A Talaricagem do Amigo Fura-Olho – ou uma simples correção de percurso?
" - Essa... essa... pica... realmente... você... menino, como você é grande! Meu deus! O que é isso?! – ela não sabia se sorria, se acariciava o membro na sua frente, resolveu beijá-lo, lambê-lo, coloca-lo na boca. – Você... você... é verdade... você ainda é virgem...! Como pode...? Os garotos perdem a virgindade muito mais cedo do que isso, o que houve com você, por que isso assim?" ........................ Estou vendo um casal na praia, manhã, onze horas, por aí. Ela está de maiô preto, pele bem queimada de sol... não... é cabocla mesmo. Cabelos longos, escuros, corpo até bonito, bunduda, seios médios e firmes ainda, pernas grossas. Tem uns trinta anos ou pouco mais. É casada. Seu companheiro naquele momento não é seu marido, afinal ele está viajando, dizendo que ia resolver uns negócios em uma cidade mais ao sul, na cidade maravilhosa. O companheiro é velho conhecido, muito querido do casal. Moreno claro, cabelos longos, bem abaixo dos ombros, castanhos, olhos também castanhos, pernas fortes de tanto caminhar, bundudo, musculoso, mas sem exageros, professor de inglês da sua companheira, mas o que fazem na praia não faz parte das aulas. Ele tem um livro nas mãos, mas o descarta e pega nas mãos da companheira... que vou chamar aqui de... deixa ver... Di... ou ainda de Dina... Pois bem, nosso professor segura em suas mãos, as de Dina, e ela olha pra ele com atenção. Escuta tudo o que está sendo dito: é uma leitura de mãos, sim, o que ele faz ali. - ... entre outras coisas, parece que você está propensa a envolver-se sentimentalmente com alguém... e... de cordo com o que percebo, isto partirá de você, a decisão será sua... mas... eu conheço vocês dois... parece um casal muito unido... não entendo isto na sua mão, mas é o que posso dizer... bem. Talvez eu esteja interpretando errado, deve ser isso, claro... Ela ajeita alguns fios de cabelo que foram parar em seu rosto... - Você importa-se se eu sentar-me encostada em suas costas? Acho que minha coluna está precisando de um descanso... Eles se recostam, um apoiado no outro; Dina segura a mão do companheiro com força e começa a falar. - Sabe o que é... está acontecendo uma coisa... uma coisa comigo... não é fácil dizer, coisas complicadas tem passado por minha cabeça...eu... lembra que eu seguro suas mãos nas aulas de inglês, lá em casa? Eu digo que é por que estou com vergonha de me atrapalhar nas aulas... mas... na verdade...é que eu... puxa, como dizer isso? É que eu... eu... estou caída... caidinha de paixão... por você e... não sei o que fazer pra me livrar disso... não é culpa sua, você me respeita, eu sei disso, nunca passou dos limites, mas... durante as aulas de bicicleta, quando você pegava na minha cintura, suas mãos no meu corpo, sua voz... a gente se divertindo muito passeando pela mata... pelas estradas... acho... acho que foi assim... você me encantou, garoto... você é muito atraente, cara, eu não estou conseguindo dar conta disso tudo, está sendo muito difícil pra mim... estou vermelha de vergonha dizendo isso... o João, meu marido, não está resolvendo coisas la na cidade pra onde foi, é nada disso, ele tem um caso por la, eu sei disso faz tempo, uma mulher que ele mantem na cidade maravilhosa... eu nunca me importei com isso, mas agora que você apareceu, eu... alguma coisa em mim se descontrolou e estou louca de paixão por você... não sei o que vou fazer da minha vida! É só ver você, nem preciso pegar em sua mão, fico num desejo terrível! Sinto um tesão do caralho por você... então... é... é... isso... - O que você quer que eu diga? Isso, isso... Dina... isto me pegou desprevenido... estou sem ação, claro, o que você disse é muito... como direi... é forte... me desequilibrou... - Se você está confuso, imagine o que se passa comigo? Eu desejo você, transo com o João pensando que é você quem está ali comigo, me fodendo... ele percebe que alguma coisa está errada, mas nunca deixei ele perceber o que se passa na verdade... ele não diz nada... e isso está acabando comigo... eu quero você, mas... sei que você não vai aceitar isso assim... você sempre foi mesmo decente com a gente, nunca falou nem fez nada indevido, por isso que pedi pra virar de costas pra você, senão eu sei que não conseguiria falar... - Dina, você já imaginou que eu poderia já ter percebido isso? Não dessa forma, eu imaginava que estava criando coisas na cabeça, “...deixa disso, seu besta, ela é casada”, eu dizia pra mim... mas percebia que você era muito... carinhosa comigo... sabe de uma coisa... não estou apaixonado por você e nem desejando você... mas... não consigo ver você sofrendo dessa forma... você é atraente, muito atraente... minha situação é difícil, você entende, sei que sim... claro que a sua também é bem complexa... - Olha, quero voltar pra casa, vamos embora? E foram mesmo. Mais distantes dali, seguiram por uma trilha na mata que passaria pela casa do professor e, um pouco mais distante, pra pousada onde morava Dina. Seguiam de mãos dadas a pedido dela, que apertava com força a mão do companheiro. Falavam nada, até aproximarem-se da casa do rapaz. - Gostaria de beber alguma coisa, estou com muita sede... – disse a amiga, e dirigiram-se pra casa do rapaz, que estava logo ali mesmo. Já dentro da casa, após tomar água mesmo, que o amigo não usava bebidas alcoólicas, ela, carinhosamente, aproximou-se de seu colega e, falando meigamente, perguntou: “... então, você também me quer..., eu entendi bem?”, disse aquilo olhando bem em seus olhos. Aproximou-se mais, colando seu corpo ao do amigo, beijando-lhe os lábios. Deixou cair uma das alças de seu maiô, o que fez com que um dos seios ficasse quase totalmente descoberto... pegou uma de suas mãos e levou ao seio descoberto e deixou que ele acariciasse ali, fechando os olhos e soltando um som de prazer... sssssss... Sinceramente, não vou dizer que o rapaz fosse inocente, ingênuo ou coisa assim, mas você consegue imaginar um homem, solteiro, com saúde, em tal situação que se negasse a fazer o que era esperado dele? Não é o fato de defender o rapaz, mas acho que eu também não perderia tempo... ele ainda tentou, sem jeito, uma recusa... - Sabe o que é... eu... sou virgem ainda, sabe e... Ela abaixou-se e foi conferir a declaração, constatando que ele dissera a verdade. Inacreditável? Concordo com sua opinião, mas ela descobriu o que descobriu. Vá reclamar com quem me contou esta estória, só estou repassando. - Essa... essa... pica... realmente... você... menino, como você é grande! Meu deus! O que é isso?! – ela não sabia se sorria, se acariciava o membro na sua frente, resolveu beijá-lo, lambê-lo, coloca-lo na boca. – Você... você... é verdade... você ainda é virgem...! Como pode...? Os garotos perdem a virgindade muito mais cedo do que isso, o que houve com você, por que isso assim? - Eu... sempre gostei de viajar, de aventuras por aí... uma namorada ou um filho só iriam me atrapalhar... - Mas... você poderia namorar, comer umas garotas e continuar viajando... - Eu penso diferente... nunca quis me envolver com ninguém... - Tudo bem, vou adorar tirar sua virgindade! Imagine aquilo! Ela abocanhando o pinto do colega, mamando com vontade, chupando o saco, vendo o piru crescer ainda mais... se ela já havia considerado grande aquilo tudo, instantes depois estava realmente admirada com o fato, ou o falo! Era um piru realmente grande, maior do que... -Você é bem maior do que o João, bem maior! É o maior que eu já vi na minha frente! Nossa, dá pra assustar... Mas o maiô foi parar no chão da sala mesmo, ela nua, ele mamando em um dos seios, ela feliz, contente com o desempenho do rapaz. Ela ofereceu sua boceta e nela ele enfiou a língua, chupou muito o grelo de Dina, ela gemia, gemia, apertava a cabeça do rapaz com sua racha, ssssssssssssssssss, era o som mais ouvido ali, apertava o piru do colega, ia no saco e fazia carinho, ele já eufórico foi guiado pelas mãos hábeis da companheira e meteu-lhe a rolona pra dentro, com lentidão, devido às dimensões do pau, ela se abrindo bastante, a cona engolindo aquele pedaço de musculo duro e grosso e grande... Logo, ele estava entrando e saindo daquela boceta macia, quente, úmida, ela gemendo muito, pedindo vara... - Vai, vai, mete tudo, mete, isso, assim... come tudo... me arregaça... ai, que delícia! Isso tudo... aaaaaaaaaaaiiiiiiii, tá delicioso! Ai - ai - ai - ai - ai - ai – ai... vai... mete... deliiiiiiiiiiiiiciaaaaaaaa... Aquilo durou uma meia-hora ou mais, ela gemendo, parando para mamar no pau, de gatinhas... “... uuuuuuiiiiii.... vai, bem fundo.... isssssosooooooooo... com tudo... fundo... mete tudo... tudo... ai.... me arregaça... come esse cú, arregaça meu rabo... Deitada ainda, ergueu o corpo, ficando com a cabeça pra baixo e convidou o amigo; “... vem, amor, vem, me estruncha, vai, mete esse ferro todo na minha boceta, mete, come sua puta, aaaaaaiiiiiii, como está gostoso, meu deus!”, ela gritava e ele metia vara pra dentro segurando suas pernas no ar, enfiando tudo com vontade. - Você tem certeza... UUUUUUUUUIIIIIIIIIIIII... assssssssssiiiiiiiiimmmmmmm... como você mete bem! Tem certeza de que nunca comeu uma boceta não? Garoto, como você é gostoso! No fim de tudo, ela estava satisfeita, realizada esporrada, suada, comida, perfeitamente comida, fodida com vontade! - Olha, poucas vezes eu fui bem comida assim na vida! Tem certeza de que nunca comeu uma boceta não?! Não dá pra acreditar! Como você fode bem! Eu só acredito por que vi, eu tirei seu cabaço da rola, eu sei muito bem... que maravilha! Você me possuiu com tanta vontade! Ai, quero mais nada por hoje... só amanhã... posso dar uma passadinha por aqui amanhã? ............................ Certamente, as fotos são apenas ilustrativas
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.