Noite frustrada, depende para quem!!!!

Olá leitores, vocês estão bem???
Tudo começou com um rolê entre amigos. Mayxon, um cara do meu trabalho, estava conosco e, desde o início da noite, parecia disposto a me provocar.
Ele estava ficando com uma garota, mas não perdia a oportunidade de se aproximar de mim. Entre risadas, olhares e brincadeiras, soltava quando ela saia ou distraia:
— Hoje vai ter, hein!, apalpando a rola
Durante a noite, ele continuava com as provocações, os olhares maliciosos e aquela maneira de se aproximar como quem queria testar até onde poderia chegar. O que eu não imaginava era que o final daquela noite seria tão diferente.
Depois de algumas horas ali, a garota não quis avançar com ele. Pensa um cara, que ficou puto! Xingou ela de tudo que era nome. Acabamos voltando para casa e bebemos lá, ficamos a sós. Sem os amigos, sem as brincadeiras e sem ninguém por perto, o clima mudou.
Aquela tensão que vinha sendo construída durante toda a noite ganhou outro significado. Os olhares demorados deram lugar à aproximação, e o desejo que estava escondido nas provocações finalmente encontrou espaço.
Não sei que momento, que isso aconteceu, apenas meti a mão dentro da calça dele e vi que o pau dele já estava duro. Senti ele um pouco grosso, com uma cabeça que parecia facilitar a entrada em um cu, eu achei perfeito, o pau pulsando na minha mão. Ele, olhando nos meus olhos, tirou a minha mão de dentro da calça dele e lentamente foi abrindo o cinto, depois desabotoou a calça, abriu o zíper, e tirou o pau de dentro da cueca dele. Nunca esqueço aquela cena, ele olhando pra mim, o pau pulsando, minha boca salivando, ele com uma cara de safado dominando aquele momento, aqueles pelos que faziam uma composição do todo, o cheiro de macho misturado com o amaciante da cueca, a cabecinha rosada expelindo uma babinha perfeita pra lubrificar um cu. Ele segurou o pau apertando bem forte e olhando pra mim mandou eu chupar com aquele sotaque lindo.
- Só botar a mão!
Eu meio sem jeito, mas já de pau duro, estiquei o braço e comecei a pegar naquela pica quente e grossa. Subia e descia a mão, apertando e punhetando lentamente.
De repente, falou:
- Põe na boca um pouquinho.
Fiquei pensativo, mas ele colocou a mão direita a minha nuca e, forçando em direção ao seu pau, com uma voz mais forte, disse:
- Me chupa!
Resolvi ceder e coloquei aquele mastro na minha boca. A sensação na hora que a boca encosta na pica quente é única! O Maycon respirou forte, mas não soltou a minha nuca. Comecei a passar a língua na cabeça da sua pica, baixei mais a sua bermuda e fui até o saco, colocando as bolas na boca e lambendo como se fosse um sorvete. Comecei a punhetar sem pensar duas vezes. Ele gemia alto e disse pra eu parar. Babava muito.
Caralho, nem lembro a última vez que senti uma boca gulosa assim hummmmm.
Minhas pernas se prenderam ao redor do quadril dele, puxando-o ainda mais para perto, eliminando qualquer milímetro de espaço. As mãos dele desceram para as minhas coxas, segurando-as com firmeza para guiar os movimentos, enquanto os nossos quadris colidiam em um compasso perfeito e implacável. Me puxou para cima dele, olhou e sem dizer nada me deu um beijo na boca. Que tesão foi aquele beijo. Foi uma delicia sentir aquela língua dentro da minha boca, a respiração ofegante e acelerada.
Subi no corpo dele e fomos para o quarto. O som da pele estalando contra a pele e os lençóis desalinhados acompanhavam o ritmo acelerado.
Ele começou a meter. No começo devagar, estocadas longas. O saco batia de leve na minha buceta. Depois foi aumentando. Eu pedia mais fundo, mais força, xingava, gemia. Ele me dava tapa na bunda, segurava minha cintura, suava em cima de mim. O barulho de pele batendo em pele enchia o quarto.
Pla… pla… pla… pla…
Ele apertava e metia ao mesmo tempo. Meu corpo balançava a cada estocada. Eu estava babando no travesseiro, o cabelo grudado na cara, o cu latejando e pedindo mais.
— Isso… mete… mais fundo… AAAaaiiin caralho… que pau gostoso no meu rabo…
Os gemidos já não podiam ser contidos; saíam abafados entre os nossos lábios, misturando-se à respiração arfante. O calor era absurdo, o suor brilhava nas nossas peles sob a penumbra do quarto.
O Maycon se curvou em cima de mim. O peito suado colou nas minhas costas. Ele agarrou um dos meus mamilos por baixo, apertou forte, sentiu o peso e o volume, e depois puxou o mamilo entre os dedos. O peso dele sobre mim era o equilíbrio perfeito entre domínio e entrega. O safado estava faminto. De repente, ele me puxou pela cintura e já grudou a boca na minha. As mãos dele subiam me apertando todo.
Foi uma noite intensa, cheia de vontade, entrega e cumplicidade. Uma experiência que nenhum de nós parecia querer interromper.
E agora, como se nada demais tivesse acontecido, Mayxon está aqui, dormindo tranquilamente na minha cama.
Olho para ele e fico pensando em como uma noite que começou com um simples rolê entre amigos terminou de uma maneira tão inesperada.
Às vezes, as melhores histórias começam justamente quando a gente menos espera.
Ao acordar ele disse: - Isso aqui foi muito doido... ninguém pode saber.
Meu comentário foi: - Ninguém precisa saber. Mas eu vou querer mais.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rickboxer

Nome do conto:
Noite frustrada, depende para quem!!!!

Codigo do conto:
276047

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/11/2026

Quant.de Votos:
2

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