Minha Esposa e o Bruto do Bar

A trapaça do Carlão no meu plano de iniciar a minha esposa no mundo liberal, fingindo estar me apoiando, mas contando tudo para e me manipulando para parecer mais efeminado de forma que ele se apresentasse como um macho alfa, mais forte e muito mais másculo funcionou a contento.
Quando percebi, era muito tarde. Ele dominou a Kris, na verdade dominou completamente o casal. A Kris se envolveu de tal forma que fiquei totalmente sem reação e a vontade dele sempre prevalecia. Minha esposa se dizia a Rainha do Bar do Cabula, mas na verdade se tornara apenas uma puta de estimação do Carlão e eu, o marido apenas um colaborador desta situação. Mas para ser sincero, isso me excitava ao extremo. Ver o esforço da Kris para agradar aquele negro, sentindo-se orgulhosa por ser tratada como uma puta mas dizendo-se rainha me deixava orgulhoso e submisso. Uma submissão que o Carlão sabia muito bem explorar, Sempre que eu tentava limitar as ações dele, ou me reposicionar ele ameaçava abandonar a Kris e nem eu nem ela queria isso. Na verdade o Carlão também não. Ele vivia como um rei absoluto, usando a Kris e me impondo algumas humilhações frequentes, como me ordenar que mantivesse totalmente depilado e usando cuecas pequenas e coloridas para parecer menos macho para minha esposa.
Ele nos chamou ao novamente ao bar, tinha algo importante a dizer.
Não usou meias palavras, foi direto ao assunto. Seu sócio no bar queria trepar com a Kris e ele queria ceder minha esposa para ele cavalgar, como ele disse.
Eu argumentei que isso estava saindo das regras combinadas e que ele já havia cedido a Kris para o Zóio sem nem sequer falar comigo.
Ele riu dizendo que a decisão não era minha, mas da Kris e que eu sendo um beta frouxo não podia reclamar, até porque eu havia buscado essa situação.
A Kris se manifestou rápido, acariciou o meu rosto e disse: - Amor, você sabe que o Carlos reconstruiu nossa vida sexual. Você inventou isso, você quis e patrocinou isso e eu sei que você se excita e se realiza assim. Você precisa ser mais grato sabia? Ele deu um up no nosso casamento que estava bem chato.
Sim, era verdade. Então apenas acenei com a cabeça concordando.
Amanhã é segunda e o bar não abre. - continuou o Carlão.- O Duque estará esperando por volta do meio dia.
A Kris fez um gesto positivo com o polegar.
Era estranho, porque ela já havia dito no início que não transaria com aquele senhor gordo.
Chegamos no bar no horário combinado. Como sabiámos, estava fechado. Batemos no pequeno portão lateral.
A Kris estava linda, usando um pequeno top branco e um microshort mostrando as curvas da bunda. Uma piriquete casada e safada vindo se oferecer para um senhor de idade, acima do peso, barrigudo e com uma Duque grisalha e mal cuidada que lhe emprestava um visual rústico e imponente de macho alfa.
Ele abriu o portão, examinou a Kris de cima a baixo, como quem recebe uma mercadoria. Depois abriu espaço para ela entrar. Estendi a mão para o cumprimentar, mas ele me ignorou e foi seguindo a Kris pelo corredor lateral em direção ao fundo do bar. Eu os seguia, ignorado pelos dois.
O Duque parou olhou para mim e disse grosseiro – Feche o portão!
Ele não demonstrava qualquer respeito pelo marido da mulher que ele ia foder. Seguia a mulher olhos fixos na raba e a Kris ia na sua frente, rebolando enquanto caminhava para o quartinho do fundo do bar. Como uma eguinha viciada entrando no estábulo.
Senti orgulho e tesão e tesão por minha esposa e a forma quase desdenhosa que o Duque me tratava potenciava a sensação de cornitude realizada.
Para quem já havia dito que não transaria com ele, a Kris muito foi entrando no quartinho com ansiedade. Minha esposa se tornara uma puta, vadia e rampeira. Um comportamento que em anos de casamento eu não havia despertado. Ela tinha razão, meu amigo Carlão a havia treinado muito bem.
Atravessei o pequeno pátio e tentei entrar no quartinho também, mas o Duque bateu a mão no meu peito e me empurrou para trás.
Senta ali! - disse apontando para uma cadeira no meio do pátio.
Olhei para a cadeira sob o sol de rachar e quis recusar, mas a Kris me corrigiu.
Vai logo amor, senta lá! Prometo que você vai gostar!
O Duque me olhou com a cara feia e empurrou a Kris que caiu sentada na beira da cama suja do quartinho.
Me sentei na cadeira quente pelo sol. Meu coração disparado. Tinha tido as experiência em ver a Kris trepando com o Carlão e como Zóio. Mas agora era diferente. Esse negão parecia não gostar nem um pouco de minha presença. Não queria fazer espetáculo para mim. Apenas usar minha esposa como um brinquedo sexual, e só me aceitava ali, à distancia, por que era a condição que o Carlão e a Kris impuseram. E ele era tarado pela Kris.
Entendi seu descaso comigo, ele dizia que não tinha respeito por um corno que gostava de ver a esposa trepando. Mas aceitara porque a Kris, era uma puta muito gostosa que ele estava ansioso por foder com força. Havia imposto sua própria regra para a Kris, que eu não atrapalhasse.
Ele se sentou ao lado da minha esposa. Disse algumas coisas, enfiando a mão sob os cabelos em sua nuca e subitamente a puxou jogando-a no sentada no chão à sua frente. A Kris, agora sentada entre as pernas dele, começou a cheirar o volume sob sua calça.
Então ele se levantou. Abriu finalmente a própria a calça e puxou a mamba negra pra fora enquanto ela ajoelhada, olhou para mim e sorriu. Ele puxou o rosto dela secamente quase como uma reprimenda por ela ter olhado para mim. O filho da puta não queria nem que minha esposa me olhasse enquanto o servia como brinquedo sexual. Ela obediente o olhou nos olhos, e ele usou a enorme vara preta, ainda meio mole para lhe dar uma pancada no rosto. A pancadinha da vara no rosto deu um pequeno estalo, como uma palmada que causando um sustinho na Kris. Ele continuou batendo a vara preta no rosto branquinho de minha esposa. Ela apenas sorria e com as pancadas no rosto a vara foi endurecendo cada vez mais. Por fim ele parou, apoiou a vara preta sobre o rosto dela como se estivesse medindo o tamanho em seu rosto. A Kris inclinou a cabeça para trás visivelmente curtindo a cerimônia de posse do Duque sobre ela.
O saco na altura do queixo de minha esposa deixava as bolas penduradas oferecendo-se a serem chupadas. O pau seguia sobre a boca e o nariz, passando entre os olhos e terminando acima da testa.

Como um bom beta mansinho, a imagem me fascinou. Uma enorme vara negra, agora enrijecida sobre o rosto alvo de minha esposa. Um negro grande e barrigudo, mais velho do que nós dois se assenhorando dela com uma autoridade que eu nunca tinha visto. A Kris se comportando como uma vadia barata. Fui dominado junto com ela pelo tesão de corno, o mais intenso de todos.
Uma bela imagem que merecia uma foto, uma moldura para nosso quarto, para lembrar sempre a fêmea com a qual eu tinha me casado.
Minha esposa ali, sentada no chão daquele quartinho imundo, submissa a um negão de meia idade que se impunha como dono absoluto dela.
Por fim a Kris aproveitando-se da posição inferior que se encontrava, começou a chupar as bolas esticando o saco preto do negão. Ele fechou os olhos sorrindo.
Foi a primeira vez o carrancudo sorrindo e a causa era minha mulher chupando suas bolas.

A Kris foi evoluindo no trabalho brilhante, chupava as bolas, mordiscava as laterais do pau e por fim a mamava a cabeça da mamba.

Ela o mamava avidamente. E ele segurando a cabeça dela com ambas as mãos e começou a socar o pau na sua boca, que de grande, a forçava a arregar a boca engasgada. Mas ele continuava metendo com força. Socando na boca de minha esposa como se fosse uma boceta.
Me pau, já estava duríssimo. Mas sentado no sol do pátio e eu suando de bica. Baixei a calça e comecei a bater minha punheta. De tão duro, meu pau estava doendo e tive que bater devagar. De fato eu já estava no clímax, enquanto eles estavam apenas começando.

O Duque a jogou violentamente sobre a cama tirando a blusa rapidamente, expondo os lindos seios branquinhos. Ele não esperou ela tirar o micro short e começou a mamar as tetas enquanto enfiava a mão dentro do short para dedilhar sua bucetinha.

Depois arrancou o short, arrastando-a violentamente. Ela abriu as pernas ansiosa. Ele soube explorar a ansiedade de minha mulher e ficou batente o pau sobre a bucetinha rosa. Ela rebolava levantando a buceta, pedindo a mamba negra, mas ela mantinha o suspense e apenas continuanva a bater a vara nos nos lábios da bucetinha inchada de tesão.

Gozei uma, duas vezes, mas meu pau continuava duro. Diminui o ritmo da punheta por que de tão duro e de tanto tesão meu pau doía um pouco.

Ele finalmente inseriu o pau na buceta encharcada de minha esposa que ela foi acolhendo já em êxtase.
E, segurando ambas mãos dela acima da cabeça, debruçou-se sobre a ela bombando lenta mas vigorosamente.
O Duque é muito grande, e a abafou quase completamente sob seu corpo grandalhão. Eu via as pernas arreganhas, o rosto de lado e uma parte do cabelo desgrenhado. A Kris gemia alto e descontroladamente, mas o peso do grandalhão a mantinha imobilizada.

Ficamos assim um tempo, o negão fodendo minha esposa na minha frente, alcançando um lugar dentro dela que certamente nunca alcancei.
Eu, a imagem da derrota e da humilhação, ali sob um sol inclemente me masturbando devagar porque meu camarãozinho, como a Kris o chamava algumas vezes, ardia provavelmente já ferido pela punheta. Gozei de novo, como nunca gozaria se fosse eu mesmo estivesse fodendo minha esposa. Aliás a diferença brutal entre aquele macho alfa e minha mansidão é que explodia meu tesão. Nasci para ser um beta submisso, e o Duque provava a cada estocada na minha esposa.

Então Ele se levantou e, pegando sua própria calça no chão, retirou o cinto se virando para a Kris que continuava com a Bunda para cima se oferecendo para mais. Meu coração gelou. Eu não iria deixar o cara bater na minha esposa com cinto, até porque eu sabia que essa não era a vibe dela. Levantei assustado para defendê-la, mas antes que me aproximasse, ele apenas deu uma volta com o cinto na cintura dela e a puxou para, trás colocando-a de quatro. Ela continuou, dócil e muito excitada, apenas arrebitou a bundinha. Queria mais.

O Duque inseriu uma das mãos dentro do cinto colocado na cintura da Kris, puxando a bunda dela para si com firmeza. Então ele posicionou o pau na entrada de seu cuzinho. Ela absolutamente presa e sem reação aceitou ele inserir o pau que lentamente. Foi rasgando, arrombando a raba de minha esposa a raba sem nenhuma piedade ou formalidade.

Depois bombou a vontade mantendo-a segura pelo cinto. A Kris já não gemia, gritava como uma louca sendo atacada pelo animal.

Ele puxava com tanta força que o cinto afundava na cintura branca numa cena quase surreal. A Kris já não se apoiava em seus próprio joelhos, pendurada pelo cinto enquanto enquanto o grandalhão bombava vigorosamente em sua raba branquinha.

Depois de um tempo assim, ele diminuiu o ritmo e inclinou-se um pouco para frente, puxando ainda mais o cinto e a bunda dela para si. Percebi que ele finalmente ia gozar, e gozar o mais fundo possível na raba de minha esposa ofegante.

Ele a soltou e ela caiu de lado, quase desfalecida.

Depois de descansar brevemente ele retirou cédulas de dinheiro de sua carteira e começou a espalhar sobre ela. Era um fetiche, agradecer humilhando. Deixando evidente que para ele, ela era uma puta qualquer e não uma mulher casada com um marido dedicado.

A Kris gostou disso. E nua, com sua a pele branca toda marcada de vergões vermelhos, ia recolhendo o dinheiro jogado sobre ela e a cama, cédula por cédula. Ele ainda jogou algumas cédulas no chão apenas para vê-la engatinhando pelada, recolhendo as cédulas. Nesse momento ele olhou para mim vitorioso por ter minha esposa a seus pés, nua, recolhendo trocando trocados que ele jogara após meter em cada um dos buraquinhos dela.

Minha esposa não precisava disso. Temos uma boa renda, ela tem tudo do bom e do melhor, mas visivelmente gostou da humilhação, de ser tratada como uma puta.

Por fim o Duque saiu do quartinho em direção ao bar e, ao passar por mim, olhou os respingos de porra espalhados no chão do pátio após minhas punhetinhas. Disse com desdém:
                - Limpe isso!
                E ainda caminhando sem olhar para trás, completou:
                - E não use meu pano de chão!

O filho da puta havia estocado em todos os buracos de minha esposa. Gozado a vontade o mais fundo que pudera dentro dela e agora me humilhava, ordenando limpar meu gozo do piso do pátio. Pior ainda, exigindo mais respeito por seu pano de chão do que demonstrara por minha amada esposa. Mas o vozeirão Alfa se impunha de novo, e eu obedeci sem questionar. Não queria chamar a atenção da Kris para mim numa discussão com ele. A clareza pós gozo chegara e eu já me sentia envergonhado mesmo sem ela ficar reparando em mim.

Fui até o banheiro, peguei um pedaço de papel higiênico e comecei a limpar o chão em silêncio. Mas, o estranho é que mais essa humilhação me satisfazia ainda mais.

A Kris saiu do quartinho, parou brevemente ao meu lado segurando as notas amassadas que ganhara depois de ser arrombada pelo negão arrogante. Estava vermelha e descabelada. Na cintura os vergãos avermelhados deixados pelo cinto que o negão usara para puxá-la contra sua própria pica enquanto lhe estourava suas pregas, cavalgando-a como a uma égua no rodeio.
Mas a Kris estava linda daquele jeito.
             - Amor, preciso tomar algo antes de irmos!
            Disse minha esposa olhando com naturalidade enquanto eu limpava os respingos de porra no chão do pátio.
            Terminei a limpeza a tempo de vê-la no balcão tomando a caipirinha que tanto gosta para depois pagar, usando o mesmo dinheiro que recebera a poucos minutos depois de ser arrombada por aquele mesmo negão que agora a atendia atrás do balcão. O mala não fez sequer a gentileza de deixar o drink gratuito. Pior ainda, fazia uma cara sarcástica enquanto ela o olhava de um jeito diferente, com tara e um risinho safado.

             Foi a primeira vez que senti uma ponta de ciúmes de minha esposa. Ciúmes e orgulho misturados. E justo pelo cara que ela tinha tinha rejeitado a princípio. Um senhor bruto, barrigudo e grosseiro, mais velho que ela. Um senhor que a tratara como uma puta barata. Sem nenhum respeito por ela e pelo marido.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Esposa e o Bruto do Bar

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Comentários


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guto_poa_rs Comentou em 03/11/2026

esposinha safada eu gosto muito.. adoro as casadinhas putinhas e safadas... meto sem dó.. parabens pela esposinha puta.. delicia de historia..

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luiscomedor Comentou em 03/11/2026

Também quero Comer e Usar essa Puta Safada que você ama e chama de Esposa !!!!

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claudinhaninfo Comentou em 03/11/2026

Gostei do conto e das fotos. Esposa co Xana linda




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Esposa e o Bruto do Bar

Codigo do conto:
276269

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/11/2026

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