Ficamos ali mais um tempo. Em algum momento alguém desligou a TV. O cansaço veio rápido. Eu
virei de lado, ele se aconchegou atrás de mim sem nem perceber, e os dois acabamos dormindo
naquela cama bagunçada, cheirando a sexo e vinho.
Acordei no dia seguinte com a luz do sol entrando pela fresta da cortina. A cabeça doía um pouco do
vinho da noite anterior. Lucas ainda dormia de bruços do meu lado, a boca aberta, roncando baixo.
Me levantei devagar pra não acordar ele. Fui no banheiro, mijei, lavei o rosto, escovei os dentes.
Quando voltei ele já tava acordado, sentado na beira da cama, coçando a cabeça.
L- Que horas são?
Eu- Quase dez. Dormimos pra caralho.
Ele só resmungou e foi pro banheiro. Escutei o chuveiro ligar de novo. Enquanto isso eu fui na
cozinha, botei água pra café, abri a geladeira atrás de alguma coisa pra comer. Tinha pão, ovo, um
pouco de queijo.
Quando Lucas voltou, já de short e camiseta, o café tava pronto. Sentamos na mesa da cozinha.
L- Porra, ontem foi loucura hein.
Eu- Foi. Tá virando homem de verdade.
Ele riu, passando manteiga no pão.
L- E você me chupou o cu até eu gozar. Não esperava isso de você.
Eu- Eu avisei que tinha outros dotes. Ainda tem mais.
L- Eu sei. Tô até com o cu formigando só de lembrar.
Eu dei um gole no café e olhei pra ele.
Eu- Quer sair hoje? Tá um dia bom. Podemos ir na praia. L- Pode ser. Prefiro ficar em casa também, mas uma volta não faz mal. Depois a gente volta e
continua de onde parou.
Eu- Combinado. Mas na praia você se comporta. Não quero você de pau duro no meio do povo.
Ele riu de novo, terminando o pão.
L- Vou tentar. Mas se você ficar de sunga justa eu não prometo nada.
Tomamos o resto do café conversando besteira, rindo da noite anterior, provocando um ao outro.
Depois fomos nos trocar. Eu peguei uma sunga preta e um short por cima, ele vestiu bermuda e
camiseta. Pegamos duas toalhas, um pouco de dinheiro e saímos.
O sol já tava forte quando chegamos na praia. Escolhemos um lugar um pouco mais afastado,
estendemos as toalhas e deitamos. O mar tava bom, vento fraco.
L- E aí… vai entrar logo ou vai ficar se queimando?
Eu- Vou entrar. Mas você vai junto. Não quero você aqui olhando minha bunda sozinho.
Ele riu, se levantou e os dois fomos andando pro mar.
Ficamos ali um tempo, nadando um pouco, conversando.
L- Ontem foi intenso hein.
Eu- Foi. Mas agora é outro dia. Aqui a gente se comporta.
L- Eu sei. Pode ficar tranquilo. Não vou fazer nada.
Ficamos conversando sobre coisas aleatórias: trabalho, uma viagem que ele queria fazer, um filme
que tinha saído. Nada de putaria. Só papo normal de. De vez em quando um mergulhava, o
outro ficava em pé na água rasa.
Depois saímos, nos deitamos nas toalhas de novo. Eu passei protetor, ele pediu pra eu passar nas
costas dele e eu passei sem gracinha. O sol esquentava gostoso. Em algum momento ele cochilou
de bruços, eu fiquei olhando o mar, pensando besteira sem pressa.
Mais tarde fomos até o quiosque, comemos um pastel, tomamos água de coco. Conversamos mais
um pouco, rimos de uma história antiga que ele contou de quando a gente se conheceu. Clima leve,
sem tensão sexual.
Por volta das 4 ou 5 da tarde o sol já tava bem mais fraco. Eu olhei pra ele e falei: Eu- Bora voltando? Quero tomar um banho e ficar no ventilador.
L- Bora. Tô derretendo também.
Pegamos as toalhas, sacudimos a areia e começamos a caminhar de volta. O caminho pra casa era
curto. Nenhum dos dois falou nada sobre a noite anterior durante a caminhada. Só andamos lado a
lado, cansados de sol e mar.
Quando chegamos em casa, largamos as toalhas na varanda e entramos. O ventilador do quarto já
tava ligado. Lucas tirou a camiseta e jogou em cima da cadeira.
— Vou tomar banho primeiro. Tá uma merda de areia em tudo.
— Pode ir. Eu vou depois.
Ele foi pro banheiro. Escutei o chuveiro ligar. Fiquei no quarto, ainda de short e sunga por baixo,
sentindo o corpo suado e a areia nas pernas. A casa tava quente mesmo com o ventilador. A cabeça
ainda latejava um pouco da ressaca.
Quando a água desligou, ele saiu do banheiro só de toalha na cintura, o cabelo molhado pingando.
Parou na porta do quarto e me olhou.
— Sua vez.
Eu levantei, passei por ele e fui pro banheiro. A água quente lavou a areia e o suor. Fiquei um tempo
só parado debaixo do chuveiro, pensando no que ainda ia rolar naquele final de semana. Quando
saí, vesti o short de dormir e voltei pro quarto.
Lucas tava deitado na cama grande, só de short, a rola meio aparente no tecido. Ele me olhou de
cima a baixo.
— E aí? Descansou?
— Um pouco. Mas ainda tô com tesão. E você?
Ele riu baixo, passou a mão na própria coxa e falou:
— Também. Ontem à noite você me deixou no limite. Hoje quero mais.
Eu me sentei na beira da cama, perto dele, e passei a mão na perna dele, subindo devagar até
quase o short.
— Mais o quê? Fala. Lucas olhou pra minha mão e depois pro meu rosto. A voz saiu mais baixa:
— Quero que você me chupe de novo. E dessa vez… eu deixo você enfiar o dedo. Só o dedo. Ainda
não a rola.
Eu apertei a coxa dele e sorri.
— Só o dedo? Tá. Mas vai ser do meu jeito.
Ele balançou a cabeça e abriu um pouco as pernas na cama.
Ele pediu pra colocar um porno gay. Eu coloquei. Na tela dois caras se comiam, um metendo no cu
do outro sem camisinha. Lucas ficou de quatro e eu comecei a chupar o cu dele, alternando com o
saco e a rola, enquanto ele assistia. Depois eu me levantei e encostei a cabeça da minha rola no cu
dele. Ele pediu pra eu chupar um pouco. Eu mamava a rola dele e chupava as bolas. Perguntei se
queria vaselina. Ele falou que não, que se eu fosse comer ele queria sentir de verdade, sem nada.
Eu enfiei devagar, sem nada. A cabeça entrou, depois o resto. Fiquei metendo devagar e fundo
enquanto ele olhava o filme. Saiu bastante caldinho da rola dele, mas ele ainda não tinha gozado. Eu pedi para que ele se virasse com calma pra rola não sair de dentro e
peguei a rola dele e comecei a punhetar com força. Ele gozou com a minha rola ainda dentro, jatos
grossos na barriga. Depois eu coloquei ele de quatro de novo e gozei na bunda dele. Me abaixei e
lambi a porra e o cu, limpando tudo com a língua.
Os dois ficaram deitados na cama, ofegantes, a TV ainda ligada no fundo.
Lucas virou de lado, ainda sem ar, a bunda molhada de saliva e porra.
— Porra… você é doido.
Eu só ri, a boca ainda com gosto.
— Ainda tem amanhã.
Ele ficou quieto um tempo, só respirando. Depois falou baixo:
— Amanhã eu quero te comer de novo. Mas hoje… eu ainda tô mole. Deixa eu recuperar.
Eu balancei a cabeça e me deitei do lado dele. O ventilador girava devagar. A TV continuava, os
gemidos do porno baixos agora. O cansaço veio rápido por causa do dia inteiro na praia. A
gente dormiu naquela cama bagunçada, cheirando a sexo.




