Depois que terminei com a namorada da igreja, deixei de lado os relacionamentos para focar na minha vida profissional, porém, toda tentativa foi em vão. Embora tentasse esquecer, o desejo de ser corno só aumentava. Toda vez que via um casal já imaginava como seria eu namorado ou casado novamente e sendo corno. Como não consegui controlar o desejo e sentindo falta de um carinho, resolvi me deixar conhecer outra pessoa e ver o que viraria.
Passado algum tempo conheci Andressa, 26 anos, branca, cabelos pretos, quase 1,80 de altura, corpão de dar inveja, pernas grossas, bunda grande, sorriso apaixonante, educada, simpática, muito fogosa em casa, porém muito comportada em público (pelo menos era isso que eu imaginava). Nos conhecemos numa roda de amigos e dois meses depois começamos a namorar. Um namoro tradicional, cumplicidade, carinho, admiração e respeito sendo construídos ao longo do tempo. Porém apesar de não dar nenhum sinal, vez ou outra ela me questionava se eu estava "escondendo" algo dela, prontamente eu sempre respondia que não. Mas, como eu sempre digo, um corno tem sempre um jeito corno de ser e, uma hora ou outra, um comedor de verdade ou sua própria mulher acaba descobrindo (e vocês vão descobrir porque estou dizendo isso).
Passado um tempo de relacionamento, ainda mantivemos toda normalidade de um casal tradicional. Certo dia, um conhecido meu, Kelvin, viu uma foto minha e de Andressa na rede social e respondeu convidado para sairmos para tomar uma cerveja e, super simpático, dizendo que queria conhecer minha nova namorada, que eu era um péssimo amigo pois começava a namorar e sumia dos amigos. Apesar de sentir um ar estranho nas mensagens dele, prontamente aceitei o convite, conversei com minha namorada (que daqui para frente vou chamar de "minha mulher") e dias depois saímos eu, Andressa e Kelvin.
Chegando na tabacaria onde havíamos marcado de nos encontrar, Kelvin já estava e acenou para que fossemos até ele. De início estranhei um pouco Kelvin estar sozinho: ele sempre foi namorador e aquele dia estava sozinho. O ambiente era bem propício para que algumas "passadas de mão" ou até algo mais acontecesse: mesas escuras e iluminação escura, contando apenas com alguns flash de projetores, era tipicamente uma boate. Fomos até ele e os apresentei. Sentamos numa mesa redonda comigo ao meio e cada um deles de um lado.
Neste dia Andressa estava especialmente linda: um vestido preto que ia até metade daquelas coxas grossas e um desenho que deixava bem desenhado os seus seios e eu, como bom corno (embora até então achava que Andressa de nada sabia), vestido normalmente para deixar toda a atenção ainda mais para ela. Kelvin é um rapaz que traduz bem aquele ditado que dizem sobre os homens magros. Ele é pardo, não muito alto, mas com o corpo magro. Apesar de ser paulista e trazer consigo o sotaque paulista, ele tem um jeito muito "carioca" de ser. Desenvolto com as palavras, sorriso largo, faz amizade fácil e conquista qualquer um que estiver por perto.
Soma essas descrições de ambos, coloca juntos no mesmo ambiente, mistura com álcool e acrescenta uma dose da minha vontade de ser corno, eis a combinação perfeita para uma noite. Apenas lembrando que eu e Andressa nunca havíamos conversado sobre meu desejo de ser corno, assim como Kelvin, apesar de meu amigo, também não sabia, porém, lembrem-se sempre do que digo: corno tem um jeito corno de ser e um comedor de verdade sempre sabe identificar um corno e sua mulher.
Depois que chegamos começamos a beber, conversamos coisas sobre a vida e a rotina e enquanto isso mandávamos álcool para dentro. Com o nível de álcool aumentando, comecei a sentir um ar diferente, uma proximidade maior entre Andressa e Kelvin, porém, como ele era meu amigo, ela minha mulher e ambos não sabiam do meu desejo em ser corno, compreendi que não passava de álcool. Mas descobri que é aí que está um dos pontos: um bom comedor não precisa ter a confirmação se o cara curte ser corno ou não, ele simplesmente chega e toma o lugar de comedor e se apossa da mulher do corno.
Passado mais um tempo, o álcool já era mais nítido e começamos a falar sobre as nossas vidas pessoais. Kelvin começou falando sobre a sua e que atualmente estava solteiro, ainda completou comentando que eu o conhecia e sabia que ele era namorador e estar solteiro era um milagre - o que, diga-se de passagem, é verdade. Falou sobre algumas de suas ex namoradas, que foram muitas. Em seguida sugeriu que Andressa também comentasse sobre sua vida passada, então ela se vira para mim e pergunta se eu me importaria em ouvir sobre seus ex, protamente, por conta do álcool, disse que não me importaria. Talvez aquela tenha sido uma das 'deixas' que eu dei para o assunto fluir. Ela então contou com uma riqueza de detalhes que certamente ocorreu por conta do álcool. Porém, eu fiquei interessadíssimo em cada detalhe e minha passividade em ouvir as histórias por certo despertou a atenção de Kelvin.
Papos e comentários continuaram rolando e enquanto isso o ambiente que estávamos ia se enchendo de outras pessoas. Nossa mesa era estratégica pois ficava num canto e não havia ninguém atrás e, por conta da pouca iluminação, ficava ainda mais propício para aumentar o clima de tesão que já tinha tomado conta por conta do assunto dos parceiros antigos. Quando então chegou minha vez de falar sobre minhas ex, Kelvin me interrompeu e disse que ele mesmo tinha mais interesse em saber da Andressa e que as mulheres que eu havia pegado não o interessavam - talvez porque numa festa anos atrás eu fiquei com a ex dele, e ele descobriu.
Num certo momento Andressa se levanta para ir ao banheiro, Kelvin simplesmente não esconde seu olhar em direção à ela e à sua bunda que ficava marcada no vestido preto. Como estávamos já bebados, pensei não haver mal na olhada dele. Quando Kelvin percebeu que eu estava o vendo olhando para a bunda de Andressa não se importou, apenas continuou olhando e passou a mão na rola. Eu olhei, ri, levei na brincadeira, mas certamente ele entendeu de outra forma.
Quando Andressa retorna do banheiro Kelvin já não consegue tirar os olhos dela e volta a puxar assunto sobre os ex dela. Ela pareceu um pouco incomodada, mas como eu já havia dito que não me importava, ela continua, educadamente, respondendo às perguntas dele.
Momentos depois me levanto e vou ao banheiro, já meio bebado. Ao retornar para mesa, percebo que Andressa mudou de lugar e sentou ao lado de Kelvin. Decidimos então tomar uma dose de tequila cada e aquele julgo que foi o que faltava para aumentar o ar de tesão e as conversas tornarem-se mais quentes. Como Andressa havia mudado de lugar e estávamos todos já bem bebados, percebo que os assuntos de Kelvin com ela vão sendo acompanhados de toques, hora na perna dela, hora em sua mão. Num desses toques, Kelvin puxa um assunto e fica com a mão parada em cima da perna de Andressa, ele e ela me olham e um minuto de silêncio se faz, um arrepio sobe meu corpo. Há muito tempo não sentia uma sensação como aquela, a sensação de ver sua mulher sendo tocada por outro homem. E tenho que reconhecer: QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! É o auge da vida de um corno quando se vê que será corno sem uma premeditação, apenas rolou. Que sua mulher quer te fazer corno, que o comedor quer comê-la e que você será corno. Que sensação deliciosa.
Meu silêncio naquele momento foi como um ato de anuência. Kelvin ao ver que eu não o repreendi, continuou com a mão sobre a perna de Andressa e, Andressa, que até então eu não imaginava que seria dada à prática, manteve-se condescendente com o toque. Dali para frente os toques foram ficando mais intensos. Kelvin falava cada vez mais próximo de Andressa e esta retribuía toda a atenção. Num momento, enquanto Kelvin tocava sua perna, Andressa colocou sua mão sobre a mão de Kelvin. Pareciam que estavam estabelecendo uma ligação de interesse mútuo. Minha presença na conversa continuou, porém já não era mais necessária haja vista os toques que se tornavam mais quentes. Kelvin contava suas experiências com outras mulheres e em todos os momentos tratava de exemplificar alguns toques em Andressa que passivamente os correspondia.
A conversa ficou mais quente e intensa. Andressa num súbito interesse, perguntou a Kelvin se era verdade o que diziam sobre todo magrinho ser roludo, este apenas riu e disse que em breve ela iria saber. Aquela frase dele ficou na minha cabeça e por certo despertou ainda mais o interesse de Andressa. Kelvin continuou o assunto sobre sexo dizendo que várias vezes ele foi tranzar com algumas mulheres e elas não o aguentava. Em seguida Kelvin pediu para ver a rede social de Andressa para mim e eu inocentemente mostrei. Lá há algumas fotos dela e dentre todas as que mais chamaram a atenção dele eram as que ela estava de biquíni. Isso foi o suficiente para aumentar ainda mais seu tesão. Após ver algumas fotos e algumas passadas de mão em sua rola, Kelvin vira-se para Andressa e a pergunta se ela queria mesmo saber se o famoso ditado era realidade, prontamente ela responde que sim, então Kelvin pega a mão de Andressa e a coloca sobre seu pau que já estava bem rígido.
Ali mesmo no bar, minha mulher que até então não havia tido comigo uma palavra sequer sobre sexo com terceiros, ficou acariciando a rola do meu amigo. E eu, como um bom corno manso que estava voltando a ser fiquei parado pacífico.
Dali para frente Andressa não tirou mais a mão do pau do meu amigo. Num momento chegou um garçom (que vou contar num outro momento) e viu Andressa com a mão no pau de Kelvin que delicadamente acariciada sua perna como se ela fosse sua propriedade. Depois disso, Kelvin pegou a mão de Andressa e colocou por dentro de sua cueca e, no escuro do bar, ela ficou punhetando ele, enquanto a vida fora dos dois seguia normalmente. Por certo outras pessoas viram e fico me perguntando o que achavam daquela situação.
Enquanto continuávamos conversando, Andressa continuou com a mão dentro da cueca de Kelvin. Após um tempo, Kelvin decide fazer uma brincadeira dizendo que ele queria realmente saber se abacaxi deixava o leite mais doce, como dizem. Sem entendermos a "brincadeira", Kelvin fez com que Andressa intensificasse as carícias que ela estava fazendo no pau dele e então entre movimentos controlados, Kelvin solta um suspiro como se tivesse gozado. O que eu não sabia é que de fato ele tinha gozado na mão de Andressa, ali mesmo no bar. Ele então manda ela tirar a mão de dentro da cueca dele e experimentasse o sabor da sua porra para dizer se estava doce ou não. Andressa, como uma boa mulher, prontamente o fez, tirou a mão melada de leite de dentro da cueca de Kelvin e colocou na boca fazendo uma expressão de que havia adorado o sabor e completou dizendo que estava uma delícia e bem docinho.
Kelvin como um bom macho comedor e sacana que é, sugeriu que ela não ficasse com o sabor apenas para ela, então ele manda que ela me beije. Eu sem entender muito bem, até por conta do álcool, recebi um beijo quente de Andressa. Dava para sentir o gosto da goza de Kelvin na minha boca. Fiquei excitado na hora e quase gozei também.
A situação havia saído totalmente do meu controle. Quando ela para de me beijar, Kelvin descaradamente me pergunta se estava bom o gosto e eu apenas tive que concordar. O clima de sexo e tesão permaneceu no ar.
Após voltar à "normalidade" o celular de Kelvin toca e ele sai da mesa para atender. Minutos depois recebo mensagem dele dizendo que precisaria sair, pediu para eu pagar a parte dele na conta e que depois me explicaria o que aconteceu, mas isso é assunto para o próximo conto. Até breve pessoal.