de vidro sujo.
Sabendo que correr às cegas pela floresta nua e imobilizada seria uma sentença de morte, Jéssica usou o tronco de uma árvore para se apoiar e se levantar. Movendo-se como uma sombra, ela caminhou lentamente até a lateral da estrutura de madeira, colando o corpo contra a parede externa para não ser vista.
Com o coração na garganta, ela esticou o pescoço e espiou pela fresta da cortina puída da janela.
Lá dentro, um homem de cabelos grisalhos e barba por fazer limpava uma mesa de madeira. Jéssica prendeu o fôlego quando os olhos dela focaram nos detalhes do ambiente: pendurados na parede da cabana, havia vários uniformes e bonés da polícia local, além de três rádios comunicadores chiando em cima de um balcão. Na mesa onde o homem mexia, havia maços de dinheiro e um mapa detalhado da região com várias marcações em vermelho.
Jéssica recuou um passo, horrorizada. O dono daquela cabana não era um aliado; era o quartel-general de apoio dos mesmos homens que a caçavam.
Antes que ela pudesse se afastar e voltar para a escuridão da mata, o rádio comunicador dentro da cabana estalou, e a voz furiosa do policial que ela havia chutado ecoou alta: "A mercadoria fugiu pelo túnel debaixo da casa! Ela está amordaçada e algemada, não vai longe! Bloqueiem o perímetro da floresta agora!"
O homem grisalho dentro da cabana largou o que estava fazendo imediatamente e pegou uma espingarda encostada na parede.
Olhando desesperadamente ao redor, os olhos de Jéssica pousaram em um prego cravado na parede de madeira externa, bem ao lado do batente da janela. Pendurada ali por um barbante, uma pequena chave de metal brilhava sob a luz que escapava do vidro. Um fio de esperança cortou seu pavor: se aquela chave abrisse as algemas ou o cadeado da mordaça, ela teria uma chance de lutar.
O homem dentro da cabana já caminhava em direção à porta com a espingarda na mão. O tempo era medido em segundos.
Jéssica colou o corpo contra a parede, esticou o pescoço ao máximo e, com movimentos milimetricamente calculados para não fazer barulho, mordeu o barbante e puxou a chave com os dentes. Ela prendeu a pecinha de metal firmemente entre os lábios, os dentes e a bola da mordaça, sentindo o gosto frio do ferro misturado ao plástico da bola que bloqueava sua boca.
Sem olhar para trás, ela girou os calcanhares e disparou para o meio da vegetação densa, correndo nua entre os galhos que arranhavam sua pele na escuridão da mata. Ela só parou quando os pulmões pareceram que ia estourar, escondendo-se atrás do tronco oco de uma árvore caída.
Afastada do perigo imediato, ela tentou o impossível: sentou-se na terra, dobrou os joelhos e passou as pernas por entre os braços algemados, conseguindo trazer as mãos presas para a frente do corpo. Com os dedos trêmulos e dormentes, ela tirou a chave da boca e tentou encaixá-la primeiro na fechadura das algemas.
Não entrava. O encaixe era completamente diferente.
O pânico subiu como uma onda sufocante. Jéssica tentou guiar a mão até a nuca, tateando o cadeado que prendia a fivela da sua mordaça de bola. Ela forçou a chave com toda a força que tinha, mas o segredo do metal não cedeu. A chave era de um armário ou de um cadeado qualquer da cabana. Ela tinha se arriscado à toa.
Ela continuava completamente indefesa, imobilizada, sem voz e agora o barulho de galhos secos quebrando na floresta avisava que os homens e seus cães estavam se aproximando do seu esconderijo.
O som do latido dos cães ecoou mais perto, misturado ao barulho de botas esmagando as folhas secas da floresta. Sem conseguir gritar e com as mãos presas na frente do corpo, Jéssica seguiu o único som que oferecia uma chance de sobrevivência: o barulho de água corrente.
À frente, a vegetação se abriu em uma ribanceira que dava para um riacho de águas rápidas e escuras, que descia cortando as pedras da montanha. Sabendo que a água era o único meio de apagar seu rastro de cheiro e despistar os cães de faro, ela não hesitou. Ela escorregou pela lama e se jogou na correnteza gelada.
O impacto da água fria contra o corpo nu quase a fez perder o fôlego. Como seus braços estavam algemados, manter o equilíbrio nas pedras escorregadias era uma tarefa quase impossível. Ela afundou até a cintura, deixando a força do riacho arrastá-la para longe do ponto onde havia entrado.
De repente, enquanto tentava se apoiar em uma rocha submersa, Jéssica sentiu um movimento fluido e sinuoso contra a sua pele.
O coração dela quase parou quando uma cobra-d'água longa e escura deslizou rapidamente por entre as suas coxas, se esfregando no seu cu e a sua buceta, cortando a correnteza. O pânico foi tão violento que ela tentou soltar um grito de horror, mas o som morreu sufocado e abafado pela mordaça de bola trancada com o cadeado. Ela se debateu na água, tentando se afastar do animal, o que a fez perder o equilíbrio e ser arrastada rio abaixo.
Por um lado, o susto a jogou ainda mais fundo no curso do rio, afastando-a rapidamente da área de busca dos capangas. Por outro, ela agora estava sendo levada pela correnteza forte, sem os braços livres para nadar, em direção a uma parte desconhecida e perigosa da floresta.
A força da correnteza arrastou Jéssica por mais algumas dezenas de metros até que o céu estrelado desapareceu por completo. O teto de pinheiros deu lugar a uma imensa abóbada de pedra sólida. O rio a tinha levado diretamente para a entrada de uma caverna escura sob as montanhas, onde o leito se alargava e o fluxo da água finalmente ficava mais calmo.
Ela conseguiu firmar os pés no fundo arenoso, tremendo incontrolavelmente de frio. A água batia na altura do seu peito.
Ali dentro, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo eco das gotas de água pingando do teto de estalactites e pelo som da sua própria respiração abafada através da mordaça de bola. A mofada escuridão da caverna era quase total, mas servia como o esconderijo perfeito: os cães não conseguiriam farejá-la na água profunda e os homens da caminhonete não a veriam ali dentro.
Tateando as paredes de pedra com os ombros e com as mãos algemadas à frente, ela se arrastou para fora da água, sentando-se em uma plataforma de pedra seca.
Ao olhar para o fundo da caverna, Jéssica percebeu que o túnel natural continuava montanha adentro. Mais do que um esconderijo temporário, aquele lugar parecia um labirinto esquecido. Se ela ficasse parada, morreria de hipotermia devido à água gelada em seu corpo nu. Se continuasse caminhando no escuro absoluto e imobilizada, poderia cair em algum abismo subterrâneo.
De repente, vindo das profundezas da caverna, um brilho trêmulo e alaranjado começou a se projetar nas paredes de pedra. Alguém tinha acendido uma fogueira lá dentro.
Guiada pelo brilho alaranjado, Jéssica deu passos silenciosos para o fundo da caverna. O calor da fogueira começava a esquentar seu corpo nu e molhado, mas o alívio durou poucos segundos. Ao espiar por trás de uma enorme estalagmite, seu sangue congelou novamente.
A caverna não era um refúgio. O local funcionava como o depósito clandestino e cativeiro principal da organização criminosa.
O reflexo do fogo iluminava dezenas de caixas de madeira empilhadas, galões de combustível e maços de corda. Mais ao fundo, fixadas diretamente nas paredes de pedra, havia pesadas grades de ferro que trancavam celas improvisadas — o destino final das garotas capturadas antes do transporte. Próximo à fogueira, dois homens armados jogavam cartas, rindo alto enquanto bebiam. Um deles usava o mesmo casaco pesado dos sequestradores da caminhonete.
Se ela desse mais um passo ou se o reflexo da água em seu corpo chamasse a atenção, ela seria jogada direto em uma daquelas celas, nua, algemada e amordaçada com o cadeado, sem qualquer chance de escapar novamente.
Jéssica precisava fugir dali imediatamente antes de ser vista.
Ela começou a recuar de costas, milímetro por milímetro, sem tirar os olhos dos capangas. O chão de pedra estava escorregadio por causa da umidade do rio. Com os pulsos presos à frente, ela não tinha os braços livres para se equilibrar adequadamente. De repente, o calcanhar de Jéssica bateu contra uma pedra solta no chão, fazendo-a rolar com um ruído ecoante pelo silêncio da caverna.
Lá na frente, os dois homens pararam de rir na hora. O som das cartas sendo jogadas na mesa e o clique metálico de uma arma sendo destravada ecoaram pelas paredes de pedra.
O perigo é imediato e ela está a poucos metros dos guardas. Como Jéssica sai dessa?
CONTINUA...