Como morávamos perto, comecei a imaginar como seria realizar aquela fantasia. Eu já sabia previamente sobre os limites e como tudo deveria acontecer, inclusive uma maneira de interromper a brincadeira caso ela quisesse.
Certo dia, chegou a oportunidade. Ela estava voltando para casa e eu preparei a encenação. A ideia era criar uma situação inesperada, com bastante intensidade e aquele clima de desconhecido que fazia parte da fantasia dela.
Fiquei esperando ela escondido na garagem dela, quando ela saiu do carro peguei ela por tras e vendei ela. Sem dizer nenhuma palavra. Segurei as mãos dela firmes e joguei-a no banco de trás do carro. Com um pouco de violência, mas sem machucá-la, tirei a calcinha dela e amarrei as mãos dela. No total silêncio, tentando parecer que não era um conhecido dela.
Coloquei ela de quatro no banco do carro com a porta aberta mesmo e comecei a meter nela. Ela com a buceta muito molhada. Ela mordia as maos para segurar os gemidos, metia forte e bem fundo na bucetinha dela. Dava uns tapas bem gostosos na bunda dela, ela gozou várias vezes. Coloquei no cuzinho dela mas ela disse que nao aguentava. E respeitei ela e tirei do cuzinho dela. Ai coloquei ela de joelhos no chão e gozei a cara dela toda, dei uns tapas na cara dela e fui embora.
Alguns dias mais tarde, ela veio falar comigo discretamente. Disse que tinha sido uma experiência incrível e que nunca havia sentido tanto prazer. Tentei fazer um pouco de mistério, fingindo não entender muito bem do que estava falando, mas acho que no fundo ela já sabia que era eu.
Para minha surpresa, ela tinha outra fantasia para me propor. Dessa vez, queria uma situação de sedução e dominação em uma esquina, vestida como puta, interpretando uma personagem que gostava de ser tratada como prostituta.
Naturalmente, conversamos sobre os detalhes e combinamos os limites antes de colocar a ideia em prática.
Pelo visto, aquela amizade ainda renderia algumas histórias bastante interessantes!