Pela manhã ele desce para tomar café e parte da casa já havia acordado, apenas Lucas, Gustavo, Beto e Helena que não estavam ali, Barbara pela cara de sono parecia estar somente o corpo, logo retornando ao quarto para dormir novamente, reforçando a todos não pegarem pesado, pois tinham um festão para irem aquela noite. Os amigos se animam para irem caminhar pela praia e tentar desenrolar algo, já que das últimas visitas, mal saiam dos quartos, eles acordam Lucas e Gustavo que com muita dificuldade levantam e todos seguem para irem à praia, mas antes Carlos vai no quarto dos pais, Barbara estava deitada ainda tentado voltar a dormir, Beto estirado de barriga pra cima sem roupas e Helena em um colchão no chão com apenas um lençol a cobrindo e um balde próximo, naquele momento ele só conseguia sentir nojo dos pais, pois além de não sentirem remorso por nada, ainda conseguiam dormir com aquele cheiro. Carlos fecha a porta do quarto e se junta aos amigos.
Na praia todos tiveram um dia normal, beberam um pouco compartilharam assuntos da turma na Capital, já que Carlos não estava mais indo para o apartamento que tinham lá. Próximo ao meio-dia viram alguns rostos familiares, Alberto com sua ex esposa que Carlos já não via por lá tinha muito tempo e os filho deles que ainda era criança, mais distante Bianca com alguns vizinhos homens e algumas garotas que não estavam presentes no último encontro Gi e Ga apareceram depois com algumas pessoas que ele também não conhecia, viu Júlio correndo indo de ponta a ponta na praia pelo menos umas 6 vezes. Cada grupo se manteve no seu canto sem qualquer interação, pois pelo pouco que ouviu do pai contar ao Lucas, muitos ali estavam com muita ressaca e remorso. Por volta das 16hs eles decidem voltar para casa, passam na farmácia, pois queriam um remedinho para dar uma animada a mais. Em casa o silencia ainda reinava, Barbara tomava sol à beira da piscina, no quarto Helena permanecia dormindo, porém agora em cima da cama e o quarto estava limpo e sem o cheiro de antes, seu pai dormia em sem quarto com uma respiração profunda de um sono pesado, não sabia se era por ressaca de todo o que usaram na noite anterior, ou se era o ritual para a tal festa, pois era a primeira vez que os vias assim, casados, cabisbaixo, mal ele sabia que seus pais tiveram uma de suas maiores brigam enquanto estavam fora, aquele final de semana mudou a vida de praticamente todos que viviam naquele ambiente.
O horário da festava estava se aproximando e todos já estavam se arrumando, em sua casa não aconteceu nada durante aquele dia, Carlos imaginava que seus amigos iriam comer sua mãe antes da festa, mas ela os ignorou se arrumou saindo antes de todos, logo seu pai também já estava pronto e os chamou para irem, um a um foram descendo e antes abriu a porta do quarto dos pais e lá continuava Helena sem se mover, Carlos se aproximou pra ver se ela estava bem, mas apenas resmungou confirmando ser mesmo ressaca e a intensa maratona de sexo sem trégua.
Os oito foram juntos andando até a casa de Eliane e Manuel, viam de longe os carros dos que moravam mais distante e muitos indo a pé como eles. Quando chegam na casa Eliane estava dando um discurso, falando as regras ou algo assim, finalizando para que todos se divertissem. Carlos já não vê seu pai e ao longe viu sua mãe deslumbrante, sendo cobiçada já por vários homens, Gustavo, Thiago e Tales também dispersam, ficando apenas ele, Lucas, Pedro e Gui. Ficaram bebendo sem sair do local de onde estavam e aos poucos a pegação começando, primeiros casais se beijando por todo lado, depois roupas saindo, pessoas entrando na piscina peladas e então o sexo começou pra valer, pelo menos umas 60 pessoas ou mais espalhadas pela propriedade, a essa altura Carlos já estava sozinho, conforme ia circulando achava um dos amigos fodendo, Thiago estava dentro na piscina e fodia uma das novatas da praia, ela com a boca atolada no pau do Tales, Gustavo estava do outro lado da piscina fodendo de lado estirados no chão uma outra desconhecida, enquanto a mesma chupava um cara que a chamada de querida, dizendo que achou o novinho que ela tanto queria, então provavelmente era o marido, Pedro fodia Bianca que estava sentada em um balanço erótico, em uma área além da churrasqueira, reparou que tinha bastante intimidade entre eles, ali também tinha uma tenda que cobria grande parte dos fundo e ao chegar na entrada se tratava de um darkroom, apenas conseguiu escutar os gemidos, mas não entrou, Gui estava no gramado fodendo o cú de outra novinha numa dp com um coroa, ele se animava se juntar aos amigos quando vê seu pais e sua mãe saindo aos beijos de dentro do darkroom felizes, apaixonados, ele os segue que iam para a parte superior da casa, Carlos nota que havia uma varanda que pegava todos os quartos que davam para a piscina e lá parecia um camarote vip com várias mulheres apoiadas no parapeito sendo fodidas.
Carlos segue para os quartos já na intenção de ir para a varanda foder olhando de cima todos fodendo, seria sua fantasia, poder foder e assistir sem que precisasse se esconder atrás de janelas ou portas, ele então notou uma foto que Eliane esquecerá de guardar, uma foto de família, Eliane, Manuel, alguns desconhecidos e Clara, enfim ele descobre quem realmente era ela, a filha dos amigos de orgia de seus pais, em sua mente veio um turbilhão, de fato eles transaram no clube, será que ela participa das festas, será que ela está aqui fodendo, pensava ele quase sem conseguir respirar, lembrando também do conselho da mãe para não se apegar a nenhuma garota que conhecesse ali. Ele enfim acha os pais em um dos quartos, Barbara já aos beijos com dois homens e seu país ao longe com um copo de whisky, ameaçando ir até eles perguntar se conheciam a Clara, mas desiste e lembra que ainda não tinha achado o Lucas, seu coração acelera, já imaginando que mais uma garota era conquistada por ele e vai em direção ao único quarto que estava fechado com aviso na porta, ele abre e não havia ninguém. Assim que sai encontra Eliane saindo de um dos quartos sendo encoxada por um cara que, ela o questiona de o porquê ainda estar vestido, ele ignora apenas perguntando sobre Clara, Eliane fica surpresa pois não sabia que eles se conheciam e diz que ela não participa de suas festas e que aquele final de semana em específico ela havia ia viajar com as amigas para conhecer a república que irá morar. Ele apenas agradece e desce as escadas sem rodeios, ele já completamente apaixonada e agora encantado que Clara não faz parte desse mundo, decide que ali também não será o seu, saindo da festa indo para o clube para aquele que seria o encontro com Clara.
Carlos após o nervosismo, as várias coisas que havia imaginado reencontra aquele que já ser seu grande amor. Retornando do banheiro ele em sua mesa tenta criar coragem para falar com Clara, até que ela vai até ele perguntado se podia sentar ali, ele acena com a cabeça e quase sem falar consegue respondê-la que sim. A sintonia deles era notória, aos poucos eles iam fazendo comentário sobre o que comiam, que levou ao que gostavam de fazer no dia a dia, música, amigos, ao ponto de Clara esquecer toda a dor que sentiu em ver aquele que achava ser seu namorado com sua mãe a poucos minutos. Clara fala sobre o problema no carro e o porquê havia retornado para casa, e então ele cria coragem dizendo que também irá fazer seu curso na UniCamp e que eles podem ir juntos para conhecer durante a semana, nesse momento Carlos ainda não havia tomado a decisão. Eles ficam por lá até o garçom avisar que eles eram os únicos e que o clube já estava fechado, os dois saem e vão andando pelas ruas do condomínio conversando sem pressa de irem para casa, Clara tinha mais que um ótimo motivo para evitar sua casa, Carlos realmente queria continuar ali admirando a linda garota que procurou por tanto tempo, quando chegam próximo da casa da Clara, ela visivelmente incomodada, Carlos percebendo a chama para sua casa, sabendo que estava vazia e não teriam pessoas nuas ou metendo pelos cômodos, ela sem pensar aceita uma ferocidade que se Carlos demorasse mais um segundo, ela teria se convidado.
Já em sua casa, Carlos a cômoda na sala e oferece algo para beber, ela recusando pois não bebia nada alcoólico. Os dois ali ficam por um tempo sem falar nada, apenas olhando para a TV que estava desligava, olhando seus reflexos até que Carlos toma a iniciativa e beija Clara na boca, um beijo ardente que ela mesmo com o susto não se esquiva, pelo contrário, o puxando para si, a cada minuto com o clima entre eles ficando mais quente, Carlos por sua vez já sem camisa e beijando Clara no pescoço e descendo, Clara passando as unhas em suas costas conforme ele ia sendo o corpo na direção da sua bucetinha. Clara estava de vestido o que facilitou os avanços e Carlos que sem muitas dificuldades tapeando aquele belo corpo com beijos e chupões, tira a calcinha com os dentes, causando um espasmo de tesão em Clara, querendo ainda mais que ele continua e logo. Carlos começa a chupá-la, no início apenas passando a língua, mas logo começa a chupar mais intensamente utilizando também os dedos para a penetrar, naquele momento Carlos recobra toda sua confiança que nesses últimos dois meses havia perdido quase que completamente, ali era somente ele e a garota com quem ele vinha sonhando por semanas a fio. Clara gemia loucamente e nem parecia a mesma garota que a poucas horas destruída, não via mais nada além do cara gostoso que viu no clube no outro dia e já estavam ali fodendo no sofá de sua casa. Clara ergue o corpo e afasta Carlos que se deita de costas, ela se posiciona entre as suas pernas e arranca a bermuda que Carlos vestia, iniciando um boquete que para ele parecia em câmera lenta, ela chupava o pau todo subindo e descendo quase até as bolas, depois iniciava linguadas que iam da cabeça até as bolas. Eles ficaram um tempão ali com Clara chupando o pau o Carlos, ele então se levanta e a pega no colo como numa noite de núpcias a levando para seu quarto, sem perceber pela euforia que havia movimentos na casa, Carlos tranca a porta pois não queria arriscar ser incomodado e parte pra cima de Clara que estava em sua cama já se esfregando.
Carlos e Clara começam a foder, ele bombava em sua buceta e sem perder a sincronia do beijo que davam, eles permaneceram nessa posição de papai-mamãe até Clara sugerir que mudassem, ela então fica de quatro na cama e se posiciona atrás iniciando a penetração que logo ficaram mais intensas com Clara e Carlos já um falando sacanagem para o outro, ela pedindo para ele foder mais forte e não parar de meter em sua bucetinha, ele pergunta se ele estava gostando do seu pau e que aquela era a bucetinha mais apertada e gostava que ele fodia, pegando seus cabelos em seguida e com a outra mão lhe dá um tapa em uma das nádegas, estalando bem alto. Os dois seguiram fodendo, trocaram de posição, falavam putaria um para o outro, novamente perdendo completamente a noção das horas. Clara goza com eles fodendo de lado, Carlos vendo seu corpo contorcendo ao ponto de agarrar as unhas em seu peito deixando marcar visíveis de arranhões, ele anuncia que irá gozar e fica de joelhos gozando nos peitos e barriga de Clara, eles se deitam agarradinhos e ficam ali se acariciando tirano aquele cochilo relaxante pós sexo.